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Geopolítica

Medvedev e Obama consideram viável a entrada da Rússia na OMC

Presidentes Dmitri Medvedev e Barack Obama

EFE – Os presidentes da Rússia, Dmitri Medvedev, e dos Estados Unidos, Barack Obama, consideraram nesta quarta-feira ser viável a entrada da Rússia na Organização Mundial do Comércio (OMC) antes do final do ano.

Medvedev e Obama declararam que “o impulso dado por ambos os países contribuiu para a conquista de significativos progressos nas negociações” comerciais nos últimos meses, assinalam as agências de notícias russas.

Ambos os líderes trocaram opiniões sobre “os próximos passos para estimular e coordenar o trabalho nessa direção”, indica a nota oficial, que acrescenta que Medvedev aproveitou para felicitar antecipadamente Obama, que vai fazer 50 anos amanhã.

Tanto Medvedev como o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, acusaram em várias ocasiões os EUA de dificultar o ingresso da Rússia na OMC, a última grande economia à margem dessa organização.

Recentemente, o negociador-chefe russo, Maxim Medvedkov, afirmou que as negociações comerciais devem ser concluídas em dezembro durante a reunião do Conselho Executivo da OMC em Genebra.

Em setembro, os grupos de trabalho da Rússia e a organização comercial tratarão dois temas pendentes mais complexos, que são os controles sanitários e fitossanitários.

Por sua vez, Medvedkov reconheceu que as negociações com a Geórgia, que anunciou em abril de 2008 que bloquearia o ingresso da Rússia na OMC até que Moscou deixasse de solapar a soberania do país caucasiano, foram até agora infrutíferas.

A Rússia retomou em setembro as negociações multilaterais com a OMC, que tinha suspendido em julho de 2009 após criar uma União Aduaneira com Belarus e Cazaquistão.

Medvedev afirmou que a Rússia está “farta” de esperar na ‘ante-sala’ da OMC desde 1993 e criticou o fato de que o país continua negociando a entrada por mais tempo que a China, membro desde 2001, “apesar de a economia russa ser muito menor que a chinesa”.

Fonte: UOL

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Conselho da ONU condena uso da força na Síria

Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU)

Reuters – O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) condenou as violações aos direitos humanos e o uso da força contra civis pelas autoridades sírias em um comunicado divulgado nesta quarta-feira.

O Líbano, vizinho da Síria e onde a influência de Damasco é forte, se desvinculou da declaração acordada pelos outros 14 membros do conselho.

O documento “condena as violações disseminadas dos direitos humanos e o uso da força contra civis pelas autoridades sírias” e pede que Damasco cumpra com suas obrigações de acordo com a lei internacional.

O texto também “pede pelo fim imediato a toda forma de violência e que todos os lados ajam com o máximo de moderação e se abstenham de represálias, incluindo ataques contra instituições do Estado.”

Essa frase foi um aceno à Rússia e a outros países que pediram por uma declaração equilibrada que atribuiria culpa a ambos os lados pela violência em meio ao levante que já dura cinco meses contra o presidente Bashar al-Assad.

Uma resolução do Conselho de Segurança sobre a Síria redigida por países do Leste Europeu esteve durante dois meses na mesa do conselho, mas enfrentou oposição da Rússia, da China e de diversos países não-alinhados.

Os europeus retomaram o documento esta semana, após a violência do fim de semana na cidade síria de Hama, no qual mais de 80 pessoas morreram.

O Brasil, que é integrante temporário do Conselho de Segurança, emitiu nota na segunda-feira condenando a ação síria contra os manifestantes em Hama.

A Rússia e seus simpatizantes acabaram concordando com uma ação do conselho, mas insistiram que a medida seja apenas uma declaração, que é mais fraca do que uma resolução, afirmaram diplomatas.

(Reportagem de Patrick Worsnip)

Fonte: UOL

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Conflitos Geopolítica

Alto comissário da ONU diz que Brasil pode ser destino para refugiados de países árabes

António Guterres, Alto Comissário das Nações Unidas

Carolina Pimentel
Da Agência Brasil
Em Brasília

O alto comissário das Nações Unidas para Refugiados, António Guterres, disse hoje (3) que o Brasil poderá ser um dos destinos de refugiados de conflitos nos países árabes. Segundo ele, um plano para acolher essas pessoas está sendo negociado com os governos de diversos países, inclusive o brasileiro. “Estamos desenvolvendo um plano global de reassentamento, com vários países, inclusive o Brasil”, disse Guterres, que encerrou hoje sua segunda visita oficial ao país.

O alto comissário afirmou que é urgente o reassentamento dos líbios que estão nas fronteiras com a Tunísia e o Egito. Desde o início dos conflitos entre a oposição e o governo de Muammar Khadafi, mais de 1 milhão de pessoas deixaram a Líbia.

De acordo com Guterres, no primeiro semestre de 2011, foi identificada, pelo menos, uma crise por mês, que obrigou parte da população a sair de seu país de origem. Um movimento atípico, segundo ele, que tem exigido esforço redobrado das Nações Unidas.

Nesse período, mais de 280 funcionários internacionais do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) estão trabalhando em regime de emergência. As principais crises são na Costa do Marfim, Somália, Líbia, Síria, no Sudão e Iêmen.

“Não vemos uma crise global iminente. Agora, neste momento, há uma tendência de, cada vez mais, as pessoas serem obrigadas a sair de seus ambientes naturais [países de origem]”, disse Guterres, ex-primeiro-ministro de Portugal.

Até o final de 2010, 43,7 milhões de pessoas foram obrigadas a se deslocar em todo o mundo, o maior número dos últimos 15 anos, conforme dados do Acnur. Do total, 15,4 milhões dessas pessoas são consideradas refugiadas e cerca de 30% delas são do Afeganistão.

O Brasil abriga 4.432 refugiados de 77 nacionalidades, sendo 64% vindos da África, segundo o Comitê Nacional para Refugiados (Conare), ligado ao Ministério da Justiça.

Fonte: UOL

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Inteligência

Primeira Jornada de Trabalho de Defesa Cibernética

Sugestão: Gérsio Mutti

O espaço cibernético está se tornando essencial para a Defesa e Segurança Nacionais. Ele abrange um grande número de áreas (capacitação, inteligência, pesquisa científica, arcabouço doutrinário, preparo e emprego operacional, proteção de seus próprios ativos, gestão de pessoal, capacidade de atuação em rede, interação com os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário e com instituições civis empresariais e acadêmicas), contendo elementos intra e inter-organizacionais, multidisciplinaridade, produtos e serviços tecnológicos diversos, métodos e processos gerenciais em todos os níveis, além de outros aspectos. Tal complexidade requer a criação de estruturas e processos flexíveis e com visão estratégica capazes de realizar, de forma eficaz, o que prescreve a Estratégia Nacional de Defesa (END).
A estruturação do Setor Cibernético no âmbito da Defesa situará a Instituição no roll das organizações, nacionais e internacionais, que tratam a segurança da informação e a capacidade de atuar em rede como recursos capazes de minimizar despesas, aumentar a produtividade e otimizar as: comunicações, conferindo confidencialidade, disponibilidade, integridade e autenticidade aos dados que trafegam em suas redes, que são processados e armazenados em seus ativos de infor mação.
Assim, as ações estratégicas de estruturação    do  Setor Cibernético,  no  âmbito  da Defesa ,  enquadram- se  na concepção geral da END, possuindo “visão de futuro”, o que se traduz por um esforço de longo prazo, com forte potencial para impactar, positivamente, as áreas científico-tecnológica e operacional.


PREMISSAS BÁSICAS PARA A COOPERAÇÃO

• Alinhar-se com a Estratégia Nacional de Defesa.
• Atender às necessidades presentes e futuras da Defesa Nacional.
• Visualizar as necessidades do Setor Cibernético no âmbito da Defesa.
• Adequar-se aos Programas em desenvolvimento pela SEPIN.
• Buscar a compatibilidade com os produtos dos Projetos de implantação do Setor Cibernético na
Defesa.
• Focar na capacitação de recursos humanos.
• Contemplar a multidisciplinaridade e a dualidade das aplicações.
• Contribuir para fomentar a indústria nacional de Defesa com duplo viés: aquisição de
conhecimento e geração de empregos.
• Contribuir para induzir a indústria nacional a produzir sistemas inovadores.
• Produzir componentes críticos nacionalmente.
• Contribuir para a defesa das infraestruturas críticas da Nação.
• Incrementar a pesquisa científica e o desenvolvimento tecnológico no Setor Cibernético nacional.

O espaço cibernético está se tornando essencial para a Defesa e Segurança Nacionais. Ele abrange um grande número de áreas (capacitação, inteligência, pesquisa científica, arcabouço doutrinário, preparo e emprego operacional, proteção de seus próprios ativos, gestão de pessoal, capacidade de atuação em rede, interação com os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário e com instituições civis empresariais e acadêmicas), contendo elementos intra e inter-organizacionais, multidisciplinaridade, produtos e serviços tecnológicos diversos, métodos e processos gerenciais em todos os níveis, além de outros aspectos. Tal complexidade requer a criação de estruturas e processos flexíveis e com visão estratégica capazes de realizar, de forma eficaz, o que prescreve a Estratégia Nacional de Defesa (END).

Áreas de Aderência

  • Fomento à pesquisa científica nas seguintes áreas: desenvolvimento de software seguro, sistema de correlação de Log`s, processamento de alto desempenho e desenvolvimento de ferramentas de criptoanálise. Programa da Secretaria de Política de Informática (SEPIN). Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico das Indústrias de Eletrônica e de Semicondutores

Programa da Secretaria de Política de Informática (SEPIN) Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico das Indústrias de Eletrônica e de Semicondutores.

Objetivo: Promover atividades de P,D&I e de formação de recursos humanos associadas à demanda de inovações, especialmente tecnologias portadoras de futuro e aperfeiçoar a gestão dos incentivos fiscais para o setor, objetivando: (i) fomentar a instalação e o desenvolvimento no País de  empresas  que  exer çam  atividades  de  concepção, projeto, prototipagem, desenvolvimento e fabricação de componentes e dispositivos eletrônicos, em especial circuitos integrados, mostradores de informações (displays), sensores, dispositivos opto eletrônicos,  fotônicos,  orgânicos   e micro-eletromecânicos (MEMS), partes e componentes passivos e ativos, em especial, os utilizados na manufatura de equipamentos e sistemas eletrônicos e suas aplicações; (ii) recompor e fortalecer redes produtivas de equipamentos e sistemas de informação e comunicações competitivas nos mercados nacionais e internacionais; (iii) a nucleação e o desenvolvimento dos setores de engenharia de produto e processos nas empresas.

Público Alvo: Instituições de ensino e pesquisa (universidades e centros de pesquisa), Empresas públicas e privadas dos mais diversos setores industriais (tecnologia da informação, eletrônica, automação, entretenimento, energia, transporte, automobilístico.

Programa da Secretaria de Política de Informática (SEPIN)

Estímulo ao Setor de Software e Serviços

Objetivo: Elevar a competitividade e a capacidade produtiva do setor de software e serviços correlatos, para ampliar a participação das empresas nacionais nos mercados interno e externo, tornando o Bras il uma das referências no cenário internacional do setor.

Público Alvo: Instituições de ensino e pesquisa (universidades e centros de pesquisa), Empresas públicas e privadas dos mais diversos setores industriais (tecnologia da informação, eletrônica, automação, entretenimento, energia, transporte, automobilístico, saúde, agro-negócios, segurança, logística, serviços, dentre outros) e Administração pública – aplicações e uso de TI.

Áreas de Aderência

• Computação de alto desempenho.

• Sistema Modular para Defesa

Cibernética:

DEFESA   CIBERNÉTICA

Áreas de Aderência

• Simulador de Guerra Cibernética.

• Sistema Integrado de Proteção de Ameaças   a  Ambientes Computacionais.

• Certificação de soluções de TI.

• Análise de riscos.

• Análise de malware.

• Consciência situacional.

• Gestão do conhecimento e apoio à tomada de decisão.

• Restabelecimento de negócios.

• Defesa ativa.

Programa da Secretaria de Política de Informática (SEPIN)

Tecnologia Digitais de Comunicação, Mídias e Redes

Objetivo: Dar competitividade e autonomia tecnológica à indústria brasileira de comunicação, mídias digitais e redes, incluindo os setores de telecomunicações, de comunicação sem fio e de tecnologias de banda larga, entre outros, possibilitando ampliar sua participação nos mercados interno e externo, contribuindo para reduzir o correspondente  déficitda balança comercial e os custos dos programas de inclusão digital.

Consolidar a capacitação tecnológica do País para a implementação, o desenvolvimento e as inovações de técnicas digitais para os sistemas de comunicação de massa, em particular a TV digital aberta e o rádio digital.

Gerar produtos, serviços e aplicações-piloto para suporte ao acesso e ao uso eficaz  das  facilidades

oferecidas pelas redes de computadores, em particular no trabalho em redes cooperativas de pesquisa e desenvolvimento tecnológico.

Público Alvo:Instituições de ensino e pesquisa (universidades e centros de pesquisa), Empresas públicas e privadas do setor de tecnologia da informação e comunicação e Administração pública

CALENDÁRIO   DE   ATIVIDADES


DATA/HORA ATIVIDADE TEMPO RESPONSÁVEL LOCAL

28/1010 Apresentação da SEPIN 50 min SEPIN Auditório DCT

28/1100 Apresentação da Defesa 50 min EB Auditório DCT

28/1200 Almoço 60 min EB QGEx

28/1330 e 29/0900 Grupos Temáticos* 200 min Facilitador A ser definido

29/1000 Apresentação do Relatório 100 min A ser definido Auditório DCT


* Grupos Temáticos:

• Capacitação.

• Soluções em hardware.

• Soluções em software.

• Projetos transversais.

Fonte: Exército Brasileiro

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Fotos do Dia Tecnologia

VOLARE 400, O Básico e o ARF

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Nota Oficial 02 – Acidente com avião C-98A da FAB

Cessna Grand Caravan

O Comando da Aeronáutica lamenta informar que não há indícios de sobreviventes do acidente com avião C-98A Grand Caravan ocorrido hoje em Bom Jardim da Serra (SC).

Estavam a bordo:
Major Antônio Carlos Souza da Silva
1° Tenente Samir de Barros Farias
2° Tenente Arthur Ricardo Carneiro da Silva Júnior
2° Tenente André Dias Alves
Suboficial Marcelo André Rhoden
2° Sargento Helenilton de Souza Schafer
3° Sargento Jarbas Barbosa Mendes (Exército Brasileiro)
Senhora Gracy Quelle Nunes de Oliveira

A aeronave do 5° Esquadrão de Transporte Aéreo da Força Aérea Brasileira decolou às 11h45 de Canoas (RS) com destino ao Rio de Janeiro e desapareceu do radar às 13h27.

O Comando da Aeronáutica já iniciou as investigações para apurar os fatores que contribuíram para o acidente com o objetivo de prevenir futuras ocorrências.

Brasília, 2 de agosto de 2011.

Brigadeiro-do-Ar Marcelo Kanitz Damasceno
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

Fonte: CECOMSAER

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Tecnologia Uncategorized

China e Brasil terão centro conjunto de nanotecnologia

SABINE RIGHETTI
ENVIADA ESPECIAL A CAMPINAS

O governo vai firmar no final deste mês um convênio com a China para implantação de um centro binacional de nanotecnologia, o campo da ciência que envolve a manipulação de objetos muito pequenos, com dimensões de bilionésimos de metro.

A ideia é que os dois países entrem com a mesma quantidade de dinheiro no projeto. Ontem, em uma reunião em Campinas, o MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia) propôs R$ 4,7 milhões para os dois anos iniciais. Mas a China quer mais.

O valor final será acordado em viagem que o ministro Aloizio Mercadante (MCT) fará à China no próximo dia 22.

Como inicialmente o centro será virtual, a ideia é que o dinheiro seja gasto com infraestrutura e com a troca de pesquisadores entre os países –pelo menos 30 por ano.

“O valor parece pequeno. Mas pode ser um primeiro passo para começarmos uma série de parcerias com a China”, diz Adalberto Fazzio, coordenador da área de nanotecnologia do MCT.

SUSTENTÁVEL

Uma das áreas de interesse da China é o grafeno, material obtido quando o grafite é fatiado em camadas muito finas, com apenas um átomo de espessura. Os eletrônicos do futuro poderão ter como base o grafeno.

Já o Brasil está interessado em nanotecnologia aplicada à sustentabilidade, como novas abordagens para o tratamento de resíduos agrícolas.

“É uma vantagem cooperar com o Brasil. Esse projeto tem futuro”, definiu Chunli Bai, presidente da Academia Chinesa de Ciências (que tem status de ministro no país), em entrevista à Folha durante visita que fez a Campinas.

A China é o país que mais produz artigos científicos em nanotecnologia. “Queremos aumentar essa produção com parcerias internacionais e dar mais peso a áreas estratégicas”, completou Bai.

Fernando Galembeck, diretor de um dos laboratórios que integrarão a parceria, diz que a nanotecnologia “poderia ter avançado mais no Brasil”. “Um centro como esse poderá alavancar a área.”

O centro binacional terá a colaboração de pelo menos quatro laboratórios, localizados em São Paulo, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro.

No lado chinês estarão alguns dos 117 institutos de pesquisa da Academia Chinesa de Ciências.
empate técnico

A academia gerencia hoje um orçamento de mais de R$ 6 bilhões por ano, ou seja, praticamente a mesma quantidade de recursos anuais do Ministério da Ciência e Tecnologia no Brasil.

“O governo chinês está investindo muito em ciência. Hoje temos 1,78% do PIB em pesquisas”, diz Bai –a porcentagem brasileira foi de 1,3% no ano passado.

A agenda de Bai no Brasil incluiu visitas a instituições de pesquisa nas áreas de saúde, energia, espaço e agricultura. Os chineses já sinalizaram interesse pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), o que pode render novas parcerias.

Fonte:  BOL

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Defesa Negócios e serviços Sistemas de Armas

Emirados Árabes Unidos recebem seu terceiro Boeing C-17

C-17A Globemaster III

A Boeing entregou, no último dia 28, o terceiro avião de transporte C-17A Globemaster III para a Força Aérea dos Emirados Árabe Unidos (UAEAF, sigla em inglês). A cerimônia foi realizada em Long Beach, na Flórida. Os dois primeiros C-17 foram entregues em maio e junho, e estão cumprindo um variado leque de missões, inclusive de apoio humanitário. O contrato de compra prevê que a quarta unidade seja entregue até o final deste ano e as duas últimas em 2012, totalizando seis aeronaves.

Atualmente, 234 C-17 estão em serviço ativo, 23 deles fora dos Estados Unidos. Além dos Emirados Árabes Unidos, Austrália, Canadá, Qatar, Reino Unido e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) utilizam regularmente a aeronave. Em junho passado, a Índia tornou-se o mais novo país a encomendar o modelo, assinando um contrato de aquisição de 10 unidades, que deverão ser entregues entre 2013 e 2014.

Fonte:  Tecnologia & Defesa

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Geopolítica

Rapidinhas Defesa e Geoestratégia

Governo cria secretaria para cuidar da segurança de grandes eventos que serão sediados no Brasil

O governo federal instituiu a Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, que ficará responsável pela coordenação de ações de segurança em eventos como a Rio 20, em 2012, a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo, em 2014, e outros eventos que venham a ser designados pela presidente Dilma Rousseff. O decreto que cria a secretaria dentro da estrutura do Ministério da Justiça foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira e estabelece ainda que ela será extinta em 31 de julho de 2015, um ano antes das Olimpíadas de 2016, no Rio.

Segundo o governo federal, a nova secretaria terá orçamento próprio e buscará a integração com os órgãos estaduais e municipais. Ainda de acordo com o governo federal, o Distrito Federal e os 11 estados que vão receber jogos da Copa de 2014 já foram ouvidos e apresentaram suas necessidades, a serem analisadas pela secretaria, pelo Ministério do Planejamento e pelo Grupo Executivo da Copa (Gecopa).

Fonte: OGlobo

Mediação do Brasil é vista com ceticismo

A missão planejada por autoridades do Brasil, Índia e África do Sul para dialogar nas próximas duas semanas com Bashar Assad e pressioná-lo a conter a violência é vista com ceticismo pelos EUA e outras potências ocidentais. A secretária de Estado Hillary Clinton disse ontem e diplomatas afirmaram ao Estado, que o ideal seria usar o Conselho de Segurança da ONU para pressionar o regime de Damasco.

Há também o temor de que Assad use mais uma vez o Brasil como arma na sua guerra de propaganda. Há algumas semanas, a imprensa pró-regime em Damasco deu destaque a afirmações do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, dizendo que existe intenção de reformas por parte do governo sírio, omitindo as críticas do chanceler brasileiro à violência no país. Há ainda uma relutância dos membros permanentes do CS em ver o Brasil como ator global, tentando participar de negociações com a Síria agora e com o Irã, no ano passado. Os brasileiros seriam bons para crises na América Latina. Para o Oriente Médio, as potências ocidentais acham mais relevante o papel da Turquia, atualmente fora do CS, mas ativa na crise síria.

Fonte: Estadão

Crise de confiança

ELIANE CANTANHÊDE

BRASÍLIA – Aconteceu o que todos previam: no último minuto, os republicanos cederam e fez-se a luz. O Congresso norte-americano deu sobrevida ao império e evitou um calote que empurraria o mundo para a penumbra da incerteza.
O alívio, porém, não resolve a questão da confiança, apenas mantém a maior potência sob incógnita e esvazia mais e mais a esperança que não apenas os eleitores dos Estados Unidos, mas governos e cidadãos de todo o mundo depositaram em Barack Obama.

Fonte: Folha de S.Paulo

Forças navais mais equipadas

O Comandante da Marinha, Almirante Vladimir Vissotsky, informou à agência Interfax que até 2020, o Programa Estatal de Armamentos vai equipar as forças navais da Rússia com 40 novos navios de diferentes classes.

Por sua vez, o Presidente da Corporação Unificada de Construção Naval, Roman Trotsenko, informou que este mesmo Programa avalia em 3 a 4 trilhões de rublos, aproximadamente entre 170 e 220 bilhões de reais, os recursos financeiros necessários à compra de armamentos e equipamentos militares.

Fonte: DiáriodaRússia