Defesa & Geopolítica

Saab disse que não desistiu do MMRCA na Índia, e que tem paciência sobre o F-X2 no Brasil

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A Saab AB , a fabricante sueca de equipamentos de defesa, disse que não abandonou os esforços para vender seus caças Gripen para a Índia, mesmo depois que o modelo foi retirado da competição MMRCA que também deixou de fora dois caças norte americanos.

“Estamos monitorando a situação, e nós não arrumamos nossas coisas e saímos de lá”, disse Haakan Buskhe, diretor executivo da empresa com base em Linkoeping, durante o Paris Air Show. “Nós temos uma aeronave extremamente boa e nós não desistimos.”

A Índia é o maior alvo da Saab para o Gripen, além do Brasil. A aeronave foi eliminado em abril da competição, que visa substituir a frota de MiG-21, junto com o Boeing F/A-18 Super Hornet e oLockheed Martin F -16. A Lockheed está buscando voltar para competição, oferecendo seu mais recente caça, o F-35 Joint Strike Fighter.

O Brasil provavelmente vai escolher um vencedor da competição F-X2 avaliada em US$ 5 bilhões ainda este ano. A Saab está competindo com o Super Hornet e o Rafale da França, fabricado pela Dassault Aviation, para uma encomenda de 36 aeronaves.

A competição no Brasil é mais complexa do que na Índia, que está buscando um produto pronto, disse Buskhe, pois a Saab estaria disposta a transferir tecnologia para o Brasil caso fosse vencedora da licitação.

“Temos o dinheiro para esperar mais 10 anos”, disse Buskhe sobre a competição brasileiro. A Saab tem uma liquidez líquida de cerca de 4 bilhões de coroas suecas (US$ 626 milhões), de acordo com a empresa.

Buskhe disse que sua empresa pode se beneficiar de cortes do governo para gastos de defesa, porque eles forçam exércitos a rever os equipamentos e contratos que tenham, abrindo um caminho para empresas como a Saab estabelecer novas encomendas.

Fonte: Bloomberg – Tradução: Cavok

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