Defesa & Geopolítica

IDET 2011- CZ 805 A1:A2 “BREN” o novo fuzil Tcheco

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Foto: Zuzana Gottvaldová: Plano Brasil

Autor: E.M.Pinto: Plano Brasil

Fotos e Vídeos: Česká Zbrojovka para o Plano Brasil

As novas armas Tchecas


O Fuzil CZ 805 A

O CZ 805 BREN é a  nova arma de fabricação Tcheca e a aposta do Ministério da Defesa para a substituição por completo todos os fuzis de assalto Vz. 58 que ainda estão em operação nas suas forças armadas.
Há dezenas de milhares de unidades do Vz. 58 nos arsenais das Forças Armadas, que apesar de acumularem  um notável respeito nos anos que prestaram  serviço, carecem de substituição por uma arma mais moderna.

De olho nisso a Česká Zbrojovka, fabricante Tcheca de armas pessoais, fuzis de assalto, e submetralhadoras desenvolveu o novo Fuzil CZ 805 A1 e A2 “BREN”.

Foto : Česká Zbrojovka para o Plano Brasil

A Nova Arma é um fuzil de assalto robusto e moderno e está de acordo com as novas tendências tecnológicas acopladas aos fuzis de assalto modulares da atualidade. Possui trilhos Picatinny ( MIL-STD-1913), o que permite a afixação de uma vasta gama de acessórios ópticos e mecânicos. Dentre os acessórios disponíveis para o BREN, destaca-se a uma mira de visão noturna e o lança granadas.

O BREN foi concebido no padrão OTAN, 5.56x45mm OTAN (semelhante ao da família COLT M4). No entanto, o cano do CZ 805 BREN pode ser facilmente substituído por um de calibre maior, esta praticidade foi buscada de forma a permitir (quando necessário) a conversão do fuzil 5.56x45mm para um de calibre 7.62x51mm OTAN ou 6.8 mm Remington SPC.

Foto : Česká Zbrojovka para o Plano Brasil

O corpo do fuzil é feito de liga leve de alumínio de alta resistência, porém a arma possui inúmeras partes produzidas em polímeros especiais, o que diminui o seu peso.

O CZ 805 Bren fornece três modos de operação:

  • Tiro único,
  • Rajada de dois tiros
  • Modo automático

A arma é completamente modular, aceitando todos os tipos de acessórios, porém está  concebida em duas versões, a de cano curto (A1), para unidades de Paraquedistas e mesmo infantaria em regiões de conflitos urbanos (os quais exige a operação a partir do interior dos veículos) e outra de cano longo (A2).

Foto : Česká Zbrojovka para o Plano Brasil

Por exigência do Exército Tcheco, os carregadores fora desenvolvidos de forma a não refletirem a luz, porém deveriam ser transparentes (Polímero) desta forma o operador poderia saber a todo momento o seu conteúdo, determinando quantos projéteis ainda haviam no carregador. Outra exigência feita pelo exército Tcheco foi com relação a coronha, esta foi revestida de borracha para propiciar ao operador um maior conforto e redução de stress e impacto.

A Česká Zbrojovka confia no seu controle de qualidade e nos testes que foram conduzidos no seu novo e moderno CZ 805 BREN, a arma obteve resultados excelentes.

Nos seus testes em condições extremas, onde o fuzil foi submetido às temperaturas de 50°C e a -50°C a arma superou os requisitos e exigências, sendo expostas e testadas em áreas desérticas, no gelo, em água em regiões pantanosa


Impressões pessoais  sobre as características destacáveis  do fuzil

Na altura do evento IDET 2011, pude conferir pessoalmente a arma e fiquei com boas impressões acerca de algumas soluções práticas as quais descrevo a seguir.

Destaco a importância da capacidade de um país como Rep Tcheca, com uma população de pouco mais de 10 milhões de habitantes, um PIB de US$ 240 Bi e uma área superficial de 78 mil km quadrados (quase 2,5 x menor que o Uruguai), possuir uma indústria de defesa deste porte, capaz de desenvolver e produzir armamentos de forma a atender as suas necessidades.

Isto porque, não podemos esquecer que este “pequeno” país encontra-se encravado no centro da Europa, rodeado e até mesmo fazendo  fronteira com nações tradicionalmente produtoras de armamentos de alta qualidade, tal como a Suíça, Áustria e Alemanha, parceiros econômicos que a primeira leitura de um leigo seriam os fornecedores elegíveis de equipamentos militares ao “pequeno” país.

Mas, não… os Tchecos, primam e se aprimoram para desenvolver e possuir seus próprios sistemas de armas e o mais importante, têm total consciência desta necessidade, lutam para manter o nível de  competitividade neste campo, o que é uma lição para nós.

Quanto a arma:

A arma segue as tendências dos modernos fuzis modulares, é bastante prática, fácil montagem e desmontagem. Seu peso é equivalente ao dos demais fuzis hoje em desenvolvimento.

Chama a atenção a versão de cano curto, que parece ser bastante fácil de manusear em espaços apertados ou de interior de veículos.

Porém, gostaria de destacar alguns ítens que mais me chamaram a atenção: são estes:

Foto: Zuzana Gottvaldová: Plano Brasil

  • A coronha de borracha parece a primeira vista bastante confortavel ao operador.  Também destaca-se a segurança e integridade do fuzil a quando de choques com a coronha e chão duro.

Foto : Česká Zbrojovka para o Plano Brasil

  • O fuzil conta com 4 trilhos padrão MIL-STD-1913 para afixação de acessórios ópticos, mecânicos e miras termais. O trilho também é usado para instalção de um lança granadas afixado logo abaixo do cano da arma.

Foto: Zuzana Gottvaldová: Plano Brasil

  • O Estojo feito em polímero transparente permite  a visualização dinâmica do conteúdo do depósito dando maior segurança ao operador. O estojo é compatível com os sistemas padrão OTAN 5.56x45mm , compatível com outros sistemas como os dos fuzis M4 e M16.


  • A arma foi desenhada de forma a poder ser operada tanto por destros como sinistros, e possui um seletor com modos de 0-1-2 a 30 disparos.

Vídeo: Česká Zbrojovka para o Plano Brasil

Fiquei com boas impressões a cerca do fuzil e o considero uma solução indicada às forças armadas tchecas especialmente por se tratar de um produto nacional, moderno e atual.

Na ocasião do evento também pudemos conferir algumas outras novidades da Česká Zbrojovka, apresentaremos estas armas em outras matérias especiais sobre o fabricante e a IDET 2011.


Dados Técnicos


Nome: CZ 905 BREN A1: A2

Calibre: 5.56×45 mm NATO (padrão)/(conversível ao 7,62mm)

Capacidade do estojo: 30 munições

Composição: Liga leve de alumínio e polímeros de alta resistência

Comrpimento: A1: 112; A2 77 mm

Altura: 260 mm

Peso: A1:3,58 kg, A2 3,39 kg


Nota do Editor:

O Plano Brasil agradece especialmente à Miroslav Surý, Chefe do Dpto. de Marketing da Česká Zbrojovka, pela gentileza e atenção concedida, bem como, pela entrevista informações e explicações acerca dos seus produtos e empresa.

 

E.M.Pinto


http://i42.tinypic.com/344qud2.jpg

29 Comments

  1. caze5110 says:

    hmm o desenho eh um pouco parecido com o imbel

  2. JClaudio says:

    Isso sim é um fuzil moderno, não o FAL plus que a imbel quer empurrar para as forças armadas com o nome de IA-2

  3. Renato says:

    Fuzil imbel IA-2 nao é ruim não
    vocês olham mto pro desenho da arma e nao o desempenho
    IA-2 eh um fuzil simples em disigner
    o desempenho tenho certeza que agradou ao EB.

    se algum soldado estiver em um tiroteio
    e sua arma travar vc acha que ele vai querer um fuzil bonito ou fucionando bem ?

  4. jakson almeida says:

    Ate a Republiqueta Checa projeta e constrói um fuzil melhor do que aquela coisa da Imbel!!!!!!!!!!!!!

  5. jakson almeida says:

    Ja que os Checos estão adquirindo o KC-390 e tem a possibilidade do Brasil utilizar os veículos Tatra pra padronizar os veículos militares seria interessante fazer um acordo de licenciamento e adotar esse fuzil ou o da Taurus e descartar aquela coisa da Imbel.

  6. Dandolo says:

    Não dá pra saber se essa arma é boa, pois não a vi atirando de dentro da água e no meio duma tempestade de areia. Se o cartucho falhar a arma para de atirar ?
    O fuzil Dandolo não vai parar de atirar em hipótese de nega do cartucho, quebra do extrator / ejetor, quebra do carregador, etc. A minha arma poderá atirar com todos os calibres conhecidos, desde .22 até 30 mm, e não terá nenhum recuo. Foi feita para atirar dentro d ´água e no meio duma tempestade de areia e derrubar aeronave até 10 km de distância e 4 km de altitude.
    Já imaginei um novo aparelho de pontaria ultra-avançado e multi-visão. Não é esse monóculo ridículo em que o atirador se expõe para os inimigos que estão nas laterais e retaguarda.
    Essa arma que os tchecos fizeram é da II GM, mas com a luneta aperfeiçoada, nada mais.

  7. Maneiro,esse fuzil, + temos o nosso…IA2 Sds.

  8. O Desing da arma é bem bonito e moderno, em relação ao desempenho deixo aos colegas que conhecem do assunto comentarem.

  9. Bonito esse fuzil é mesmo agora da onde o pessoal ta tirando esses dados que apontam o IA-2 como um fuzil ruim?
    Pelo pouco que sei o IA-2 passou por testes exaustivos que o colocam como um fuzil satisfatório para o exército (se bem que os testes ainda estão acontecendo agora em estágios mais avançados), agora dizer que o fuzil é ruim por parecer com o FAL não me parece um comentário muito serio, pois mesmo que seja uma arma baseado no FAL porém modernizada para os dias de hoje além de serem fabricadas aqui com matéria disponível em abundancia tendo ainda essa arma passado por testes do padrões internacionais eu não vejo mal nenhum em se parecer com o bom e velho FAL.
    Agora se o negócio é aquela velha história que tudo vem de fora é melhor do que é fabricado aqui aí fica difícil argumentar.
    Quanto ao fuzil da Taurus ART-556 (3,6kg) pelo que pude notar pesa mais que o IA-2 (3,100kg o fuzil de assalto e a carabina, já o 7,62 pesa 3,7kg todos com o carregadores de “metal” vazios se usarem um de plástico seu peso cai ainda mais), aliás, o IA-2 em sua versão 5,56 chega a se ainda mais leve que esse CZ Tcheco.
    Pelo que parece a IMBEL fez um bom fuzil se não o melhor ao menos no mesmo nível que outros mundo a fora.

    http://www.youtube.com/watch?v=NzbNMkkxMBI

    http://www.youtube.com/watch?v=GJU4czPISPw&feature=related

    http://codinomeinformante.blogspot.com/2011/04/laad-2011-taurus-exibiu-novo-fuzil-pela.html

  10. ISAMU says:

    sou só eu ou outros também acham o Dandolo é maluco?

  11. Dandolo says:

    Não conheço hoje nesse planeta, nenhum fuzil, pistola, revólver e metralhadora que preste.
    Bem, o sistema do canhão automático Gatling é bom, mas podemos projetar algo melhor.
    Vamos fabricar o protótipo ? Estou precisando de um Parque de Armamento.

  12. juliocedro says:

    Eu servi o Exército, e ter um fuzil que pode atirar depois de tomar um banho é fascinante. Lembro-me que durante os exercícios no mato sempre tínhamos que ter cuidado para não deixar o fuzil molhar, por causa da ferrugem. Fazíamos a limpeza constante da arma com especial cuidado com a alma do cano. Após cada garôa fazíamos aquela limpeza geral na arma. O Fal é uma excelente arma. Simples e objetiva e, se o IA-2 é uma melhoria do mesmo, então, só pode ser mais do que EXCELENTE!!!

  13. MAGHNUS says:

    Nao adianta nem um fuzil supera o ak-47.

  14. Panzertruppe says:

    Dandolo, se vc quiser reprojetar os Haunebus eu compro de vc :p

  15. Dandolo says:

    Esse lança-granadas adaptado nesse fuzil é um absurdo.
    Os projetistas não sabem o que fazem. Um idiota fez o primeiro, e depois todos copiaram.

  16. Nelson de Azevedo Neto says:

    Minha primeira arma de fogo própria foi uma pistola CZ presenteada por meu pai… São excelentes armas… Eu também cheguei a atirar com alguns rifles “bolt action” (ação por ferrolho) da mesma marca, e realmente era notável a precisão dos mesmos em distância superiores a 300 metros com auxílio de luneta e a 100 metros com miras abertas… Chega a dar saudades da época em que podíamos bancar os custos com munição para a prática do tiro e, que aqueles que apreciavam e/ou possuiam armas-de-fogo não eram vistos como suspeitos por cidadãos desinformados e execrados e/ou pré-julgados por “otoridades” e poliqueiros demagogos, como homicidas em potencial…
    🙁

  17. .
    .
    Ta mais magro hein Edilson… hehe, mas aquela charpa da um toque meio “Rosa Chok” na foto!! HAHA, desculpa mas não resisti!!
    .
    A fotografa foi precisa e as fotos ficaram muito boas, Parabéns pela reportagem!
    .
    Agora quanto a essa versão não autorizada do FN-SCAR, pois parece uma copia de design, o que me chamou a atenção mesmo foi o selector de tiro, muito modesto!
    .
    Dandolo:
    .
    Quando eu for eleito o Magnânimo Rei das Majestades Imperiais nas Terras Brasilis, vou te mandar pra Estatal Imbel e te dar um inteiro laboratório de armas so pra deixar fluir os teus projetos mirabolantes e secretos… no fim alguma coisa util acaba saindo!!
    .
    Valeu a todos, e gostei deste fuzil, mas o Brasil ja tem o seu, o IA2, se é positivo ou negativo so o tempo irá dizer!!
    .
    Valeu!!

  18. Renato says:

    eh tem gente que nao gosta msm de nada do Brasil
    nao pode ver ou ouvir que alguma coisa foi fabricada no Brasil que logo dizem que eh ruim
    tem gente ae falando mal do IA-2 e nem conhece nada de fuzil

  19. Wolfpack says:

    Senhores, no julgamento das passarelas eu fico com o Taurus ART 556, e no modo mundo real e operacionalidade eu fico com o IMBEL IA2, o vídeo com o cara atirando com o mesmo todo encharcado me impressionou pois já vi M4 explodindo por ai no mesmo teste. Quero ver os dois no EB e na MB e na FAB. Sou mais estas armas que este tcheco ai.
    Nada me chamou a atenção neste fuzil CZ.
    Temos que comparar os custos, disponibilidade em combate e manutenabilidade destas armas antes de julgá-los.
    [ ]s

  20. Dandolo says:

    O IA-2 ? Não conheço, mas o sistema mecânico é o mesmo dos outros fuzis. Na verdade, um copia a arma do outro.
    Eu poderia tornar o FAL melhor ? Não se aproveita nada dessa arma,e nem das americanas,russas ,israelenses ,etc. Todas elas dão muita pane de tiro.
    Eu fui perito de armamento do Exército e nunca me liguei em fabricar uma nova arma, embora já tivesse novos modelos em mente. No Brasil os inventores sempre foram ridicularizados e inibidos. É difícil remar contra a maré.
    Se os tchecos quiserem fabricar o meu fuzil, vamos lá.

  21. Jonnas says:

    Ok. Mas os srs. recordam daquele assalto a banco nos eua? a muitos anos atrás, na california parece. policiais com fuzis am-16 protegidos por placas de concreto e armação em metal, mas mesmo assim!! As balas da ak-47 espulsavam partes da placa por trás, tamanha a potência da bala da mesma. Considero na minha humilde opinião sobre o tema, que o ideal mesmo seria uma ak-47 trabalhada afim de ser muito mais leve e muito mais precisa! pois é um armamento simples! por isto.. mesmo enterrado.. no deserto e tudo o mais.. a mesma funciona.

  22. Olá amigo Jonas

    Seu desejo já foi realizado de fato o AK-103 é uma evolução do AK74 que por sua vez é uma evolução do AK-47.

    Especificações do AK-103
    Peso 3,4kg (descarregado)
    Comprimento 943mm
    Calibre 7,62x39mm
    Cadência de tiro 600-650/min
    Velocidade de saída 750 m/s
    Alcance efetivo entre 400 e 500m
    Sistema de suprimento Cartucho com 30 capsulas

    Especificações do AK-47
    Peso 3,8 kg (descarregada) 4,3 kg (carregada)
    Comprimento 870 mm
    Comprimento do cano 415 mm
    Calibre 7,62 x 39 mm
    Ação gás
    Cadência de tiro 600 tpm
    Velocidade de saída 721m/s
    Alcance efetivo 300 m
    Sistema de suprimento carregadores de 20, 30 ou 90 munições
    Mira alça regulável e ponto de mira

    Me parece se uma boa arma, mas como tudo na vida tem seus pontos fortes e fracos. Considero seu ponto forte sua simplicidade na manutenção assim como o fato de hoje está no mesmo nível que outros fuzis modernos como o G-36 por outro lado sua munição 7,62x39mm não tem a mesma precisão que os calibres 5,56×45 mm ou 7,62×51 mm mesmo assim tem um poder de parada maior que o 5,56x45mm.
    Resumindo na minha humilde opinião o considero um bom fuzil.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/AK-103

  23. Nelson de Azevedo Neto says:

    Meu caro Jonnas, só a título de informação e/ou curiosidade, lembro que a munição do AK-47 apesar de ter o mesmo calibre do nosso FAL tradicional, ou seja, 7,62mm, a sua carga propelentente é inferior, e por consequência, de menor potência…. Ou seja, o AK-47 usa a munição 7,62×49, e o FAL usa a 7,62×57 (padrão NATO)… E por tanto, à grosso modo, conclui-se que se um AK faz um bom estrago, o FAL faz um maior ainda… Agora, se você estiver comparando o fator balístico, apenas pelo ponto de vista de impacto, gerado pelo AK-47 com o de um fuzil de assalto em calibre 5.56mm (.223 Remington), aí os critérios estabelecidos para comparação deveriam ser outros… Mas, lembro também, que o fabricante do AK também passou a produzir o mesmo em calibre 5,56mm… Já quanto a qualidade/confiabilidade dos antigos AK-47, garanto que não é tão boa assim como vc colocou… Pois o que não faltam são relatos (inclusive videos na net) do mesmo engrimpando e/ou explodindo nas mãos de atiradores… Procure e confira.
    Abs.

  24. Jonnas says:

    carl94fn e Nelson de Azevedo Neto Ok! Vlw pelas informações!!

  25. Nossa indústria nacional pode mais, muito mais… Basta investir.

  26. Dandolo says:

    Nenhum desses fuzis automáticos presta. Não pode falhar na hora H. Bolei uma arma que foi feita para não ter falhas na hora do tiro, mesmo que a munição esteja com defeito. Que pode atirar com 3 calibres diferentes ao mesmo tempo. Que não tem recuo. Que pode atirar de dentro d`água e no meio de uma tempestade de areia. Não há uma arma assim hoje em dia.

  27. Moret says:

    eu pude pegar nessa arma que foi apresentada na LAAD-2011 foi uma experiencia que numca vou esqueçer na minha vida.
    espero ancioso chegar 2013 a LAAD novamente.:D

  28. Sou suspeito, mas também fiquei com uma boa impressão.
    O Bren é bastante moderno e prático, montagem e desmontagem rápidas e ainda fácil manuseio.
    pena que não me deixaram testar em tiro real 🙂 mas estou com o requisito para isto.
    Sugestão: Dê uma lida ma matéria sobrea Scorpion, também fiquei impressionado com a arma.
    SDS
    E.M.Pinto

  29. juliocedro says:

    Tô falando: um bando de civil que só conhece forças armadas pela ótica de Hollywood… em termos de desenho o m16 era mais bonito que o Fal, porém o Fal era mais simples para montar e desmontar e muito mais eficiente. Esse fuzil tcheco tem muita “pecinha”. Para ser bom o fuzil tem que aguentar pancada, ter que ser simples e eficiente. O campo de batalha não é aquilo, “limpinho” e “quente” que aparece na tv… ele é molhado, fedido, quente e frio, enlameado, cheio de barro e não estes bosques europeus. A fácil e rápida manutenção da arma equivale à garantia de vida do combatente. Estas armas “bonitinhas” podem ser boas para desfiles, fotos (especialmente de civis segurando-as) filmes e para os “embusteiros” de plantão mas, será que servem para um combate de verdade…
    Nota: na guerra do Iraque os tanques americanos sofreram muito com a poeira do deserto, muito deixaram de funcionar por conta de uma coisinha simples: o pó do deserto. Imagine esses brinquedos no meio da mata úmida e enlameada…

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