Defesa & Geopolítica

Brasil assume Conselho de Segurança

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O Brasil assumirá amanhã a presidência do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), o qual comandará durante fevereiro. O posto é rotativo e sempre ocupado por um dos 15 membros do órgão. O Brasil tenta ocupar assento permanente no conselho e defende sua reforma.

Ao assumir o comando, o objetivo é ampliar os debates para as áreas de conflito nas regiões mais pobres do mundo. No dia 11 de fevereiro, o Brasil promoverá um debate sobre as questões paz, segurança e desenvolvimento. O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, deverá participar das discussões. Na ONU, o Brasil é representado pela embaixadora Maria Luiza Ribeiro Viotti.

Conforme diplomatas que acompanham as discussões nas Nações Unidas, o momento é de observar com atenção o que ocorre no Kosovo e em Guiné-Bissau, além dos efeitos do plebiscito no Sudão.

No ano passado, em sessão das Nações Unidas em nome do governo brasileiro, o então ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, defendeu a reforma urgente da atual estrutura do Conselho de Segurança.

Os conflitos e crises políticas são analisados pelo conselho, que define sobre o envio e a permanência de militares das missões de paz. Em junho de 2010, Brasil e Turquia votaram contra sanções ao Irã. O Líbano se absteve da votação, mas 12 países foram favoráveis às restrições. Para a comunidade internacional, o programa Nuclear do Irã é suspeito de produção secreta de armas atômicas. Os iranianos negam.

São Paulo

Poder concentrado
– Criado em 1945, o Conselho de Segurança é formado por cinco postos permanentes e dez provisórios com mandato de dois anos.

– Estados Unidos, Rússia, China, França e Inglaterra são os integrantes permanentes.

– Brasil, Turquia, Bósnia Herzegovina, Gabão, Nigéria, Áustria, Japão, México, Líbano e Uganda são os membros rotativos.

– O Conselho de Segurança é que autoriza intervenções militares nos 192 países filiados à ONU, além de estabelecer sanções, como ocorreu com o Irã, em junho passado. nossas bandeiras – afirma ele.

Fonte: Zero Hora via NOTIMP

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