Defesa & Geopolítica

Navio de Assistência Hospitalar da Marinha realiza atendimento médico em Mato Grosso

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A Marinha do Brasil iniciou, no dia 15 de janeiro, a quinta viagem do Navio de Assistência Hospitalar (NAsH) “Tenente Maximiano” – a 1ª do ano. A viagem se encerrará no próximo dia 29 de janeiro e teve como principal objetivo a realização de atendimentos médico-odontológicos às populações ribeirinhas que vivem em comunidades isoladas. A Ação Cívico-Social (ACISO) iniciou os trabalhos pela região de Paraguai Mirim no dia 16 de janeiro. Em Cáceres, os atendimentos foram realizados de 21 a 25 de janeiro e em Barra de São Lourenço serão realizados no dia 28 de janeiro, das 9h às 14h.

O NAsH realiza aulas de primeiros socorros e higiene, além diversos procedimentos ambulatoriais e emergenciais, tais como: curativos; aplicação de vacinas; consultas médicas; tratamentos dentários; extrações e aplicação de flúor; distribuição de medicamentos essenciais ao tratamento de diversas doenças.

Militares da Marinha do Brasil realizam atendimentos médicos à população
ribeirinha durante atividades de assistência hospitalar

Histórico
As viagens que os NAsH da Marinha do Brasil atendendo à população carente são chamadas de Operações de Assistência Hospitalar à População Ribeirinha, ou simplesmente ASSHOP.

Em cada ASSHOP um navio atende a uma determinada região escolhida antecipadamente, de acordo com uma programação. A antecedência é necessária para se prever todos os recursos logísticos necessários em uma empreitada dessa envergadura, em que as experiências obtidas nas passagens anteriores dos navios também são utilizadas no planejamento.

As regiões a serem visitadas são denominadas de Pólos de Saúde. As ASSHOP são realizadas nas localidades ribeirinhas mais carentes de atendimento de Saúde dos Pólos visitados. Essa carência é resultante da distância dos centros urbanos da região; da inexistência de serviços de saúde, públicos ou privados; da falta de cultura de higiene nas populações; da falta de atividades econômicas estáveis e lucrativas; e da falta de infra-estrutura de saneamento básico (água potável e esgoto tratado).

Os NasH são mais conhecidos pelas populações ribeirinhas como os “Navios da Esperança”.

Fonte: Marinha do Brasil

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