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ONU vê melhora na ajuda ao Haiti e nega caos generalizado

http://cache.daylife.com/imageserve/06IQ2BNc0CaRM/610x.jpg O chefe interino da Missão de Estabilização da ONU no Haiti (Minustah), Edmond Mulet, afirmou nesta terça-feira que as condições de segurança e de distribuição de ajuda no país melhoraram. Segundo ele, a situação não é de caos e violência generalizada.


“A situação global de segurança está melhorando, a ajuda humanitária está aumentando e a coordenação dessa ajuda com o governo também está melhorando”

afirmou, em coletiva de imprensa.

Mulet disse que o terremoto fez com que o país retrocedesse 100 anos, mas negou que seja prisioneiro da insegurança como, segundo ele, alguns meios de comunicação divulgam “de forma irresponsável“.

Não há saques generalizados, nem grupos que atacam ou controlam a cidade“,

disse, em referência às várias imagens publicadas sobre episódios de saques.

http://www.cisnebranco.mar.mil.br/menu_h/noticias/cgcfn/1_seminario_de_operacoes_de_paz/imagem_fuzileiro_naval.jpgDe acordo com ele, os 3.500 militares e dois mil policiais da Minustah que patrulham Porto Príncipe são suficientes para manter a ordem e, de fato, as tropas americanas e canadenses, que já começaram a chegar, servirão para ajudar nos pontos de distribuição de alimentos, não para patrulhar.

Quanto à distribuição de comida, a coordenadora humanitária Kim Bolduc disse que o Programa Mundial de Alimentos (PMA) conseguiu dar pratos de comida a 200 mil pessoas nesta primeira semana. A entrega não aconteceu diariamente para todos essas vítimas, mas sim a partir de um sistema de rodízio, para chegar aos diferentes bairros.

Bolduc se mostrou contrário à ideia de lançar comida pelo ar, como fizeram alguns helicópteros americanos, criando cenas de caos e tumulto.

Precisamos de uma distribuição ordenada e respeitosa da comida

disse.
http://www.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2010/01/19/100119082334_ajuda_466getty.jpg
São muitos os haitianos que se queixam de terem recebido pouca comida e que têm que se alimentar graças à caridade de seus vizinhos.
O governo haitiano disse que há comida suficiente, mas existem problemas de armazenamento e distribuição. Por isso, o PMA pensa em construir uma base logística na República Dominicana para fazer os envios a partir dali.
Além disso, Bolduc falou da necessidade relativamente urgente de encontrar locais para levar o 1,5 milhão de pessoas que estão nas ruas.

A cidade de Porto Príncipe está repleta de acampamentos improvisados, sem nenhuma estrutura básica de higiene. Famílias inteiras penduraram nas ruas cartazes com mensagens nas quais pedem

água, comida e remédios“.

Mulet disse que há sinais de uma tímida atividade econômica, embora seja difícil ver algum comércio aberto, e assegurou que entre quinta e sexta-feira os bancos abrirão com proteção da Minustah até que, em um prazo razoável, possam contar com sua própria segurança.

Além disso, assinalou que a missão contratou haitianos para tarefas de limpeza e reconstrução para melhorar o aspecto das ruas e, ao mesmo tempo, contribuir para reativar a economia local.

Por último, lembrou que o corredor humanitário entre a cidade dominicana de Barahona (próxima à fronteira com o Haiti) e Porto Príncipe já está funcionando, embora ainda não esteja totalmente estruturado.

O terremoto de 7 graus na escala Richter aconteceu às 19h53 (Brasília) da terça-feira passada e teve epicentro a 15 quilômetros da capital haitiana, Porto Príncipe.

O Exército brasileiro informou que pelo menos 17 militares do país que participavam da Minustah morreram em consequência do terremoto.

A médica Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, e Luiz Carlos da Costa, o segundo civil mais importante na hierarquia da ONU no Haiti, também morreram no tremor.

http://www.defesanet.com.br/yy/haiti/boston/3.jpg

Fonte: Último Segundo

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Exército americano cancela projetos de robôs de combate


Exército americano cancela projetos de robôs de combate
Os planos do Exército dos Estados Unidos de criar poderosos robôs de combate devem sofrer interferências. Alguns projetos como um helicóptero de artilharia não tripulado e um andróide para transporte de minas e mantimentos foram cancelados, mas outras idéias ainda irão adiante.

Segundo relatórios publicados no blog Danger Room, da revista Wired, a força militar americana ainda irá prosseguir com a construção de uma espécie de tanque-robô e armas automáticas, mas alguns modelos serão sumariamente cancelados.

http://www.defenseindustrydaily.com/images/PUB_FCS_Constellation_2006_lg.jpg

Os cortes afetam uma série de programas que envolvem alta tecnologia, conhecidos como Future Combat Systems – FCS (ou Futuro Sistemas de Combate ).

De acordo com o site Global Security, os FCS seriam formados por diversos artefatos militares, como armaduras robóticas, aeronaves tripuladas ou comandadas remotamente, veículos e equipamentos totalmente conectados entre si por meio de um sistema de redes sem fio de alta segurança. Todavia, os projetos foram abortados por conta de custo e nível de complexidade para a execução e o processo foi renomeado para “Modernização da Brigada de Combate“.

http://aviationweek.typepad.com/photos/uncategorized/2007/05/06/fcsmule0120041020.jpgAinda assim, vários equipamentos se encontram em um grau avançado de criação e deverão continuar em desenvolvimento. É o caso de um pequeno helicóptero de classe IV, sem nome, que teve o cockpit removido por ser controlado à distância, e em seu lugar foi inserida uma impressionante variedade de armamentos, além de um veículo robótico chamado MULE utilizado para transporte de equipamentos e para logística.

Os robocópteros podem vir a ser utilizados pela Marinha dos Estados Unidos ou pela Guarda Costeira, uma vez que dois deles ocupam o mesmo espaço no hangar que um pequeno helicóptero marítimo, tornando-os uma opção atrativa para fragatas e barcos de patrulha que normalmente podem transportar apenas uma ou duas aeronaves.

Também permanecerá no programa o Armed Robotic Vehicle Assault Light, ou Veículo Robótico Armado para Investidas Curtas, baseado no MULE e que oferece inclusive plataformas equipadas com armas anti-tanques.
O ARV-A-L também pode ser controlado remotamente, ou por uma central ou por soldados em campo.

É muito importante frisar que, segundo o site The Register, todos os cortes foram decididos por políticos em Washington, e não pelo próprio Exército.

Fonte: Terra via Hangar do Vinna

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Acidentes e Catástrofes Defesa Segurança Pública

General de divisão Carlos Alberto dos Santos Cruz parte para o Haiti

http://www.defesanet.com.br/yy/haiti/Force_comm/elito_santos_cruz_3.jpg

Coluna de Luis Carlos Azedo

Quem pode, pode

O Ministério da Defesa resolveu avaliar melhor a situação das tropas brasileiras no Haiti e despachou para lá, no domingo, o general de divisão Carlos Alberto dos Santos Cruz, comandante da 2º Divisão de Exército, com sede em São Paulo. Ele chefiou as forças de paz da ONU (Minustah) de 2007 a 2009. O Brasil tem o comando dos 7 mil homens que integram a força internacional, sendo 1.266 militares brasileiros do Exército e do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha. Os Estados Unidos, porém, despacharam 10 mil homens para o Haiti, porta-aviões, navios etc. E o presidente Barack Obama convocou reservistas para enviar mais gente. O país foi praticamente ocupado pelas tropas norte-americanas.

http://www.sangueverdeoliva.com.br/onu/images/Cronicas/03/10.jpg atual force commander da Minustah, general de brigada Floriano Peixoto, não gostou, mas terá que se conformar com a chegada de Santos Cruz. Não estava no posto no dia do terremoto, havia viajado para Miami (EUA). Se estivesse em Porto Príncipe, poderia ter morrido em ação, como outros militares brasileiros. Voltou às pressas, mas isso não vem ao caso. Na presença de um repórter do IG, após uma entrevista, Floriano chegou a reclamar por telefone do envio do ex-comandante da Minustah, a quem substituiu em junho passado.

Retrocesso

O grande problema de Floriano Peixoto é que o principal trabalho realizado pelas tropas brasileiras — desarmar as gangues, prender seus líderes e manter a ordem pública no país — quase voltou à estaca zero com a fuga de 3 mil presos. Os bandidos levaram todas as armas dos guardas e reassumiram o controle das favelas. Enquanto a Minustah faz o que pode para socorrer os sobreviventes do terremoto, prioridade imposta pela tragédia, a violência já recrudesce no Haiti.

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Reforço

Santos Cruz (foto) ganhou a confiança da ONU e dos norte-americanos porque

http://www.sangueverdeoliva.com.br/images/Babel/07.jpgfoi excelente force commander. Controlou as favelas de Porto Príncipe, principalmente Cité Soleil, e conquistou o apoio da população Haitiana. Precisa negociar com os militares americanos como as coisas funcionarão doravante.

A hegemonia militar brasileira no Haiti foi suplantada pela maciça presença norte-americana. Para manter o comando, o Brasil precisará enviar mais homens para o Haiti e, talvez, um general mais graduado.

Nota do Blog

As suposições do autor são questionáveis, principalmente no que se refere à conduta do General Floriano Peixoto e na hegemonia Americana no Haiti, os EUA não ocuparam o Haiti como a matéria leva entender.

A presença  maciça das forças Norte Americanas se deve muito mais pela sua capacidade de resposta (efetiva e contundente) comparativamente a falácia e promessas de outras nações como o Bloco europeu  e a OEA por exemplo, que nada ou quase nada tem feito.

A resposta européia vem uma semana após a catástrofe, embora a ajuda finaceira tenha sido mais expressiva( 500 milhões de euros em comparação aos 2 milhões declarados no começo da semana) a ajuda emergencial de socorrer as vítimas dos escombros e prover-lhes alimentos e segurança só tem sido garantida pelas forças norte americanas e brasileiras, além das forças da MINUSTAH que já se encontram no terreno.

Igualmente inerte, a OEA sequer se manifesta  para apoiar aquele  estado devastado e esquecido pelo resto do mundo, as declarações de Hugo Chavez, praticamente a única figura política da Amercia do sul a se manifestar são nada menos que patéticas…

Os EUA chegaram e ocuparam o aeroporto, restringiram áreas uma vez que sãos seus equipamentos militares que estão em uso, e por questões de segurança nacional devem ser preservados, o que é seu direito.

Porém sem a interferência dos EUA não seria possível pousos e decolagens uma vez que o caos em terra seria repetido no ar, com a chegada de cerca de mais 200 voos diários vindo de todas as partes do mundo. Sem a capacidade de coordenação o comando da MINSTAH seria forçado a delegar a eles esta tarefa, pelo menos até que se estabelecesse a ordem.

O que é correto é afirmar, bem como o fez a diplomacia brasileira de que os voos do Brasil tenham prioridade, o que segundo li ultimamente tem sido atendido e o problema já foi resolvido.

Embora hajam embaraços e problemas, ambos os países tem trabalhado arduamente para resolvê-los, e conforme as autoridades tem declarado estão em parceria.

A  situação lá é de caos e é normal que hajam problemas, por isso não adianta caçar bruxas, motins, saques e violações são esperados uma vez que a população está deseperada sem água e comida e tendo 200 mil mortos e 75% das construções da capital reduzidas à entulhos…  não se pode querer que os haitianos esperem sentados e comportados em fila indiana pela chegada da ajuda, que seria muito mais efetiva se houvesse colaboração mais efetiva dos demais países.

Apesar do brilhante trabalho dos EUA e Brasil, nada garante que não haverão incidentes, nem mesmo que estes não se agravem para violência extrema, pois ninguém estava ou está preparado para a gravidade do incidente.

No meu ver, o problema da presença amerciana se deve muito mais a morosidade da Nações Unidas em responder efetivamente a casos como este, pendências e birrinhas internas e entre países tem sido postas a público como por exemplo o quanto cada país tem que contribuir… reforço mais uma vez que as primeiras contribuções vieram dos EUA e Brasil, ambos 100 e 15 milhões de dólares inicialmente, quantia esta que será aumentada significativamente tanto por um quanto pelo outro segundo as suas autoridades.

Entretanto, o autor acerta na afirmação de que a presença do General Santos Cruz agrada ao comando americano, inclusive em nota a imprensa, um alto general do comando miltar do sul havia afirmado que os EUA estariam dispostos a se submeter ao comando Brasileiro desde que o General Santos Cruz fosse o comandante, isto demonstra a notoriedade que o General brasilerio alcançou devido ao seu exímio trabalho.

Mas isto quem decidirá será não o Brasil nem tão pouco os EUA, e sim a ONU, uma vez que o comando da MINUSTAH não é do Brasil de fato e sim da ONU, porém delegado ao Brasil…

Quanto ao envio do General Santos Cruz, na minha humilde opinião, foi mais do que acertada.

Por ter sido comandante ao longo dos  anos, contribuirá para um reforço moral na tropa presente no terreno. É mais um general de gabarito à a poiar as decisões no terreno, conhece muito bem a situação e as condicionantes, tem o respeito diferenciado dos seus subordinados por ser considerado um exemplo de sucesso (não que General  Floriano Peixoto não o tenha) e, acima de tudo,  tem um diferencial, seu gabarito e notoriedade internacional podem torná-lo um ponto de convergência aos demais países participantes da operação, inibindo percalços e problemas que  derivariam em atritos ou discordências diplomáticas.

Boa sorte aos comandantes… e aos homens e mulheres que se dedicam volutariamente ao serviço das Nações Unidas na MINUSTAH

E.M.Pinto

Fonte: NOTIMP

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Negócios e serviços Tecnologia

Orbital produz no país painel solar para satélites

http://mek.kosmo.cz/telesa/2007/zy1.jpgVirgínia Silveira, para o Valor, de São José dos Campos

Companhia brasileira Orbital Engenharia, de São José dos Campos (SP), está produzindo os painéis solares do terceiro satélite de observação da Terra, o CBERS-3, que o Brasil desenvolve em parceria com a China. O lançamento do satélite está previsto para o primeiro semestre do ano que vem e a Orbital estima que o primeiro dos três painéis do CBERS-3 ficará pronto em junho deste ano

O painel solar de um satélite, segundo Célio Vaz, diretor da Orbital, é um sistema complexo e exige um alto nível de precisão. O dispositivo capta a energia do Sol e converte parte dela em eletricidade, que alimenta os equipamentos de bordo e recarrega as baterias enquanto o satélite está na sombra da Terra.

A Orbital desenvolve toda a parte elétrica do painel solar, que consiste na colagem e montagem das células solares. A estrutura do gerador solar é feita pelas companhias Cenic e Fibraforte, também sediadas em São José dos Campos. “Poucas empresas no mundo tem essa capacitação tecnológica e a experiência da Orbital credenciou a companhia a participar, como convidada, de várias licitações internacionais”, ressalta Vaz.http://www.inpe.br/noticias/arquivos/imagens/cb2.jpg

A Orbital é hoje, segundo o executivo, a única companhia brasileira que possui o domínio completo sobre as fases de desenvolvimento, fabricação, montagem, integração e testes de um painel solar espacial. A companhia participou do projeto CBERS 2b, lançado em outubro de 2007. O satélite está equipado com painéis solares da Orbital, em funcionamento há mais de dois anos. Além do CBERS-3, a companhia também está envolvida na fabricação dos painéis da Plataforma Multimissão (PMM), uma estrutura comum que será usada em vários satélites do Programa Espacial Brasileiro.

Criada no ano 2000, pelo engenheiro Célio Vaz, a Orbital surgiu a partir da experiência adquirida pelo empresário em quase duas décadas de trabalho como engenheiro da área de suprimento de energia e engenharia de sistemas de satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). “Participei de todos os desenvolvimentos de satélites do Inpe, inclusive do CBERS 1 e CBERS 2, que foram equipados com painéis solares chineses”, comenta.

No projeto da PMM, explica Vaz, a Orbital participa como subcontratada da Mectron Engenharia. No início de suas atividades, quando ainda não tinha os contratos dos satélites do Inpe, a Orbital dependia de uma bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), concedida por meio do Programa de Inovação Tecnológica em Pequenas Empresas (Pipe).

“A partir daí, habilitei a Orbital como fornecedor para o Programa Espacial e desenvolvi todos os equipamentos de que precisava para fabricar painéis solares de satélites”, diz o executivo. Atualmente com um faturamento médio de R$ 2 milhões por ano, a Orbital dedica 100% das suas atividades ao setor espacial. Além dos satélites do Inpe, a empresa presta serviços de engenharia de sistemas e documentação técnica para o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA).

Em parceria com o Instituto de AERONÁUTICA e Espaço (IAE), órgão de pesquisa do DCTA, a Orbital está desenvolvendo a parte eletrônica do foguete de sondagem VSB-30, além de componentes para um motor foguete movido a propelente líquido (oxigênio líquido e álcool etílico), que será usado no veículo VS-15. “É uma tecnologia nova que o Brasil busca dominar. Nós participamos do projeto com o desenvolvimento de dois tanques pressurizados principais e de um sistema de alimentação para controlar a injeção do propelente no motor foguete”, explica Vaz.

Além do setor espacial, a Orbital também tem investido em outros segmentos de mercado. “Desenvolvemos um simulador solar de baixo custo, em parceria com o Inpe, e vendemos a primeira unidade para o Laboratório de Química da Unicamp, além de já contarmos com outras encomendas”, diz o executivo.

Ainda com o Inpe, a Orbital fez um radiômetro global, aparelho que mede a intensidade do Sol na superfície da Terra.

Fonte: NOTIMP

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Defesa Sistemas de Armas

Marinha da Austrália com Standard SM-2

http://2.bp.blogspot.com/_En-sxfOkXP8/Sytzwo_OneI/AAAAAAAAERY/C4jw1gPxfeA/s400/Aus_hmas_melbourne_maritimequest.jpgA fragata australiana HMAS “Melbourne” disparou com sucesso um míssil Standard SM-2 Block IIIA durante testes, validando assim a conversão do sistema de defesa antiaérea do navio do SM-1 para o SM-2. Três outras fragatas da Royal Australian Navy serão igualmente reconfiguradas. Atualmente, o SM-2 Block IIIIA está em serviço na U. S. Navy e nas Marinhas de oito outros países.

Fonte: Segurança&Defesa

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Defesa Negócios e serviços Sistemas de Armas

A Força Aérea da Índia deve receber a segunda aeronave Phalcon AWACS em março de 2010

A Força Aérea da Índia (IAF), receberá sua segunda aeronave Phalcon, de Sistema de Controle e Alerta Aéreo Antecipado (AWACS), no final de março de 2010, segundo informações de um oficial da ativa da força aérea.

“A segunda aeronaves Phalcon AWACS chegará em março. Apesar de estar um pouco atrasada a entrega conforme o cronograma, ela aumentará imensamente a capacidade de Força Aérea da Índia,”

informou o oficial senio da IAF que solicitou o anonimato.

A Índia encomendou três aeronaves Phalcon AWACS da empresa Israel Aerospace Industries (IAI) em 2004. A primeira aeronaves AWACS foi introduzida na Força Aérea da Índia em maio de 2009.

Momento da chegada da primeira aeronave Phalcon AWACS da Índia, na Base Aérea de Jamnagar, no dia 25 de maio de 2009. (Foto: Minsitério da Defesa da Índia)

A segunda aeronave AWACS, assim como a primeira, operará a partir da Base Aérea de Agra (lar das aeronaves de transporte e de reabastecimento aéreo Il-76 e Il-78 da Força Aérea da Índia).

A antena radar do Phalcon está montada sobre a fuselagem de uma aeronave de transporte Ilyushin-76 fabricada na Rússia, que foi integrada como plataforma AWACS.

Os Phalcons fornecerão dados de intelig~encia para Força Aérea da Índia, ajudando a manter a superioridade aérea, aumentar a capacidade dos ataques e conduzir vigilância tática diretamente nas áreas dos países que fazem fronteira com a Índia.

As aeronaves AWACS farão a conecão entre as tropas terrestres, as plataforma aéreas e sistema de comunicações da Força Aérea da Índia, as quais serão vitais para o centro de operações em rede da IAF.

O Phalcon AWACS é descrito como os “olhos no céu” devido a sua capacidade de efetuar vigilância num alcance de 400 km de raio, em qualquer condição climática e pode travar até 60 alvos simultaneamente. O acordo para o primeiro lote de aeronaves AWACS foi assinado em 2004 por US$ 1,1 bilhão.

A Índia está num seleto clube de nações – os Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, Japão, Austrália e Turquia – que operam esse sofisticado sistema. Outros países – Paquistão, Brasil e Grécia – também operam aeronaves AWACS mas numa escala mais baixa em termos de capacidade.

Fonte: Cavok

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Negócios e serviços

Ecos da Crise: Japan Airlines apresenta declaração de falência em tribunal

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TÓQUIO – A companhia aérea japonesa Japan Airlines (JAL), a maior da Ásia, apresentou nesta terça-feira sua declaração de falência em um tribunal de Tóquio, de acordo com a lei local de Reabilitação Corporativa, informou a agência “Kyodo”.

Trata-se da sexta maior quebra da história do Japão após a Segunda Guerra Mundial, a mais grave já registrada por uma companhia não financeira japonesa.

Fonte: Último Segundo

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Defesa Negócios e serviços Sistemas de Armas Tecnologia

General Electric construirá centro de pesquisas no Brasil

http://www.dubaichronicle.com/wp-content/uploads/2009/02/ge-7ea-gas-turbine-300x294.jpgO presidente mundial da General Electric (GE), Jeffrey Immelt, anunciou que sua empresa escolheu o Brasil para a instalação de um centro de pesquisa e desenvolvimento. Este será o quinto centro de P&D da GE no mundo – a empresa já tem unidades nos Estados Unidos, Alemanha, China e Índia.

No Brasil as pesquisas deverão se concentrar nas áreas de petróleo, gás, energia e aviação, setores já desenvolvidos pela empresa no País, que atua em várias outras áreas no exterior.

Polos econômicos e tecnológicos

O Ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, afirmou que auxiliará a empresa a definir o local e as áreas de trabalho do centro de pesquisa.

Vamos cooperar indicando instituições com as quais eles podem conversar até tomarem a decisão. A GE sabe que o Brasil tem polos econômicos e tecnológicos importantes, como Campinas, São Paulo, São José dos Campos, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Pernambuco”,

disse.

O interesse da GE é atuar de forma mais integrada com seus clientes brasileiros, como Petrobras, Vale e a Embraer.

Quero estar mais próximos dos meus clientes. Essa é a maneira de demonstrar nosso comprometimento com o Brasil”,

afirmou o executivo.

Após o anúncio, o presidente da GE realizou reuniões com representantes da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) e com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.

Expansão da produçãohttp://blog.tmcnet.com/beyond-voip/GE%20logo.jpg

Além do centro de pesquisa, a empresa, que desenvolve basicamente infraestrutura, investirá US$ 118 milhões em expansão da capacidade de produção no Brasil.

Segundo a empresa, US$ 50 milhões serão destinados a construção de uma fábrica de equipamentos de saúde, em Contagem (MG); US$ 35 milhões numa empresa de manutenção de turbina de avião, em Petrópolis (RJ); US$ 21 milhões são para a produção de equipamentos de perfuração das plataformas de petróleo e US$ 12 milhões restantes serão aplicados em uma fábrica de locomotivas para transporte de cana-de-açúcar, em Minas Gerais.

Desse investimento, a GE já fechou um contrato de venda de 50 locomotivas para a Cosan Combustíveis e Lubrificantes.

A General Electric atua no Brasil há 90 anos, tem 15 fábricas e emprega seis mil funcionários. Com os novos investimentos, mais 600 pessoas devem ser contratadas. Em 2008, a subsidiária brasileira faturou US$ 3,3 bilhões.

Empregos de ponta

O local de instalação do novo centro de pesquisa e desenvolvimento deverá ser anunciado no primeiro trimestre de 2010. Segundo Immelt, a unidade deverá estar pronta até o final do ano.

Segundo o presidente da subsidiária brasileira da GE, João Geraldo Ferreira, serão criados entre 150 e 300 novos empregos.

“Num primeiro momento, nossa prioridade será local e vamos desenvolver produtos com perfil para atender a demanda atual no Brasil e nos preparar para o futuro. Só depois buscaremos distribuir parte [dos produtos] a outros países.”

A definição da localidade levará em consideração a proximidade com universidades e o mercado de consumo em potencial. Ele não quis adiantar os valores a serem investidos no centro de pesquisa tecnológica.

A escolha pelo Brasil, afirma, deve-se aos bons indicadores econômicos, ao controle de inflação e à solidez da democracia brasileira, além da qualidade da mão de obra.

“O Brasil reúne condições que interessam qualquer corporação”,

destacou Ferreira.

Fonte: Inovação Tecnológica

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Brasil é principal parceiro dos EUA no Haiti, diz Obama a Lula

Airplanes wait for off-load to support in earthquake relief efforts at the Port-au-Prince International Airport.BRASÍLIA – O presidente norte-americano, Barack Obama, disse que o Brasil é o principal parceiro dos Estados Unidos no Haiti, devastado por um forte terremoto na semana passada. Obama ligou para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na noite desta segunda-feira, segundo a presidência. Durante 15 minutos, eles conversaram sobre a coordenação dos esforços de ajuda humanitária ao Haiti.

O país mais pobre das Américas foi devastado por um terremoto de magnitude 7 na terça-feira da semana passada, e as autoridades haitianas acreditam que mais de 200 mil pessoas podem ter morrido.

Em sua segunda ligação a Lula para falar do Haiti, Obama elogiou o papel do governo e apreciou a liderança do presidente brasileiro, depois de um recente desentendimento entre Brasil e Estados Unidos sobre a coordenação dos esforços no país caribenho.

O governo brasileiro anunciou nesta segunda a liberação de 35 milhões de reais para projetos sociais no Haiti, que deverão ser usados em trabalhos humanitários contra o “agravamento da situação de fome e das condições sanitárias”, informou o Ministério do Planejamento.

U.S. Navy SH-60F Sea Hawk helicopters from the Nimitz-class aircraft carrier USS Carl Vinson (CVN 70) transport water and supplies from the airport to areas around Port-au-Prince.

Além do valor anunciado, o país já enviou dezenas de toneladas de mantimentos e medicamentos, além de cães farejadores, equipes médicas e um hospital de campanha para auxiliar o resgate das vítimas.

Obama também expressou seus pêsames pelas mortes de brasileiros no terremoto. O número de brasileiros mortos na tragédia subiu para 19, sendo 17 militares e dois civis.

O Brasil comanda as tropas da Minustah, missão de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti, e, antes do terremoto, tinha 1.266 militares no país.

http://www.exercito.gov.br/03ativid/missaopaz/minustah/imagens/umdia/images/14_jpg.jpgSegundo o Planalto, Lula disse a Obama que a Minustah não pode cuidar de tudo sozinha e propôs a criação de um grupo de força-tarefa de ministros para que a missão não deixe de cumprir com os compromissos assumidos.

Obama afirmou que Brasil e EUA têm de estar unidos nos esforços humanitários e que, junto ao Canadá, deveriam assumir a liderança na questão das doações às vítimas do terremoto.

O Canadá sediará em Montreal, em 25 de janeiro, uma reunião informal de ministros das Relações Exterior para organizar uma conferência maior de doadores internacionais. O presidente francês, Nicolas Sarkozy, também propôs um encontro para a reconstrução e o desenvolvimento do Haiti.


(Por Raymond Colitt)

Fonte: Último Segundo

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Comandante brasileiro define com tropas novo plano de segurança para o Haiti

Floriano Peixoto concede entrevista em Porto PríncipePORTO PRÍNCIPE – O comandante do contingente militar da ONU no Haiti, o general brasileiro Floriano Peixoto, está reunido nesta segunda-feira com comandantes das tropas de segurança de 17 nações para traçar um novo plano de segurança para o país caribenho, atingido por um terremoto devastador na última terça-feira. De acordo com uma fonte ouvida pelo iG, a nova estratégia a ser adotada tem como objetivo impedir que o clima de violência e instabilidade se alastre pelo Haiti.

Também participam dessa reunião, membros da cúpula da Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti, a MINUSTAH, informou uma fonte.

No domingo, em entrevista coletiva, o general Floriano Peixoto afirmou que a atuação brasileira no Haiti terá como prioridade manter a segurança do país, enquanto as tropas americanas ficarão focadas na ajuda humanitária.

Questionado sobre a atuação dos Estados Unidos no controle do aeroporto haitiano, o comandante brasileiro preferiu não fazer comentários. Segundo ele, trata-se de um acordo entre os governos do Haiti e dos EUA.

Devido à dificuldade de pouso, a chegada do hospital de campanha brasileiro ao Haiti foi adiada em 24 horas. De acordo com o general, o atraso foi causado pelo enorme fluxo de aeronaves que chegam com efetivos militares e ajuda humanitária desde o dia da tragédia.

Peixoto afirmou, ainda, que a questão das eleições legislativas, previstas para fevereiro, ainda não entraram na pauta de discussões, o que deve ocorrer apenas nas próximas semanas.

“A questão da eleição será discutida, mas agora a prioridade é resgate, segurança e atendimento à população”.

Fonte: Último Segundo