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Defesa em Arte

Defesa em arte: F 111 com fogo no r…

http://blogdamariazinha.files.wordpress.com/2009/09/cacas-franceses.jpghttp://www.murdoconline.net/wordpress/wp-content/uploads/2009/12/f-111-fuel-burn-500x348.jpghttp://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/9b/F-111-Fuel-Dump,-Avalon,-VIC-23.03.2007.jpghttp://img221.imageshack.us/img221/4409/f111firebt0.jpg

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Conflitos Geopolítica História Opinião

OPINIÃO: MAC DONALD´S & AL QUAEDA

http://www.culturefreak.com/blog-cabin/archives/McQaeda.jpgAutor: Jorge da Cunha Lima

Desde Bush, pai, os Estados Unidos pretendem extirpar o terrorismo internacional a partir da ocupação militar dos territórios geradores de focos terroristas. Agora mesmo, o sensato presidente Obama, envia mais tropas para o Afeganistão. Contudo, o único atentado de risco mais recente foi praticado por um jovem rico, formado em engenharia e preparado para o ato terrorista no Iêmen. Queria explodir um avião. Não adiantou seu pai, banqueiro, informar a Embaixada Americana que seu filho era um perigo. Os Estados Unidos tem um rico serviço de inteligência, sem qualquer concatenação devido às ciumeiras políticas e burocráticas. Nenhum serviço comunica ao outro as suas descobertas.


Apesar de tantos gastos, creio que a Folha de São Paulo, descobriu a pólvora, comparando o terrorismo às franquias do MAC DONALD S. Há uma fonte geradora de ideologia e estratégia, provavelmente localizada no Afeganistão, mas a ação terrorista é desenvolvida em qualquer país que deseje instalar uma franquia, como o MAC DONALD´S. O varejo do terrorismo se espalha, com a mesma oferta de produtos da matriz. Não adianta mandar tropas para nenhum país. As filiais se propagam, porque há sempre um kamikaze disposto a desenvolver o negócio.
http://www.fastfoodweblog.nl/www/images/demonstration_-_muslim_protester_points_his_toy_gun_at_ronald_mcdonald.jpg

As organizações sociais avançadas também são assim, produzem ações isoladas, descoladas da responsabilidade direta de um chefe centralizador. Não tem estrutura formal, embora tenham uma hierarquia. Não se registram nas juntas comerciais como os vendedores de hambúrguer. Vivem do mito do produto. O próprio MST é assim. Não se acaba o movimento prendendo ou matando as lideranças; a idéia corre mais solta.


Com modéstia podemos dizer que os EUA não precisam gastar vidas nem dinheiro com invasões idiotas. Tem que avaliar o vírus, descobrir o terreno fértil, onde ele esteja, eliminar os focos e propor medicina preventiva. O melhor na ação da inteligência mundial, além de informações partilhadas, é produzir idéias novas. A batatinha do hambúrguer e o Macintosh foram duas idéias novas.

Fonte: Jorge da Cunha Lima IG

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Conflitos

F-16 da Venezuela intercepta avião utilizado para o narcotráfico

http://www.irandefence.net/gallery/data/501/241.jpgAs autoridades venezuelanas interceptaram nesta segunda-feira um avião norte-americano procedente da América Central utilizado para o transporte de cocaína, informou o ministro do Interior, Tarek el-Aissami.

A tripulação “não quis se comunicar com as torres de controle”, o que motivou o envio de dois aviões de combate F16 para “obrigar esta aeronave com matrícula norte-americana a pousar no estado Guárico (centro)” na madrugada desta seguna-feira, explicou o ministro venezuelano em entrevista coletiva.

Aissami revelou que foram encontrados “traços de cocaína” dentro da cabine do aparelho.

“Os sistemas de navegação mostram que este avião voou nos Estados Unidos, ou seja, um avião utilizado para o tráfico de drogas circulava livremente pelo território dos Estados Unidos, o mesmo país que acusa constantemente nosso governo de não colaborar com o combate ao narcotráfico”, afirmou.

Os tripulantes do aparelho, que conseguiram fugir após o pouso forçado, estão sendo procurados pelos militares venezuelanos.

Aissami lembrou que outro avião supostamente utilizado para o narcotráfico, com matrícula do México, foi apreendido no início deste ano.

“Em menos de 10 dias conseguimos interceptar duas aeronaves utilizadas para o tráfico de drogas. Apreendemos 650 kg de cocaína e prendemos 17 pessoas”, recordou o ministro.

Fonte: G1 via Blog do Vinna

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Conflitos Segurança Pública

Entenda o ataque contra a seleção de Togo em Cabinda

http://2.bp.blogspot.com/_fOJD67rCP10/R0cZzrg28cI/AAAAAAAAC1Q/QGKpZiODiNM/s400/flec044-ibinda.jpgO ataque contra a seleção de Togo em Angola chamou a atenção da mídia internacional para o antigo movimento pela independência da província angolana de Cabinda.

Entenda quem está por trás do ataque e por que ele aconteceu.

Quem atacou o ônibus que transportava a seleção de Togo?

Uma facção do grupo Flec, a Frente de Libertação do Estado de Cabinda, assumiu responsabilidade pelo ataque contra a seleção, que estava na região para a Copa Africana de Nações.

Trata-se de um grupo pequeno e fragmentado de insurgentes que negam o direito de Angola de governar a província e que exige a independência.

O grupo está ativo, de maneiras diferentes, desde a década de 1960.

Inicialmente, os militantes lutaram contra o colonizador de Angola, Portugal.

Quando Angola conseguiu independência em 1975 e Cabinda foi incluída no território do país, os rebeldes da Flec continuaram a lutar, a partir de então contra o governo de Luanda.

O que o grupo quer?

O povo de Cabinda não foi consultado em 1975 quando a província foi anexada por Angola. A região está separada do resto do país por parte do território da República Democrática do Congo.

Nenhum grupo político no território aceitou o novo status de angolano.

A Flec vê o governo de Luanda como uma força de ocupação, da mesma forma como via os portugueses.

Mas o acesso a minérios também é um fator importante no movimento de independência.

Angola é um dos dois principais produtores de petróleo da África subsaariana e tem contratos lucrativos com países como os Estados Unidos e a China.

Boa parte do petróleo angolano vem de Cabinda, o que torna improvável uma decisão do governo central de conceder a independência.

Qual a força dos rebeldes?

Durante a Guerra civil em Angola (1975-2002), a Flec montou campanhas de guerrilha aproveitando-se do caos reinante no país.

Mas, em 2002, o novo governo lançou um ataque contra os rebeldes, e analistas dizem que sua capacidade militar foi praticamente destruída.

Recentemente o grupo se dividiu em facções rivais. A que assumiu a responsabilidade pelo ataque contra o time do Togo é conhecido como Flec-Posição Militaire e é liderada por Rodrigues Mingas, comandante baseado na França.

Há alguma chance de paz?

A Guerra civil angolana terminou em 2002 com um acordo de paz entre o governo e o principal grupo rebelde, Unita.

A Flec não assinou o acordo de paz de 2002 mas, quatro anos depois, uma facção – cuja legitimidade foi contestada por representantes do próprio grupo rebelde –, assinou um armistício com o governo.

A insurgência continua, mas com menor atividade, e o ataque à seleção de Togo foi o maior ataque atribuído à Flec nos últimos anos.

Fonte: BBC Brasil

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Conflitos Geopolítica História

Suprema Corte de Honduras aceita processo contra envolvidos em afastar Zelaya

http://s.wsj.net/public/resources/images/NA-AY587_HONDUR_G_20090625192556.jpg

A Suprema Corte de Honduras aceitou, nesta segunda-feira, o pedido de abertura de um processo de “abuso de poder” proposto pelo Ministério Público contra seis militares envolvidos na deposição do presidente Manuel Zelaya, em junho do ano passado.

“O presidente da Suprema Corte, Jorge Alberto Rivera, aceitou a petição do Procurador Geral para ouvir o caso. O assunto será discutido, e um juiz decidirá sobre as eventuais medidas a serem tomadas”, disse o diretor do Departamento de Justiça do Exército, Juan Carlos Sánchez, à rádio hondurenha HRN.

Entre os militares que deverão prestar depoimento no tribunal estão o Chefe do Estado Maior das Forças Armadas de Honduras, Romeo Vásquez Velásquez, o chefe da Aeronáutica, Venancio Cervantes, e da Marinha, Luis Javier Prince.

Clique Leia na BBC Brasil: Ministério Público de Honduras pede prisão de militares que expulsaram Zelaya

O processo será o primeiro contra os militares do país desde a derrubada de Zelaya e sua expulsão do país para a Costa Rica.

Apesar disso, a medida não deve ter grandes efeitos práticos, já que o presidente eleito, Porfírio Lobo, já manifestou a intenção de anistiar tanto Zelaya quanto os envolvidos na deposição de Zelaya no ano passado. Lobo assume o poder no próximo dia 27.

Zelaya

Em outra ocasião, a Suprema Corte já havia indiciado Zelaya por “traição à pátria e abuso de poder” por desobedecer as ordens da própria corte de abandonar os planos de uma consulta popular para reformar a Constituição.

O presidente deposto está desde 21 de setembro abrigado na Embaixada brasileira em Tegucigalpa, depois de retornar ao país clandestinamente.

Na última quarta-feira, Zelaya criticou o pedido do Ministério Público à Suprema Corte e disse que ele servirá para “colocar um manto sobre a verdade dos fatos que ocorreram no dia 28 de junho”.

Zelaya acusou o procurador-geral de “usar um novo estratagema para conseguir a impunidade dos militares ao acusá-los por delitos menores e não pelos delitos graves que cometeram, como traição à pátria, assassinatos, violações dos direitos humanos e torturas do povo hondurenho”.

Brasil

Ainda nesta segunda-feira, o Itamaraty enviou uma missão diplomática a El Salvador, Guatemala e República Dominicana para discutir a crise em Honduras

Segundo o governo, o objetivo é “analisar a conjuntura política hondurenha a duas semanas da posse do presidente eleito, Porfírio ‘Pepe’ Lobo”.

Observadores brasileiros avaliaram que a situação política no país tende a se normalizar, mas consideram fundamental evitar que permaneça em Honduras o clima instaurado com a deposição de Manuel Zelaya.

Acredita-se que a missão diplomática busque o estabelecimento de uma posição comum de alguns países latino-americanos a ser encaminhada para uma reunião da Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre o assunto.

Paralelamente, o Congresso Nacional de Honduras discute e deve votar em breve a proposta de anistia aos envolvidos na deposição de Zelaya.

Os termos da proposta têm o objetivo de atender aos pedidos de ambos os lados. Para Zelaya, seria concedida a anistia pelas acusações de tentar mudar a Constituição para dar continuidade a seu mandato.

Os que promoveram a deposição e demais seriam perdoados dos crimes de traição à pátria, terrorismo, rebeliões, manifestações, reuniões violentas e abuso de autoridade.

Nos últimos dias, as articulações em favor da aprovação da proposta se intensificaram por correligionários de Lobo, com o apoio do governo dos Estados Unidos.

Crise

A crise política em Honduras teve início em 28 de junho, quando Manuel Zelaya foi destituído do cargo pelas Forças Armadas, acusado de violar a Constituição do país.

Antes de ser afastado, Zelaya defendeu que as eleições de 29 de novembro tivessem mais uma consulta, sobre a possibilidade de se mudar a Carta Magna hondurenha.

Segundo sua proposta, os eleitores decidiriam nessa consulta se desejavam que se convocasse uma Constituinte – o que, segundo o principal assessor do líder deposto, Carlos Reyna, é “uma necessidade histórica de Honduras”.

Os críticos de Zelaya afirmam que sua intenção era mudar o marco jurídico do país para poder se reeleger, o que é vetado pela atual Constituição.

A deposição do presidente eleito foi condenada internacionalmente. No lugar de Zelaya, que foi levado para fora do país, assumiu um governo interino, liderado pelo antigo presidente do Congresso, Roberto Micheletti.

No dia 29 de novembro, apesar da resistência de aliados do líder deposto, o governo interino realizou a eleição presidencial, na qual Porfírio Lobo foi eleito.

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Honduras inicia processo contra militares que expulsaram Zelaya

EUA se dizem “desapontados” com decisão do Congresso sobre Zelaya

Fonte: BBC Brasil

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Conflitos História

Para FHC, é perigoso que Comissão da Verdade vire assunto político

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O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse à BBC que é um “perigo” transformar em “em um assunto político” a criação de uma comissão da verdade para apurar abusos durante o regime militar.

Em entrevista ao correspondente Gary Duffy na última sexta-feira, Fernando Henrique disse que a maneira como o governo Lula apresentou a proposta para a criação da Comissão criou “um obstáculo” para se saber o que ocorreu no período, ao causar “intranquilidade” entre os militares.

Eu penso que a situação do Brasil não pode ser comparada com a situação da Argentina ou com o Chile (que criaram comissões para apurar abusos durante seus regimes militares)”, disse.

Este não é um assunto político no Brasil, mas uma questão de direitos humanos, o que para mim é importante, mas o perigo é transformar isso em um assunto político”.

Intraquilidade’

O ex-presidente se manifestou a favor da comissão, argumentando que “é sempre bom que um país tenha a possibilidade de saber o que ocorreu no passado”, além de ser “um direito das famílias”.

Entretanto, ele avalia que a forma como a questão foi apresentada no Programa Nacional de Direitos Humanos, no final do ano passado, dá entender que apenas os crimes cometidos pelos militares serão julgados, e não os crimes do “outro lado”, ou seja, dos militantes que combatiam o regime.

Isto dá a impressão de parcialidade, o que produz intranquilidade entre as Forças Armadas”, disse.

Para Fernando Henrique, o governo Lula criou com o projeto “uma questão política desnecessária”.

Com isto, cria-se um obstáculo ao que é importante, que é saber a verdade sobre o que ocorreu no passado”.

O ex-presidente também criticou o fato de o governo ter usado o Programa Nacional de Direitos Humanos como uma espécie de “guarda-chuva”, que abrange questões que vão desde a reforma agrária até o aborto.

Nós estamos perdendo a oportunidade de ter uma comissão mais sóbria para cuidar do passado, por ter se incluído questões diferentes no programa e por dar a impressão de que é uma provocação, e não apenas uma revisão da história”.

Fonte: BBC Brasil

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Peru fecha 2009 adquirindo mais de US$ 34 milhões em equipamentos militares da China

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A República Popular da China faturou no ano passado US$ 34,7 milhões com a venda de equipamentos militares ao Peru, sendo que quase a totalidade desse valor correspondeu a compras feitas da estatal Norinco.

A Norinco (China North Industries Corporation) encabeça as empresas estatais chinesas que mais têm fornecido equipamentos militares aos peruanos, seguinda da China Precision Machinery Import-Export Corporation (CPMIEC) e da Poly Technologies.

Oficialmente, o ministro da Defesa do Peru, Rafael Rey, anunciou que outras compras militares da China poderão ocorrer na medida que os equipamentos respondam tecnicamente às necessidades do país.

Mais de 90% das aquisições são destinadas ao Exército, havendo neste momento, por exemplo, negociações para a compra de um lote inicial de carros de combate MBT 2000 para modernizar as unidades de combate mecanizadas. O objetivo é substituir os cerca de 280 aparelhos de fabricação soviética T-55 pelos veículos asiáticos, cujo custo alcançaria em torno de U$ 1,4 bilhão.

Segundo a imprensa local, os acordos de fornecimento de armas pela China ao Peru têm sido fechados sob sigilo e os contratos não seguem a usual fórmula de licitação.

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Entre as aquisições feitas no ano passado, destacam-se os foguetes terra-terra de 122 mm para lançadores BM-21 de desenho russo (foto). Comenta-se que foram comprados 3 mil unidades. O BM-21, também conhecido como “Grad”, é uma plataforma lançadora montada em um veículo sobre rodas e tem capacidade para 40 foguetes portadores de alto-explosivo. Muitos desses veículos foram adquiridos durante o regime militar do general Juan Velasco Alvarado, que governou o país andino entre 1968 e 1975.

A empresa CPMIEC vendeu ao Peru, no ano passado, um lote inicial de 15 sistemas de defesa anti-aérea portáteis GW-18 com capacidade de alcançar alvos a 6,5 km de distância. Sua utilidade será a defesa de pontos militares vitais como postos de comando, pistas de aeródromos e posições de artilharia.
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O Exército Peruano está recebendo, também da China, caminhões para transporte de pessoal e sistemas de visualização diurna e noturna para lança-foguetes portáteis RPG-7V.

A imprensa peruana revelou ainda que a Marinha do Peru receberá da Poly Technologies um lote de lançadores portáteis de mísseis anti-aéreos Hongying FN-6A com capacidade de alcance de 6 km. Esta é a primeira vez que a Força estará recebendo armamento de procedência chinesa.

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Para este ano que se inicia, a Força Aérea do Peru está propondo a compra de radares chineses de vigilância e de controle do espaço aéreo de longo alcance, bem como de sistemas móveis de defesa aérea e mísseis anti-aéreos para substituição dos SAM Igla 16 e SAM Igla 18, cujas vidas úteis estão próximas de terminar.

Durante o Salão Internacional de Tecnologia para a Defesa (SITDEF), ocorrido no ano passado em Lima, a Norinco, CPMIEC e Ctec International exibiram produtos militares que já seriam parte das próximas aquisições peruanas.

A CPMIEC mostrou os sistemas de defesa anti-aérea móveis Hongqi HK-2, HK-7A e L4-60-N “Falcon”. Foram exibidos, também, mísseis anti-navio C-704, C-802A “Eagle Strike” e C-602, de 38, 180 e 280 km de alcance, respectivamente.

A Norinco levou para a SITDEF o obus autopropulsado de 155 mm TZL-45 e uma cópia do lançador múltiplo de foguetes BM-21 russo, identificado pelos chineses de Tipo 90 de 122 mm, assim como o AR-2 de 300 mm (versão chinesa do “Smerch” russo). Outra oferta da Norinco aos peruanos foram os veículos blindados WMZ-551V.

A Ctec International, esteve propondo na ocasião equipamentos militares de comunicações, radares e sistemas de guerra eletrônica.

Fonte: Tecnologia&Defesa

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Defesa Negócios e serviços Sistemas de Armas

Alabama Army National Guard recebeu quatro novos helicopteros American Eurocopter UH-70A ‘Lakota’

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Anteontem, dia 09, a Alabama Army National Guard (AL ANG) – o Exercito da Guarda Nacional do estado americano do Alabama – recebeu da industria aeronautica americana American Eurocopter, subsidiaria da industria aeronautica franco alemã Eurocopter, quatro novos helicopteros militares utilitarios leves UH-72A ‘Lakota’.
As novas aeronaves entregues à Alabama Army National Guard serão operadas pelo Detachment 1, Company C, 2nd Battalion, 151st Aviation Regiment – o 1º Destacamento da Companhia C do 2º Batalhão do 151º Regimento de Aviação, unidade atualmente sediada na Base Aerea americana de Birmingham, estado do Alabama.
Com esta entrega, a American Eurocopter entregou um total de 93 dos 345 UH-70A ‘Lakota’ encomendados até o presente momento e destinados a reaparelhar as varias uniades aereas da United States Army Aviation (USAA) – a Aviação do Exercito Americano – e da United States Army National Guard (US ANG) – o Exercito da Guarda Nacional Americana -, alem dos 5 helicopteros de treinamento H-70A ‘Lakota’ encomendados e já entregues à United States Navy (USN) – a Marinha Americana.
Na foto ao lado podem ser vistos dois UH-70A ‘Lakota’ da Mississippi Army National Guard iguais aos quatro entregues à Alabama Army National Guard.


Fonte: Marco Zappatori’s Agency / Aeroworldnews

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CHINA QUER CAÇA AINDA MELHOR

A China anunciou o desenvolvimento de uma versão melhorada do seu novo caça J-10, que está sendo também oferecido para clientes do exterior.

 O Paquistão estaria na lista dos países interessados em adotar o novo jato de combate chinês, e recentemente assinou carta de intenção para adquirir 36 exemplares por US$ 1,4 bilhão. (Roberto Pereira)

Fonte: Aerobusiness

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Pyongyang quer tratado de paz com EUA antes de discutir tema nuclear

PYONGYANG – A Coreia do Norte defendeu nesta segunda-feira o início de conversas sobre um tratado de paz com os Estados Unidos, uma condição exigida há algum tempo pelo regime comunista para renunciar aos programas nucleares.

A conclusão de um tratado de paz contribuirá para acabar com as relações de hostilidade entre a RPDC (República Popular Democrática da Coreia) e os Estados Unidos“, afirma um comunicado do ministério norte-coreano das Relações Exteriores.

Isto contribuirá para promover a rápida desnuclearização da Península Coreana“, completa o texto.

A Coreia do Norte anuncia regularmente que a conclusão de um tratado do tipo é a condição ‘sine qua non‘ para que abandone o programa nuclear, por considerar que Washingto é seu único interlocutor verdadeiro.

Além de conter a garantia de não ser atacado – uma obsessão do regime norte-coreano -, um tratado de paz também teria a vantagem econômica para este país de suspender as sanções internacionais adotadas após os dois testes nucleares de 2006 e 2009.

A Guerra da Coreia terminou com um armistício em 1953, mas sem tratado de paz, o que deixa tecnicamente a Península Coreana em estado de guerra.

A assinatura de um tratado de paz entre as duas Coreias requer ainda as assinaturas dos Estados Unidos e da China, países que participaram no conflito (1950-53).

O pedido de diálogo, procedente do ministério norte-coreano das Relações Exteriores e divulgado pela imprensa oficial, aconteceu um mês depois da visita a Pyongyang do enviado americano Stephen Bosworth.

No entanto, de acordo com Kim Yong-Hyun, professor na Universidade de Dongguk em Seul, a oferta do regime de um tratado de paz “não é realista“.

A proposta quer tomar a iniciativa para futuras negociações e garantir novas concessões quando as discussões com Estados Unidos ou Coreia do Sul forem retomadas“, afirmou.

Neste sentido, o regime comunista destacou que está disposto a retomar as discussões, mas somente no caso da retirada das sanções.

Mesmo que recebam favoravelmente um gesto pequeno de aparente abertura do regime stalinista, as autoridades americanas sempre deixam claro que Pyongyang deve demonstrar boa fé retornando às negociações multilaterais (China, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Japão, EUA e Rússia) sobre seu programa nuclear.

A Coreia do Norte abandonou em abril as discussões sobre o fim de seu programa nuclear, depois de lançar um míssil, ato que recebeu uma sanção do Conselho de Segurança da ONU. Mais tarde executou um segundo teste nuclear.

Além disso, o governo americano exige mais respeito aos direitos humanos na Coreia do Norte antes de qualquer avanço nas relações bilaterais.

Fonte: Último Segundo

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Índia testa com sucesso míssil supersônico Astra

 
Foto:Teste contra alvo supersônico a partir de um lançador em terra em 13 de setembro de 2008.

A Índia testou hoje com sucesso o míssil supersônico ar-ar Astra, com um alcance de 30 a 110 quilômetros e de fabricação nacional, em uma base militar do Golfo de Bengala, informou uma fonte oficial.

Modelo do Astra com o míssil superfície-ar Trishul no fundo. O Astra parece ser uma cópia do R-77/AA-12 Adder. A Índia considera o Matra Super 530D e AA-12 caros. O Astra deve ser mais barato e avançado.

Dois mísseis Astra, que significa “arma” em hindu, foram lançados com quase três horas de diferença da plataforma de lançamento situada no Campo de Testes Integrado (ITR, na sigla em inglês) da localidade de Chandipur, na região indiana de Orissa.

Foi um voo muito bom“, disse à agência de notícias indiana “Ians” o diretor do ITR, S.P. Dash.

Quando se lança do nível do mar, o míssil tem um alcance de apenas 30 quilômetros, mas em maiores altitudes o alcance aumenta, chegando a 110 quilômetros quando se lança de uma altitude de 15 mil metros.

Uma fonte da Organização para o Desenvolvimento e Pesquisa de Defesa (DRDO) citada pela agência de notícias “PTI” afirmou que haverá novos testes do míssil, embora a navegação, a propulsão e outros subsistemas do aparelho já tenham sido aprovados.

O Astra é a menor arma do programa de mísseis guiados do sistema de defesa indiano, com 3,6 metros de longitude, um diâmetro inferior a 18 centímetros e um peso inicial de 154 quilos, com capacidade para levar uma ogiva de 15 quilos.

Os engenheiros do Exército demoraram cinco anos para desenvolver o míssil, que custou 10 bilhões de rúpias (US$ 220 milhões).

O míssil foi testado pela primeira vez em maio de 2003. Outros dois testes foram realizados em março de 2007 e setembro do ano passado.

 Fonte: G1 via Blog do Vinna

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Obama nega intenção de enviar tropas ao Iêmen

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou não ter a intenção de enviar tropas para combater os militantes islâmicos no Iêmen e na Somália e que as atividades da Al-Qaeda ainda estão centradas na fronteira entre Afeganistão e Paquistão.

Tenho toda a intenção de trabalhar com nossos parceiros internacionais nas áreas sem lei do mundo para garantir que estamos mantendo seguro o povo americano“, afirmou Obama em uma entrevista à revista People que será publicada na edição da próxima sexta-feira e que teve trechos divulgados no domingo.

Obama insistiu que “a região entre Afeganistão e Paquistão continua sendo o epicentro da Al-Qaeda, de sua liderança e de seus aliados extremistas“.

Nunca descarto nenhuma possibilidade em um mundo tão complexo (…) Em países como o Iêmen, em países como a Somália, acredito que trabalhar com nossos parceiros internacionais é mais efetivo neste momento“, destacou Obama.

Não tenho intenção de enviar soldados americanos ao campo de batalha nestas regiões“, completou.

Tropas americanas já estão amplamente mobilizadas no Iraque e Afeganistão.

Refúgio da Al-Qaeda

Washington exigiu que o governo do Iêmen combata a Al-Qaeda depois que o braço iemenita da rede terrorista liderada por Osama bin Laden assumiu a responsabilidade pelo atentado frustrado do dia de Natal a bordo de um avião com destino a Detroit.

Mas o comandante do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, almirante Michael Mullen, admitiu ao canal CNN que Washington está dando “algum apoio” aos esforços iemenitas para enfrentar a Al-Qaeda, mas insistiu que o governo de Sanaa conduz as operações.

Ao mesmo tempo, Obama se viu obrigado a resistir à pressão de congressistas conservadores para responsabilizar funcionários da inteligência pelas falhas de segurança que permitiram a tentativa de atentado.

Alguém deve ser responsabilizado“, declarou a CNN o senador republicano John McCain, que foi candidato a presidência.

Não podemos voltar à antiga rotina de Washington de que somos todos responsáveis, assim ninguém é responsável“.

Obama criticou na semana passada as agências de inteligência americanas por terem permitido que um nigeriano suspeito de 23 anos entrasse no voo com destino a Detroit da companhia Northwest Airlines e tentasse detonar explosivos.

Mas disse que não estava interessado em atribuir culpas pelo que considera falhas do sistema. “A responsabilidade termina em mim“, afirmou.

No entanto, McCain e o senador Joe Liberman, um independente com uma visão dura na área das relações exteriores dos Estados Unidos, afirmaram que é necessário tornar responsáveis indivíduos concretos.

A investigação oficial atualmente em curso deve determinar quem são especificamente os responsáveis, segundo Liberman, que acompanha McCain em uma viagem ao Oriente Médio.

Acredito que a investigação vai mostrar. Se houve erros humanos, acredito que aqueles que os cometeram deveriam ser punidos para que isto não se repita jamais“, declarou Liberman, que preside a comissão de Segurança Interna do Senado.

A Somália é outro foco dos esforços de contraterrorismo americano, onde um governo de transição acossado enfrenta incessantes ataques de militantes extremistas.

A Al-Qaeda no Iêmen se transformou em um problema mais sério. E como consequência, nos associamos ao governo iemenita para ir atrás dos campos de treinamento e das células terroristas na região de uma maneira muito mais deliberada e firme“, disse Obama.

O mesmo acontece na Somália, outro país onde existem amplas zonas que não estão totalmente sob controle do governo e a Al-Qaeda está tentando se aproveitar delas“.

Fonte: Último Segundo