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Defesa Sistemas de Armas

Atualizações: Campo de batalha terrestre, Uma abordagem da polemica a respeito dos calibres de fuzis

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Sugestão de leitura:

Sugerimos aos nosso leitores, o artigo do site Campo de Batatalha Terrestre de autoria de Carlos Emilio, o qual faz uma abordagem sobre o calibre das munições militares e seu emprego. para acessar ao atigo, basta clicar na imagem e se divertir.

E.M.Pinto

Plano Brasil

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Defesa Sistemas de Armas Vídeo

No mar com uma das mais poderosas e emergentes marinhas do continente asiático, a Marinha da Coréia do Sul

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Conflitos Geopolítica História

Israel promete “resposta poderosa” a ataques de palestinos

http://www.darkgovernment.com/news/wp-content/uploads/2009/09/Benjamin-Netanyahu.jpgJERUSALEM – O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu neste domingo dar uma “resposta imediata e poderosa” a qualquer foguete disparado contra seu país da Faixa de Gaza, após dias de crescente tensão na fronteira com o território palestino governado pelo Hamas.

Médicos de Gaza disseram que dois palestinos morreram neste domingo no norte da Faixa de Gaza depois de disparos provenientes de Israel, mas os agentes do resgate não encontraram vestígios na região em que as explosões foram sentidas.

Um porta-voz do Exército israelense negou que tropas militares tivessem operado na região.

Netanyahu disse em uma reunião semanal de seu gabinete que 20 morteiros e foguetes haviam sido disparados na semana passada contra Israel desde o território administrado pelo Hamas.

A política do governo (israelense) é clara: qualquer disparo em direção a nosso território receberá uma resposta imediata e poderosa“, disse o líder israelense.

A violência aumentou na fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza no último mês, o que poderia complicar ainda mais a diplomacia apoiada pelos Estados Unidos na região.

(Allyn Fisher-Ilan e Nidal al-Mughrabi)

Matéria relacionada

Israel anuncia construção de barreira na fronteira com Egito

Fonte: Último Segundo

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Negócios e serviços Tecnologia

Opinião: Brasil não acompanha BRICs em inovação

http://felix.ib.usp.br/biocombustiveis/spanish/Brasil_Carlos_Henrique_de_Brito_Cruz_2.JPGÉ possível criar um satélite a partir de conhecimentos medianos em qualquer área? Com esta pergunta, o diretor científico da maior Fundação de Amparo à Pesquisa do País, a Fapesp, Carlos Henrique de Brito, rebate a primeira pergunta da entrevista concedida ao iG, sobre o que falta para o Brasil desenvolver sua capacidade de inovação.

“Faltam investimentos do Estado, articulação nos centros de pesquisa e uma transformação cultural nas empresas brasileiras”, diz Brito.

Considerado por pesquisadores e executivos de grandes empresas que investem em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) como um ferrenho defensor da aplicação prática do conhecimento científico a serviço da sociedade, Brito acredita que é preciso mudar a cultura dos executivos brasileiros, que pecam pelo imediatismo no planejamento e na gestão da inovação. Ex-reitor da Unicamp, ele também não poupa críticas ao meio acadêmico, que, em sua opinião, precisa apostar em uma atuação mais abrangente, em vez de focar em apenas quatro ou cinca áreas de conhecimento.

Mas, ao contrário do que poderia parecer à primeira vista, Brito é bastante otimista ao avaliar o potencial brasileiro para gerar inovações em produtos e serviços. “O cenário hoje é muito melhor que há 10 anos. O País finalmente percebeu que a inovação é um fator determinante para o aumento de competitividade no cenário global”, diz.

Leia a entrevista com o diretor científico da Fapesp, Carlos Henrique de Brito.

Participação do Estado como investidor
O Brasil aplica hoje menos de 1% de seu Produto Interno Bruto (PIB) em inovação, contra a média de 2,2% do integrantes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em parte, essa diferença está associada ao fato de que o Estado é o principal investidor em outros países. Enquanto o Governo brasileiro investe menos de 0,4% do PIB, na OCDE esse percentual oscila em torno de 1,6%. E, em países mais competitivos, como a Coréia, o Estado aporta até 2% do PIB em inovação. O governo brasileiro precisa ampliar sua participação como investidor. É inegável que o Estado avançou nos estímulos à inovação. Mas, a velocidade precisa ser maior. Precisamos ser mais rápidos para acompanhar o progresso dos outros BRICs.


Legislação brasileira
Nossa legislação de incentivo à inovação não é a melhor, nem a pior do mundo. O que ocorre é que a enorme desconfiança que paira em torno do setor público no Brasil – sobretudo, quando há transferência de recursos para o setor privado – torna indispensável a criação de regras rígidas de controle para liberação do capital.  E, se por um lado, os mecanismos de regulação a que o setor público está sujeito geram barreiras, por outro, há a dificuldade enfrentada pelas empresas que não têm pesquisadores em seus quadros de entender as exigências dos editais. Esse descasamento gera a percepção de que não há recursos para se investir em inovação.


Cultura das empresas brasileiras
As empresas brasileiras estão aprendendo a conviver em um mundo no qual a inovação é determinante para o sucesso. Desde a abertura do mercado, na década de 90, a concorrência vem obrigando o empresariado a buscar soluções inovadoras, sem as quais a sobrevivência em um cenário de globalização não é possível. Parte desse movimento é visível quando se vê o aumento da importância das áreas corporativas de P&D. No entanto, ainda é preciso mudar a cultura em grande parte das companhias nacionais, que são incapazes de trabalhar com planejamentos de longo prazo. A maioria dos executivos tem uma visão imediatista dos negócios, o que é incompatível com o estímulo à inovação.


Comunidade científica no País
O Brasil precisa ter uma comunidade científica mais abrangente. Hoje, poucas áreas são cobertas. Existe uma concentração de estudos em alguns temas, como biotecnologia e tecnologia da informação. Também temos poucas universidades de classe internacional, o que afeta diretamente a qualidade dos recursos humanos que estamos formando no País. Enquanto nossos pesquisadores não se aproximarem das fronteiras do conhecimento – ou seja, do que há de mais moderno em estudo no mundo – será complicado dar um salto em ciências avançadas.


Vantagens competitivas do Brasil
A principal mudança observada nos últimos cinco anos, quando se avalia as áreas que mais atraem recursos de Pesquisa e Desenvolvimento, foi a inclusão do tema energia na discussão. Isso favorece muito o Brasil, que tem uma vasta biodiversidade a ser explorada e que dispõe de importantes pesquisas nessa linha. Basta lembrar que somos o único país a ter criado uma alternativa viável para substituir o combustível fóssil, projeto que é mais respeitado lá fora que aqui dentro. Além disso, temos a matriz energética mais limpa do mundo, com 46% de fontes renováveis.  Vale acrescentar ainda que a necessidade de se criar novas tecnologias para exploração do pré-sal deve elevar o nível de sofisticação das pesquisas científicas no Brasil. Por tudo isso, temos uma excelente oportunidade de dar um grande salto no estímulo à inovação.

Fonte:Último Segundo

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Conflitos Defesa Geopolítica

Chávez diz que jatos da Venezuela interceptaram avião dos EUA

http://www.venezuelanalysis.com/files/images/2005/11/f16-02.jpg

CARACAS – O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse ter ordenado que dois jatos F-16 interceptassem na sexta-feira um avião militar dos Estados Unidos que havia entrado por duas vezes no espaço aéreo venezuelano, mas o governo norte-americano afirmou que nenhuma de suas aeronaves sobrevoou o território do país.

Agitando uma foto do avião, que descreveu como sendo um P-3, Chávez disse que o sobrevoo noturno foi a mais recente violação do espaço aéreo venezuelano pelos militares dos EUA a partir de suas bases nas ilhas holandesas no Caribe e da vizinha Colômbia. “Eles estão nos provocando… estes são aviões de guerra“, disse.

Chávez afirmou que os F-16 escoltaram o avião dos EUA para fora do espaço aéreo do país depois de duas incursões que duraram 15 e 19 minutos cada.

Um porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA negou a afirmação de Chávez, informando por e-mail: “Nós podemos confirmar que nenhuma aeronave militar dos EUA entrou no espaço aéreo venezuelano hoje [sexta-feira]. Como parte da política do país, nós não sobrevoamos o espaço aéreo de uma nação sem o consentimento antecipado ou coordenação“.

Autoridades do alto escalão do governo do presidente Barack Obama disseram que o Comando Sul dos EUA não está a par de nenhum incidente envolvendo aeronaves do governo norte-americano no espaço aéreo venezuelano na sexta-feira.

A concepção de ameaça de intervenção dos EUA se tornou um elemento central do discurso político de Chávez e um fator de união de seus partidários.

Inimigos de Chávez dizem que ele –que na América Latina é o crítico mais ruidoso dos EUA– está alimentando a ideia de uma ameaça externa para desviar a atenção dos venezuelanos dos problemas internos, tais como recessão econômica, desenfreada criminalidade e serviços públicos inadequados.

O líder socialista surpreendeu o mundo diplomático em dezembro quando acusou a Holanda de estimular uma potencial ação ofensiva contra seu governo ao permitir que as tropas dos EUA tenham acesso a suas ilhas próximas à Venezuela.

O governo holandês diz que a presença dos EUA nas ilhas de Curaçao e Aruba –onde estão baseados cerca de 250 tripulantes da Força Aérea e funcionários em terra– é apenas para operações de vigilância e de contenção do narcotráfico nas rotas de contrabando do Caribe.

(Frank Jack Daniel e Doug Palmer)

Fonte: Último Segundo