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Ataque insurgente na capital da Caxemira indiana deixa um morto

http://www.ndtv.com/news/images/srinagarattackstorygrid.jpg

EFE  —  Um ataque cometido por dois supostos insurgentes escondidos em um hotel da cidade de Srinagar, capital da Caxemira indiana, matou um policial e deixou diversos feridos nesta quarta-feira (6).

Os guerrilheiros lançaram granadas e dispararam contra as tropas paramilitares indianas na praça Lal Chowk, no centro de Srinagar.

Segundo as agências indianas Ians e PTI, os insurgentes se refugiaram em um hotel da praça, de onde iniciaram um tiroteio contra as forças de segurança.

Um suposto porta-voz da organização insurgente Jamiat-ul-Mujahideen reivindicou a autoria do ataque e disse que dois de seus guerrilheiros participaram do ato.

Segundo uma fonte oficial citada pela PTI, o ataque deixou três feridos, entre eles um cinegrafista. A Ians diz que há seis feridos.

As autoridades ordenaram o deslocamento da Força Policial de Reserva Central (CRPF, na sigla em inglês) para a região, que foi isolada.

Nesta terça-feira (5), o chefe do governo da Caxemira, Omar Abdullah, completou um ano no cargo e aproveitou a ocasião para comemorar a melhora na segurança da área.

Em dezembro, o ministro da Defesa da Índia, A.K. Antony, disse que o país retirou cerca de 30 mil soldados da Caxemira nos dois últimos anos graças à redução da atividade insurgente.

Mesmo assim, centenas de milhares de soldados da Índia e do Paquistão permanecem na região.

Os países disputam o território desde a independência e partilha do subcontinente indiano, em 1947.

Segundo cálculos oficiais, cerca de 800 insurgentes ainda agem na Caxemira indiana, a única região de maioria muçulmana do país, onde pelo menos dez organizações armadas pró-independência ou pró-Paquistão atuam desde 1989.


Sugestão Konner


Fonte:  R7

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Ataque suicida mata seis policiais na Rússia

A policeman guards the site of an explosion in Nazran, Ingushetia

EFE  —  Pelo menos seis policiais morreram e outros 14 ficaram feridos em um ataque suicida com um automóvel carregado de explosivos realizado nesta quarta-feira (6) em Mahatchkala, capital da república russa do Daguestão, no sudoeste do país.

Um carro com tração nas quatro rodas modelo Niva, carregado de explosivos, tentou entrar no quartel da polícia de trânsito de Mahatchkala.

Ao ser bloqueado no portão, o motorista do veículo investiu contra os policiais que estavam concentrados na entrada do local e detonou os explosivos, informou Vladimir Markin, porta-voz do Comitê de Pesquisas da Promotoria (CIF, na sigla em russo) da Rússia.

Ainda não há informações sobre os motivos do ataque suicida. Até agora, nenhum grupo assumiu a autoria do atentado.

Sugestão: Konner

Fonte:  R7

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Astrium coordenará estudo sobre comunicações via satélite na Europa

http://www.paradigmsecure.com/files.paradigm/our_services/systems_skynet5.jpg

A companhia europeia Astrium Services, do grupo EADS, anunciou ontem (05) ter sido contratada pela Agência de Defesa Europeia para a execução de estudo preparatório para a coordenação das necessidades futuras em comunicações militares da União Europeia. O projeto-piloto, que durará um ano tem como objetivo criar um sistema centralizado para a contratação de comunicações via satélite (SATCOM) em capacidade espacial comercial, tais como em bandas Ku, Ka e C.

Até o próximo ano, a Astrium Services irá mapear os requisitos em SATCOM das Forças Armadas dos países da União Europeia, ao mesmo tempo em que desenvolve um framework operacional para a Célula Europeia de Contratação de Satélites de Comunicações (ESCPC).

Fonte: Tecnologia&Defesa

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O Vietnã, seis submarinos russos Project 636

http://www.ckb-rubin.ru/eng/project/submarine/noatompl/img/13.jpg

Em abril de 2009 foram conhecidos detalhes de uma negociação entre a Rússia e o Vietnã para a venda de seis submarinos Project 636. Esta aquisição seria muito importante não somente devido ao volume da flotilha de submarinos, mas também porque o país nunca operou antes submarinos. Num segundo contrato, assinado com a Rússia em dezembro de 2009, o Vietname comprou torpedos Klub para estes submarinos, confirmando a intenção de compra submarinos russos.

Esta importante aquisição é sem dúvida uma resposta direta à prioridade que a China atribuiu à modernização da sua marinha para os próximos anos e à longa e nunca resolvida rivalihttp://1.bp.blogspot.com/_rF7Qy3nL1x8/RnvnEh9BpMI/AAAAAAAAAZ0/nu0NIqNKaYk/s400/ab-SSK-Amur-class.jpgdade entre os dois países ao longo da fronteira terrestre entre os dois países e sobretudo sobre as muito disputadas ilhas Spratly que em 1988 provocaram mesmo um conflito naval entre a China e o Vietnã.

Esta aposta na arma submarina por parte do Vietnã contra um adversário potencial armado com uma frota de superfície maior e mais moderna é na realidade uma reedição das estratégias antes seguidas pela União Soviética contra a maior e mais moderna frota norte-americana.

Os submarinos deverão custar mais de dois biliões de dólares e deverão ser entregues ao ritmo de um por ano sendo construídos no estaleiros de São Petersburgo havendo rumores de que seriam os mesmos submarinos que outrora a Venezuela queria comprar, algo entretanto abandonado com o agravamento da situação financeira da Venezuela, com a queda do preço do petróleo e com a iminente bancarrota do país.

Nota do Blog.

A matéria editada pelo Quintus confirma a aquisição dos submarinos anteriormente divulgadas no Plano Brasil em abril de 2009, conforme pode ser constatado no link que segue

Submarinos Russos para o Vietnã

Fonte: Quintus

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Governo argentino manda abrir arquivos da ditadura militar

http://img.terra.com.br/i/2007/10/25/623124-7031-ga.jpg

O governo da Argentina tornou acessível toda a documentação existente sobre as ações das forças armadas durante a última ditadura (1976-83), com exceção dos fatos registrados durante a Guerra das Malvinas de 1982, por meio de um decreto presidencial publicado nesta quarta-feira no Diário Oficial.

“Manter classificações de segurança de caráter não público, em relação a informações e documentação relativas às ações das forças armadas durante a vigência do terrorismo de Estado, vai contra a política de memória, verdade e justiça que o Estado vem adotando desde 2003”, indicou o decreto assinado pela presidente, Cristina Kirchner.

A norma deixa sem efeito a classificação de segurança sobre informação e documentação vinculadas à ditadura. No entanto, “ficará excluído (o material) referente ao conflito bélico do Atlântico Sul e a outros conflitos de caráter interestatal”.

Essa medida agilizará “a grande quantidade de requerimentos judiciais de informação” criados a partir da reabertura de centenas de causas por violações dos direitos humanos após a anulação, em 2003, das leis de anistia, explicou o decreto.

O material em questão – que era acessível apenas ao Arquivo Nacional da Memória, que administra a documentação do Ministério da Defesa – não podia ser publicado sem um decreto específico em cada caso, indicou a secretaria de Direitos Humanos em um comunicado.

Fonte: Último Segundo

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Guerra nos Céus: Contextualizando o F-X2

Trago aqui, mais uma importantes reflexões sobre o tema que deve estar superlotando os provedores de internet nesta semana.

Neste artigo o Autor Pedro Paulo Rezende faz uma importante reflexão acerca dos riscos do desenvolvimento de um projeto, digamos “novo” do qual, fatalmente seríamos obrigados a enfrentar caso a opção da FAB e do Governo sejam pelo Gripen NG, tal como pode ser conferido, algumas questões são relevantes e servem para refletirmos se de fato os parâmetros apresentados podem ser considerados como cruciais.

Mais uma vez,  deixo aqui o meu comentário, certamente a FAB sabe melhor do que ninguém se os números são verídicos e numa eventual decisão serão considerados…

Cumprimentos

E.M.Pinto

ah… ia me esquecendo, “A verdade está lá fora… “

Contextualizando o F-X2

Autor:Pedro Paulo Rezende

A FAB não apresentou um relatório conclusivo, mas preparou uma planilha onde os pontos altos e baixos de cada avião era representado por cores (azul, amarelo e vermelho). O Alto Comando da Aeronáutica não endossou um cheque em branco para a COPAC. Os quatro-estrelas colocaram um bocado de azul na linha do F/A-18E/F, considerado a pior proposta em termos de transferência de tecnologia. tornando-o a primeira escolha da Força. Em função desse ponto, Jobim devolveu o documento, pedindo que fosse refeito dentro dos parâmetros da Estratégia Nacional de Defesa, que privilegia o repotenciamento da indústria nacional.

A posição do Alto Comando embasa-se na enorme desconfiança entre os pilotos da FAB sobre projetos não prontos, um efeito colateral do Programa AMX, desenvolvido entre Itália e Brasil na década de 1980. Originalmente, a participação brasileira deveria custar US$ 800 milhões em valores de 1986. O preço saltou para US$ 3 bilhões. Houve apenas um ganho significativo para a Embraer nesse processo, o acesso ao uso de comandos eletrônicos (conhecido no jargão aeronáutico como fly by wire). Em compensação, a introdução do aparelho, um avião de ataque subsônico, causou um impacto considerável sobre o orçamento e a operacionalidade da Força.

Não há dúvidas sobre as vantagens técnicas do Rafale, mas o fator custo interfere, e muito, no processo. Os pacotes de preços mostrados pela Folha, no entanto, apresentam distorções. O Gripen NG não tem armamento incluído, o que falseia a comparação. Os valores limpos para as células são de US$ 50 milhões para o caça da SAAB, US$ 55 milhões para o Super Hornet e € 54 milhões para o avião francês. Com manutenção os valores sobem para US$ 70 milhões, US$ 80 milhões e € 74 milhões, respectivamente.

Há um porém: os suecos não podem garantir esses valores com apenas uma encomenda de 36 aviões e não transmitem confiança quando afirmam que vão adquirir um lote de 30 aparelhos se o Brasil confirmar a aquisição. Isso é visto com muita desconfiança no Palácio do Planalto, que preferia um sinal mais claro de Estocolmo, como uma opção prévia firmada antes da conclusão do projeto F-X2. Ou seja: o NG é visto como algo meio esotérico dentro da Aeronáutica e no meio político.

O programa corre o risco de melar e talvez vejamos mais compras de oportunidade num futuro próximo.

O AMX, por problemas de gerenciamento da própria Itália, foi um desastre. Conceitualmente, o aparelho era obsoleto, uma evolução do G-91 Gina da década de 1950. Era um monomotor subsônico para missões de ataque quando o mundo caminhava para unidades blindadas e bimotoras ou supersônicas. Vista a posteriori (o que é cômodo), a participação brasileira deveria ser revista. Na época, a Northrop tinha oferecido para a Embraer o repasse do projeto F-20 Tigershark, um excelente projeto de caça supersônico, ao preço de US$ 600 milhões. O Gripen NG, agora, seria o mesmo caso. Iríamos aderir a um projeto de 4ª geração num momento de transição tecnológica. Para piorar as coisas, a COPAC alijou a Rússia, o único país que oferecia tecnologia concreta de 5ª geração. É só olhar a Índia para comprovar que descartamos um bom parceiro, talvez o único que tenha conduzido um processo bem-sucedido de transferência de tecnologia norte-sul nos últimos 20 anos. .

O triste é que nos foi oferecida pela SAAB uma hipótese melhor: embarcarmos no Gripen C/D agora para projetarmos em conjunto uma aeronave de 5ª geração. Foi a COPAC quem selecionou o NG, um projeto questionado por forças aéreas de peso, como as da Holanda e Noruega.

O Gripen NG apresenta uma série de riscos. O radar proposto é o RAVEN, um frankenstein que soma uma antena AESA da Selex à eletrônica do SAAB PS-05 usado atualmente. É o mesmo aproach do CAESAR, basicamente, um CAPTOR (radar do Typhoon) com uma antena AESA. O desenvolvimento do CAESAR começou há cinco anos e só ficará pronto em 2016, apesar de investimentos pesados de quatro potências européias (Alemanha, Espanha, Grã-Bretanha e Itália)! Qual a garantia de que um projeto iniciado agora, o RAVEN, estará pronto em 2014?

A transferência de tecnologia proposta pela SAAB concentra-se em partes estruturais. Não há abertura para a eletrônica (nesse caso os franceses nos oferecem mais). A história de que é um produto em desenvolvimento não é verdadeira. Mais de 90% dele está pronto. É um pouco melhor que no caso do AMX, que estava terminado quando embarcamos no programa. A única vantagem real é a participação da Akaer, uma empresa brasileira, no projeto das asas.

O custo operacional também não pode ser garantido. Como ficaria se o Brasil fosse o único cliente? Trata-se de um risco real. O comprometimento da Suécia com o programa é menos firme que o oferecido pela Itália durante o AMX. Há resistência da opinião pública do país, que considera o programa um gasto desnecessário (basta fazer uma pesquisa entre os jornais suecos para comprovar esse ponto). Poderíamos bancar sozinhos a operação dos NG daqui a 30 anos, mesmo que completássemos um lote de 120 aviões?

Em relação ao AMX, o projeto extrapolou os custos não apenas em função do mau projeto, mas também porque a Itália não montou um grupo para gerenciá-lo. Esse é um diferencial importante a favor dos suecos, mas é o único.

Com tantos pontos falhos, resta saber como o Gripen NG chegou onde chegou (na Índia não é levado a sério). Basicamente, a SAAB montou uma equipe de consultores de peso que inclui um ex-vice-presidente da Embraer e um ex-presidente da COPAC. São pessoas de extrema importância e respeitadas pela Aeronáutica e pela indústria. Isso explica muita coisa.

Sugestão: Hornet

Fonte: Inteligência Pública

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Conflitos Geopolítica História

Ministro palestino pede a Amorim maior envolvimento do Brasil

http://4.bp.blogspot.com/_J9WU85iRdtM/SW9KQzPTSDI/AAAAAAAAGbk/RqZH9khdaF8/s400/Riad+al+Maliki.jpg

GENEBRA – O ministro de Assuntos Exteriores da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Riad Maliki, criticou nesta quarta-feira o trabalho do grupo de quatro negociadores para o Oriente Médio e pediu que outros países, “como o Brasil”, envolvam-se no processo.

Maliki se reuniu nesta quarta-feira em Genebra com o chanceler brasileiro, Celso Amorim, que reiterou a vontade do Brasil de apoiar de maneira concreta a paz no Oriente Médio e apresentar novas ideias para o avanço do processo.

“Se o Brasil e outros países quiserem participar, devemos facilitar isso em prol do processo de paz”, argumentou.

Segundo ele, os quatro negociadores (ONU, Estados Unidos, União Europeia e Rússia) formam um grupo que virou “refém de suas próprias limitações” e precisam ser renovados.

Amorim confirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva viajará a Israel, Jordânia e Cisjordânia no fim de março, mas não especificou a ordem das visitas.

Em um breve encontro com a imprensa após sua reunião com Amorim, Maliki falou sobre a vontade expressada nesta quarta-feira pelo movimento islâmico Hamas, que controla a Faixa de Gaza, de dialogar diretamente com os EUA, que o considera um grupo terrorista.

De acordo com Maliki, a iniciativa “não terá eco algum” nos EUA nem em outros países.

“No momento em que (o Hamas) se incorporar à formalidade política e aderir aos princípios de direito a que todos aderimos, então nenhuma porta se fechará e ele não estará isolado”, disse.

Perguntado sobre se o Brasil estaria disposto a dialogar com o Hamas, Amorim indicou que, se isso fosse realmente útil, a possibilidade seria considerada.

“O Brasil acredita na força da razão e na necessidade de falar com os demais para convencê-los de nossas ideias”, comentou.

No entanto, lembrou que para que um eventual diálogo com o Hamas aconteça, o movimento islâmico teria de se incorporar à legalidade política.

Fonte: Último Segundo

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F-16 CD Block 52+ para o Egito

http://www.liako.gr/sections/images/stories/liako/aeroporia/air_f-16_block52_greece_lg.jpgNa foto um elemento de caças F 16 Gregos semelhantes aos requisitados pelo Egito

A indústria aeronáutica americana Lockheed Martin ganhou um contrato de US$ 3,2 bilhões referente a venda de um total de 24 novos caças F-16C/D ‘Fighting Falcon’ Block 52+  e equipamentos associados para a Al-Qūwāt al-Gawwīyä al-Miṣrīyä (Egyptian Air Force-EAF) – a Força Aérea Egípcia.
Em Junho deste ano, a Lockheed Martin deverá tambem assinar um contrato com o governo do Paquistão e referente a venda de 8 novos F-16 Fighting Falcon.

Fonte: Aeroworldnews

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RAFAEL apresenta novo Míssil

http://www.platforms-mil.de/Bilder/Spike%20NLOS%20Rafael%202009.JPG

O fabricante israelense de sistemas militares Rafael anunciou detalhes do seu novo míssil tipo NLOS, destinado a atacar alvos além da curva do horizonte. Capaz de ser lançado de helicópteros, de terra ou de navios, o projétil é guiado por buscadores de infra-vermelho. Segundo o anunciado o projétil tem alcance de até 25 Km e peso de 70 Kg (Roberto Pereira).

Fonte: Aerobusiness

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França oferece carros de combate Leclerc usados para a Colômbia

http://www.lepoint.fr/content/system/media/1/200804/7762_Une-Leclerc.jpg

O governo francês ofereceu no final de dezembro entre 30 e 40 carros de combate AKA-AMX-56 Leclerc de segunda mão para o Exército Colombiano, informou o jornal francês La Tribune. Esses blindados, produzidos pela estatal Nexter (ex-GIAT Industries), estão sendo retirados de serviço da Armée de Terre (Exército da França).

A oferta francesa inclui modernização dos Leclerc e, até o momento, não foram divulgados detalhes financeiros e técnicos propostos ao governo de Bogotá. Segundo especialistas europeus, os exemplares do carro de combate oferecidos à Colômbia seriam do primeiro lote entregue à Armée de Terre a partir de 1992, que receberiam sistemas operacionais mais atuais.

Os Leclerc possuem como armamento principal um canhão GIAT CN120-26 de 120mm e este é complementado por uma metralhadora coaxial de 12.7 mm e uma outra de 7.62 também coaxial ou remotamente controlada. O carro de combate pesa cerca de  54,5 toneladas e pode rodar a uma velocidade de até 71 km/h, dependendo do terreno. Sua blindagem é composta por proteções conformadas com aço e titânio, bem como de elementos NERA (blindagens reativas não explosivas), dependendo da série.  Seus sistemas de pontaria e de visualização também variam com a série, estando entre eles as miras giro-estabilizadas e visores de aplicação diurna e noturna. Um equipamento tático importante instalado nos Leclerc é o FINDERS (Fast Information, Navigation, Decision and Reporting System), sistema utilizado para gerenciar as ações de combate do blindado no campo de batalha.

Fonte: Tecnologia&Defesa

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MRAP uma nova doutrina

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ZvDLB_H5_AY]

Especial MAXXPRO

E o Exército Brasileiro? por acaso terá algum programa nesta linha?

MRAP, Imagens Turbo squid, clique nas imagens para ampliar.

maxxpro_dash_00.jpgc4746618-6f34-49c2-96f0-d684815d4c4cLargemaxxpro_dash_01.jpgf00b9603-fabd-4c51-9aa1-f3f336a4e6fbLargemaxxpro_dash_04.jpgc0fa7357-8976-4350-b64c-2330eb10bdd0Largemaxxpro_dash_05.jpgc1e56beb-45ae-4c10-b3a1-ff77aa96540dLarge

Especificação  MAXXPRO

Entrada em serviço
2007
Tripulação
2
Tropas Embarcadas
4 – 8
Dimensões e Pesos
Peso
18.65 t
Comprimento
6 – 6.7 m
Largura
2.51 m
Altura
2.92 m
Mobilidade
Motorização
International MaxxForce D9.3I6 diesel
Potência
330 hp
Máxima velocidade na estrada pavimentada
105 km/h
Autonomia
600 km
Manobrabilidade
Gradiente
70%
Inclinação lateral
30%
Obstáculo
~ 0.6 m
Trincheira
0.5 m
Vau
0.91 m

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Decisão sobre compra de caças é política, diz Amorim

 

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, confirmou hoje que não serão os militares quem tomarão a decisão sobre os caças que serão adquiridos pelo governo brasileiro, e sim o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “A decisão será sempre política“, afirmou. Questionado em uma conferência de imprensa em Genebra, na Suíça, a respeito da compra brasileira, Amorim evitou dar detalhes sobre a posição do governo. Amanhã, ele estará em um evento em Paris com a presença do presidente da França, Nicolas Sarkozy.

 Um relatório do Comando da Aeronáutica teria indicado a preferência dos militares pelo caça sueco Gripen. O modelo francês Rafale seria o último entre os avaliados pelas Forcas Armadas, superado inclusive pela oferta norte-americana, do F-18 Super Hornet, da Boeing. Na França, o ministro de Defesa, Hervé Morin, minimizou a importância das informações e chegou a dizer que o noticiário não necessariamente corresponderia à “verdade“.

 Segundo Amorim, a escolha sobre o caça vencedor da licitação será do presidente Lula, que pretende ignorar relatório do Comando da Aeronáutica. Lula já manifestou a preferência pela aeronave francesa e tem repetido que a decisão sobre a compra dos 36 caças é “política e estratégica” para consolidar a parceria entre o Brasil e a França.

 O chanceler foi diplomático ao avaliar o documento do Comanda da Aeronáutica. “Claro que vamos estudar e levar em conta o que está no relatório. Mas não sou eu quem decide. A decisão é do Ministro da Defesa e do presidente. De qualquer forma, a decisão será tomada nessa instância. É o presidente, com a ajuda de seu Conselho de Defesa, quem tomara a decisão final. Não será uma decisão exclusivamente militar“, completou Amorim, que esteve em Genebra para reuniões com o governo da Autoridade Palestina.

 Fonte: Defesa@Net