FX 2: Detalhes do Programa Sea Gripen

http://www.alide.com.br/joomla/images/notas/SeaGripen-01.jpg

Artigo de autoria do Site Alide, Escrito por Felipe Salles

Sugerimos aos leitores este importante artigo publicado no ALIDE que lança novas informações sobre o caça Sueco SAAB Gripen NG e suas cartas na manga para o desfecho do programa  FX 2.


Texto e Fotos ALIDE.


ALIDE encaminhou ao Sr Peter Nilsson, VP de Capacitação Operacional do Gripen na Saab, um conjunto de perguntas visando esclarecer aos nossos leitores, um pouco melhor, sobre o recém anunciado programa Sea Gripen, a versão navalizada do caça sueco, voltada para o uso em navios aeródromos.

A carta abaixo é a tradução para o português do texto integral que recebemos em resposta.

Sr. Salles,

Principalmente em função do fato da Saab AB se encontrar em meio a um processo de RFI (Request for Information – Solicitação de Informações) com o governo indiano eu não terei como responder a todas as suas perguntas a respeito do Programa Sea Gripen. Espero, no entanto, o resto desta carta possa dar a vocês e aos seus leitores novas e interessantes informações.

Antecedentes

A empresa Saab AB tem, em diversas ocasiões, desde o início do programa Gripen,  analisado e discutido internamente a possibilidade de produzirmos uma versão de porta-aviões do nosso avião. Os primeiros destes estudos datam de meados da década de 90. Estas análises foram iniciadas devido ao interesse demonstrado por diversas nações que consideram o Gripen baseado em terra como sua principal alternativa futura em termos de caça e que ou tem, ou ambicionam ter, navios aeródromos em suas esquadras.

O fato do Gripen poder operar desde bases limitadas/improvisadas em trechos retos de rodovias naturalmente contribuiu para isso. Esta “capacidade única” – de poder operar desde pistas curtas e rudimentares naturalmente conduz à questão: “Quanto esforço de reprojeto seria necessária para se reprojetar o Gripen em um verdadeiro avião para porta-aviões?”.

Os requerimentos básicos originais da Força Aérea Sueca visando estas operações nas estradas, são bastante “semelhantes às das operações embarcadas”. Qualidades como: a baixa velocidade de pouso, o grande controle de arfagem e de rolagem, a grande precisão no controle no vôo dentro do `glide slope`, a capacidade de efetuar pousos de alta precisão, a certificação para realização de altas taxas de descida, a estrutura reforçada da fuselagem,etc.  são elementos básicos do projeto desde o seu início. Devemos também adicionar a esta visão as importantes características do Gripen para manutenção simplificada no campo. Exemplos desta simplicidade de manutenção são, a capacidade da troca da turbina em menos de uma hora, mesmo fora da base aérea, e a falta da necessidade de uma fonte externa de eletricidade, que mostram que a criação de um caça de porta-aviões desde o projeto do Gripen é um “salto”muito menor do que seria desde outro modelo qualquer de caça, originalmente baseado em terra…

O Programa Sea Gripen

A decisão da Saab AB lançar este novo programa foi tomada dentro do contexto de que duas de nossas campanhas de vendas em andamento são em países que se encontram, ambos, no início do desenvolvimento da capacitação de aviação baseada em navios-aeródromos, especificamente o Brasil e a Índia. Nós também identificamos mais países que, no futuro, provavelmente, entrarão também nesta arena. Atualmente, ou estes países são forçados a equipar seus NAes com aeronaves de uma geração anterior, ou o grande porte dos novos caças os forçará à aquisição ou, alternativamente, à construção de navios muito maiores que os atuais.

No momento do lançamento do Programa Sea Gripen a  Saab AB não havia recebido ainda nenhum pedido formal nem da Índia nem do Brasil. Nosso processo de vendas/comunicações junto às forças aéreas destes dois países não geraram nenhuma discussão a respeito de aeronaves baseadas em porta-aviões.Se houve algum tipo de discussão interna, ou processo de “benchmarking” entre as Forças Aéreas e as Marinhas, nós não tomamos conhecimento.

No entanto, no dia 10 de dezembro passado, a Saab recebeu um RFI oficial (Request For Information) das Forças Armadas Indianas. De parte da Marinha do Brasil nós não temos ainda, neste momento, nenhum “Request For Information” formal.

Referente às suas perguntas sobre o programa, especificamente: número de pessoas envolvidas, os investimentos realizados e previstos, cronogramas, número de protótipos (test vehicles) ou desenvolvimentos futuros – lamentamos informar que a Saab AB não publica comentários sobre detalhes desta natureza. Nos encontramos neste momento em meio a um processo de RFI na Índia e por isso não podemos abrir nenhum dado ou detalhe abertamente sobre este programa específico. Todos estes dados e detalhes estão protegidos por termos de confidencialidade, conforme exigido pelos indianos. Este tipo de procedimento é comum em todos os programas da Saab, não apenas no caso do Sea Gripen.

Sea Gripen – a aeronave

Com respeito ao novo modelo em estudos a Saab AB, no entanto, já pode confirmar que:

•Sim existe um programa para os estudos e desenvolvimento do Sea Gripen, um novo avião derivado do Gripen NG para operações navais/baseadas em navio aeródromo

•O Sea Gripen está sendo estudado tanto para operações CATOBAR (lançado por catapulta) e STOBAR (lançado com ski-jump). Haverá, obviamente, diferenças em termos de peso máximo de decolagem entre as duas versões. No conceito CATOBAR o Sea Gripen terá o peso máximo de decolagem (MTOW) de 16.500 kg e um peso máximo de pouso de 11.500 kg. No conceito STOBAR os pesos dependerão diretamente do tamanho físico do convoo do navio aeródromo. A grosso modo a carga paga (payload combustível e armamento cairá em 1/3 quando comparada com o modelo CATOBAR. Não haverá nenhuma diferença na capacidade de retorno da aeronave nos dois modelos.

• O Sea Gripen é um programa de desenvolvimento adicional baseado no programa Gripen NG.

•Ainda que a General Electric já tenha planos futuros de crescimento dentro do programa da turbine GE 414 (o chamado EPE – Enhanced Performance Engine – Motor de Desempenho Melhorado) nós não estamos dependendo disso para o desenvolvimento do novo modelo do Gripen neste momento.

•Dentro do programa Sea Gripen nós dispomos de pessoal com experiência de operações embarcadas  tanto na área de engenharia quanto na de pilotagem, em tempo de paz e também de combate.

•Os maiores reprojetos previstos na área técnica serão:

Novos trens de pouso, principal e dianteiro: para resistir às maiores taxas de descida e as forças derivadas da decolagem na catapulta.

Estrutura: será reforçada em algumas áreas, não constituindo-se num projeto completamente novo já que as modificações adicionadas no projeto do Gripen NG diminuitam a extensão do reprojeto caso o Sea Gripen tivesse que ser criado a partir dos atuais Gripens C/D.

Gancho de parada: este será uma versão reprojetada e reforçada da versão já desenvolvida para o gancho de parada emergencial desenvolvido dentro do programa Gripen NG.

“Marinização” da aeronave: este não será um dos maiores problemas, com o devido respeito devido ao ambiente naval, nós hoje já temos requerimentos muito rígidos, de clientes atuais e futuros, no que tange a resistência à corrosão da maresia na versão baseada em terra do Gripen. Estes requerimentos incluem proteção contra borrifos de água salgada e para operações em locais quentes e muito úmidos. Ainda assim, uma grande parte do programa está focada em garantir a alta disponibilidade dos sistemas do Gripen mesmo em operações navais.

No total, o reprojeto deverá adicionar peso à célula, o que dará ao avião um peso vazio entre 7500 e 8000 kg, ou seja, cerca de 400kg de peso extra quando comparado com o Gripen NG

• O Sea Gripen será uma alternativa muito interessante para países com navios aeródromos de menor porte. Sua bem equilibrada relação de peso/tamanho quando comparado com às alternativas bi-motores maiores permitirá a expansão das missões da aviação de caça embarcada de puramente “defesa aérea” na direção de um conceito mais amplo de “operações de cunho estratégico”, sem que seja necessário trocar de navios aeródromos.

•Todos os sensores, aviônicos e armamento que fazem parte do programa Gripen NG serão ofertados no Sea Gripen.

• Devido ao seu porte equilibrado não haverá necessidade de mudanças estruturais maiores, como, asas dobráveis, etc.
Conclusão

O programa Sea Gripen deve ser percebido como um programa de parceria entre a a Saab e um país/países que estejam em busca de uma maior independência nos seus programas de aviação de caça naval.

A Saab AB irá, com suas habilidades de projeto e de design e de engenharia, cooperar juntamente com indústria aeronáutica desenvolvida de seu parceiro/parceiros. Este país parceiro que deseje ter uma marinha com uma esquadra baseada em NAe, irá obter no Sea Gripen sua melhor opção de caça baseado em porta aviões do futuro.

As forças armadas suecas não apresentam demandas próprias para este tipo de aeronave, e por isso  neste momento, não são parceiros do programa Sea Gripen.

O Sea Gripen irá se constituir num desafio para os atuais fabricantes de caças embarcados. A Saab tem o maior respeito pelo tamanho deste desafio da criação de um novo caça naval desde um caça anterior de uso em terra. Neste tipo de atividade já houve várias tentativas frustradas ao longo da história da aviação.

No entanto, o Gripen não é um caça qualquer, e eu desafio qualquer caça existente de porta aviões a conseguir pousar nas mais severas condições climáticas, com neve/chuva e fortes ventos de través, em uma pista padrão de estrada sueca de 17 x 800 metros. O Gripen inclusive já provou exigir menos pista ainda:  9 x 600m, sendo re-armado e reabastecido em menos que dez minutos e  decolando em seguida. Isso, obviamente, feito não apenas uma única vez, para efeitos de exibição. O avião tem que ser projetado desde o início , com desempenho de sistemas embarcados, com um conceito de operações adequado e alta tolerância ao impacto operacional, durante uma vida operacional de trinta anos de operações diurnas nestas condições.

Nós não partimos do zero com o Sea Gripen. Aqui não teremos que alterar em nada a aerodinâmica provada do Gripen, nem os sistemas de controle de voo ou mesmo os aviônicos. Nós já temos uma estrutura de célula robusta, resistente e forte, projetada para um tipo de pouso “parecido” com os de porta-aviões.

Teremos, sim, que robustizar ainda mais os trens de pouso e o gancho de parada.Teremos ainda que reforçar a estrutura em alguns poucos pontos específicos, devido à certificação para uma ainda maior taxa de descida (> 7 m/s ou >20 pés/s) e às maiores forças e trações dos lançamentos na catapulta.

Todos estes desafios não estão sendo menosprezados por nós.

Agora, naturalmente, estes devem ser comparados com o desafio que será  operar um Rafale ou Super Hornet desde o convés de um navio aeródromo do porte do São Paulo. Assim, visto por esta ótica, nossos “desafios”, subitamente, passam a parecer bem menores. Minha impressão é que é apenas uma questão de tempo até que a Marinha do Brasil também perceba isso…


Peter Nilsson Vice President Operational Capabilities, Gripen
Saab AB

Sugestão e colaboração: Konner

Fonte:  Alide

12 Comentários

  1. Na minha opinião o melhor caça em relação ao custo e benefício, principalmente no fator mais crucial de uma aeronave de combate a manutenção a EMBRAER deveria se unir e a SAAB e seguir sozinha no desenvolvimento desse caça, mesmo como todos nós já sabemos não sendo o vencedor do FX-2. Principalmente agora com a versão GRIPEN SEA. Daqui alguns anos estará lucrando muito com essa união.

  2. FAB prefere caça sueco a francês

    Folha Online — O caça francês Rafale, da empresa Dassault, ficou em terceiro e último lugar no relatório técnico que a Aeronáutica entregou ao ministro Nelson Jobim (Defesa) sobre o projeto de compra de 36 caças para a Força Aérea Brasileira. O Gripen NG, da sueca Saab, foi o mais bem avaliado, e o F-18 Super Hornet, da norte-americana Boeing, ficou em segundo, informa a reportagem da colunista Eliane Cantanhêde, da Folha.

    O resultado tende a gerar constrangimentos no governo e mais atrasos para a decisão sobre o projeto ao contrapor a avaliação técnica da Aeronáutica à preferência política do presidente Lula e da área diplomática pelos franceses. A decisão pró-Rafale chegou a ser anunciada em nota oficial, em setembro; o governo recuou após repercussão negativa na FAB e entre concorrentes.

    O Planalto pode ignorar o relatório e ficar com o Rafale ou desagradar à França e optar pelo Gripen NG. Formalmente, Lula pode escolher qualquer um dos três.

    De acordo com a reportagem, o “sumário executivo” do relatório da FAB, com as conclusões finais das mais de 30 mil páginas de dados, apontou o fator financeiro como decisivo para a classificação do caça sueco: o Gripen NG, até por ser monomotor e ainda em fase de projeto (se baseia no Gripen atual, uma versão inferior em performance), é o mais barato dos três concorrentes finais.

    Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u674679.shtml

  3. Governantes passam e países continuam. Afinal, o parecer da FAB deve voar com maior segurança para o futuro da defesa aérea do Brasil. Apoiemos a seriedade e o trabalho que demandou essa escolha. Fico com as autoridades militares no assunto.

  4. Pela opinião de alguns leitores que não entendem porque o cabrito faz cocô redondo, ou seja não entende de mer..cadoria nenhuma. Dando palpites errados e contra a nação.
    A opinião deste jornaleco se antecipou, tentando criar uma opinião furada.
    Ora desde que me conheço como gente tenho acompanhado o desenvolvimento aereonáutico do país e na América do Sul.
    A Argentina foi o primeiro país a desenvolver um avião a jato na America Latina. O avião era equivalente ao F-86 na época e ao Mig-15. Estranhamente à época, houve um golpe no governo. A Argentinha tinha 5 (cinco ) protótipos. Iria fabricar 100 ( cem ) unidades. Os EEUU, pediu que não fabricassem que iriam mandar 100 (cem) F-86.
    Mandaram 10 (dez) montados, sem motores e sem armas. E no final de 4 anos quando de nada mais serviam, completaram 23 sem as armas principais, esvaziando todo o projeto de desenvolvimento. E ISTO QUE QUE QUEREM FAZER COM O BRASIL. ESVAZIAR O NOSSO PROJETO. LEIA ESTE ARTIGO http://www.ecsbdefesa.com.br/fts/MRPB.pdf

  5. O F-18 não dará nenhuma evolução e seremos sempre dependentes do EEUU, será que a ficha ainda não caiu ? O GRIPPEN só tem protótipos os motores são americanos ( continuarems dependente ), a ficha ainda não caiu ???? A terceira opção é o caça RAFALE, que a frança, precisa de um parceiro e está oeferecendo o que o Brasil está pedindo prometendo mandar o projeto completo, para juntos continuarem, desenvolvimento e o comércio da unidade. Será qua a porra da ficha ainda não caiu???? , então você é burro, traidor ou corrupto.

  6. O GRIPPEM é um caça fraquinho, equivalente ao F-16, com um unico motor, sem potencia e sem alcance. O Brasil é um País continental, precisa de um avião possante, capaz de atingir com rapidez os mais longinquos recantos do País.
    Tem palpiteiros falando em custo, quanto custa para defender um País. A Bolívia tem que fazer estes tipos de avaliação, não o Brasil.
    O presidente tem viajado o mundo inteiro fazendo novos negocios trazendo divizas para o País, e hoje temos condição de fazer face à estas despesas. Precisamos mesmos é do RAFALE e o presidente tem razão.

  7. Este cara, o Cesar Freitas tá ligado, tá sabendo …

    Os EUA não darão, Não transferiram tecnologia nenhuma p/ o Brasil… NÃO deixaram nen exportar os Tucanos p/ a Venezuela, por conta de alguns equipamentos americanos… O GRIPPEM é Sueco,são legais os Suecos, cara mas também é INGLÊS,é Inglês , então é Americano ( é a Mãe – a Rainha ), se liga meu…Não tem transferencia nenhuma de tecnologia e enen armamento. Sempre foi assim e disso eles não abrem, menten, a mesma política… E olha, não vem com essa história de anti-EUA , que é que querem. Tem muita gente torcendo contra nosso País, que toma um rumo próprio e mais independente Tem entreguistas ainda de plantão- esses relatórios… O Melhor é o RAFALE, a melhor escolha é a pareceria com a FRANÇA.

    BEM LEMBRADO:
    Pela opinião de alguns leitores que não entendem porque o cabrito faz cocô redondo, ou seja não entende de mer..cadoria nenhuma. Dando palpites errados e contra a nação.
    A opinião deste jornaleco se antecipou, tentando criar uma opinião furada.
    Ora desde que me conheço como gente tenho acompanhado o desenvolvimento aereonáutico do país e na América do Sul.
    A Argentina foi o primeiro país a desenvolver um avião a jato na America Latina. O avião era equivalente ao F-86 na época e ao Mig-15. Estranhamente à época, houve um golpe no governo. A Argentinha tinha 5 (cinco ) protótipos. Iria fabricar 100 ( cem ) unidades. Os EEUU, pediu que não fabricassem que iriam mandar 100 (cem) F-86.
    Mandaram 10 (dez) montados, sem motores e sem armas. E no final de 4 anos quando de nada mais serviam, completaram 23 sem as armas principais, esvaziando todo o projeto de desenvolvimento. E ISTO QUE QUE QUEREM FAZER COM O BRASIL. ESVAZIAR O NOSSO PROJETO. LEIA ESTE ARTIGO

  8. Não vou tecer comentarios aos aviões de caça ofertado ao FX-2, independente do que venha para o Brasil deve vir no minimo carregado com o Missil METEOR, no mais, na verdade não importa o aviao e sim seu poder de ataque!

  9. achei que seria o primeiro asunto resolvido na segunda feira,mas parece que tem mais coisas por tras,ea segurança do brasil não é a verdadeira prioridade,pois se fosse já teriam resolvido,e caso seja canselado o que não duvido nada,a popularidade do presidente lula vai despencar mais depressa do que subio,pois deram a oposição polvora e chumbo a vontade,ainda mais com o tal plano de direitos humanos,colocaram junto com a decisão dos caças achando que seria aprovado por causa dos caças e o tiro saiu pela culatra,esqueceram de uma coisa os caças éram e são para sefeza e segurança do pais e não para os militares passear,para uso particular.que imaginação pobre.

  10. Esse Cezar freitas eh um ze ruela mesmo, deve ser petista!!!

    Se o Brasil optar pelos suecos, nao e gripen que ira vir, e sim os Gripen NG(se fala ate em gripen NG-BR) ou seja, sera produzido em parceria com a embraer, porque? Justamente para que os suecos nao fiquem dependendo das pecas americanas, e o motor que tem no projeto original se trata de um VOLVO ,ou seja, motor sueco.
    O Brasil ja vem tomando na b… por 30 anos com os Mirages produzidos pela mesma empresa dos Rafale, quer continuar levando no r.. eh?
    Você acredita em papai noel?Acha que os franceses v-ao simplesmente produzir aqui? Eles vão fazer que nem os americanos mandar desmontados e que se rale pra montar.

    A suecia comecou com a propria industria militar aerea porque na segunda guerra ninguem queria vender avioes para eles, e agora eles possuem um excelente produto, e essa filosofia de independencia que eles querem para o Brasil e a quem mais for comprar os avioes deles.

    Tipo esta meio obvio que os melhores cacas sao os suecos, ate a aeronaltica ja comprovou, o problema e que o lula, nao entende m. nenhuma de aviao,ele mesmo falou que a decisao sera “POLITICA ” sendo assim ele sabe que vai comprar porcaria e ja esta inventando desculpa, vamos tomar na cabeca novamente com os rafales e tem gente que vai bater palma e votar na dilma ainda, lamentavel.

    ************************
    Nota do Editor
    Danilo, obrigado pela participação por favor modere nos palavrões, vamos nos ater ao tema e discutí-lo, todas as manifestações são bem vindas mensoa quelas que contenham palavras de impróprias tal como estão especificadas nas regras do blog., obrigado
    E.M.Pinto

  11. Desculpe minha ignorancia, mas o Rafaele realizou seus primeiros testes no porta aviões Folch hoje pertencente ao Brasil com o nome de São Paulo, não seria um dos motivos do Brasil escolher este caça, e tambem o brasil podera adquirir algum porta aviões que serão desativados pelos US.NAVY que por sinal já operão com os aviões franceses.

  12. Creio que no momento pecisamos buscar a independência tecnológica na fabricação de caças, pois ja a conseguimos na aviação comercial. A França nos sinaliza com o Rafale, e com a total tranferência de tecnologia, porém pergunto será que a experiência com os Mirages ( III e 2000) não foi suficiente para que a FAB se mostre favorável ao Gripen? E o mesmo vale para o que aconteceu com os F5? Vejo na postura da FAB algo que nos mostra um trabalho puramente técnico e em breve dará um resultado, espero, positivo para nossas prenteções de sermos a maior potência na América do Sul.

Comentários não permitidos.