Defesa & Geopolítica

Snipers da OTAN praticam tiro de alto ângulo na Áustria

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Tradução e adaptação : Filipe do A. Monteiro.
Por Eric B
A menos que você tenha algum interesse e habilidade em matemática, disparar fuzis de precisão em ângulo alto ou baixo será ainda mais difícil. Apenas imagine todas as inúmeras variáveis e, em seguida, adicione à dificuldade que a distância que você mede (via Milling ou Laser Range Finder, por exemplo) para o seu alvo não é a que você deveria usar. Esse tipo de tiro é como uma matemática convertida em arma. Em 2014, a TFB tentou resumidamente explicar o básico.
As montanhas e os vales da Áustria são perfeitos para este tipo de treinamento, e essas fotos são do Centro Internacional de Treinamento Especial de Alto-ângulo / Curso Urbano na Área de Treinamento (International Special Training Centre High-Angle/Urban Course) de Hochfilzen.
Abaixo: Não que os noruegueses não tenham montanhas, mas é sempre bom treinar em outro local (mais quente). Aqui está uma equipe de snipers do Batalhão Telemark do Exército Norueguês atirando de vale a vale.

(Foto do Exército dos EUA pelo 1º Tenente Benjamin Haulenbeek)

Abaixo: Um sniper do Exército norueguês do Batalhão Telemark e um sniper do Exército dos EUA designado para o 2º Regimento de Cavalaria correm de volta para seus fuzis durante uma competição de tiro de estresse. Pulso elevado e estresse respiratório aumentam a dificuldade.

(Foto do Exército dos EUA pelo 1º Tenente Benjamin Haulenbeek)

Abaixo: a imagem do título afastada. Há muitos detalhes na fotografia original para que podendo-se ler “MRAD” (Barret MRAD) e até enxergar o número de série. O MRAD é usado pelo Exército norueguês e pelo seu Batalhão Telemark. Aqui você pode ver um de seus snipers engajando um alvo do outro lado do vale.

(Foto do Exército dos EUA pelo 1º Tenente Benjamin Haulenbeek)

Abaixo: Equipe de snipers das Forças Especiais belgas subindo em uma posição de tiro.

(Foto do Exército dos EUA pelo 1º Tenente Benjamin Haulenbeek)

 

Abaixo: Esta é uma foto tão legal. Imagine a dificuldade de entrar nessa posição de observação e tiro – e então tirar uma foto de cima.
Esta é uma equipe de snipers das Forças Especiais belgas identificando um alvo a 2.000 metros de distância (2.200 jardas), do outro lado do vale.

(Foto do Exército dos EUA pelo 1º Tenente Benjamin Haulenbeek)

 

Abaixo: A equipe de snipers do Exército dos EUA do 2º Regimento de Cavalaria envolve alvos morro acima de suas posições.  Fuzil de sniper Remington e luneta Leupold. Tiro com supressor.

(Foto do Exército dos EUA pelo 1º Tenente Benjamin Haulenbeek)

Abaixo: Snipers italianos do 4º Regimento Alpini atirando em alvos morro acima.

(Foto do Exército dos EUA pelo 1º Tenente Benjamin Haulenbeek)

Abaixo: Atirando de pé com um tripé, nunca é fácil mas parece que sim. Um atirador norueguês engaja seu alvo designado.

Abaixo: Observe o flash da boca do cano e todo o fino equipamento de Visão noturna.
Você está no topo da cadeia alimentar quando consegue engajar alvos na escuridão, sem som.
Aqui você vê um sniper do Batalhão Telemark do Exército norueguês usando sua ótica de visão noturna enquanto o atirador do Exército dos EUA do 2º Regimento de Cavalaria atua como um observador.
Abaixo: Isso lhe dá algum respeito às distâncias encontradas pelas equipes de snipers.
Calcular o vento torna-se muito difícil, não há movimento nas árvores, grama etc. para ler.

Um sniper belga de operações especiais mira em alvos do outro lado de um vale em 11 de setembro de 2018, durante o Centro Internacional de Treinamento Especial de Alto-ângulo / Curso Urbano na Área de Treinamento na Área de Treinamento de Hochfilzen, na Áustria. (Foto do Exército dos EUA pelo 1º Tenente Benjamin Haulenbeek)

Abaixo: Tiro semi-automático. Heckler & Koch 417, creio eu, com um supressor e trilhos 25 MOA. O sniper é da Noruega – a área de treinamento é Hochfilzen, na Áustria.

(Foto do Exército dos EUA pelo 1º Tenente Benjamin Haulenbeek)

Abaixo: Um sniper holandês atirando com um ângulo muito íngreme para baixo.

Abaixo: Um sniper holandês atirando com um ângulo muito íngreme para baixo.

Abaixo: Um sniper do Exército Alemão designado para o Jaegerbatallion 91 (91º Batalhão de Caçadores) atirando através do vale.

Em vez de duas semanas, passei uma semana na Áustria neste verão para R&R (lazer), no vale mais extenso da Áustria chamado Leogang, visitando a geleira mais baixa da Europa – como na foto.
A estadia foi ótima, mas eu estava com saudades de empresas como Glock, Steyr, Red Bull e assim por diante, mas tive que me contentar com o cenário local, mountain biking, comida e bebida. (Se é de algum interesse eu consegui ganhar peso em uma das minhas semanas mais ativas fisicamente fazia um longo tempo. Eu culpo a cerveja local, o que foi muito bom. Colocar uma bateria e um motor elétrico na bicicleta não ajudou muito.)
Abaixo: These boots are made for walking… (Estas botas são feitas para andar) observe a marca: Smith & Wesson. O primeiro par na Europa, graças ao Original SWAT.
Por Eric B, 15 de novembro de 2018. Ex-Arctic Ranger. Atirador prático competitivo e caçador com um foco europeu. Medalhista do World Shoot Rifle (Mundial de Tiro de Fuzil). Sempre pronto para aumentar minha coleção de armas de fogo semi-automáticas modernas, óticas e supressores de ruído. Possuir a noite seria bom também. Médico certificado com TCCC (Tactical Combat Casualty Care / Atendimento Tático de Baixa de Combate).

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