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Defesa Tecnologia

Micro-Vant cabe na palma da mão

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Um helicóptero que cabe na palma da mão pode se tornar a mais nova ferramenta para auxiliar nos serviços de espionagem.

Criado pela empresa norueguesa Prox Dynamics, o helicóptero espião PD1200 foi desenvolvido por soldados e espiões e também poderá ser usado em complicados serviços de resgate.

O pequeno equipamento é movimentado por um motor elétrico e comandado por controle remoto. Com hélices medindo 10 cm, o objeto do tamanho de um brinquedo pesa apenas 15 gramas e pode atingir a velocidade de 32 km/h.

O helicóptero capta imagens dos locais que devem ser espionados a partir de uma câmera acoplada em seu interior.

“O PD 1200 pode ser carregado dentro do bolso e levanta voo em segundos, dando um panorama quase que imediato sobre o que se passa no terreno”, disse Petter Muren, presidente da Prox Dynamics.

O helicóptero espião já foi testado em áreas desérticas e resistiu a fortes ventos, acrescentou Muren. A empresa afirmou que o equipamento deverá ser vendido para governos e agências de espioagem a partir do ano que vem.

Fonte: BBC Brasil

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Segurança Pública

Depois de séculos de tradições Guarda do Vaticano poderá ter integrantes femininas…

A tradicionalmente masculina Guarda Suíça do Vaticano poderá passar a aceitar mulheres depois de mais de cinco séculos de existência, de acordo com declarações de seu comandante.

O comandante da guarda, Daniel Anrig, fez as afirmações na terça-feira ao programa de televisão italiano “Studio Aperto”, do canal privado Mediaset.

“Posso imaginá-las em um cargo ou outro. Sem dúvida podemos pensar a respeito”, disse Anrig, que assumiu o comando da Guarda Suíça do Vaticano no final de 2008.

O comandante anterior da da guarda do Vaticano era contra a entrada de mulheres e argumentava que a mistura de sexos poderia gerar problemas e também lembrava que a superlotação dos quartéis da guarda também seria outra razão para evitar a entrada de mulheres.

“Claro, podem ocorrer problemas. Mas, qualquer problema que surgir, será resolvido”, disse Anrig, quando perguntado sobre o problema da superlotação.

Roupas e armas

A Guarda Suíça foi criada em 1506 pelo papa Júlio 2º e já participou de muitas ações nestes últimos cinco séculos.

Em 1527 cerca de 140 integrantes da guarda morreram protegendo o papa Clemente 7º durante os saques ocorridos em Roma.

Atualmente, a guarda é uma força de pouco mais de cem homens que cumpre os papéis de segurança e cerimonial, formada totalmente por homens, católicos, com idades entre 19 e 30 anos e que, obrigatoriamente, precisam ter feito o serviço militar na Suíça.

Além dos tradicionais uniformes azuis e dourados, os integrantes da Guarda Suíça também são conhecidos por levarem uma arma medieval, o alabardo, que é uma combinação de lança e machado de batalha.

Fonte: BBC Brasil

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Defesa

P-8A Poseidon: Austrália assina memorando de entendimento

Foi noticiado hoje (6 de maio) que o Ministério da Defesa deu os primeiros passos no projeto bilionário de adquirir sua nova aeronave de Patrulha Marítima, com a assinatura de um Memorando de Entendimento (Memorandum of Understanding – MoU) com a Marinha dos Estados Unidos (US Navy) para, de maneira cooperativa, desenvolver modernizações para o  P-8A Poseidon e seus sistemas de suporte. A avião, tripulado, deverá ser adquirido através do projeto AIR7000 Phase 2, em conjunto com uma aeronave não tripulada multimissão – projeto AIR 7000 Phase 1.

A Austrália deverá colaborar na primeira  (Spiral One) de uma série de aprimoramentos planejados para o ciclo de vida dos P-8A, de forma a receber informações sobre a aeronave que dêem suporte à aquisição e às decisões relativas à manutenção ao longo da vida útil. Além disso, espera-se que essa participação abra oportunidades para a indústria australiana, assim como influencie decisões relativas ao aprimoramento dos P-8A. Os planos são para adquirir oito novas aeronaves para substituir os AP-3C Orion operados pela RAAF, que deverão ser desativados em 2018, após 30 anos de serviço na Força.

Fonte: Poder Aéreo

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Defesa Geopolítica

Coréia do Norte ameaça testar mísseis ICBM

A Coréia do Norte disse que poderá testar novos mísseis balísticos intercontinentais (ICBM) e realizar testes de armas nucleares, a menos que o Comitê de Sanções da ONU peça desculpas em função da tomada de decisões que Pyongyang considera uma violação de sua soberania.

Em 24 de abril, a comissão da ONU proibiu operações com três organizações da Coréia do Norte: Companhia de Desenvolvimento Mineiro da Coréia do Norte, Korea Ryonbong General Corporation e Banco Comercial Tanchon – e exortou os Estados membros da ONU para congelar os ativos das duas últimas  empresas.  Essas sanções foram propostas após o lançamento de um foguete supostamente do tipo ICBM pela Coréia do Norte em 5 de abril,  apesar das alegações do governo daquele país de que seria um veículo lançador de satélites.

Numa declaração oficial liberada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros norte-coreano em 29 de abril, o Comitê de Sanções da ONU foi acusado de ter

violado a soberania da República Popular Democrática da Coréia do Norte”. A declaração denunciou as ações da comissão como  “provocações ilegais“.  “Se a ONU não fizer uma declaração de desculpas imediata, a Coréia do Norte será obrigada a tomar novas medidas de auto-defesa, a fim de defender os seus interesses supremos” informou a declaração. “As medidas incluirão testes nucleares e testes de disparo dos mísseis balísticos intercontinentais

acrescentou a nota.

Informações seguras sobre o nível atual de tecnologia de mísseis intercontinentais norte-coreanos puderam ser obtidas pela tentativa não confirmada do país asiático de lançar um satélite utilizando um foguete Taepodong 2.  Embora a Coréia do Norte tenha anunciado que colocou com sucesso um satélite de comunicações Kwangmyongsong 2 em órbita, o Comando Militar do Norte dos Estados Unidos (USNORTHCOM) informou no mesmo dia do lançamento que, apesar do veículo lançador ter sido disparado, não foi registrado nenhum novo satélite em órbita.

Fonte: Tecnologia&Defesa

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Defesa Tecnologia

EADS e Lockheed Martin juntas em programa de helicópteros para o US Army

eads-lockheedA EADS North America anunciou nesta segunda-feira (04) que assinou com a Lockheed Martin um contrato para que a empresa estadunidense seja a integradora dos sistemas de armas no novo helicóptero de escolta armada Armed Scout 645, um dos concorrentes a substituir os Bell OH-58 Kiowa do Exército dos Estados Unidos (US Army).

O Armed Scout 645 é uma plataforma que integra sistemas de armas e de aquisição de alvos baseada no Eurocopter EC 145 civil, cuja versão utilitária já foi vendida para o US Army com a designação UH-72 Lakota.

A Americam Eurocopter, divisão da EADS North America, já entregou 67 UH-72 Lakota produzidos em Columbus, estado do Mississipi. O Exército estadunidense pretende adquirir até 2016, cerca de 345 UH-72 Lakota.

Se for o escolhido, o Armed Scout 645 ficará no lugar de parte dos Bell OH-58D Kiowa que seriam substituídos pelo cancelado ARH-72 Arapahos da Bell Helicopters Textron.

Fonte: Tecnologia&Defesa

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Defesa Tecnologia

Dirigíveis para a Tailândia

Recentemente a empresa americana Aria International, Inc. anunciou ter recebido um contrato de US$9.7 milhões para o fornecimento de serviços e soluções de vigilância e comunicações para o Exército tailandês. Incluído no pacote está um dirigível , que será equipado com equipamento de obtenção de imagens e de comunicações, treinamento, suporte e a construção de um hangar para a aeronave. O país atualmente enfrente uma severa insurgência de orientação islâmica.

Fonte: Segurança&Defesa

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Defesa Tecnologia

Austrália confirma aquisição do F-35

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Foto: blog do Vinna

Além dos F-35, o programa de fortalecimento das três Forças Armadas da Australia prevê uma série de aquisições de novas armas.

Segundo o ministro da Defesa australiano, Joel Fitzgibbon, na primeira etapa do programa de introdução do F-35 na RAAF serão adquiridas cerca de 72 aeronaves para formar três esquadrões operacionais e uma unidade de formação de equipagens. O calendário de entrega será definido por ocasião do anúncio da decisão final da compra.

A aquisição do quarto esquadrão operacional de F-35 será feita em data ainda a ser definida, em conjugação com uma decisão sobre o calendário de retirada dos 24 Boeing F/A-18F Block II Super Hornet que ainda serão entregues para a RAAF.

A escolha do F-35 não foi realizada através de uma concorrência aberta. Entretanto, o governo australiano assegura que a decisão é a mais adequada.

O público australiano pode estar certo de que os exaustivos estudos de nossas futuras necessidades de combate aéreo comprovaram que o F-35 JSF tem a flexibilidade e o potencial de crescimento para satisfazê-las. Além disso, nosso conhecimento sobre custos, capacidade, cronograma e riscos envolvendo o programa de introdução da aeronave também amadureceu a tal ponto que agora temos total confiança para aquilo que é, sem dúvida, uma das maiores e a mais importante aquisição militar na história de nossa nação“,  disse Fitzgibbon.

Fonte:Tecnologia&Defesa

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Defesa

Portugal recebe a primeira fragata da classe Karel Dorman

Na manhã do dia 30 de Abril entrou na barra do rio Tejo, com a capital portuguesa como pano de fundo, a mais nova unidade de combate da Marinha Portuguesa, a fragata NRP Bartolomeu Dias.

Uma nova classe de navios

Esta fragata, da classe Karel Dorman, serviu anteriormente na Marinha Holandesa sob o nome de HNLMS Van Nes. Foi aumentada ao efectivo da Marinha Portuguesa (1) numa cerimónia realizada em Janeiro na Holanda. Desde então, tem estado envolvida em treinos para preparação da sua nova guarnição.

A chegada a Portugal em Abril antecede a cerimónia oficial de entrega, a 19 de Maio, a que assistem os ministros da Defesa de Portugal e da Holanda. No dia seguinte, a nova fragata ruma a Aveiro onde este ano decorrem as comemorações do Dia da Marinha e onde estará aberta para visitas pelo público.
A NRP Bartolomeu Dias faz parte de um conjunto de dois navios adquiridos em 2006 à Holanda por um custo de 240 milhões de euros como parte do programa de aquisições da Lei de Programação Militar (2). O segundo navio deverá ser recebido no final deste ano.

A par com a Holanda e Portugal, esta classe de navios é, ainda, operada pelo Chile e pela Bélgica. As suas capacidades e características são idênticas às três fragatas da classe Vasco da Gama (Meko 200PN) presentemente em serviço na Marinha Portuguesa (1). Ambos os navios datam de 1994 sendo a sua guarnição composta por 164 elementos: 19 oficiais, 41 sargentos e 104 praças e possuindo capacidade para operar um helicóptero orgânico.

O fim de um capítulo

Os navios vieram substituir as fragatas da classe João Belo cujos últimos dois últimos navios foram transferidos em Abril de 2008 para o Urugai. Esta classe, derivada do projecto francês “Comandant Rivière” e originalmente composta por quatro fragatas recebidas na década de 1960, apresentava já diversas limitações devido à desactualização dos sistemas e idade dos navios.

Nos anos de 1990 deu-se início ao programa de modernização destes navios mas, na altura, a falta de verbas implicou apenas algumas alterações: foram modernizadas as acomodações e instalações para tripulantes (inclusive, passou a ser possível o embarque de tripulantes femininos), aumentou-se a capacidade de armazenamento de água doce, modernizaram-se os sensores e sistemas electrónicos (foi instalado um sonar SQS-510), e retiraram-se a terceira peça de 100mm e o morteiro anti-submarino.

Esta modernização permitiu essencialmente capacitar o navio para o cumprimento de missões de manutenção de paz, como aquela em que um navio operou ao largo da costa de Timor-Leste. Nos últimos anos, os navios desta classe eram regularmente usados para viagens de instrução nas quais embarcam cadetes da Armada. Com os novos navios, a Marinha Portuguesa passa a contar com cinco escoltas modernos, capazes de responder às crescentes missões internacionais em que Portugal vem participando.

Fonte: Defesanet

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Geopolítica

Geórgia sufoca motim em quartel e acusa mais uma vez a Rússia

O governo da Geórgia informou que conseguiu acabar com um motim realizado por um batalhão de tanques em uma base militar a 30 km da capital, Tbilisi.

O ministro do Interior, Vano Merabishvili, afirmou que o comandante da base de Mukhrovani foi preso e que outros soldados estão sendo interrogados.

O governo chegou a afirmar que a rebelião, iniciada na manhã desta terça-feira, seria parte de uma tentativa de golpe de estado patrocinada pela Rússia com o objetivo de assassinar o presidente, Mikhail Saaskashvili.

Dmitry Rogozin, embaixador da Rússia da Otan, disse que as acusações são “loucas” e que a rebelião é o resultado das “políticas malucas do presidente Saaskashvili”.

A rebelião na base militar teve início na manhã desta terça, quando vários soldados passaram a desobedecer ordens, segundo as autoridades.

Ainda não foi divulgado quantos soldados teriam participado do motim.

Otan

A rebelião ocorreu um dia antes do início dos exercícios da aliança militar Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na Geórgia.

O ministro da Defesa, David Sikharulidze, disse à televisão da Geórgia que os soldados visavam “prejudicar os exercícios da Otan e derrubar as autoridades”. Ainda não se sabe quantos soldados participaram da rebelião.

O presidente russo, Dmitry Medvedev, condenou a Otan por planejar os exercícios em um país “onde acabou de acontecer uma guerra”.

As relações entre a Geórgia e a Rússia estão estremecidas desde que os dois países travaram uma guerra pelo território da Ossétia do Sul em agosto de 2008. Os confrontos se acirraram depois que a Rússia apoiou tropas da Ossétia do Sul e expulsou as forças georgianas da república separatista.

O governo russo reconheceu formalmente a independência da Ossétia do Sul e de outra província separatista da Geórgia, a Abecásia.

O acordo de cessar-fogo foi mediado pela União Europeia.

Fonte: BBC Brasil

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Defesa Tecnologia

Raytheon desenvolve capacidade antinavio para o Tomahawk Block IV

A Raytheon noticiou nesta segunda-feira, 4 de maio, que desenvolveu um plano tecnológico para aprimorar as capacidades do Tomahawk Block IV para alcançar alvos móveis, o que permitirá às forças navais engajarem efetivamente alvos marítimos de superfície com a arma.

Segundo a empresa, essa capacidade permitirá que a embarcação lançadora ataque com o míssil um alvo a mais de 900 milhas náuticas de distância, esteja ele em terra ou no mar. O Tomahawk Block IV pode ser lançado de navios e submarinos, e foi desenvolvido para realizar ataques precisos e de longa distância contra alvos de grande valor e bem defendidos. Mais de 1.900 mísseis Tomahawk já foram disparados em conflitos desde 1991, e a produção do Block IV já superou 1.300 unidades.

A Raytheon já havia divulgado, em janeiro, as tecnologias-chave necessárias para o desenvolvimento da capacidade antinavio do Tomahawk Block IV: integração de uma cabeça de busca; integração de sensor para detecção de assinaturas eletrônicas de navios; aumento da velocidade de transmissão e da largura de banda do datalink existente; e desenvolvimento da carga explosiva para permitir a penetração das blindagens dos navios de guerra do século XXI.

Fonte: Poder Naval

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Defesa

Marinha dos EUA encomenda o 2º Austal LCS

A Marinha dos EUA anunciou o contrato para a construção de um segundo Austal- General Dynamics Littoral Combat Ship (LCS).

O presidente da empresa Australiana Bob Browning comentou:

“Este contrato demonstra um forte voto de confiança para o Austal-Trimaran seaframe de alta velocidade, que já provou-se no mercado comercial.”

Esta Empresa foi recentemente anunciada como vencedora da concorrência para a aquisição de novas embarcações de desembarque de alta velocidade, o programa JHSV.

Com mais este contrato a empresa Australiana confirma a sua competência neste restrito mercado de fornecedores que são as poucas empresas estrangeiras a vencerem contratos militares nos EUA, especialmente à Marinha dos EUA, cuja tradição em concepção de seus próprios projetos sempre superou as concorrentes estrangeiras.

Fonte: DefenseTalk

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Tecnologia

Northrop planeja para Outubro o roll-out do primeiro protótipo do Eurohawk

A Northrop planeja para Outubro próximo o voo do primeiro protótipo do Eurohawk aeronave de não tripulada de vigilância de longo alcance e grande altitude, entretanto por razões técnicas o voo poderia ainda ser adiado até meados de 2010.

O Eurohawk nada mais é do que uma variante do Northrop RQ-4 Global Hawk Bloco 20, desenvolvido em conjunto com a EADS.

A empresa europeia não estaria contente com os sucessivos atrasos no programa e manifesta o interesse em manter as datas previstas para Outubro próximo.

A Northrop espera que o governo alemão contrate os primeiros exemplares do modelo ainda em 2011.

Fonte: FlightGlobal