Defesa & Geopolítica

Os vizinhos nos fazem comer poeira! Dessa vez é a Marinha da Colômbia, que decidiu investir em uma ‘Macaé’ porta-mísseis

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Peça publicitária da Marinha da Colômbia que mostra suas quatro fragatas leves classe Almirante Padilla

Por Roberto Lopes

 

 

Animada com o sucesso das modificações empreendidas pelo estaleiro estatal Cotecmar (Corporación de Ciencia y Tecnología para el Desarrollo de la Industria Naval Marítima y Fluvial) no projeto alemão OPV Fässmer 80 – que além de gerar melhorias pontuais na embarcação resultou também no design de uma nova patrulheira, de deslocamento acima das 2.000 toneladas – a Armada colombiana avançou para um novo estágio de sua cooperação com a indústria naval local.

Os chefes navais do país acertaram o seu apoio (institucional e financeiro) ao programa “OPV Chipre”: navio-patrulha costeiro com o porte da patrulheira brasileira classe Macaé (francesa Vigilante 400 CL54), dotado de mísseis anti-navio.

A coluna INSIDER traz para seus leitores um breve comparativo entre as características técnicas das duas embarcações:

Comprimento:

OPV Chipre – 53 m

Macaé – 55,6 m

Bôca máxima:

OPV Chipre – 7,5 m

Macaé – 9,3 m

Calado:

OPV Chipre – 2,35 m (médio)

Macaé – 2,5 m (máximo)

Deslocamento (a plena carga):

OPV Chipre – 450 toneladas;

Macaé – 500 toneladas;

Velocidade máxima:

OPV Chipre – 32 nós;

Macaé – 21 nós;

Tripulação:

OPV Chipre – 48 militares (entre tripulação e destacamento de abordagem);

Macaé – 4 oficiais e 30 praças.

Ênfase em mísseis – A Armada Colombiana parece, nesse momento, desinteressada de navios que sejam equipados somente com canhões de proa (de 76 nm ou 57 mm) ou armas de tiro rápido dos calibres 30 mm e 20 mm.

De acordo com uma reportagem de Carlos Vanegas, correspondente do Grupo Edefa na Colômbia, a Cotecmar também acertou com a Força Naval de seu país um acordo para desenvolver o projeto de um barco patrulha baseado na embarcação sul-coreana CPV-46.

O novo desenho, denominado CPV Mk II, prevê que a plataforma seja dotada, à ré, de lançadores de mísseis anti-navio. Veja a imagem abaixo.

Uma das opções que se abre aos chefes navais colombianos para contornar eventuais bloqueios internacionais à aquisição de mísseis, é a importação do vetor mar-mar SSM 700K Haeseong (mais conhecido no mercado internacional como C-Star), desenvolvido por um pool de companhias da indústria de Defesa sul-coreana liderado pela empresa Hanwha Techwin.

“Mock up” do míssil mar-mar sul-coreano C-Star

De acordo com Vanegas, a Força Naval Colombiana pretende se equipar com 16 patrulheiros costeiros, e já definiu a aquisição de 25% dessa força: uma CPV-40 – de 40 m de comprimento e 245 toneladas de deslocamento –, de fabricação alemã (Fässmer), e três plataformas tipo CPV-46, de 45,25 m de comprimento e cerca de 280 toneladas de deslocamento, fornecidas pelo estaleiro sul-coreano STX Offshore & Shipbuilding.

Transporte, em 2014, de dois barcos CPV-46, encomendados pela Armada Colombiana

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28 Comments

  1. Durante os anos negros em que o país era refém do tráfico de drogas e da narcoguerrilha de matiz bolivariana a Colômbia era motivo de piada nos demais países do continente.Foi preciso a entrada em cena de um governo intransigente no compromisso de resgatar o país dos criminosos para que a Colômbia pudesse retornar ao caminho da civilização.

    Quanto ao projeto em si, revela o uso inteligente e racional dos recursos postos à disposição. O uso de navios patrulha armados com SSM permite a marinhas de poucos recursos dispor de poder de fogo apreciável e adequado às necessidades locais. Bem diferente de um certo “paif” que sonhou com duas frotas e agora acorda sem nenhuma.

  2. Poderiamos comprar meios navais deles e eles comprarem meios aeros nossos.

  3. Nosso Almt de barco de papel, de nossa MB ( Marinha de Brinquedo), deveriam deixar suas alucinações megalomaníacas e colocarem o pé no chão.
    Sabe-se que a Colômbia está interessada no sistema Astros-2020, e também do co desenvolvimento do Patrulheiro da Amazônia entre os dois países.
    Pois bem, deveríamos aproveitar e oferecer aos colombianos e outros países sul americanos a co participação no projeto Fragatas Leves Tamandarés.
    Aproveitaríamos a capacidade construtiva naval colombiana e Peruana, reduzindo custos e aumentando os números de unidades adquiridas.
    Um programa semelhante ao KC-390 da Embraer.
    Em contra partida, poderíamos participar do PROGRAMA DE DEFESA COSTEIRA da Colômbia.
    Oferecendo as futuras versões navais do MT-300 em desenvolvimento ( denominado na Avibrás como X-300) e o míssil Marlim nacional ( MANSUP-01).
    Os navios poderiam ser construídos em blocos em cada país participante e integrados localmente em cada país.
    Assim aproveitaríamos sistemas de armas e guerra eletrônica de cada país ( Canhões Argentinos, Optrônicos colombianos e nacionais, Mísseis etc..).
    Mas preferem ficar comprando latas velhas flutuantes de Europeus e ou Americanos.
    Como sempre digo ” Só buscamos tecnologias no exterior , porque não cooperamos e nem conversamos com nossos vizinhos “.

    • jose luiz esposito says:

      Teremos um Estaleiro Estatal para submarinos e sua manutenção , isto nos basta , as demais construções em Estaleiros particulares , e deveríamos estar trabalhando com nosso vizinhos para a Construção Naval em Conjunto e seus armamentos, sobretudo com Argentina e Colômbia e fazermos um Consórcio para a Exploração Espacial e não alugarmos Base alguma aos EUA , eles quanto mais longe melhor !

  4. O Brasil não precisa de Forças Armadas forte, pois está se tornando gradativamente uma filial da US ARMY tal qual os países vassalos europeus.
    Alcântaras e base na Amazônia eles já vão ter. O pré sal já é da Shell, portanto quem vai patrulhar aquela área do oceano atrlântico é a 4ª Frota.

    Porque ninguém comenta isso nos sites sobre assuntos militares?

    https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/325616/Amorim-reage-a-base-americana-na-Amaz%C3%B4nia.htm

  5. Roberto Lopes uma pergunta fora do tema,o senhor sabe algo sobre o inicio dos testes de mar do ndcc mattoso maia?

  6. Francisco Braz says:

    Tecnicamente…
    .
    Os Macaé tem a tarefa de “policiar” nossas águas jurisdicionais. É um navio com funções EXCLUSIVAMENTE policial. Sua função é agir contra contrabando, tráfico e pesca predatória.
    .
    A Colômbia tem uma outra abordagem, pois pretende utilizar estes barcos como as antigas lanchas porta-mísseis russas.
    .
    Mas concordo que a qualidade do projeto colombiano “parece” melhor, mas… Uma característica de construções militares é que o deslocamento está ligado diretamente ao material empregado na construção e sua motorização. Sua velocidade é inversamente proporcional ao alcance. Devido a pouca diferença de dimensão e deslocamento, ou a Chipre tem material inferior ou a Macaé não tem qualidade de construção e marinheira.
    .
    A Macaé é fruto de um projeto francês e a “racionalidade” francesa não é muito bem avaliada, ou seja, outros povos fazem o que o francês faz, com um custo menor e qualidade maior.
    .
    Mas, mesmo assim, qual a autonomia e o material de construção da Chipre?? A Macaé é alumínio naval e algumas partes em aço. Como é a construção das Chipre??
    .
    Roberto Lopes… Espero que tenha mais sorte na moderação do pessoal aqui. O debate esquerda X direita é uma constante aqui.

    • Excelentes colocações Francisco! Especificamente no caso das Macaés, ainda que sejam usadas precipuamente como unidades de fiscalização, seria interessante que as mesmas além do canhão de 40 mm (eu substituiria por uma estação Typhoon remotamente controlada equipada com um canhão bushmaster de 30 mm) tivessem um sistema de mísseis superfície-superfície da mesma categoria do Rafael Spike.

    • Roberto Lopes says:

      Bom dia, Francisco.
      Bom o seu comentário.
      A MB comprou mesmo o projeto das Macaé para uma função de patrulhamento, preocupada com pesca predatória, contaminação marinha, narcotráfico, contrabando de armas e outros ilícitos desse porte.
      Os colombianos estão sempre de olho na frota venezuelana, ainda mais agora que Caracas anuncia a compra de mísseis chineses para dois dos seus quatro patrulheiros oceânicos classe Guaiqueri.
      Entretanto, pensando em Marinha de verdade, o futuro me parece estar na capacidade de uma Força operar mísseis, alcançando seus inimigos a longas distâncias.
      Os patrulhamentos costeiros devem ficar para a Guarda Costeira, ou uma corporação a ela assemelhada.
      Quanto aos debates ideológicos sem serventia alguma, por parte de foristas que sequer qualificação para isso têm, eles serão mais reprimidos.
      Peço desculpas pelo incômodo que eles causam…

  7. Francisco Braz says:

    Para que se tenha alguma visão do que a Marinha do Brasil e a Emgepron passam…
    .
    Sim, a Emgepron passou a ser um cabide e objeto de “políticas sociais” do governo federal. A pouco tempo, por falta de verba, destituiu a maioria, mas uns poucos privilegiados mantém a posição às expensas de gente que realmente trabalham.
    .
    O AMRJ (Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro) tem tido tanta importância para a MB e o almirantado, que era, até bem pouco tempo, quase uma unidade prisional para oficiais “problemáticos”. A exceção do corpo de engenheiros da MB, todos os que estavam lá era pra não mandar para Ladário ou um posto de fronteira mais distante.
    .
    Agora é que o quadro começa a modificar-se. A intenção é que, ainda que pare de produzir e concentre-se mais na manutenção e revitalização da Esquadra, fique encarregado de gerenciar a produção de novos meios em estaleiros civis.

    • jose luiz esposito says:

      Tens toda a Razão , depois de Décadas precisaremos de Estrangeiros para Modernização do AMRJ , quando lá não se deve Construir e sim apenas fazer Manutenção e Reparos PNG etc, temos Estaleiros moderníssimos com poucas Encomendas , e Políticos do PSDB estão doidos para Destruírem novamente a Nossa Construção Naval , parta isso estão direcionando a Petrobras somente a compras no Exterior , quando a saída para barateamento da Construção Naval no Brasil é de fácil Solução , mas os entreguistas estão Ativos e Atentos !

    • jose luiz esposito says:

      Teremos um Estaleiro Estatal para submarinos e sua manutenção , isto nos bastas , as demais construções em Estaleiros particulares .

  8. César Pereira says:

    Eu sei que há muita diferença, mas quem é a Engepron perto da Cotecmar ? Os colombianos estão de parabéns !

  9. Mas a classe ‘Macaé’ poderia receber alguns mísseis, (SSM ou SAM) sem problema algum. Também poderia receber um canhão 76mm.
    .
    O problema, no nosso caso é: Pra que? Míssil, pra abordar barco de pesca? Canhão 76mm?
    Não vejo vantagem…
    .
    No caso dos Colombianos, cabe um questionamento importante: Onde esse navio atuará? No Caribe ou no Pacífico?
    .
    É importante saber. Se for para atuar no Caribe, faz muito sentido ser bem armado. Ainda mais com um vizinho complicado logo ali do lado.

  10. Sei é que precisamos começar. Somos a maior nação do Atlântico Sul, isso não pode ser só uma questão geográfica. Voltemos com os mísseis, torpedos, sistemas e meios nacionais. Independência o quanto possível, quem quer que seja que ocupe Planalto. Modernizar, desburocratizar e profissionalizar as FAs. Tecnonacionalismo pragmático, parcerias simétricas como foi o A-darter, o Gripen e como pode ser o Marlin. Projeto próprio é parcerias que forem melhor para o “Brasil” sem viralatisse. Reforçar o B dos BRICS.

  11. Em nosso caso não precisamos de navios pequenos com misseis.

    Precisamos de caças e aviões patrulha com misseis e alguns Navios de mais de 5.000 tn bem equipados.

  12. Espero que a Colômbia se arme bem e seja um contra ponto eficaz e pratico contra as esperanças socialistas de cuba e venefavela de socializar a AL toda, porque, se depender do Brasil, nada irá acontecer quando os comunas tentarem atravessar nossas fronteiras ou nos ameaçar…

    • jose luiz esposito says:

      DEMOROU , começou a desvirtuação dos Comentários , pessoas que insistem em colocar Irmão de nossa Região em Atritos e Guerras , quando sabemos quem é o Nosso Grande Inimigo !

  13. A Máquina Troll says:

    Vai custar muito ainda para o povo deste pais entender que não é que os outros nos façam comer poeira ou que sejam melhores do que nós…e sim que o pais é sabotado por meio da corrupção para que seja mantido atrasado e nada aqui ande ou se desenvolva…pois temos os recursos e as condições para sermos um player mundial de altíssima ameaça para o poder dominante que nos controla e nos explora predatoriamente a muitas décadas…enquanto que em alguns países da África mais pobres e miseráveis que o brazil já exibem até Flankers em seus arsenais aqui ainda somos mantidos intencional e premeditadamente com equipamentos da segunda guerra mundial…

  14. sergio ribamar ferreira says:

    concordo com o Sr. Gripen Br

  15. O autor do texto certamente quis se referir ao fato de que os colombianos dentro da sua realidade e das suas possibilidades econômicas e orçamentárias estão levando à frente de forma consistente os seus programas. Bem diferente da megalomania que assolou a MB ( foi a força que acreditou piamente no “Brasil – PuTênfia”) levando a mesma a estar no estado atual, desfalcada de inúmeros navios que foram descomissionados sem serem repostos e vendo seus recursos sendo drenados quase em sua totalidade para um programa (PROSUB) sobre o qual paira a nuvem negra da corrupção.

  16. Francisco Braz says:

    A MB está deficitária de meios… Fato. Temos a maior extensão de Litoral do hemisfério sul… Fato. Mas não estamos totalmente banguelas e, por incrível que pareça, ainda temos um tamanho indesejado por muitos.
    .
    Para exemplificar, os meios que a Venezuela dispõe é muito maior e de melhor qualidade do que a Colômbia. Mas em um momento do passado, ainda durante o governo Chaves, uma fragata leve colombiana foi cercada por duas outras venezuelanas, de maior porte e melhores armadas, e alguns pequenos navios.
    .
    O que os venezuelanos não sabiam é que estiveram mais perto de perder duas fragatas do que os colombianos de perder uma. Sem que os venezuelanos soubessem, um submarino colombiano já tinha uma das fragatas venezuelanas na retícula do periscópio de ataque e a posição da segunda pronta para os tiros seguintes. Os demais navios venezuelanos seriam encargos da fragata colombiana.
    .
    Bom, para exemplificar a gravidade da situação venezuelana, o submarino colombiano é armado com 8 tubos de torpedo 21 pol (533 mm) e nenhuma das fragatas da Venezuela suportariam um, quem dirá dois, destes torpedos.
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    Não se deixem enganar pelas aparências… Nem tudo é o que parece ser num campo de batalha.
    .
    Quanto ao comparativo entre a EMGEPRON e a CONTEMAR… Ainda que pareça que a CONTEMAR está muito avançada, nenhum dos navios que a CONTEMAR produziu chega ao porte de uma corveta, sendo em sua enorme maioria lanchões de desembarque, navios de carga de até 10 mil ton. Já a EMGEPRON pode construir, reparar navios de pequeno e médio portes (fragatas, corvetas e submarinos) e realizar levantamentos oceanográficos.
    .
    O Brasil tem muitas mazelas, mas ainda é o maior e tecnologicamente mais avançado do Hemisfério Sul.

    • jose luiz esposito says:

      Certamente estamos no Caminho certo para Perdermos isto também para algum outro qualquer , estamos com Deficiência de Verdadeiros Chefes Militares e Políticos Patriotas , Nacionalistas ,Inteligentes e Machos , temos militares hoje que vestidos de baiana fariam sucesso , precisamos de um DeGaulle ou Putin ,mas somente temos gente que gosta de compor ,almoçar , sorrir e PAPO , aliás de PAPO somos Imbatíveis !!

  17. cesar bom dia concordo com vc em tudo armada nacional da colombia nao possui equipamento necessario para realizar operacoes de desembarque anfibio que tenham importacia estrategica . isso deve principamente a sua orientacao antissubersiva produto do prolongado conflito interno que assolou a colombia. abracos

  18. Sr. Roberto Lopes, tenho em meu poder um exemplar da revista Tecnologia &Defesa, edição especial Ano 4 1986 a qual apresenta um artigo chamado “Uma pequena esquadra para um imenso e rico litoral”. O artigo é bastante interessante, mas para resumir, fala do plano do ministro da marinha na época, Min. Henrique Sabóia de entre outros programas, construir no Brasil, com compra de tecnologia de um navio já construído e que responderia a rígidas formulas de desempenho dentro de um custo reduzido, sendo que o programa atraiu o interesse das empresas Chantier Mecanique de Normandie (CMN) da França, a Lurssen alemã e a Vosper Thornycroft da Grã-Bretanha. A CMN propôs em conjunto com o Estaleiro Mac Laren a construção da classe L’Audacieuse de 423 tons, 54 mts de comprimento e velocidade final de 24 nós, canhão de 40 mms e de 20mm na popa e com capacidade de receber misseis Exocet. A proposta da Vosper com a Ihsikawajima foi baseada em uma versão “amansada” da classe Ramadan, construído para a marinha do Egito, com 52 mts de comprimento e 410 tons, e velocidade máxima de 26 nós, canhão de 40 mms na proa e 20 mms na popa, podendo também receber misseis Exocet e com raio de ação de 5.000 milhas marítimas. A proposta da Lurssen foi baseada na classe PB-57 com 58 mts de comprimento, 399 tons, velocidade máxima de 30 nós, canhão de 76 mms na proa e 40 mms na popa alem de 4 metralhadoras de 20 mms, e autonomia de 6100 milhas marítimas . O autor comenta que o projeto alemão, por ser mais sofisticado e exigir alto investimento inicial em termos de aquisição de maquinário e lay-out de estaleiro, com galpões fechados, máquinas de corte de chapas e de soldagem contínua, iguais aos empregados na construção de submarinos, teria menos chance de se sagrar vencedor.Ai eu começo a divagar, pois se tal projeto tivesse sido implantado, principalmente a proposta alemã, acredito que o atual programa brasileiro de construção de submarinos teria progredido com muito mais celeridade e principalmente com menores custos. Considero a velocidade máxima da NPA Macaé insuficiente para as tarefas de coibir e perseguir ilícitos na costa brasileira, mas esta é apenas a minha opinião.

  19. jose luiz esposito says:

    A MARINHA DO BRASIL sempre esteve atrás de todos na escolha e uso de mísseis em seus navios ,começamos a usar um missil de defesa aérea , quando o Chile já usava em vários de seus navios , escolhemos este mesmo míssil para as Niterói , quando já estava em obsolescência , quando a Argentina escolhia um míssil de Defesa de área o Sea Dart ( até hoje nunca possuímos um sistemas desses ) ,demoramos a fazer a modernização da Defsa AAerea das ,mesmas ,também muito atrás dos demais , usamos Patrulheiras praticamente desprovido de Defesa e nunca tentamos armar no Estado da Arte pelo menos algumas para Doutrina de uso , tivemos Porta Aviões por mais de 50 anos , e não desenvolvemos uma Doutrina Aeronaval ( aí a culpa principal foi da FAB e do Estado brasileiro ) que permitiu o Monopólio Impatriótico da FAB, compramos a classe Amazonas praticamente com armamento Tosco , mas até agora nada de armá-los seriamente , inclusive com Drones , estamos esperando Marinha vizinhas entrarem com Dirigíveis de Patrulhamento Naval e Marítimo e insistimos com um número grande de Patrulheiras , que são também construídos a passo de tartaruga , ainda a passagem de todas Aviação Naval e Patrulha antisubmarina a Marinha , então apenas se vê que Defesa não Passa de Brincadeira e Meio de Vida para a maioria das FFAA.

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