Defesa & Geopolítica

O caso das Macaés! Marinha vai tirar todos os cascos inacabados de dentro do EISA; empresa que fará a remoção do casco do navio-patrulha ‘Maracanã’ já foi selecionada

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O navio “Maracanã” no EISA: resgate só pela via judicial

Por Roberto Lopes

 

 

O Comando da Marinha decidiu retomar todos os três cascos inacabados de navios-patrulha costeiros da classe Macaé que ficaram retidos dentro das instalações do Estaleiro EISA, do Rio de Janeiro, depois que a empresa fechou as portas, na primeira quinzena de dezembro de 2015.

Na hipótese de que a construção dos três barcos pudesse ser reiniciada imediatamente, contando com todas as facilidades possíveis, até o fim de 2019 a Marinha do Brasil (MB) teria os seus navios. Mas não é esse o caso.

De acordo com uma informação oficial prestada pelo Centro de Comunicação Social da Marinha (CCSM) à coluna INSIDER, “a licitação de remoção para o Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro do primeiro casco do Navio-Patrulha (NPa) “Maracanã” está em curso [por meio, ainda, de trâmites administrativos]. Os dois demais cascos (NPa “Mangaratiba” e NPa “Miramar”) também serão removidos para o AMRJ [Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro]. Entretanto, em função dos seus estágios diversos de construção, as operações de remoção são diferentes em sua natureza técnica, ensejando processos licitatórios diferentes”.

Tudo isso quer dizer um retardamento imenso no reinício do serviço, para não se dizer que a Diretoria de Engenharia Naval (DEN) e o setor de Material da Força ainda avaliarão se vale mesmo a pena aproveitar todos os cascos.

Load Out A boa notícia é que a DEN já selecionou a empresa que fará a transferência do casco EI-515, do patrulheiro Maracanã (P-72), do EISA para o AMRJ, por meio de operações de Load Out, transporte marítimo e lançamento.

A escolha, feita na última segunda-feira (31.07), foi noticiada em primeira mão, nesta quinta (03.08), pelo site Poder Naval.

A vencedora do processo licitatório foi a Tranship Transportes Marítimos Ltda., do Rio de Janeiro, que deu o preço de R$ 2.447.500,00 pelo serviço.

A DEN abriu prazo de cinco dias para a impugnação do resultado por meio de recurso, mas a ata que registrou o desfecho da licitação não informa os prazos que a companhia tem para realizar a remoção do casco “parcialmente construído” do Maracanã.

Óleo e gás – O problema é que, devido a circunstâncias atuais, detectadas pelo Comando de Operações Navais (CON), de demanda por vigilância nas costas dos estados do Amapá e do Maranhão – áreas sob a jurisdição do 4º Distrito Naval –, o acabamento do navio P-72 transformou-se em verdadeira imposição.

De acordo com o planejamento inicial do CON, o barco deveria ter sido entregue, ano passado, precisamente ao agrupamento de embarcações do 4º Distrito, sediado em Belém (PA).

A Marinha gosta de divulgar que os navios Macaé “tem como missão a fiscalização das Águas Jurisdicionais Brasileiras, desenvolvendo atividades de patrulha naval, inspeção naval, salvaguarda da vida humana no mar, fiscalização de poluição marítima e proteção dos campos de petróleo no mar, além de contribuir para a segurança do tráfego marítimo nacional”.

Mas agora, em meio ao que a Força define como “forte expectativa do crescimento das atividades de exploração/explotação de óleo e gás nas costas do Amapá e do Maranhão”, o CON previa atender as solicitações de patrulhamento por meio do “emprego de NPa Classe “Macaé” e navios-patrulha oceânicos”.

Ponte de comando do navio-patrulha “Macaé”

Infelizmente, o que a MB tem, hoje, além das unidades distritais, são apenas duas Macaés e três navios-patrulha oceânicos – de origem inglesa, classe Amazonas – que precisam cumprir um leque imenso de comissões no mar – bem poucas relacionadas à “exploração/explotação de óleo e gás” nos trechos amapaense e maranhense do extenso litoral brasileiro.

CPN – O projeto de um NaPa 500T-BR – 1,65 m mais comprido que os navios da classe Macaé – figura com destaque no portfólio do Centro de Projetos de Navios (CPN) da Marinha, sediado no Rio de Janeiro.

Concepção artística do NaPa 500T-BR

Ele poderá cobrir trajetos de até 2.800 milhas náuticas, quando o barco da classe Macaé tem seu raio de ação limitado a 2.500 milhas. E terá condições de permanecer no mar, ininterruptamente, por até 15 dias, quando a unidade tipo Macaé tem sua autonomia limitada a dez dias.

Há só um problema: é que o projeto do CPN não passa, por enquanto, de um sonho.

Não há previsão de recursos para que esse programa possa ser iniciado. Nem este ano, nem no próximo.

Para piorar, um texto repassado à coluna pelo CCSM informa que, na área do 4º DN, os NPa Parati (P-13) e Pampeiro (P-12) – classe americana Cape –, “atualmente com 45 anos de atividades e com elevado estado de obsolescência, demandam recursos significativos para a manutenção, tanto preventiva quanto corretiva. Como a sua vantagem é o calado para a realização de patrulhas fluviais, a manutenção de apenas um NPa da classe, operando sem restrições, permitirá ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Norte cumprir as suas missões características, com os meios disponíveis até o recebimento de novos navios”, diz a Marinha.

Navio-patrulha “Pampeiro”: “elevado grau de obsolescência”

De acordo com o que a coluna pôde apurar, o navio escolhido para permanecer em atividade é o Pampeiro.

Gerente – Em fevereiro de 2016, numa entrevista exclusiva à coluna INSIDER, o ex-gerente de Produção do EISA, Edson Odilon Moura Pinto, lembrou que chegou ao estaleiro quando as Macaés P-72, P-73 e P-74 já se encontravam em obras:

“Havia três navios com a construção iniciada: um com o casco pronto, o segundo com o casco parcial, e outro com o batimento de quilha iniciado e blocos em fabricação nas oficinas.​ No primeiro faltava acabamento, os motores já estavam a bordo. O segundo tinha apenas casco e a casaria. O terceiro estava com o casco em fabricação. Todos os equipamentos de artilharia e eletrônicos só são instalados depois do lançamento e com a embarcação flutuando”.

Na tarde desta terça-feira (01.08), ao receber o editor desta coluna em seu gabinete de Brasília, o Comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira, ressaltou: antes mesmo de o trabalho nos patrulheiros ser retomado “será preciso verificar se o EISA seguiu todos os planos da Macaé [originários da classe francesa Vigilante]”.

Na entrevista de 2016, o engenheiro Moura Pinto já havia adiantado a necessidade dessa checagem: “todos os planos que vem de fora são adaptados conforme exigências da Marinha do Brasil, pois são muito antigos [no caso da classe Vigilante, da primeira metade dos anos de 1980]. O EISA tinha a incumbência de atualizar os planos dentro das normas estabelecidas pela MB”.

A Marinha negociou com o estaleiro Constructions Mécaniques de Normandie (CMN), a obtenção do projeto francês Vigilante 400 CL54, durante a metade inicial dos anos de 2000.

Em 2006 o estaleiro INACE (Indústria Naval do Ceará) foi contratado para construir as duas primeiras unidades da futura classe – a “cabeça-de-série” recebeu o nome de Macaé.

O plano original era ambicioso – 27 embarcações – e o almirante Julio Soares de Moura Neto, que comandou a Marinha no período 2007-2015, imaginava que ele pudesse ser, até, estendido (para alguma coisa no patamar das 40 unidades).

32 Comments

  1. Pingback: O caso das Macaés! Marinha vai tirar todos os cascos inacabados de dentro do EISA; mas como tudo será feito pela via judicial, o Zero Um só verá o lançamento da ‘Maracanã’ quando for ex-Comandante da MB… | DFNS.net em Português

  2. Prezado Roberto Lopes quantos navios classe Pampeiro a MB tem hoje?sei que um ja deu baixa é isso mesmo?

  3. Colocados lançadores de misseis anti-navio Excocet, pela tonelagem, se tornariam em otimos barcos lança misseis pra defender nosso litoral, de maneira similar a Classe Houbei, contendo maiores capacidades ja que possui um heliponto.

    • Cairiam como uma luva, especialmente o novo NaPa 500T-BR, já imaginou?
      -1x76mm;
      -1x20mm CIWS;
      -2X4 Lançadores Exocet ou ManSup;
      -4×12.7mm;
      Umas 60 dessas em nosso litoral aliada com umas 18 alpha 4000 (uma fragata média pelo peso de nossa ligeira tamandaré) com mais 25 scorpénes são o suficiente no que tange a combate em nossas águas.

  4. colespir@yahoo.com.br says:

    Ishi,

    a coisa tá FEIA

    O Melhor é comprar um projeto feito e produzi-los lá no exterior.

    O problema é o $$$$

  5. Que situação deplorável…devido as gritantes necessidades de um navio-patrulha em quantidades razoáveis, creio ser mais impositivo o abandono das Macaés, que trarão custos maiores para serem levadas de fato ao quadro operacional, e que demorarão bastante tempo pra isso, deixando poucas opções no leque, porém creio serem mais assertivas em questões como prazo e custos, como adquirir navios desta classe com o mínimo custo possível junto a algum estaleiro estrangeiro, chineses e coreanos hoje possuem os melhores preços a custo benefício. Por mais que sejam opções que trarão um dessabor de abandonar as Macaés (até que se possa trazer uma solução de fato) dará a MB um plano real para manter-se operando suas missões com segurança.

  6. Na minha opinião estes classe Macaé vão ser a solução a curto prazo Pará os dn da marinha do Brasil e vamos ser sensatos não da pra esperar a Boa vontade dos políticos em construir os novos napa 500br .

  7. Claudio Moreno says:

    Vergonha! P.Q.P. como ainda querem construír corvetas no Brasil?
    Para serem entregues quando? Vergonhoao e deplorável!
    Pior ainda é que não existe solução de médio ou a longo prazo, porquê recursos financeiros a MB não dispõe e o governo não liberará mesmo que houvesse. Ainda que houvesse, não existem unidades navais disponíveis para a compra, exceto se nosso almirantado fosse bater na porta da China que lança um navio a cada seis meses ou menos…mas se isso acontecer um dia, o Harmagedon bíblico chega no mesmo dia!

    CM

  8. O único projeto de Estado neste Brasil é destruí-lo: moralmente, culturalmente, economicamente, religiosamente, politicamente, socialmente e, claro, militarmente.

    Nem uma função de guarda-costeira teremos.

    Estaremos abertos aos saques de nossas riquezas graças aos traidores da pátria – e nossos militares obedecem a leis e a uma constituição feitas para que nós sejamos prejudicados até o dia em que nossas forças armadas se tornem registros históricos, pois não existirão mais.

    Pergunte se falta $$$ para verbas parlamentares, roubalheiras, mordomias e privilégios para os 3 poderes, etc…

    • Pelo que parece, lendo esta e outras reportagens, o problema não são só os políticos. Os militares também são responsáveis pela penúria das forças. A verba destinada às Forças Armadas é grande 1,67% do PIB (é uma soma enorme), entretanto gastam muito com aposentadorias vitalícias, e o pouco que sobra investem muito mal.
      Ocorre que, quando um projeto não dá certo, consome todo o dinheiro e os comandantes não conseguem suprir o rombo com aportes do governo, jogam a culpa nos políticos.

  9. Se tivesse contratado o INACE em vez do EISA não teriam tido esse problema.

  10. Por isso que defendo uma economia aberta com um estado mínimo, somos uma pais capitalista com uma economia e burocracia socialista, nossa economia e mais fechada que da China. Os militares evitaram a implantarão do comunismo no Brasil, mais perdemos a luta pela ideologia atrasada e burocrática implantada em nossas escolas e sociedade. Em 2018 só vou vota para presidente para o candidato que promete diminui o tamanho da maquina do estado (privatizando e priorizando a saude, educação e segurança)

    • BELA PROPOSTA. Isso sim é ter consciência política e social. O resto é enterrar a cabeça na terra como os avestruzes. Em 2018 podemos ter bons ventos ao invés da mesma carniça socialista.

  11. Quando leio uma reportagem como essa confesso que me dá um calafrio na espinha pensar no Prosub. Sequer conseguimos fazer o básico do básico, que é a patrulha (marítima e fluvial), e pensa-se na forma mais avançada de combate, que é o nuclear. Com vasos cinquentenários e sexagenários, como o visto aí, isso tem alguma lógica?
    Esse tipo de devaneio sempre permeou a MB, mas o senhor Júlio Soares (ex 01) foi pródigo nessas sandices. Surfou bem a onda megalomaniaca do Lulopetismo.
    Um SNBR não é brincadeira. Seu custo de manutenção e operação é alarmante. TUDO referente a ele é especial. Essa falta crônica de grana pode levar a “jeitinhos” (ou gambiarras) em sua operação, que podem levar a algo mais grave. Lembrem-se, acidentes nucleares não são meros eventos, são catástrofes.
    A MB tem 3 desafios hérculos referente ao SubNuc :
    1 – A construção do protótipo do reator em terra, e correção dos eventuais desvios;
    2 – A construção da infraestrutura radiológica em Itaguaí;
    3 – A construção do SNBR em si;
    Duvido que haja grana para os 3 em paralelo, como se pretende hj. A MB vai ter de priorizar alguma coisa.

  12. Sr. Roberto, como leigo no assunto pergunto: Os técnicos do AMRJ não poderiam verificar no próprio local onde os cascos se encontram se é viável continuar com a construção?

    Em caso positivo os mesmos não poderiam ser enviados, obedecendo-se lógicamente os inúmeros trâmites legais, ao local mais óbvio, ou seja, o estaleiro INACE para serem concluídos, aproveitando assim a capacidade daquela industria, que tem experiência comprovada nesses navios de 500ton e várias outras unidades entregues à nossa MB conforme mostrado no site deles?

    Abraço

    • Roberto Lopes says:

      Bom dia, Marco.
      Em resposta a sua pergunta: tenho certeza de que o pessoal do AMRJ inspecionou os cascos inacabados no EISA, mas só uma sentença judicial (sujeita aos infindáveis recursos) poderia viabilizar essa intervenção técnica no EISA.
      A Marinha está fazendo tudo de forma a não enfrentar problemas nos tribunais, que importariam em, no mínimo, novos atrasos.
      Mas deixei de perguntar ao Comandante da Marinha, durante o encontro que tive com ele na terça, porque a MB trocou o INACE pelo EISA. Foi uma falha minha.
      Boa sexta.

    • Luiz Monteiro says:

      Prezado Marco,

      Cabe à DGMM e a DEN realizar as vistorias. Diversas foram realizadas.

      A MB não pode utilizar o estaleiro nem seus bens para concluir as construções. Tudo está na massa falida.

      Abraços

  13. Há espaço para se colocar um lançador de misseis nos navios classe Macaé, basta ter vontade e aproveitar melhor este projeto e assim fabricar mais navios conforme a idéia inicial. Largar este Napa 500 BR pra lá tbm e continua com as Macae’s.

  14. Apesar da demora vai se terminar o que se começou… agora, o AMRJ vai terminar de montar o barco utilizando um casco pronto… muito bem, a MB poderia encomendar de 4 a 6 cascos da Fragatas Type 055 da china e fazer as instalações dos mecanismos e finalização no AMRJ… ficaria financeiramente menos oneroso e teríamos barcos muito mais capazes e em menos tempo.
    Se encomendar os cascos a china entrega o primeiro talvez em menos de 1 ano e o AMRJ levaria mais uns 2 anos para finalizar as instalações dos equipamentos que selecionar para operar a embarcação e em 2020 já poderia ter o primeiro NOVO operacional e tirar a pressão de sima das MK10, fica a dica.

    • Putz Grila

      Os chineses levam menos de um ano para fazer um casco

      e o AMRJ 2 ou mais anos para finalizar as instalações??

      Melhor desistir!

      Melhor pagar para o estaleiro do Chile ou Colombia para fazer

  15. andrepoa2002 says:

    Quando eu era apenas um garoto achava o Brasil o melhor pais do mundo. Hoje vendo que a marinha não consegue bancar e tocar o projeto de uns barquinhos de 500 t tenho que reconhecer que o Brasil é um pais de quinta categoria.

  16. Este valor do frete do casco me parece muito alto.
    Qual o preço de uma Macaé completa?

  17. ………….realmente sendo um projeto praticamente testado (os Nap Macaé e Macau estão navegando)não tem pra que fazerem novos projetos de barco …..a classe Macaé vem do projeto francês “Vigilante” já bem conhecido pela MB porquanto é só continuar com mesmo modelo …….um projeto de desenho novo só iria atrapalhar a recuperação e finalização dos barcos restantes……não finalizar o Maracanâ,o Matinhos,o Maragojipe e o Mangaratiba será vergonhoso pra MB……problemas jurídicos em Pindorama podem ser superados….perguntem ao “doutor” Temer………….(Kkk)…………………..

  18. o que acontece não e culpa do efetivo das forças armadas ,não e culpa das aposentadorias ou das filhas de militares

    ou que foi comprado , pois melhor comprar do que nao comprar

    a culpa e de todos os brasileiros que votaram acreditaram nesse papo furado de democracia que acreditaram em direita e esquerda se deixaram dividir por politicagem e agora veem tudo afundando rapido e tragicamente

    a culpa e da letargia do comando militar que pode sim intervir nesse lixo que esta ai ate as proximas eleições

    vejam o mundo esta falando de venezuela estado islamico siria iemem ,coreia do norte ,palestina e israel e por ai vai
    da sim para tirar os corruptos do poder com a justificativa de esperar as eleiçoes o mundo ja viu que eles nao prestam

    as vilas estao gritando .

    o brasil tem dinheiro recursos e etc e tal para sustentar suas forças armadas e sua nação

    pois o que foi pago apenas em um dia para salvar , apenas para salvar o temer foi mais de que 13 BILHÕES

    vejam dizer que nao em dinheiro e coisa de ignorantes o meireles tem em bancos estrangeiros acabou de sair a materia esse parente vendendo a petrobras para laranja a preço de xepa

    ouvi a caserna e parem de ficar em cima do muro

    ao plano brasil hoje teve uma reportagem do comandante do EB saiu na folha do brasil 247 no defesanet

    mas aqui que tem que ser discutida

    quem manda no mundo e quem tem armas politico so tem kao

    esta na constituição vai deixar faltar leite , farinha de trigo carne igual na epoca do sarney onde se faziam saques em supermercados

    vcs sabem que esses politicos nao querem nem saber

    a nação vai agradecer .e constitucional , qual o motivo da espera ?

    eles politicos ja demostraram que nao presta o temer sera acusado novamente e em cada acusação ele vai gastar o dinheiro da pátria

    as universidades ja nao funcionam no rio

    bolsa cientista ja travada

    aposentadoria sera mexida tanto de quem esta e de quem ainda nao foi aposentado

    só basta querer !

  19. Furia Nordestina says:

    Intervenção Militar já pra ontem para tiras essas Ratazanas que infestaram o Brasil e o que o povo espera dos militares

    • Ou isso ou acabaremos como a venefavela, com golpe dos comunas. E claro, desde que afastem os melancias das gloriosas FAs brasileiras.

  20. Renato de Mello Machado says:

    Ontem estava esperando o ônibus para ir trabalhar,e estava dando uma olhada em uma NPa Macaé quê estava atracado aqui no porto.Muito boa a embarcação deveríamos ter aos montes,simples,armamento bom mas aqui é Brasil né? Até os militares já se contaminaram nos meandros da política,e nem mais são referencia quando o assunto é honestidade,muito pelo contrário se as coisas estão assim é tudo por culpa deles também que não impõe limite.

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