Novo fuzil é reforço na fronteira

Posted by
Share Button

http://img832.imageshack.us/img832/9388/ia2e.jpg

Mais leve e potente, novo armamento já é testado pelos militares; objetivo é facilitar operações e melhorar a vigilância

Por Xandu Alves

Militares do Exército Brasileiro testam nos Pelotões Especiais de Fronteira da Amazônia o novo fuzil fabricado pela Imbel (Indústria de Material Bélico do Brasil), que tem unidade em Piquete.

Batizado de IA2, o fuzil de calibre 5,56 mm irá equipar as Forças Armadas e as forças de segurança pública.

A intenção é substituir os fuzis FAL (Fuzil Automático Leve) de 7,62 mm, também fabricados pela Imbel, usados pelos militares há 30 anos.

O VALE conheceu o novo armamento no Pelotão Especial de Fronteira de Normandia, em Roraima.

Melhor

Segundo o sargento Eriberto Teixeira da Silva, 38 anos, a arma pesa metade do FAL, tem maior capacidade de tiro e carrega mais munição, além de tornar mais difícil qualquer tipo de incidente.

“A arma tem várias características que auxiliam o combatente. A utilização dela é melhor para o ambiente hostil da selva na comparação com o FAL”, disse o militar.

Enquanto o FAL leva 20 munições no carregador, o IA2 é capaz de guardar 30 balas, menores que aquelas usadas no fuzil mais antigo. A nova munição tem sido utilizada pelas principais Forças Armadas.

Custos

A fabricação do novo fuzil será feita na unidade da Imbel em Itajubá (MG), com capacidade para produzir 20 mil armas por ano.

Os custos de fabricação, manutenção e treinamento são reduzidos em razão de a maioria das peças ser similar às do fuzil FAL.

“A arma é bem adequada para operações de tropas especiais”, afirmou o sargento Fagner Henrique de Morais, 22 anos, do PEF de Normandia.

Desenvolvimento. Segundo Haroldo Leite Ribeiro, diretor de Mercado da Imbel, e Paulo Roberto Costa, chefe da Fábrica de Itajubá, o IA2 é um aprimoramento do fuzil MD97 por causa das novas necessidades operacionais das forças de defesa e de segurança.

A nova arma foi apresentada oficialmente na LAAD (Feira Latino-Americana de Defesa e Segurança), no Rio de Janeiro, em abril deste ano.

Antes de ser entregue para testes pelo Exército Brasileiro, disseram os executivos da Imbel, o fuzil foi testado na fábrica de Itajubá.

“Os protótipos dos fuzis foram entregues ao Exército em junho e já concluíram a avaliação técnica, estando em fase final da avaliação operacional, a qual acontece nos diversos ambientes operacionais do país, inclusive na selva”, afirmou Costa.

O armamento precisa de autorização do Exército para ser fabricado e comercializado. “Tão logo haja a certificação do fuzil, a Imbel iniciará a sua produção”, disse Ribeiro.

Segundo os executivos, o fuzil IA2 foi concebido para utilização em locais onde exige-se precisão nos tiros em curta e média distâncias, como na selva e nas zonas urbanas, facilidade na portabilidade e menor peso.

“Essas são as características mais importantes do armamento”, completou Costa.

Grupo testa roupa especial contra o frio

A selva é um laboratórios ao ar livre. As dificuldades do ambiente operacional da floresta Amazônica o transformam em um excelente campo de testes para todo tipo de equipamento, de armas a materiais de segurança.

Além do novo fuzil fabricado pela Imbel, o IA2, testado por militares na faixa de fronteira, cinco alunos do Cigs (Centro de Instrução de Guerra na Selva) avaliam um novo sistema de rede e um poncho, vestimenta tradicional da América do Sul e usada para proteger do frio e do vento.

“Eles já fizeram um primeiro relatório, voltaram aos testes práticos e agora farão um segundo relatório. Depois disso é que decidiremos pelo uso ou não do novo material”, disse o coronel Edmundo Palaia Neto, comandante do Cigs.

Laboratório

O Centro de Instrução serve como um laboratório de experiência para o Exército Brasileiro.

A divisão de doutrina e pesquisa do Cigs é responsável por testar todo material que será usado na Amazônia.

Segundo Palaia Neto, quando o material chega em pouca quantidade, ele é avaliado pelo pessoal da divisão. Mas quando o lote é maior ou se quer submeter a desgaste, é levado para os alunos.

Para se ter uma ideia da resistência exigida dos equipamentos, os militares costumam passar boa parte do curso de guerra na selva molhados, em razão da alta umidade e do calor excessivos na Amazônia, além dos rios.

Fonte: O VALE

Visitante
Lucas
20 de novembro de 2011 16:39

pra min deveria se investir em helicóptero caças e tecnologia afinal ninguém guerreia como antigamente frente a frente esses fuzis vão ajudar sim mais no combate a traficantes etc !

Membro
César Pereira
20 de novembro de 2011 17:09

Esse é um trabalho que se deve elogiar,o desenvolvimento de tecnologias próprias,se faz necessário para reaparelhamento e instrução adequada das forças armadas !

Visitante
Rorcharch
20 de novembro de 2011 17:21

Muito pelo contrario, não adianta nada termos helicopteros e aviões se num embate eles seriam os primeiros a serem destruidos. eles são extremamente importantes, mas se você os perder e não tiver fuzis, ja era, guerra perdida. Alem do que com o aprendizado ganho nesse fuzil vamos poder avançar e começar a desenvolver armas maiores com maior poder de fogo para equipar helicopteros e mesmo aviões. Numa guerra contra um inimigo mais forte a primeira coisa que ele iria fazer é um embargo. Sem munição e armamento é impossivel lutar.

Visitante
20 de novembro de 2011 17:24

Esses fuzis estao sendo entregue com mira telescopicas ou pelados era bom EB destar também os fuzis da TAURUS para nao ficar dependende de um fornecedor

Visitante
20 de novembro de 2011 17:29

A imbel precisa cer mantida e é uma grande proposta,um exelente projeto,pois o exercito ja esta aprovando as novas armas,embora é hora da imbel investir em um rifle tatico para isnaiper de longo alcance,tambem para o exercito,e que precisamos de helicopteros isso todos os civis sabem,menos a nossa governa e o parado ministro da defesa parece que o cara não existe, logo logo ele sera campeão de natação pois não faz,NADA,MUITO,NADA.

Membro
20 de novembro de 2011 17:39

todas as guerras ate hoje demonstram que apesar da crescente influencia do poder aereo nas batalhas,o que de fato decide quem ganha ou perde e o dominio do terreno. talves o maior exemplo disso hoje seja o afeganistao,nao existe forca aerea hostil la,e ainda assim a maior forca militar do mundo foi derrotada por 30 mil homens analfabetos,que mal tem o que comer e so portam um ak-47 com pouca municao,e continuara sendo assim minimo ate 2040,quando,a partir dai,as forcas aereas serao capazes de vencer os exercitos. esse novo fuzil da imbel e muito bom,e ainda vai evoluir tecnologicamente e… Read more »

Visitante
jorge
20 de novembro de 2011 17:47

556 em selva… se tivermos um atrito contra venezuela eles terão ak-47 762, bem o que houve no vietnam… m-16 x ak-47

Visitante
AJ
20 de novembro de 2011 17:47

Muito bom. Do desenho à prática.
Armas leves, roupas aprópriadas.
Vamos para as outra etapas.
Caças, fragatas, mísseis (passando pelo nosso VLS) etc.

Membro
Adriano
20 de novembro de 2011 18:43

É um bom projeto de fuzil, esperemos por continudade em aquisição e desenvolvimento. Se o poncho der certo tamben…

Visitante
Gilsafra
20 de novembro de 2011 19:01

Lucas não viaje na maionese (ninguém guerreia frente a frente.) maquinas dão apoio a infantaria em qualquer exercito)acha que vão bombardear a Amazônia como em Berlim?
Quem decide a guerra é a INFANTARIA!

Membro
fr adv
20 de novembro de 2011 19:23

Tenho minhas dúvidas deste calibre, mas li na internet que existe o 5.56 mais adequado, ou seja, mais potente. veremos. Só sei que o 7.62 é ainda de longe usado por todos os exercitos do mundo.

Visitante
ACPF
20 de novembro de 2011 19:25

Eu acho importante salientar que o país está, aos poucos, consolidando sua indústria militar.
É um alento poder falar aqui de um projeto brasileiro, que logo estará equipando nossas FAs.
É nessa fase que vão ser constatadas possíveis falhas para aperfeiçoar o IA2. Lembro de ter lido uma matéria na “Tecnologia e Defesa” sobre esse fuzil, e lembro que me deixou com a impressão de que ainda faltava algo, mas a própria matéria enfatiza que ainda se tratava de um protótipo e, portanto, não definitivo.
O caminho é esse mesmo!
Parabéns Brasil!

Visitante
Cal
20 de novembro de 2011 20:57

Um soldado bem treinado e com o equipamento certo pode derrubar helicopteros, destruir tanques, afundar navios, matar lideranças inimigas ou colaboradores.
Seria interessante invetir em armamento antiaereos portateis.
Uma coisa que o exercito não deve fazer é dar treinamento e equipamento do bom e do melhor e colocar todos ese soldadso em latas de sardinha como os Guarani e Urutus onde o inimigo pode com um simples foguete destruir todo o investimento.
Tipico armamento cavalo de troia.

Membro
20 de novembro de 2011 21:03

Nesse caso o Brasil está no caminho certo o melhor que poderia fazer está sendo feito, um fuzil próprio, e ao que parece pelos videos e textos que vi parece ser um fuzil de alto nível. Minha duvida é quanto ao melhor calibre uma vez que o fuzil 5,56×45 pode carregar até 30 cartuchos por pente e o 7,62×51 pode carregar apenas 20 cartuchos, mas o 7,62 é muito mais potente e isso faz diferença onde os exércitos modernos são equipados com colete aprova de balas. E não é uma incoerência minha (explico) mesmo que os coletes sejam suficiente para… Read more »

Visitante
capa preta
20 de novembro de 2011 21:09

quem trabalha com armas sabe que IMBEL e para militares, mais robustas, resistentes e confiaveis praticamente não travam, porem mais duras e pesadas, TAURUS, mais leves e seguras, para o mercado civil, policias, e seguranças como no meu caso,as taurus porem são de demecanismo mas complicado e fragil, no caso do fuzil não sei, pois nunca tive o prazer de manusear o da taurus, mas as pistolas eu digo pois trabalho com uma, e muito mais segura, tem trava do gatilho ao lado da corrediça e desarme do cão,o que nõ existe na pistola da imbel, mas taurus tem que… Read more »

Visitante
Afonso de Portugal
20 de novembro de 2011 21:30

Como leigo, continuo a achar o desenho desta arma – sendo nova – bastante ultrapassado. Apresenta também outras características estranhas para uma arma “nova”. Comparando com a concorrência, na versão base, é mais comprida e mais pesada, como se tratasse de um bom e velho fuzil de infantaria. O mesmo que com um calibre de 7,92 mm leva 20 munições… exactamente igual à nova 792…

Vale pela cadência de tiro anunciada, contudo, parece-me demasiado agarrado à linha de produção da FAL.

Isto, como leigo apenas. Haverá maiores especialistas na matéria que eu. Elucidem-me se fizerem o favor. Talvez esteja errado.

Visitante
Ceip
20 de novembro de 2011 22:03

Caros Leitores,

Muito bom a nova familia de fuzil para o Exercito Brasileiro.

Tenho uma duvida:

O meu conhecimento o Exercito Brasileiro so utiliza so um modelo de Sub-Metralhadora que é 9mm M975 Beretta/Taurus

O Exercito ulitiza outro modelo de Sub-Metralhadora?

O Exercito tem projeto para substituir a atual Sub-Metralhadora que é 9mm M975 Beretta/Taurus?

Visitante
1maluquinho
20 de novembro de 2011 22:06

O 1A2 estilo para-fal e 1A2 estilo rifle estava sendo usado por algumas equipes do Choque nas operações da zona oeste do RJ quando morreu o cinegrafista da Band.Usavam tambem M16,Fal antigo,HK e AR15 Baby.

Membro
Def
20 de novembro de 2011 22:09

O IA2 será fabricado em calibre 7.62 tbém amigos, não entendo esse frenesi sem motivos.
E o FAL não será descartado, provavelmente será usado pelos próximos 10 anos ainda….(ninguém em sã consciência jogaria no lixo os FALs), a substituição deverá ser lenta e sistêmica.

Membro
Def
20 de novembro de 2011 22:15

*
Agora, quero pedir a atenção de todos, peço que analisem esta informação que recebi e deem suas opiniões, pois se trata de assunto de segurança nacional…
*
FHC é acusado em livro de servir a CIA.
http://rodrigoenok.blogspot.com/2009/09/livro-bomba-acusa-fhc-de-ter-servido.html

Visitante
julioCedro
20 de novembro de 2011 22:28

Um fuzileiro deve o nome de sua função ao FUZIL!!! Caso ele não carregue um, possivelmente não é um fuzileiro. Se vocês observarem os vários jogos de vídeo-game notarão que sempre existem os fuzileiros/fuzis. Então, eu não sei que exército é esse que muitos aqui querem construir que não tem FUZILEIROS!! Uma guerra se combate com homens no campo de batalha. Não vejo os estadunidenses se darem bem nos palcos de guerra por conta só de sua alta tecnologia aliás, os combatentes estadunidenses são mal preparados para o combate; não conhecem o terreno e fazem pouco para tal, não têm… Read more »

Membro
Def
20 de novembro de 2011 22:40

* Trecho da entrevista com corregedor da PF. * INGERÊNCIA: O delegado Lobo acusa: “A CIA atuava aqui dentro” O corregedor da PF que investigou a atuação da CIA, Artur Lobo Filho, hoje aposentado, diz que os americanos ainda mandam no órgão e suspeita que a sindicância aberta por ele foi engavetada para acobertar o escândalo. ISTOÉ – O sr. conhece as denúncias? Arthur Lobo Filho – Sim. Houve uma reunião de lavagem de roupa suja, inclusive sobre pessoas que receberiam por fora, em dólar. Depois, José Roberto não teve mais chances na PF. Se você tem uma atuação que… Read more »

Visitante
julioCedro
20 de novembro de 2011 22:42

A utilização do calibre 5.56 se baseia em uma doutrina aprendida ha duras custas no Vietnã. Enquanto o calibre 7,62 destroça o soldado inimigo, o calibre 5,56 aleija. Nesta situação o pelotão do combatente ferido se vê obrigado a carregar o elemento sem condições de combate. Tal situação depõe contra o moral da tropa e dificulta o avanço pelo terreno, muitas vezes obrigando o grupo de combate à retornar para sua base sem cumprir a missão (estudem mais a guerra do Vietnã – lá foi a maior escola de como não se conduzir uma guerra nos tempos modernos: tecnologia, doutrina,… Read more »

Visitante
ALEXANDRE
20 de novembro de 2011 22:42

Em testes o calibre 5.56 se mostrou superior em combates na selva que o 7.62, tem menos desvios causados pela folhagem, de qualquer forma tb fabricamos o FAL 7.62, ou seja, estamos cobertos nos dois calibres com a imbel e a Taurus.

Visitante
MINEIRINHO
21 de novembro de 2011 1:25

AO amigo (((KHANN )))neste brasil nen precisando ter querra ,e so rolar um dinheirinho pros nos politicos ,ae morremos todos

Visitante
MINEIRINHO
21 de novembro de 2011 1:29

(((KHANN )))BOA MATERIA

Visitante
jorge
21 de novembro de 2011 1:33

bom, sobre o vietnam.. o maior inimigo americano foi a motivação e a tenacidade vietcong, se a historia mostra que o 5.56 faz o psicologico inimigo se abater, esta errado, pois o 5.56 não foi capaz de deter o inimigo, ao contrario dos americanos que ficaram amedrontados com os ak-47 7.62.
em dias atuais, existe uma maior proteção dos operadores, e a guerra é travada a uma maior distância,eis a difícil escolha: acertar o alvo ou ferir o inimigo, quem vai propiciar isto será a imbel

Visitante
Fenerich
21 de novembro de 2011 4:55

IA2 ficou bonito mas para mim deve ser feito para o exercito em cal.7,62 .Se é para melhorar que seja para frente não para traz .

Visitante
1maluquinho
21 de novembro de 2011 6:50

KHANN meu caro se for levantada a lista completa de colaboradores da CIA e dos propositos dos EUA em solo Brasileiro ela sera extensa e variada pois não tera apenas politicos mas ate militares tambem.A direita reacionaria tambem esta tanto ligada ao favorecimento Yankee quanto a causa Sionista.A esquerda hoje tambem faz o jogo Yankee de forma embusteira dissimulada.Ai esta a explicação para todo o capachismo independente da tendencia ideologica do momento e sempre justificado pela Democracia.Traidores neste pais são tantos e diversificados e estão enraizados em todos os setores publicos como a Milicia.O Brasil passa por um periodo de… Read more »

Visitante
1maluquinho
21 de novembro de 2011 6:55

ALEXANDRE sera mesmo que um calibre menos potente tem menos desvios?Tenho minhas duvidas quanto essa teoria e as explicações poderiam ser muitas menos a potencia não é?E quem disse que existe a obrigação de carregar o elemento ferido isso é doutrina Americana rsrs rsrs Tudo em um combate depende de uma serie de circunstancias.Transfixar ou não depende de uma serie de coisas desde aerodinamica,balistica,potencia,distancia e etc.Pequenos projéteis tambem podem serem transfixantes ou contundentes.

Visitante
NobruRJ
21 de novembro de 2011 7:28

Excelente notícia!!!! BOA BRASIL!!! SELVA!!!!!!!!!!!!!!!
.
.

Tanto o 7.62 como o 5.56 devem ser empregados pelas nossas forças armadas.

Membro
21 de novembro de 2011 7:30

OLHOS NOS OLHOS
.
.

Na selva como exemplo,devido as suas características peculiares,o combate é mais aproximado logo o rifle/carabina de calibre 5.56,espingarda 12,uma pistola .40 e por que não um bom facão bem amolado estão na medida certa para um combate em plena selva no estilo mano á mano.

Visitante
Cristovão
21 de novembro de 2011 8:00

Já era hora de termos um fuzil novo. Muito bom.

Visitante
CRSOV
21 de novembro de 2011 8:43

Acho que deveriam ser feitos fuzis tanto 556 para a infantaria de um modo geral e também o 762 para os atiradores de elite. Acho que as FA deveriam aumentar em muito o número de snipers em suas fileiras, tipo todos os Oficiais e Sargentos se aprimorarem na prática do tiro de precisão. Se apenas um ou um pequeno grupo de snipers apavorou todo o Exército Americano no Iraque imagina vamos supor cerca de 20 mil snipers bem adestrados no Brasil ? Só que para esses fuzis snipers teriam que ser feitas munições vara colete que são bem mais potentes… Read more »

Membro
Dandolo
21 de novembro de 2011 8:58

Já disse para vocês que eu bolei um fuzil inédito. Na minha opinião é disparado o melhor do mundo. 1)Se a munição falhar, não para de atirar; 2)Se o projétil ficar preso dentro do cano, não para de atirar; 3)Se o extrator e o ejetor quebrarem, não para de extrair e ejetar; 3) Pode atirar com 3 calibres diferentes simultaneamente (ou mais) Exemplo: chumbinho de ar-comprimido, .22, 7,62 ” e .50. 4) Pode atirar com munição 30 mm, 40mm, lança qualquer tipo de granada, 57mm, 75mm, 106 mm, munição-flecha,etc; 5) Pode atirar a 3 km de distância; 6) Carregador infinito… Read more »

Visitante
elton
21 de novembro de 2011 9:26

{Oswald Le Winter, ex-membro da agência, narra no livro Democracia e secretismo”, publicado este ano em Portugal: “A CIA e a NSA…}
Tenho o meu demorou 5 semanas (de Portugal) para chegar comprei na cultura.com, Se querem saber o’que rola no nosso Brasil deem uma lida nesse livro é muito bom.

Visitante
R22
21 de novembro de 2011 10:12

E muito importante a substituição dos velhos FAL por outro fuzil também de fabricação e tecnologia nacional. Também sou a favor do uso de calibre 5,56 mm que e o padrão dos fuzis mais modernos e o 7,62 mm para uso dos Snipers. Outra vantagem do 5,56 e a quantidade de munições a ser levada que sobe 10 por carregador e que faz muita diferença num campo de batalha. Só o carregador que aparentemente e o usual metálico que deveria ser substituído pelo carregador plástico que alem de livrar a arma e o soldado de um pouco mais de peso… Read more »

Visitante
Armando
21 de novembro de 2011 11:07

Devagar,mas estamos caminhando.Temos que ter o que é nosso,pois em uma guerra os embargos acontecem.

Visitante
caze5110
21 de novembro de 2011 13:00

realmente o exercito esta de parabéns mesmo com tantas dificuldades estes fuzis chegaram em boa hora.

Visitante
Orlov
21 de novembro de 2011 13:14

Ué vão substituir de vez o calibre 7,62mm pelo 5,56mm ??

Visitante
ALEXANDRE
21 de novembro de 2011 14:03

1 maluquinho, li isso há mais de um ano em um site de guerra, não lembro qual e posso estar enganado pelo tempo, mas parece que a justificativa foi essa. abcs.

Visitante
marcelo
21 de novembro de 2011 16:42

video de apresentacao do fuzil imbel…….http://www.youtube.com/watch?v=UchRjxG6OQ4

Membro
21 de novembro de 2011 19:41

Falou e disse Armamdo, e o IA2 tem ser a arma padrão das n FAs…e pt final.1Maluquinho vc parece-me estão c certa razão qto aos traidores e projetis transfixantes, o 7,62 2 pq , comparado a uma adaga… P Ontem.

Membro
PÉ DE CÃO
21 de novembro de 2011 19:42

isso é um fal melhorado tem fabricaçao para dois tipos de muniçao esta otimo com o fal antigo no estande eu so tirava Mb e E na mosca da GARRAFA aqui e sniper Rs Rs.

Visitante
1maluquinho
21 de novembro de 2011 20:12

OK ALEXANDRE.Como numa guerra e na selva não tem problema de bala perdida sou mais o 7,62 pérfuro-transfixante.Atravessa o Jhon,o Bob,o Donald,o Joe e ainda sobra pra quem ficar na reta.Penetra ate em blindagens.Eu vi um penetrar a blindagem lateral de um M113.

Visitante
J. MessiaH
21 de novembro de 2011 21:30

Ceip disse:
20/11/2011 às 22:03
Caros Leitores,
Tenho uma duvida:
O meu conhecimento o Exercito Brasileiro so utiliza so um modelo de Sub-Metralhadora que é 9mm M975 Beretta/Taurus
O Exercito ulitiza outro modelo de Sub-Metralhadora?
O Exercito tem projeto para substituir a atual Sub-Metralhadora que é 9mm M975 Beretta/Taurus?

Ceip, as Operações Especiais do EB (Comandos e FE) utilizam as subs HK MP5, em outras palavras, se quer ver o supra-sumo do EB dê um pulo aki em Goiânia – Goiás (Brigada de Operações Especiais) e terá a chance de ver de perto que no quesito “SOF” o nosso Exército não deixa em nada a desejar.

Abraço

Visitante
J. MessiaH
21 de novembro de 2011 21:32

Só achei pisada que a coronha não vai mais ser essa da foto (estilo FN Scar) pra economizarem ou sei lá oq colocaram uma mais simples e mais rústica…

Visitante
21 de novembro de 2011 23:15

caramba tem gente bolando um fuzil.. mas antes ele bolo algo pra deixa doidao kkkkkkkkkkkkk

Visitante
maluco doido
22 de novembro de 2011 10:50

as balas 5.56mm devem ser substituida por balas 6,8mm mais dano e um tranco relativamente igual

Visitante
Rorcharch
23 de novembro de 2011 14:30

o problema da 6,8mm é que não é padra da OTAN, o 5,56 e o 7,62 são, a gigantesca maioria das armas do mundo usam esses calibres e se baseiam nos padrões da OTAN, ou seja num combate você poderia usar a munição do inimigo, se você usar o 6,8 e ficar sem munição ja era.

wpDiscuz
shared on wplocker.com