Defesa & Geopolítica

MB compra a uma empresa ‘offshore’ 3 rebocadores oceânicos usados (mas relativamente novos), tipo ‘faz-tudo’, para reforçar os serviços de apoio nos distritos navais do Rio, de Belém e de Rio Grande (RS)

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Por Roberto Lopes

 

 

Uma reportagem de Rodrigo Cintra, do Portal Marítimo, revelou, nesta segunda-feira (04.09), que a Marinha, por meio da Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON), arrematou à companhia norueguesa (com filial no Brasil) Deep Sea Supply, por 82,8 milhões de Reais, três rebocadores oceânicos (TUG/SUPPLY VESSEL) projetados para atividades offshore.

Trata-se de barcos grandes – de 63 m de comprimento de fora a fora, boca máxima de 15,8 m, calado de 5,5 m e 1.943 toneladas de deslocamento –, e razoavelmente novos – construídos entre 2010 e 2011 pelo estaleiro ABG Shipyard LTD, de Ahmedabad, capital do estado indiano de Gujarat.

Até agora, os três navios – Sea Vixen, Sea Stoat e Sea Fox – vinham operando com sua documentação indicando Limassol, no Chipre, como porto de registro. Todos já se encontram no Rio de Janeiro, sendo submetidos a inspeções e reparos.

A coluna INSIDER apurou que o Sea Fox chegou, recentemente, do porto vietnamita de Vung Tau, mas o mais desgastado entre os três é o Sea Vixen.

De acordo com um e-mail enviado pelo Centro de Comunicação Social da Marinha, no fim da tarde desta terça-feira (05.09), à coluna, depois de incorporados à Marinha os navios serão distribuídos aos Comandos do 1º Distrito Naval (Rio de Janeiro), do 4º Distrito Naval (Belém) – que acabou de perder, por baixa, um navio-patrulha costeiro –, e do 5º Distrito Naval (Rio Grande-RS).

Baixa velocidade – Eles podem cumprir um grande número de missões de apoio, e também serem utilizados em comissões de busca e salvamento – até em patrulhas em alto-mar. No caso da vigilância das rotas marítimas e repressão à pesca predatória, o que os prejudica é a baixa velocidade.

As unidades dessa classe são impulsionadas por um grupo propulsor que gera 6.800 BHP.

A documentação do estaleiro informa que essa motorização proporciona velocidade “de serviço” da ordem de 13,5 nós, e “velocidade econômica” de 10 nós, mas o Sea Vixen, por exemplo, vinha operando a uma velocidade máxima de apenas 8,2 nós, e, na média, a somente 7,2 nós horários.

De acordo com Cintra, os barcos “são tecnicamente aptos a serem utilizados tanto para suprimento como para manuseio de âncoras” e possuem bollard pull (capacidade de tração estática) de 90 toneladas.

O editor do Portal Marítimo conta que “eles estiveram sob contrato da Petrobras por alguns anos e receberam uma bela melhoria em seus lemes, em projeto que aumentou suas capacidades de manobra e permitiu uma melhoria significativa na perfomance dos mesmos”.

Segundo o articulista eles “também podem ser empregados no reabastecimento de navios no mar, tanto de carga seca como líquida, já que possuem sistema de posicionamento dinâmico, ou até mesmo no posicionamento de boias”.

A coluna INSIDER deseja bons ventos e mares tranquilos às novas unidades da MB.

51 Comments

  1. colespir@yahoo.com.br says:

    Humm
    Nao tem um empresa em SC que fabrica zerinho uns destes??

    • um navio fabricado em 2010, é zero!!!!! Ou não????? já imaginou que se arriscar a fabricar em estaleiro nacional, podem não cumprir contrato, parar de montar o “bicho” e fica o casco a meio caminho? essa resolução da Marinha foi excelente, parabéns pela compra!!!!!

      • Cesar A. Ferreira says:

        Pare de tocar o terror, Marcus SIlva!
        Quem lhe disse que estaleiros nacionais não cumprem contratos?
        Nossos estaleiros entregam os navios encomendados e existe uma porção de Supply Vessels fabricados no Brasil operando em nossa costa!
        Você acredita que o acontecido no EISA irá se repetir? O EISA era de propriedade de um aventureiro conhecido…
        Não é o caso dos demais estaleiros.
        O que é contratado é entregue,.

    • Cesar A. Ferreira says:

      Tem…
      Não encomendaram…
      Gerar emprego e renda, fortalecer os estaleiros nacionais não é uma prioridade.

    • A Máquina Troll says:

      “colespir@yahoo.com.br
      5 de setembro de 2017 at 18:42

      Humm
      Nao tem um empresa em SC que fabrica zerinho uns destes??”

      Tem…só que o pais esta tomado por bandidos teleguiados, recrutados e aparelhados por potencia corsária estrangeira…toda nossa indústria e setores da economia serão sabotadas e desmanteladas pra abrir caminho para os estrangeiros tomarem o controle de tudo e o monopólio sobre o mercado consumidor do pais…o problema deste pais não é falta de recursos ou de investimentos…são estes pilantras corruptos daqui que recebem propina pra manter o pais atrasado, sub-armado e subdesenvolvido…apenas como fornecedor de matérias primas e reserva de mercado pra potencia corsária estrangeira que os financiam…é por isso que aqui só “preferem ou escolhem” refugos superfaturados dos eua ou do reino do opio unido…

      O Brasil acabou senhores!!!…Não vejo futuro…O Estado está tomado por criminosos nas três esferas do Poder sendo impossível o Estado de Direito os enfrentar…Acreditava nas Forças Armadas mas ao que parece seus oficiais estão mesmo em conluio com tudo isso…Sem solução…Os que puderem deixar o pais serão os felizardos!…Desejo a todos Boa sorte e que consigam se manter…

      O Brasil se suicidando e segue a Farsa Por Bob Fernandes :

      https://www.youtube.com/watch?v=evEtEzxAWG4

    • Roberto Lopes says:

      Bom dia.
      Você tem razão.
      No Brasil mais de um estaleiro está apto a fabricar navios desse porte.
      Suponho que essa contratação tenha aproveitado o aspecto do preço mais em conta.
      Um abraço.

      • jose luiz esposito says:

        Sr Roberto Lopes , mas farão uma ** Economia ** justamente no OCEAN , estão dando uma desculpa para o TITIO SATÃ entrar com a IV FROTA , a Dupla Entreguista PSDB/ PPS esta de volta !

  2. OK..OK … rapaziada do blog .. vamos dar um desconto para a nossa sofrível e pobre coitada marinha.. rsrs ..
    .
    .
    Enquanto as outras marinhas faz por onde ter um Marinha de primeira linha … uma maratona herculaniana … como fazem as Marinhas chinesa,indiana,americana, russa,inglesas … ufa … em fim .. a primazia nos mares com navios novos de tecnologia atualizada … já a nossa aguerrida e sofrível marinha .. até o momento .. depois do GOLPE ..ela faz das tripas o coração … um verdadeiro trabalho TITÂNICO … para se manter operando nem que seja com banheiras velhas … todo povo não só merece o governo quem tem … mas também a sua a Marinha.
    .
    E imaginar que a alguns anos atrás … se reclamavam como seria feito os vasos de guerra no Brasil … eu disse Brasil e não braZil .

    • Agora me lembrei daquela compra da Argentina de uns rebocadores russos ( Rebocadores Polares Classe NEFTEGAZ ) …. naquele momento havia uns “spefxialistas” que criticou o governo da querida “Cris” … pela compra das banheira velhas russas da década de 80 …rsrsr
      .
      Será que com capo Miché( presidente dos coxas) será diferente? …heheh…pois é … antes de apontar com um dedo indicador ( O dedo do dedo-duro ) para os outros só criticando … lembre que tem quatro dedos apontando para trás .. para o hipócrita …HAHAHAH … coo esse mundo é cruel para certos mamíferos …HAHHAAH..

      • Roberto Lopes says:

        Bom dia, Lucena.
        Desculpe mas preciso discordar.
        Há uma diferença brutal entre os dois projetos. O da classe Neftegaz é 30 anos mais antiquado…
        E a prova disso é o preço das duas aquisições.
        Os quatro Neftegaz custaram aos argentinos 11 milhões de dólares.
        Os três indianos que compramos agora, quase 27 milhões de dólares.
        Isso para não falarmos nos sensores embarcados.
        São, enfim navios muito diferentes.
        Um abraço.
        .

    • O quê está faltando no almirantado braZileiro …. é um cabra da peste que nem o Geddel Vieira …rsrsr … queria ver faltar dinheiro na MB . >:)

    • Amazônia Palpitando

      Por Renato Sant’Ana

      Em 2007, o Brasil assinou A Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, um tratado internacional, concordando com a independência administrativa, política, econômica e cultural das chamadas nações indígenas, passando a vê-las como países autônomos, com leis próprias.

      E, no tocante àquelas que estão em território brasileiro (muitas ao longo dos 16 mil quilômetros da faixa de fronteira), nem mesmo as Forças Armadas “teriam” o direito de entrar em seus domínios. Não é bonitinho? Portas escancaradas para tráfico de drogas, armas e migrantes clandestinos e para a saída do que nos é roubado.

      Acrescente-se que, ao assinar, o Brasil aceitou esta regra que lhe reduz território, limita jurisdição e afronta a soberania: qualquer demanda judicial que envolva nativos, em qualquer parte do mundo, será julgada por cortes internacionais. Mas países civilizados rejeitaram a convenção. Que pensar?

      Com efeito, todos os países que têm pendências dessa natureza – EUA, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e até a Argentina – não se deixaram governar por sentimentalidades de grêmio estudantil, defenderam sua soberania e não firmaram o tratado. Enquanto o Brasil, com nossa diplomacia entregue a um ativista ideológico (Celso Amorim), assinou SEM RESSALVAS!

      E a Amazônia segue sendo saqueada! Roubam-nos desde material genético (da riquíssima e pouco conhecida biodiversidade) até ouro e pedras preciosas (traficados para fora do país sem um centavo de imposto). E a população local submetida a toda sorte de abuso por estrangeiros que vêm explorar nossas riquezas.

      Agora vem Michel Temer com seu famigerado decreto que autoriza a extração mineral em “área de reserva”. E, óbvio, viraliza na internet um vídeo com “artistas” que protestam contra o decreto – que é mesmo ruim. Só que, no vídeo, maquiaram o diabo para ficar mais feio: emocionalizam a questão para ganhar adeptos! Aí não dá! Tem que pôr pressão no governo, sim, mas falando a verdade. Aliás, comecem por esclarecer: onde estavam os articuladinhos em 2007? Por que ficaram calados quando, assinando aquele tratado, o governo de então começou a entregar a Amazônia? O que é mesmo que estão querendo agora, honestinhos?

      Será que a trupe do vídeo entende isto? A solução não é simplesmente o nada confiável Michel Temer desistir do assunto. Porque o Estado brasileiro precisa, sim, ocupar a Amazônia antes de perdê-la em definitivo. Tem muito estrangeiro de olho na imensa reserva de minérios, na abundância de água e na biodiversidade da Amazônia. E muitos já a exploram predatória e ilegalmente.

      O que se deve exigir do governo é um “critério de sustentabilidade” no que quer que se proponha para a região: desde preservar o ecossistema até apoiar os habitantes. Mas isso o videozinho não aborda!

      É questão de soberania nacional, defender o território. Só que… Tem que ser com verdade! É preciso escolher: ou “a causa nacional” ou uma bandeirinha ideológica…

      O escritor William Faulkner, Nobel de literatura em 1949, sempre afirmou sua posição contrária ao envolvimento político de escritores e artistas. Parece que estava certo. Profissionais da emoção movem-se mal no terreno da política, em que há o imperativo ético de seguir a baliza da racionalidade. Poesia é importante, mas não substitui a política…

      Renato Sant’Ana é Psicólogo e Bacharel em Direito.

      Bela herança maldita que o desgoverno anterior dazisquerdas nos deixou…

  3. Cesar A. Ferreira says:

    Quando os argies compraram os seus rebocadores oceânicos do russos foi uma celeuma. Rsrsrs…

    Estes são mais novos, mas estão surrados, afinal, tais empresas usam seus recursos até o osso. Terão de ser todos revisados e reformados…

    Produzimos navios desta classe e superior, não é possível que não haja recursos para compra de navios novos, afinal, o congresso aprovou previsão orçamentária com déficit de até 160 bi!

    • caro Cesar, só rindo mesmo, me perdôe……………..dizer que um navio com 6 anos de uso é usar “até o osso”, é um comentário inexperiente, não? não tem nada de surrado aí, e navio é sempre tratado, a MB vai fazer uma manutenção nestes meios, vai incluir nas cotas de PMG, PDR etcs, pode contar que teremos estes meios como excelente aquisição.
      o que vc diz então das fragatas classe Niterói, que foram fabricadas nos anos 70 e estão até hoje dando um “pau” danado, fazem trecho ida e volta Líbano, mais operações em nosso litoral, então isso que é usar até o osso, ou, NAVIO QUE JÁ MORREU E NÃO SABE, concorda? Veja, se simples navios patrulha classe Macaé são largados ao léu durante suas construções, como temos o caso destes navios com o EISA, com contratos rescindidos sem prosseguimento de construção, que forma melhor de lidar com aquisições do que como esta, de rebocadores novinhos? SIm, há recursos para aquisição de unidades NOVAS, é o que foi feito aí. Excelente aquisição.

      • Cesar A. Ferreira says:

        Não concordo…
        O nível de manutenção destes supply vessels é sofrível…
        A manutenção é mantida no mínimo, pois assim o custo é mínimo… Em dez anos costumam ser substituidos. É a mesma política de locadora de carros…

        Há verba e produzimos vasos melhores, não entendo o fato de não ter sido encomendado novos rebocadores dado a situação dos estaleiros.

        • Caro, de onde vc tira que essa manutenção é sofrível? Já viu o padrão dos cascos desses navios? Vc vê algum sinal de oil canning mesmo em fotos com razoável aproximação? Que partes do navio vc diz que foi gasta até O OSSO? De onde vc tira essa observação? está errado, incorreto…….só posso considerar isso uma trollagem sua, por favor, não faça isso aqui em espaço público não, vc pode estar influenciando pessoas a acreditar na sua falsa colocação, posso até considerar leviano, a Marinha fez uma avaliação nos navios e aprovou. Carro é uma coisa, navio é outra bem diferente, suas colocações são fruto de mero chute. O Brasil não produz nada, não há condições, a corveta Barroso levou 14 anos para sua prontificação, quando estava incorporada ela era 8 anos mais velha do que esses rebocadores que estão sendo comprados. Vc acha o que então da corveta Barroso? Velha, NO OSSO????? Nós no Brasil não temos condições no momento de construir navio de guerra algum. É difícil entender isso????? Por favor, encerre esse seu raciocínio absurdo, e entenda que vc não tem experiência alguma nesse assunto para opinar, por favor, vá fazer verborragia em outro local, ok?

          • Amigo Marcus não perca seu tempo com esse sujeito! Como todo fiel da OrCrim do ABC ele é um incapaz pela lei civil…?

          • Cesar A. Ferreira says:

            De onde tiro que a manutenção é sofrível?
            De quem trabalha no ramo.

            E digo mais, que história é essa de rebocador listado com capacidade de 14 nós e que não consegue navegar acima de 7 nós?

            Há, são quase novos por terem cerca de 6 anos de idade…
            E não consegue navegar acima de 7 nós?

            E aí, mangalão!
            Vai falar o quê?

            E o pior é tergiversar com a Corveta Barroso em uma comparação sem sentido.

            Mas a pérola argumentativa é esta:
            “Nós no Brasil não temos condições no momento de construir navio de guerra algum. É difícil entender isso?????” (…)
            Não, caríssimo, é você que nada sabe para proferir tal besteira. A nação tem estaleiros e capacidade tecnológica para produzir belonaves e não o faz por miopia política e moral.

            Independente da legitimidade do atual ocupante do Planalto, é fato que o mesmo obteve do poder legislativo autorização para elevar o déficit deste exercício para 160 bilhões!
            160 bilhões!

            Outra coisa… A Corveta Barroso levou 15 anos para ser completada e só foi ao mar por pura decisão política, por isto ela foi aprontada e incorporada a Esquadra. Diz ser do meio, mas não é, pois saberia que a belonave em construção é monitorada no tocante a agressividade ambiental e mantida livre desta…
            Que coisa heim?

            A única vantagem de comprar um rebocador incapaz de navegar acima de 7 nós é o preço.
            Pois revisão na parte motriz se faz necessária, por óbvio.

          • Cesar A. Ferreira says:

            S-88 fez tabelinha, percebe-se.

            Marcus SIlva é parte da entidade dos mil nicks, logo vi…

            É mais um nick do doente!

  4. Larri Gonçalves says:

    Houve muita crítica, quando os Argentinos compraram rebocadores usados dos Russos, e agora a MB compra isso, é no mínimo piada, assim não teremos recursos para o Ocean, nunca é hora de contenção de gastos e objetivos claros, agora comprar esses rebocadores… é ruim.

    • esses rebocadores estavam já “na mão” para a Marinha, então considero que foi excelente aquisição. O HMS Ocean ainda é uma incógnita, não sabemos ainda se a MB concretizará a compra. Então foi melhor adquirir logo o que estava a mão, mais certo, e os rebocadores são novinhos, se considerar que foram construídos em 2010, são unidades bem recentes, não tem nada de piada aí, pelo contrário, uma aquisição com bastante maturidade, e a Marinha sabe bem porque comprou estes navios………….

      • Cesar A. Ferreira says:

        Uma compra de oportunidade. só isto justifica a aquisição…
        Ainda mais quando temos estaleiros ociosos…

        • jose luiz esposito says:

          Cesar , escrevas , como FHC que pegou a Construção Naval como a Segunda do Mundo e a Faliu , ela foi novamente Erguida por um Governo que teve defeitos , mas apontou para o Futuro muito Interessante ao Brasil , agora a turma entreguista PSDB/PPS , retomou o Timão da Desgraça ,tudo será destruído novamente , a Desculpa , os nossos Estaleiros não conseguem Construir a Preços Internacionais , mas os nossos Impostos não são internacionais , as nossas Leis trabalhistas , os nossos políticos e o nosso Governo este sim é Internacionalista ( Entreguista ) , aí ele difere dos demais .

  5. Bhaaa…. navio de manobras? melhor seria empregar o valor em algumas OHPs via FMS, negocia direto com Trump que no final vai pagar só um PMG para botar os navios para navegar a contento por mais uns 10/15 anos, os almirantes gordinhos precisão correr atras de meios para começar a trabalhar e perder calorias, tá muito fácil administrar a MB… apesar de escolhas erradas ninguém fica sem receber seu soldo, e ainda reclamam de falda de verba?? falta é gestão.

    • Diego, as OHP estão surradas eem seu estado atual de sensores e armamentos, nada contribuiriam para a MB… se contar que seria caro mantê-las… outra coisa, compra por FMS não se faz estalando os dedos, tem uma baia burocracia…
      Quanto aos soldos, meu caro, essa informação está disponível na internete para consulta, não há mistério…

  6. Surrados estão nossos atuais rebocadores de alto mar, todos com mais de 35 anos. 7 anos (2017-2010) é fichinha.
    Não há como comparar esses com os adquiridos pelos hermanos, que são da idade dos nossos atuais.
    Agora, realmente, se formos pensar em termos de prioridade, a conclusão dos classe Macaé é muito mais importante que isso. Até a conclusão dos PMG de fragatas e subs, que estão na fila, são mais necessários…
    Vá saber…

  7. São equipamentos fundamentais e necessários ao cumprimento da missão da Marinha e praticamente prontos para atuar, tem mais é que comprar mesmo.

  8. Renato de Mello Machado says:

    MB,eu nunca te pedi nada.Faz um favor batiza um deles como “Guarapari”.

  9. …………….acredito que estes rebocadores podem ser artilhados….os hermanos tiveram a idéia de artilhar os rebocadores classe Neftegaz com canhões Bofors 40mm/70 e metralhadoras pesadas de 20 mm são barcos que tbm podem ajudar ainda que a baixa velocidade, servindo como patrulha ….. seria uma boa pra MB que encontra-se numa época de hiperpindaíba fazer o mesmo dos hermanos ……….outrossim uma pintura cor cinza dos barcos da Marinha ficaria bem melhor neles……………..

    • Sim, podem ser artilhados, assim como temos metralhadoras de 20mm nos RbAM classe Guilhem ( 2 navios ) e tbm mesmo armamento na classe de RbAM Triunfo ( 3 navios )……… será que a MB intenciona artilhar com armas mais pesadas que 20mm? E sim, lógico, a MB incorpora estes rebocadores pintando em cor cinza, com as marcas características de nossa marinha e inclusive indicativo visual. São unidades praticamente novas, e dão uma sobrevida e reforço aos outros RbAM incorporados nos anos 1981 e 1987, das classes anteriormente citadas neste post.

    • Roberto Lopes says:

      Dilson,
      Apesar de ter tentado averiguar, nunca pude comprovar que os argentinos tenham passado da ideia de artilhar os navios à prática.
      Pelo que eu sei, eles continuam sem armamento fixo. Você tem outra informação?

  10. Cesar A. Ferreira says:

    Para quem diz saber e dizer-se do “ramo”…

    Estes Suplly Vessels são bem conhecidos e tidos como “bombas”, vivem “quebrados” e são tidos como sub-potencializados… São chamados por “indianos” e correm piadas sobre os mesmos…

    Isto tudo com a Industria Naval capaz de oferecer Rebocadores Oceánicos novos… Se o poder executivo solicitou e foi agraciado com uma previsão legal de déficit orçamentário para o atual exercício da ordem de 160 bilhões, que motivo impede de incluir o valor necessário para a aquisição em estaleiros nacionais de três novos rebocadores oceánicos?

    Alguém pode me explicar?

    • Para quem acha “saber muito” e diz que “contribui”…..

      Existe uma característica de determinados atos administrativos que se chama “discricionariedade” que, grosso modo, representa algum grau de liberdade concedido ao administrador público na hora de decidir. E a discricionariedade é caracterizada pelos vetores da conveniência e da oportunidade. Ao que tudo indica havia uma necessidade premente por novos rebocadores oceânicos nos distritos navais acima citados. E uma vez que deflagrar um processo licitatório iria consumir tempo e mais recursos que uma compra de oportunidade, talvez por isso a MB tenha se decidido pela compra direta dos três rebocadores.

      Ademais não custa lembrar que na obtenção de navios outras marinhas agem da mesma forma. O atual navio de patrulha antártica da Royal Navy, o HMS Protector (A-173), iniciou sua vida operacional como Polarbjørn na Noruega, onde foi construído.

      • Cesar A. Ferreira says:

        Troll reconhecido, desmascarado por entrar aqui com mais de 24 nicks diferentes, faça o favor de se abster de comentar as minhas intervenções.
        Não dialogo com pessoas mentalmente doentes, que é o seu caso.
        Fui claro?

        • Já que você não tem argumentos apenas lhe resta fazer acusações falsas contra mim. É o que a sua covardia lhe permite não é mesmo Xarliane?

        • CESAR, o doente aqui é você. Fiz uma solicitação ao Editor Roberto Lopes para banir você aqui do site, travar seu IP, fazer algo para que suas postagens venenosas nunca mais apareçam por aqui. Você foi o único usuário que ví ofendendo outros. Por favor, vá embora, ou aguarde ser EXPULSO DESSA CASA AQUI, QUE É MUITO SÉRIA. Fomos claros também?

      • Exato, a MB vai tentando fazer uma reposição de seus já cansados RbAM,incorporados nos anos 1980 e dessa forma precisa buscar soluções para substituição das unidades que atendem necessidades do SALVAMAR.

    • O que vai se explicar aqui é sua alcunha ILYA EHRENBURG, utilizado pelo perfil de usuário neste site como CESAR A. FERREIRA. Vejamos, o cidadão se intitula com um nickname de “escritor soviético”, apesar de ter sido banido do sistema comunista, fez parte dele. Ora, se o doente do CESAR faz apologia ao comunismo, só posso entender que vem aqui para propagar essas idéias. Já o ví em outros sites se regozijando de ter sido expulso de outros fóruns, porque se considera um bastião da revolução, do descompromisso com regras e outras fanfarronices.
      Um sujeito que deliberadamente faz comentários com intuito de difamar as decisões de nossas autoridades navais, vem aqui TROLLAR com objetivo único de tentar abater o moral ou da tropa, ou da audiência dos assuntos nacionais. Mas o TROLL é assim, ele tenta fazer com que a audiência séria caia nas suas armações, e minha intenção única é dizer as pessoas que não ouçam o besteirol deste usuário CESAR A. FERREIRA, um doente comunista, um verme em capa de vírus que tenta se infiltrar em locais. As informações trazidas por ele são de mera invencionices, faz-se dizer mal das características do navio exclusivamente para TROLLAR.
      É um seguidor de práticas comunistas, um fanfarrão, cujo único objetivo é desacreditar todos os assuntos que regem o bom emprego de armas nas FFAA brasileiras, a partir de técnicas TROLL, que podemos ver nas suas palavras. Ele foi visto em outros sites trollando a aquisição destes 3 navios AHTS, inclusive fazendo afirmações venenosas e infundadas, de que os navios são lixo, estão em condições irrecuperáveis, que tem problemas de máquinas, empenos de eixo, que não alcançam velocidades acima de 7 nós, de que estão NO OSSO, quando sabemos na verdade que os mesmos foram inspecionados e aprovados pela MB, e dessa forma estão sendo adquiridos.

      AGORA FAÇO UM APELO DIRETO AO EDITOR ROBERTO LOPES, PARA QUE IMPEÇA AS POSTAGENS DESSE USUÁRIO. Venho desta forma solicitar ao editor Roberto Lopes que impeça as postagens desse usuário, e que ele seja banido deste site, cujas colocações deste não irão agregar nenhum tipo de conhecimento, ou mesmo fomentar o bom diálogo, e que já está causando celeumas, o que considero prejudicial ao bom andamento dos assuntos de notícias deste site. E respeitosamente faço isso, aguardando seu melhor julgamento.

    • CESAR, ninguém vai te responder isso, mesmo que saiba. Esse tipo de informação eu só dou quando você for banido aqui do site. Me fiz claro? Você quer que eu repita ou entende na primeira vez que se fala?

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