Defesa & Geopolítica

Marinha diz que o MANSUP não é um projeto obsoleto e que sua industrialização vai coincidir com a execução do projeto das corvetas Tamandaré: ‘timing adequado’

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Mockup do MANSUP

Por Roberto Lopes

 

 

“A MB considera o projeto factível. O emprego de mísseis superfície-superfície de médio alcance não perdeu sua importância, apesar dos grandes fabricantes estarem concentrando seus produtos em alcances superiores a 100 MN (milhas náuticas)”.

É assim que começa o curto texto liberado pela Marinha para a coluna INSIDER, há cerca de dez dias, diante de um questionamento da coluna acerca de o projeto MANSUP (Míssil Antinavio Superfície) – que a Força Naval desenvolve há, pelo menos, 12 anos , para operar como uma versão melhorada do conhecido engenho francês Exocet MM-40 –, ainda poder ser considerado “factível” (exequível) “do ponto de vista da produção e da modernidade do armamento”.

A resposta da Marinha foi honesta ao lembrar a tendência “dos grandes fabricantes” em fabricar armas anti-navio de alcances “superiores a 100 MN”, ou seja, acima dos 185,2 km.

Nos círculos navais internacionais é dado grande destaque aos chamados mísseis de cruzeiro superfície-superfície, como o P-800 Oniks (código Otan SS-NX-26), de quase 9 m de comprimento e 3 toneladas de peso (ogiva explosiva de 250 kg) – classificado pela  Autoridade Principal de Mísseis e da Diretoria de Artilharia do Ministério da Defesa da Federação Russa como Projeto 3M55.

Operacional desde 1999 (e fornecido a clientes estrangeiros com o nome Yakhont), ele usa um propulsor à base de querosene líquido que lhe proporciona velocidade na faixa do Mach 2.5 e, dependendo da altitude do voo, permite atingir alvos marítimos a distâncias entre 120 e 300 km.

Só como comparação: de acordo com informações ostensivas da própria Marinha (que podem não ser absolutamente exatas), o MANSUP cortará os céus à velocidade (subsônica) de 840 km, transportando uma ogiva incendiária/termobárica de 150 kg, por uma distância de até 70 ou 75 km (diferença que corresponde ao voo do míssil com o motor já apagado, após 300 segundos de queima, compensando a queda de velocidade para se manter no ar e na trajetória).

Diagrama simplificado do MANSUP

Outro modelo de míssil de cruzeiro mar-mar não-Ocidental, é o afamado indo-russo PJ-10 BrahMos (acrônimo formado a partir dos nomes dos rios Brahmaputra, da Índia, e Moskva, da Rússia).

Fabricado pela Brahmos Aerospace Private Limited – segundo dizem observadores ocidentais a partir do SS-NX-26 – esse vetor ligeiramente mais curto no comprimento ( 8,4 m) poderia alcançar alvos entre 300 km e 500 km.

“Timing” – O esclarecimento da Marinha recebido pela coluna INSIDER prossegue:

“A última etapa do projeto de desenvolvimento do MANSUP, a qualificação e industrialização têm o seu encerramento previsto junto à execução do projeto de construção das Corvetas Classe “Tamandaré”. Portanto, o timing é considerado adequado, do ponto de vista da produção e da não obsolescência da arma”.

Concepção do que pode vir a ser o armamento das Corvetas Classe Tamandaré

O problema, nesse particular, é saber de que “execução do projeto de construção” das corvetas a Comunicação Social da Marinha estará falando?

Possivelmente, nem ela mesmo sabe ao certo.

A primeira previsão era de que as corvetas começassem a ser produzidas em 2019, para que fossem entregues no intervalo de 2022 a 2025. Mas essa estimativa ainda está valendo?

No papel, talvez, mas nos bastidores da Força o que se comenta é que, em face dos contingenciamentos de verba e da irregularidade da liberação de recursos, dificilmente o primeiro navio poderá ser entregue ao setor operativo da Marinha antes de 2024 – o que alargaria o prazo de recebimento até o ano de 2027 ou 2028.

Retrabalho – O Comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira, tem a expectativa de que já no próximo ano sejam encerrados os ensaios com o Modelo de Teste de Voo (MTV), e aconteça o início da fabricação dos três protótipos, o que permitiria que eles fossem testados até o mês de outubro de 2018.

Mas Leal Ferreira alimenta certos temores, como a eventual necessidade de um “retrabalho” dos componentes do míssil – que, por estar sendo submetido a um processo de desenvolvimento demasiadamente longo, arrisca empregar sistemas que vão se revelar tecnologicamente defasados (a “cabeça buscadora” do míssil foi desenvolvida no período de 2011 a 2014).

Nesse caso, a Força Naval precisaria gastar mais tempo e dinheiro na refação dos sistemas desatualizados.

Leal Ferreira também se preocupa com a perda da capacitação técnica das empresas envolvidas no projeto do MANSUP (Avibras, por exemplo), e a possibilidade desse vetor chegar ao mercado internacional muito depois que as marinhas que hoje usam o Exocet  MM40B1 e B2 (como Peru e Chile, por exemplo) já tenham optado por outros sistemas bem mais modernos e confiáveis.

72 Comments

  1. Pingback: Marinha diz que o MANSUP não é um projeto obsoleto e que sua industrialização vai coincidir com a execução do projeto das corvetas Tamandaré: ‘timing adequado’ | DFNS.net em Português

  2. ……………..tomara que o Almirante tenha êxito em implementar na MB tudo o que está descrito acima…….”forças ocultas” conspiram contra. …….lamentável…………

  3. O MANSUP não é obsoleto e o Aitolá do ABC é a alma mais honesta deste mundo….

    E viva os escombros do “Brasil-PuTênfia”….

  4. Bem, estão dando um jeito de inundar o barco.

    Sempre assim. Obsoleto!!!!!! A mesma coisa que dizem sobre todos os projetos tocados no Brasil.

    Já vão dizer que as Tamandarés são obsoletas.

    Normal, isto é Brasil!

    • Como conceito o MANSUP é obsoleto sim Fernando! A tendência é que os principais vasos de guerra usem SSMs com alcance de no mínimo 100 NM, como é o caso das últimas versões do Harpoon, do Exocet MM40 Block 3 e dos mísseis russos. E cabe lembrar que a Marine Nationale e a RN vão estar equipadas em 2030 com o Perseus, Supersônico e com alcance de 300Km.

      • Para um pais como o nosso este projeto é bom, pois gera capacitação técnica que é o mais importante, a partir dai podemos estudar tecnologia reversa e mais para frente produzir um míssil de ultima geração.

        Se for para reparar em erros e atrasos, mais errado que os AMX estarem operando desde seu lançamento sem misseis anti navio e voltados mais para operações terrestres não tem igual, as vezes penso que nossos militares precisariam começar do zero.

  5. ………….claro evidente e lógico que o MANSUP NUNCA foi obsoleto….o que se tem que fazer é botar dinheiro pra aperfeiçoa-lo cada vez mais….porém com o ministro da fazenda restringindo a verba pros projetos militares a situação fica cada vez mais precária….além do mais o cidadão quer aumentar impostos….aí complica mais ainda……………

  6. Tudo tranquilo, o missil vai ter que passar por um retrofit pelo tempo parado do projeto e isto pode resultar na adequação frente as novas e atuais tecnologias o que pode implicar no aumento de seu alcanse e só o fato de se fabricar localmente já nos deixará aptos a projetos mais ousados e modernos.

  7. Sinto cheiro de sabotagem e desperdício de dinheiro nacional nessa afirmações ( como sempre acontece nesse bananal).
    O projeto do Marlim (MANSUP-1) é de extrema importância para um país sério e que almeja sua independência tecnológica e bélica, mas para países como o Brasil não acredito que seja.
    Mesmo entrando no mercado defasado com as tendências mundiais,esse projeto gera capacidades em áreas como navegação e controle, cabeça de busca (sheeker), explosivos (termo báricos), comunicações (data link) etc..
    Tudo que poder e deve ser empregado em uma futura ( espero que não demore muito) versão de longo alcance desse míssil, quem sabe uma versão naval do MT-300 Matador da Avibrás ?
    Isso para não falar na independência nessa importantíssima área da defesa nacional, pois quem fabrica não sofre restrições de emprego e exportação ( vide exemplo da Argentina no caso Malvinas ).
    Mas aparenta que os entreguistas de plantão, estão articulando para jogar mais uma “pá de cal” em mais esse importante projeto nacional, assim como fizeram com muitos outros projetos.
    Espero que nessa atualização critica do Marlim ( MANSUP), a MB caia na realidade e retire do projeto ex empresas nacionais hoje em mãos das multi estrangeiras ( Onimisys etc..), revivam a Mectron e capacite e inclua outras empresas nacional no projeto, tornando o mesmo 100% nacional novamente.
    Empresas como Avibrás, Xmobt,s, Flight tecnologies, Mectron etc..

  8. O Brasil querendo colocar um opalão pra correr as mil milhas da Indy. Como sempre, alguém mal intencionado vai estar levando alguma vantagem nessa história.

  9. Na realidade, o Brasil em a cara do Brasil.

    Projetos importantes para a nação, mesmo com um nível tecnológico um pouco inferior são abandonados.

    Nunca se pensa no futuro, numa nova GERAÇÃO.

    Apenas se sentencia! Para o Brasil NÃO SERVE!

    Bem, a solução??? O americanos tem navios, tanques, caminhos, fuzis, granadas, etc, etc, etc

    Vamos lá nos infinitos estoques deles pegar um material USANDO, para não dizer ANTIGO.

    Mas, como alguns dizem, MUITO MELHOR DO QUE TEMOS.

    A questão não é isso!

    A questão é! Por que, neste país, não desenvolvemos nada. Por que, não investir mesmo que seja uma tecnologia inferior e ir aperfeiçoando no transcorrer dos anos?

  10. A minha humilde opiniao antes esse dq nada. Sobre o gripen a mesma coisa antes gripen ng dq nada…

  11. Prezados,

    O conceito pode ser antiquado. Mas isso não importa se o míssil for barato e estiver presente em grandes números ( principalmente se houver versão lançada do ar ).

    Por hoje, já estamos entrando na era da hiper-saturação. Isso significa que ter apenas dois ou três misseis aproando para o alvo não é mais garantia de sucesso no futuro previsível… Daqui por diante, deverão ser ao menos 5 ou 6 mísseis por embarcação. Logo, quantidade é fundamental, assim como preço…

    Uma variante lançada do ar poderia permitir lidar com qualquer força do mar que não estivesse adequadamente protegida pela presença de uma força aeronaval, mesmo considerando o alcance de 75km.

    Lembremos que sempre é possível manobrar abaixo do horizonte radar e aproximar-se sem ser localizado. Vindo a aproximadamente 800-900 metros de altura, é possível aproximar-se a essa distância de lançamento, lançar o petardo e bater em retirada indetectável.

    Não faço muita conta de uma variante lançada de submarino, já que o lançamento poderia expor a posição deste, mas seria interessante também… Considerando a capacidade dos sonares passivos atuais em submarinos ( localizar pelo som a distância de até 50NM em condições ideais ), o míssil poderia propiciar pronta resposta em uma situação na qual o submarino esteja ordenado a interditar uma zona naval, obstruindo qualquer espécie de tráfego ( o que seria uma situação extrema ).

    No mais, entendamos que é um primeiro passo que tem que ser dado, independente de ser ou não obsoleto…

  12. Isto ainda é parte pesadelo causado pela pior administracao da MB desde sua criação, a do ” imperador e seus miquinhos amestrados que seguindo as ordens do pior é mais corrupto governo instalado neste país, o dos petralhas da ORCRIM entregou um projeto desta magnitude na mão da empreiteira “companheira” que entendia tanto de mísseis quanto o Roberto Lopes de física quântica, foi para o beleleu e está com a diretoria no xilindro.
    Tenho pena do Com Leal Ferreira que tem a missão de desarmar todas as bombas armadas pelo imperador e sua quadrilha.
    Recentemente, no exercício míssilex x 2017, ficou comprovado que estes MM 40 de primeira geração são incapazes de acertar a bunda de elefante pegando fogo na Bahia da Guanabara, todos os dois erraram o alvo.
    Até o MAN ficar pronto sugiro ligarem para Hrinak da Boeing, que eles têm um MAN lá que funciona e cumpri a missão.

  13. Para a “Sra” Hrinak da Boeing.

  14. Esse míssil é baseado no Exocet MM40 block I desenvolvido a 50 ou 60 anos atrás tecnologia defasada é desenvolver essa versão e partir para uma mais moderna com alcance melhor.

  15. São esses projetos que deveriam estar recebendo a prioridade dos recursos para desenvolvimento nacional. Não a construção de plataformas, mas sim o armamento, com ele podemos ter qualquer plataforma comprada de fora, só precisando fazer a integração, o fornecedor se recusando, sempre vai ter um concorrente atrás de lucro que vai aceitar.

    • A Máquina Troll says:

      COMO SEMPRE DIGO!…NÃO TEMOS NACIONALISMO!..PREFERIMOS E DAMOS VALOR SÓ ÀS COISAS QUE VEM DE FORA….O brazil é uma Ferrari pilotada por macacos!….

      • “O maduro está preparadíssimo para implantar a democracia na Venezuela”. lula.

        Vamos contratar o piloto maduro pra conduzir nossa Ferrari. Quem sabe isso agrade vc. Pelo menos teremos uma ditadura socialista de dar inveja aos Russos e Chineses no quesito GENOCÍDIO. kkkkkkkkk

  16. Um grande entrave para industria belica nacional e ficar presa ao eixo Europa-EUA, se nos temos boas relacoes , com russos e chinese por que nao aprofundar no campo belico?. Ainda e o pensamento esquerdofobico? De qualquer coiaa de la e lixo comunista? E muito atraso de mentalidade.

  17. concordo com todos os comentaristas que ainda sonham na possibilidade de termos e darmos prosseguimento à melhorar nossa Indústria Nacional de Defesa. Temos de dar prosseguimento a este projeto do Mansup, bem como outros que estão engavetados.

  18. Vejo trabalho ativo para parar nossas conquistas e nos colocar de joelhos.

    • A Máquina Troll says:

      Aqui só se investe no maldito futebol para desviar a atenção dos trouxas…

      • “QUEM NÃO GOSTA DE FUTEBOL, BOM SUJEITO NÃO É/ OU É RUIM DA CABEÇA OU DOENTE DO PÉ.” 🙂

      • O futebol mais caro do mundo está na Europa (Espanha, Itália, Alemanha, Inglaterra, França…)
        É pra lá que vão todos os jogadores brasileiros.

        Se o problema fosse futebol?

  19. Espere, entendi direito? A Marinha pretende vender esse missil para Marinahs estrangeiras? Isso mesmo? Concorrer com MBDA, Rautheon, Saab, Kongsberg e os consórcios russoindiano? É isso mesmo?

    • A Máquina Troll says:

      Espere, entendi direito?…vc acha que a maior parte dos países do globo tem condições de bancar estas porcarias caras de vitrine? É isso mesmo? pff..

  20. A Embraer não começou sua trajetória de sucesso vendendo jatos comerciais de última geração. Começou timidamente, desenvolveu o Brasília e fabricou sob licença aeronaves estrangeiras (Neiva). Ganhou conhecimento, musculatura, e só então alçou voos mais altos.
    O ManSup me parece adequado sob essa ótica. Um bom “começo”, que precisa ser trilhado. Nada impede que a frota de superfície tenha outros modelos (harpoon, MM40III, e RBS15, meu favorito).
    Se terá ou não mercado, depende do seu preço e eficácia. Só o tempo dirá.
    Para aqueles que dizem que 70Nm é pouco, lembrem-se que nossa artilharia costeira data da IIGM, e não alcança nem 15km. Algo com 5 vezes esse alcance me parece bem melhor. Espero que levem isso em consideração, e que se desenvolva uma versão de lançamento terrestre para a defesa costeira.

  21. Gente não é porque marinhas estrangeiras seguem uma tendência que nossa marinha deva seguir.
    Hoje os sensores de nossos navios conseguem rastrear alvos até 60/70 km; daí a capacidade do Marlim (MANSUP )está atrelado a esse limite;marinhas mais modernas possuem inúmeros recursos que estendem o alcance de seus sensores para além de 150 km.
    Caso futuramente a MB encomende a versão naval do radar nacional SABER-M200 (com alcance máximo de 300km) aí se fará necessário um míssil com esse alcance.
    Vale salientar que estamos desenvolvendo o Matador (Avibras MT-300), que possui 300km de alcance e que segundo informações do diretor da empresa; para que o míssil ataque alvos móveis será necessário incluir no mesmo uma cabeça de busca (ou seja seeker radar semelhante ao do MANSUP ).
    E vale salientar que com o projeto Marlim, teremos capacidades de desenvolver versões aero lançadas e submarino lançadas do além de outras qualificações que falei.
    Temos inúmeros projetos de mísseis; basta vontade de fazer e adquirir.
    Agora esse papo que a marinha de primeiro mundo está usando aeronavios como os dos vingadores e a nossa tem que seguir a mesma coisa , para mim não passa de desculpas para sepultar em o programa em detrimento de algum lixo importado.
    Prefiro mil vezes ter 10.000 mísseis Marlim (MANSUP ) do que ter 100 míssil moderno e importado.
    Vou contar uma história breve,durante muito tempo pá ex união soviética por não fazer frente a capacidade científica americana fabricava equipamentos em maior número que seu adversário.
    Ou seja para cada navio moderno americano os soviéticos fabricavam 5.
    Isso se chama ataque de força bruta; não temos capacidade financeira para ter o supra suma da tecnologia,então temos que fabricar muitos equipamentos que tenham capacidade válida de sobrevivência.
    Pois por serem um pouco de fadados são mais baratos para se fabricar podendo ser fabricados em grandes quatro ades.
    Não caiam no papo dos entregues tas de plantão, tenham senso crítico e saibam julgar.
    Concordo com o amigo Caio; o maior entrave do Brasil e viver lambendo botas de americanos e europeus ocidentais.
    Temos que abandonar essa gente e nos voltar para nossos vizinhos;que também possuem ótimos projetos !

    • A Máquina Troll says:

      Em um pais onde é cultural se levar vantagem a todo custo sempre vence quem financia governos corruptos…Quem pode com o oligopólio das grandes multinacionais estrangeiras que para obter lucro compram a tudo e a todos…de um jeito ou de outro…por bem ou por mal!..é por isso que o brazil é um pais que não tem inimigos externos…E nem precisa…O próprio brazileiro é inimigo…mais que suficiente…para o próprio pais…

  22. A Máquina Troll says:

    Não dá pra se construir nada de verdade neste pais….

  23. A Máquina Troll says:

    Tudo que é para o nosso pais crescer estes pilantras mal intencionados taxam de comunista/esquerdismo…

    • A Máquina Troll says:

      Correção : Tudo que é para o nosso pais crescer estes pilantras mal intencionados AGORA taxam de comunista/esquerdismo…

    • A Máquina Troll says:

      esses imbecis de ultra direita que enaltecem e idolatram os eua são um câncer…qualquer fato mostrando os podres e todo o mal que fizeram e ainda fazem ao nosso pais eles tapam os olhos e os ouvidos para todas as evidências e continuam vomitando asneiras e defendendo essa gente pária e maldita…é o resultado do nosso pais não ter um sistema de educação de qualidade…a ignorância da história permite o brotamento desses cretinos….

      • ultra direita ? são uns analfabetos políticos entreguistas e separatistas torcem para o brasil se dividir

        não tem nada de direita neles eles surfam entre esquerda e direita

        veja o sionista que muda de nick name todo dia e fala com ele próprio ele é eleitor do psdb , que direitista é esse ?

        na verdade quanto pior melhor para eles pois já se venderam para os gringos ganham dinheiro com a desgraça alheia

        • Responde ai pézito: porque os magnatas judeus de NY financiaram Lenin e o PC da Rússia para a implantação da revolução comunista? Se vc souber a resposta vou concluir que vc não é um completo boçal como faz parecer.

  24. Bom, fatos:

    Todos sensores de busca de nossos navios tem alcance superior a 100 MN, e não 60 km como falou o cidadão acima,e aí da, podemos utilizar os Lynx e os SH 69 como OTHT, que alonga ainda mais o alcance dos olhos da esquadra, portanto nesta parceria caracu, vamos ter lá por 2025:algo que era o top no final da década de setenta, ou seja us 40 anos de atraso.
    Não dispor hoje sem um MAN com alcance superior a 100MN, capacidade dual de ataque ao solo, motor turbo game, mesmo q em pequenas quantidades demonstra o ponto de insolência que o ranço ideológico pseudo nacionalista levou. MB.
    A culpa como alguns seres iluminados tentam apregoar não é duzamericanu marvadu e sim decisões erradas tomadas no passado.

    G abraco

    • Roberto Lopes says:

      “Parceria Caracu”, Juarez…
      Mas concordo com o aspecto que você levanta do envelhecimento dos nossos sensores.
      Acredito que isso não preocupe muito porque não estamos sob ameaça alguma nesse momento. E os nossos vizinhos estão muito (mas muito mesmo) piores do que nós.
      É isso que nos permite avançar em investigações científicas, engenharias reversas e desenvolvimentos de equipamentos que alguma vez, no passado, foram importantes.
      Se estivéssemos sob ameaça, ou alimentando alguma rivalidade (como acontece, hoje, entre Colômbia e Venezuela, ou Chile e Peru) creio que estaríamos comprando sistemas mais atualizados.
      Penso que a equação é essa.
      Abraço.

  25. Bom, fatos:

    Todos sensores de busca de nossos navios tem alcance superior a 100 MN, e não 60 km como falou o cidadão acima,e aí da, podemos utilizar os Lynx e os SH 69 como OTHT, que alonga ainda mais o alcance dos olhos da esquadra, portanto nesta parceria caracu, vamos ter lá por 2025:algo que era o top no final da década de setenta, ou seja us 40 anos de atraso.
    Não dispor hoje sem um MAN com alcance superior a 100MN, capacidade dual de ataque ao solo, motor turbo game, mesmo q em pequenas quantidades demonstra o ponto de insolência que o ranço ideológico pseudo nacionalista levou. MB.
    A culpa como alguns seres iluminados tentam apregoar não é duzamericanu marvadu e sim decisões erradas tomadas no passado.

    G abraco

    Então caro amigo Juarez,temos que abandonar de vez mísseis sub sônicos e adquirir dos gringos mísseis super sônicos,canhão laser, canhão magnético e botar em alguma lata velha flutuante que encomendarmos deles, ou mesmo nessa nova modernização de meia vida das Níterois rsrs.
    Ai pergunto, com que dinheiro faremos isso?
    A que custo para nossa soberania?
    Quanto valerá nossa re escravização?
    Vale a pena sermos sempre exportadores de comodties?
    O que faremos com nossa P&D e todo dinheiro investido nela,jogar fora mais uma vez?
    E se formos atacados por algum “parceiro” do fabricante do equipamento, qual será atitude tomada do mesmo? ( Lembre-se do caso Malvinas e os Argentinos com seus Exocet,s)
    E de onde tirou que o alcance dos sensores de nossos navios vão além de 100MN ?se o próprio comandante da MB informou que os mesmo estão com alcance entre 60/70 km !
    Sabe de alguma informação sigilosa sobre a capacidade de nossa MB que não sabemos ?
    E por ultimo caro amigo, os Americanos e Europeus são o problema sim,pois quem não quer concorrência não ajuda a desenvolver o concorrente.
    Lembre-se do caso ” Antena de busca do MAR-1″, onde ao desenvolver o míssil a Mectron buscou no mercado americano a antena do mesmo, como sempre nos foi negado pelo departamento de defesa daquele país; alegação ” esse tipo de armamento é inadequado para um país como o Brasil” !.
    Esse é apenas um dos exemplos dos entraves para se desenvolver e fabricar tecnologias criticas aqui na terra das bananas de pijamas.
    Percebe-se que além de auto sabotadores, corruptos, ignorantes por natureza, o brazileiro ( como disse nosso amigo Máquina Troll, e assino embaixo), tem memória muito falha, e se esquece ou nunca aprende as lições que a vida ensina.
    Ou então sofre de complexo de Estocolmo, onde por sofre vários anos com a opressão passa a sentir afeto por seu opressor ( aqui chamamos de mulher de malandro mesmo kkk).
    Obs: Todos os questionamentos feitos por mim a vossa pessoa tem ligação direta com o desenvolvimento bélico, pois seus benefícios são sentidos em diversas áreas, incluindo as descritas por mim acima.
    Abraços !!

  26. o governo entreguista já querem melar o programa

    mas esperar o que dos golpistas pmdb e psdb entreguismo e lesa pátria a milhão

    mas foi a matéria que achei mais realista sobre a marinha
    sim é outra noticia ruim NAO TEVE NENHUMA BOA ,mas dessa vez não teve como ficar escondendo a verdade

    qual é a verdade ?
    o governo atual é um lixo .
    o governo atual não vai ajudar em nada .
    o governo atual vai desmontar as forças armadas pois tem medo dela

    mesmo se fingindo de direita e com esses discursos ridículos igual o doria baiano da gema

    as pessoas acordaram ,mas agora é tarde já elegeram um juiz no moldes do Gilmar mendes , já trocaram o pgr , e já trocaram o comando da federal tem a abin do seu lado etc etal

    então so noticia de desmonte

    então essa foi a matéria que menos tentou CAMUFLAR O DESMONTE ,e mostrou que vai ser destruído tudo que foi conquistado

    IGUAL A MONARQUIA antes tarde do que nunca !
    agora falta os comandos militares acordar

    estão pensando agora em militarizar a fronteira com a Venezuela

    a uns meses atrás escrevi eles querem uma guerra latina e brasil como ponta de lança ,mas o comando militar parece que vive em outro mundo igual falou a politica ALEMA
    eles os entreguistas não querem apenas uma guerra depois dessa guerra começar falaram assim :
    vejam eles não conseguem manter o patrimônio da humanidade amazonia
    temos que tirar deles

    nessa hora o exercito marinha aeronaltica estaram defasados ,rachados ,e voltara a se falado em INTERNACIONALIZAÇAO DA AMAZONIA !!!

    igual na época do FERNADO HENRIQUE CARDOSO ,

    o plano deles nunca jamais mudou entregar o CLA , entregar a amazonia , vender todas as multinacionais brasileiras , guerra civil , separatismo , miséria e fome , semi escravidao
    brasil colônia

  27. Fox, eu não disse que não se deva ir adiante com o desenvolvimento de um MAN nacional em detrimento de comprar pronto. Eu disse que deveríamos possuir no paiol uma quantidade mínima de mísseis modernos que nos propiciasse manter a doutrina operacional atualizada, e não continuassemos a treinar como a 40 anos atrás.
    As duas coisas podem conviver paralelamente.
    Para comprovar o que eu estou dizendo,. MB fez um exercício a há uma semana atrás aonde foram lançados dois MM 40 tendo como alvo o casco da fragata Bosisio, ou seja, um navio parado, sem defesas, moribundo. OS DOIS Exocet erraram o alvo.
    Gostou, ou quer mais…..?

  28. Roberto, o termo “caracu” se deve que como tu bem sabe, a MB, a época foi chantageada pela MBDA que não queria cooperar para revalidar os MM 40 block 1 e sim vender os novos. A marinha mandou os Franceses catar coquinho a época e iria comprar o Harpoon, que viria de barbada, então tiraram o coelho da cartola chamado TOt para produzir um MAN, que foi na verdade mais um “faz de conta” para turminha embolsar um pixuleco.

  29. Concordo com o Sr Juarez quanto à questão de qualidade e ao Sr. Foxtrot quanto à quantidade. Podem, sim conviver paralelamente . Engenharia reversa também deve ser revista ao adquirir o armamento e torna-lo viável. Existe a questão da curvatura da terra que se não me engano o Mansup se encaixa muito bem na doutrina que a MB se propõem. Alguém pode me explicar? Abraços.

  30. andrepoa2002 says:

    Como sempre, o Brasil segue deitado em berço explendido..

  31. Caro Juarez se não me engano o MANSUP (MARLIM ) não é semelhante ao MM40-BL1 e sim ao MM40-BL2+, devido as tecnologias atuais empregadas no desenvolvimento do mesmo.
    Vale salientar que o MM40-BL1 foi desenvolvido nos anos 70/80 e de lá para cá a tecnologia evolui muito.
    Vide exemplo do MAR-1 que é baseado em um míssil ant radiação americano de 1960/70; porém como se beneficiou das tecnologias atuais está muito aquem de seu antecessor e gerador.
    Quanto a mísseis de cruzeiro de 300km, temos o Matador Avibrás MT-300, que diga-se de passagem há uma versão que se assemelha muito ao Exocet ; acredito que essa deva ser a versão naval do mesmo.
    Caso não seja, a MB/ FAB deve participar do desenvolvimento do mesmo; para já nascer com versões aero-lançadas e naval.
    A MB deve aproveitar seus sistema SLDM e desenvolver um VLS nacional , assim teremos plenos domínios sobre todo o sistema.

    • Roberto Lopes says:

      Me desculpe, Foxtrot, mas o tal Matador da Avibras ainda é um desenvolvimento, por sinal, de projeto aquém daquilo que o Exército (secretamente) reivindica: alcance de 500 km.
      Alimento grande expectativa sobre esse míssil tático da Avibras, mas é preciso que ele supere a fase de testes e seja considerado (pelo cliente Exército) plenamente operacional.
      Só aí poderemos considerar que temos o “Matador” da Avibras.
      Boa semana.

      • Boa tarde Roberto Lopes
        Seria interessante uma reportagem sobre o desenvolvimento desse eterno projeto AV 300 MT. Há quantos anos se ouve falar do seu desenvolvimento e nada de entrar em operação.
        Sei das dificuldades para se obter / desenvolver essa tecnologia, mas fica difícil acreditar que um dia ele entrará realmente em serviço, assim como o MSS 1.2, MAR 1 e mesmo o A-Darter.

  32. A marinha tem de pressionar o governo pra mais verba , esse projeto não pode parar, as nossas forças armadas estão com projetos estratégicos de defesa da nosa soberania, isso sobrepõe a qualquer outra coisa em países de primeiro mundo, so no brasil é assim , na minha opinião falta vontade política e patriotismo com o brasil , temos que deixar o jargão de que o país não tem inimigos em suas fronteiras pra gastar com militarismo, a verdade e que estamos cercados de inimigos ainda que despreparados e mal equipados, mas e nitido o seu crescimento militar ex Colômbia Venezuela, Bolívia, Peru, chile países com PIB e população inferior a brasileira mais com altos investimento em suas forças armadas, me desculpe falar de politica aqui e fugir do tema mais e revoltante , por último a marinha dizer que o prosub não e obsoleto, e difícil de aceitar mas , a nossa vantagem sera quando dominarem completamente a tecnologia a partir do primeiro ja absoleto, e transformalo num matador a longas distâncias.

  33. Na verdade integração teríamos se o MD incorporasse o desenvolvimento de uma versão naval do MTC-300 da Avibrás, do projeto ASTROS 2020, o qual já é turbojato e de alcance (inicial) de 300km; mas “interoperabilidade” é palavra fácil apenas em palestras…

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