Defesa & Geopolítica

LEITURA DE SÁBADO: Perda de Oportunidade! Em giro pela Europa, ministro da Indústria de Defesa australiano discutirá com poloneses o destino das fragatas usadas que interessam à MB…

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A “Melbourne”, um dos navios que interessa à Marinha do Brasil, mas parece perto de integrar a frota polonesa

Por Roberto Lopes

 

 

Uma reportagem da jornalista Amelia McMahon publicada nesta quarta-feira (01.11) pelo site australiano Defense Connect, informa que o destino das três fragatas tipo Oliver Hazard Perry construídas em território australiano no início da década de 1990 estará na pauta de um encontro que o ministro da Indústria de Defesa da Austrália, Christopher Pyne, terá, ainda esta semana, com autoridades do governo polonês.

A reunião acontecerá durante a viagem que Pyne cumpre, atualmente, pela Europa.

Em março deste ano, no decorrer da conferência Safety Forum 2017, realizada na cidade de Szczecin (junto ao Mar Báltico e à fronteira com a Alemanha, no extremo noroeste do território polonês), o presidente do Comitê da Defesa Nacional do Parlamento polonês, Michal Jach (foto), declarou que “a aquisição de fragatas Adelaide usadas da Austrália representaria um grande upgrade para a Polônia, aumentando a capacidade de combate da nossa Marinha”.

Brasil – A 5 de outubro passado, a coluna INSIDER noticiou, com exclusividade, que também a Marinha do Brasil (MB) deixou-se atrair pela ideia de ficar com as OHPs australianas.

Um texto publicado sob o título EXCLUSIVO: COMPRA DE OPORTUNIDADE! MB mostra interesse pelas fragatas porta-mísseis australianas da classe Adelaide (OHP), que serão desprogramadas no fim desse ano, deu conta de que os três navios foram modernizados no ano de 2000 (veja o infográfico abaixo), e que os chefes navais brasileiros haviam feito os seus colegas australianos saberem da sua vontade de examinar a compra das embarcações.

Uns dias mais tarde, um militar amigo da coluna relatou, por e-mail, que o setor de Material da Marinha do Brasil só aconselhava a aquisição das duas embarcações mais novas dessa classe: a HMAS Melbourne (FFG 05) e a HMAS Newcastle (FFG 06).

Em seu artigo, Amelia McMahon afirma que os navios serão desativados em um ritmo muito mais lento do que se imaginava anteriormente, passível de se arrastar por dois anos – até que a Real Marinha Australiana tenha colocado em serviço os seus três novos destróieres de Defesa Aérea classe Hobart.

Investimento – A articulista lembra que a grande atração da classe Adelaide são os lançadores de mísseis Mark 13, para vetores antiaéreos SM-2.

Fragata “Newcastle”; notar os lançadores de mísseis na proa

A Marinha polonesa já opera duas fragatas classe OHP construídas nos Estados Unidos: a ORP General Kazimierz Pulaski (273) e a ORP General Tadeusz Kościuszko (273).

Da mesma forma que a Austrália, também a Polônia trabalha de forma a ampliar a capacidade das suas Forças Armadas.

Em agosto o governo de Varsóvia anunciou um plano de, até o ano de 2032, injetar 46 bilhões de dólares na modernização do seu aparato militar.

 

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44 Comments

  1. esse nosso ministro da defesa é uma desgraça, burro, e incapaz para a função……. simplesmente!!!!!!!!!!!!!

    • jose luiz esposito says:

      Ele e o outro do Exterior , são completamente Incapazes , então de três quer comprar duas , mas a Polônia quer as três , para quem venderias se fosse australiano ?
      Já este do Exterior , é o Cúmulo da Falta de Inteligência , colocando na Pasta do Exterior , uma Boneca Inflável seria a mesma coisa !

  2. ou já tem type 23 comprada…… e mantendo silencio no radio

    • Roberto Lopes says:

      Boa tarde, Roberto.
      Acho que não é isso não. Os poloneses estavam na nossa frente e nós, simplesmente, não exibimos poder de reação.
      Acho que essa nós perdemos.

      • Os poloneses estavam na nossa frente a muito tempo, foram os primeiros a mostrar interesse por essas fragatas, antes mesmo de Chile e Brasil, soma-se a isso o interesse da Austrália em se aproximar da Polônia, eles estão disputando alguns concursos por lá, o thales hawkei esta em uma disputa acirrada com o ampv rheinmetall e o mowag eagle 4×4, os australianos estão fazendo muito esforço para ganhar esse concurso, no que tem grandes chances de ser a primeira venda desse veículo para o exterior. Diferentemente da Polônia, Brasil e Chile tem muito pouco para oferecer aos australianos no momento, essas fragatas só não vão para Polônia, se os poloneses não quiserem

      • Ricardo André says:

        Boa tarde Sr. Roberto, e as OHPs espanholas, acho que são da classe Santa Maria, qual a situação delas?

  3. …………….bota mais desgraça,burrice e incapacidade nesse traste….esse barbicha só veio atrasar mais ainda o quadro de possíveis compras da MB….obedece de forma servil e aduladora ao carecão da finança…..um bajulador medíocre, um entreguista vaidoso e inútil que nunca fará qualquer iniciativa em benefício das FFAAs….. que castigo pras Forças!!…………..

  4. Devagar com os chingamentos pessoal. Nunca foi política brasileira sair falando a plenos pulmões sobre aquisições militares. Vamos esperar pra ver os próximos capítulos desta estória pra ae sim chingarmos ou não.

  5. O estado brasileiro esta falido. Esqueçam.

    • jose luiz esposito says:

      Esta Falido de Ideias , para os Interesses da Nação nunca houve dinheiro , mas para o Avanço do Legislativo e sobretudo do Judiciário no Erário Nacional , o Dinheiro Jorra !!

  6. alguem disse isso ontem e eu concordei ; a america do sul deveria se unir , criar um caixa e juntos em uma especie de aliança botar grana pra fortalecer nossas industria de defesa e construirmos nossos meios proprios ,,, imaginem laboratorios nossos para projetarmos e construirmos juntos todo tipo de armas e meios para npssas forças ,,, seria maravilloso ,, juntos poderiamos fazer um caça e meios pra nossas marinhas e pros exercitos dos paises da america do sul ,,, temos condiçoes para isso , temos 2 fabricas de avioes , uma de helis (nao e nossa mas poderia ser) temos fabricas de navios (varias) imaginem juntarmos tudo isso e sentar grana nelas , com certesa sairiamos da depedencia do primeiro mundo tecnologicamente de maneira rapida e ate mais barata. mas isso parece impossivel , vivemos numa regiao que nao tem inimigos mas tbem e cada um pra si , nao a uniao nem interesses conjuntos , cada pais compra de um grande da europa ou eua ou da rusia ou da china ,,, dando grana pra eles e nos cada vez mais atrasados … acho que todos os paises com poucas exeçoes da america do sul esta precisando de caças e de barcos de guerra e de tanques de guerra , mas nao conseguimos comprar pois de paises ricos sao caros e teem restriçoes a nos. acredito que seria uma chance de independer a america do sul do primeiro mundo… e ainda poderiamos criar caixa pra todos paises poderem financiar os projetos e suas compras e todos teriam que cumprir metas de compras para os projetos irem para frente ,,, e poderiamos criar tratados de defesas em que todos teriamos os mesmos meios pra defender a nossa regiao,,, se isso acontecesse eu acho que a ingleterra iria ate penser 2 veses em manter a malvinas como colonia deles. e so opniao de um sonhador americano do sul ,, isso e impossivel por causa da politica e dos meios burocraticos de nosso terceiro mundo.

    • jose luiz esposito says:

      A pouco se tentou isto , em parte ficou somente no PAPO , e por outro lado os COLONIZADOS se Revoltaram ; ** MAS COMO SEM TIOZINHO SATÃ ** , é coisa de COMUNISTAS , etc , lembram ???!!!

  7. Sobre o Ministro da Defesa do Brasil, o cidadão tem o curso de psicologia “incompleto”, o que para mim já demonstra o seu “conhecimento”, trata-se de um cidadão despreparado e um tapa-buraco da atual gestão.

  8. …………..o Estado Brasileiro não está falido…..apenas e tão sómente apossaram-se do dinheiro sob o “argumento” de que a “crise” ( que crise, se ela não foi AUDITADA?) imporá “contingenciamentos” e aumento de impostos …..isso é conversa pra boi dormir….o carecão não quer soltar o dinheiro porque “pensa” que as FFAAs.no Brasil são só adorno, pra enfeite, emfim, pra dizer “que tem”…ele respeita as do seu patrão, os Estados Unidos….. no entanto às FFAAs. daqui olha com desprêzo a ponto de cortar a verba….pra vigia-las botou um cidadão que finge empenho em satisfazer algumas petições”possíveis de serem atendidas” na base do “talvez”, “vamos ver isso”, “quem sabe…se fosse possível” e outras respostas clássicas de enganação e má vontade…ora, dessa forma as FFAAs brasileiras ficarão iguais as do Paraguai ou Uruguai…..outrossim,SE (digo SE) se por um acaso milagreiro haja certeza de que o dito cujo comprou as Type 23, não se deve pensar que ele é um herói….ele não fez NADA MAIS que sua obrigação…….”esperar pra ver os próximos capítulos”??? bom tem quem espere…infelizmente,somos um país de tolos…………..

  9. E Ainda querem um Pais Forte Produtivo e Soberano para as Nossas Futuras Gerações.
    Ficar comprando Equipamento Usado de outras Nações.Esvaziando Cofres e Material Humano para as Empresas Estrageniras.
    01 – Só com Construção de Nossos Proprios Navios e com Valores Humano e Tecnologia agregada.
    02 – Caso contrario….Continue comprando material usado e depois não reclame.

    Exemplo [ Embraer ]
    Obrigado

  10. Larri Gonçalves says:

    Tem que esperar para ver se os polacos vão realmente ficar com as OHP Australianas, acho que o Brasil não deveria perder essas OHP Autralianas, porque só falta depois de perder estas belonaves, tentar comprar os cacos das OHP Americanas que foram usadas até o osso. Esperar pelas tipo 23 da Royal Navy é esperar demais, pois os ingleses não darão baixa nelas tão cedo. O Brasil precisa de pelo menos mais 2 escoltas em boas condições, e essas OHP Australianas cairiam como uma luva , vamos esperar para ver o próximo round e as atitudes da MB em relação as OHP.

  11. Não sei pq tanta celeuma…
    Os poloneses já falam em OHP usada da Austrália faz um bom tempo. São os primeiros da fila.
    .
    Aqui, ainda “negam interesse”.
    .
    Enquanto isso, se discute a construção de um casco de segunda linha para tapear, quando deveriam estar projetando um casco de Fragata, para suprir e padronizar toda a espinha dorsal da força.
    .
    Aqui o capim se come pela raiz…

    • Rogério Rufini says:

      Pior que concordo, falar que uma corveta de menos de 3 mil toneladas vai resolver o problema é muita burrice , essas corvetas em mar agitado não presta pra nada , não consegue fazer nada , lançar um míssil um torpedo disparar canhão ou lançar e recolher um helicóptero, e estou falando de um mar agitado apenas, comum no sul na época de outono e primavera, já se devia pensar sério em.meios nacionais acima de 6 mil toneladas, os chineses perceberam isso a tempos, mas aqui tem almirante que enjoa em piscina achando que um barco 2 mil toneladas pode fazer o que uma fragatá pesada faz

  12. falou tudo…… sabe o que ta falando!

  13. Jakson de Almeida says:

    Os “especialistas da internet” que respondam aonde a MB vai tirar dinheiro para comprar navio australiano ,inglês ou da onde for?
    O Brasil precisa fazer a lição de casa primeiro:
    Investir pesadamente em sua defesa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  14. Ainda existe uma ótima opção, resta saber é quando a Marinha Canadense dará baixa na classe Halifax.

    • Os canadenses estão modernizando as Halifax para operar por muitos anos ainda, pelo menos até 2030.

      Sds.

    • Roberto Lopes says:

      Verdade Cipinha…
      As Halifax interessam muito aos chefes navais brasileiros…

    • Parece que vão ser modernizadas e ficaram um bom tempo na Royal Canadian Navy

      Além disso quais escoltas estão nos planos deles para substituírem as classe Halifax? que eu sabia nenhuma

    • Só resta uma opção então, modernizar completamente as fragatas classe Niterói. O maior problema em relação a isso são as turbinas Olympus, por mais caro que possa ser as substituições, uma modernização completa de sensores, propulsão, armamentos e radar não devem ultrapassar 25% do valor de uma Tamandaré

      • Cipinha

        Mas estrutura das Niterói não está comprometida?

        Próximo aos 40 anos é muita coisa, apesar que as escoltas da MB andam pouco em comparação de outras marinhas como US Navy, Royal Navy…….

        Eu tentaria as Type 23

  15. Uma pena .. mas com tantos operadores das OHP ..disputa deve ter sido acirrada .. pesou tb foi alinhamento politico/comercial que deve estar rolando entre Polônia e Austrália ( algum acordo bilateral ) ..MB e Brasil esta fora do Radar australiano ..
    sobraram as possíveis OHP via USNAVY ( sucatas ) e quem sabe Type 23 (pra alem de 2020)

  16. Vão perder as poucas compras de “oportunidade” do mercado e além disso vão ficar enrolando sobre construção que nunca vão sair do papel, ou se sair é 1 escolta a cada 10 anos (como foi a CV Barroso)

    Mas os militares tem sua culpa, pra começar fechando os olhos pra absurda corrupção dos políticos

  17. Francisco Braz says:

    Bom, vamos lá novamente…
    .
    Opinião pessoal… Detesto esta fragata! Graças a DEUS a MB não comprou esta droga. As únicas vantagens do navio são a construção em aço, o que lhes confere resistência à impactos diretos (que o digam a tripulação da Stark, que tomou dois Exocet no costado e voltou pra base, enquanto o Sheffield virou submarino com apenas um) e misseis de defesa de área.
    .
    Bem… Sem um NAe para escoltar, os SM-2 quase não tem função para a MB e são extremamente dispendiosos para se manter. ATUALMENTE, algo como um Barak 8 ER ou LR seriam muito mais bem vindos. O LR tem alcance análogo ao SM-2 e é muito mais econômico e é lançado de VLS.
    .
    A ausência de uma arma de tubo média e um sistema ultrapassado como os MK13 são, para mim uma enorme desvantagem. A guerra moderna já provou que o uso exclusivo de mísseis é uma grande desvantagem para navios de escolta. Após a guerra das Malvinas, as Type 22 mais novas foram munidas de uma arma de 114mm no lugar dos 4 lançadores de Exocet de proa. Os mísseis anti navio desta classe foi remanejados para meia nau e os misseis substituídos pelos Harpoons. Outra desvantagem é o hélice único. Isso impede, por exemplo, manobras de máquina quando o leme for atingido.
    .
    Em outras palavras… É um navio velho (dos quais a MB já tem o suficiente – navios velhos), com equipamento caro de manter e sem aplicação apropriada de ser (no momento) e passível de ser embargado por políticas americanas. Para se ter uma ideia do que falo, a MB pretendia reaproveitar o sistema Phalanx CIWCS, que é um modelo antigo, do Matoso Maia em outra embarcação. Não pôde por determinação dos americanos. Imagina o que estes pamonhas do norte não fariam se estivéssemos movimentando o sistema de SM-2, ainda ativo em um número significativo de embarcações americanas???
    .
    Por essas e outras… Vai pela sombra que de encosto a MB já tem o suficiente.

    • O navio não é velho… Comparado ao que temos é bem novo.
      .
      A OHP australiana tem VLS para os ESSM.
      .
      Não temos nada para Defesa de Área. SM-2 seria uma grande evolução, pra quem opera Aspide 2000.
      .
      O radar dessa OHP ainda é muito bom. O sonar… Seria muito melhor do que os que a MB tem.
      .
      Os SM-2IIIA são novos…
      Apenas o SM-1 tem o suporte com dias contados.
      .
      A lenda diz que o Phalanx foi barrado pq poderia ser copiado.

      • Francisco Braz says:

        Copiar o Phalanx??? Não precisamos removê-lo para fazer isso. Diga-se de passagem que a frequência em que opera o radar de tiro do Phalanx tá com dias contados, no Brasil pelo menos, por conta de solicitação das operadoras de telefonia celular.
        .
        Não são os mísseis que reclamo, são o lançador e a sua posição. Quanto aos ESSM, os Aspide 2000 utilizam o mesmo míssil.

        • Essa “lenda” do Phalanx ser barrado aconteceu décadas atrás, quando ainda estávamos projetando os AMX.
          .
          Frequência em que o Phalanx opera com oa dias contados??? Por conta de operadoras de telefonia???
          .
          Esses ESSM que estão nas OHP não são iguais aos Aspide 2000. São mais modernos e com maior capacidade.

          • Francisco Braz says:

            Não, Bardini, eles barraram a transferência a coisa de 5 anos. O AMX não é tão “recente”.
            .
            E sim… A frequência está sendo retirada do controle das Forças Armadas para ser transferida para operação comercial… Internet e celulares. Isso não é lenda.

          • Barraram a transferência 5 anos atrás?
            .
            Compramos o que em 2012?
            .
            Barraram o Phalanx lá atrás para equipar as Inhaúma, quando a MB desenvolvia o próprio CIWS.
            Também queriam colocar a Vulcan no AMX, como os Italianos. Barraram e fomos de canhão 30mm.
            .
            Os caras nos venderam Mk.48 ADCAP… Vão barrar Phalanx agora pq?

          • Francisco Braz says:

            Bardini… O Matoso Maia foi adquirido em 2001 pelo Brasil. Ia dar baixa em 2012 pelo mesmo motivo do NAe e o CIWCS seria removido dele e colocado como reforço de defesa do NAe.
            .
            Os americanos não permitiram esta transferência. A MB não ia comprar peças novas, ia reaproveitar uma antiga. E não o fez por imposição americana.
            .
            Captou agora??

        • Aquela porra estava operacional no chifrudo???

    • Roberto Lopes says:

      Bom dia,Francisco.
      A configuração do armamento das OHP também me chama a atenção, especialmente nesse quesito licença dos americanos para operar as armas fabricadas nos EUA.
      Mas a minha maior curiosidade é em relação ao estado da propulsão das OHPs australianas.
      De qualquer forma, comentaristas de assuntos militares da Austrália dizem que os navios, além de terem recebido várias modificações (para melhor) em relação às OHPs americanas, estão bem conservadas.
      Entretanto, penso que essas três nós perdemos.

      • Francisco Braz says:

        Grande Lopes… Me lembro da chegada do São Paulo… Também tinha boa cotação pelos analistas internacionais. A maquinaria e um dos eixos eram bombas a relógio em contagem regressiva em estágio terminal.
        .
        Os SM-2 iniciariam uma corrida armamentista na América do Sul para a qual ainda não temos fôlego. Acredita mesmo que os EUA nos cederiam este armamento??

        • Roberto Lopes says:

          Tenho muitas dúvidas, Francisco.
          Apesar de as duas marinhas estarem vivendo um momento de bom relacionamento…

        • Francisco Braz says:

          Lopes… Se deixassem os militares em paz, a US Navy não criaria nenhum problema com a MB, MAS… Ai entram os políticos. É quando tudo vira lama. Como disse a Ministra Carmem Lúcia do STF em uma entrevista… “O toucinho vira torresmo”.
          .
          No caso da Ministram, era pra dizer que as coisas ficariam difíceis para os infratores, no caso dos políticos é que erraram a mão e deixaram queimar mesmo…

  18. Jakson de Almeida, “especialistas da internet” …alguns fazem gestão pública com phd…. ahhh recursos, gestão? se quiser aula ensino é fácil….. mas não de graça…. planejamento, gestão estratégica, pmbok, projetos, não custa nada ajudar um leigo.

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