Defesa & Geopolítica

LEITURA DE SÁBADO: Jungmann é um desastre para a Marinha! Com ministro da Defesa alheio ao esforço da MB para obter o ‘Ocean’, Leal Ferreira descontinua as inspeções no porta-helicópteros britânico

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Jungmann mostra incômodo com os gastos da Marinha

Por Roberto Lopes

 

 

Ao contrário do ministro petista Jacques Wagner, que no primeiro semestre de 2015 interveio pessoalmente junto à Administração François Hollande, no sentido de concluir a obtenção do navio de desembarque-doca francês Siroco – na Marinha do Brasil (MB) rebatizado Bahia –, o atual ministro da Defesa, Raul Jungmann, mantém solene distância dos estudos que a Marinha vem fazendo, acerca da conveniência de comprar o porta-helicópteros britânico HMS Ocean – navio que a Royal Navy irá desativar em março de 2018, e, ainda no primeiro trimestre deste ano, foi oferecido ao Brasil.

Diante desse quadro de alheamento e indefinição do ministro, o Comandante da Marinha, almirante de esquadra Eduardo Leal Ferreira, não autorizou a viagem à Inglaterra da equipe de 12 oficiais que faria uma inspeção técnica no barco.

Nesta sexta-feira (01.09), quando faltavam 10 minutos para as 2 horas da tarde, o diretor do Centro de Comunicação Social da Marinha, almirante Flávio Augusto Viana Rocha, chamou o editor da coluna INSIDER pelo celular, para esclarecer:

“A decisão de não enviar os oficiais não quer dizer que a Marinha não comprará o navio. Quer dizer apenas que o Comando da Força ainda não sabe se poderá fazer essa obtenção”.

Austrália – Caso Jungmann mantenha sua postura e a MB perca a oportunidade de trazer o porta-helicópteros, será a segunda vez, em menos de dez anos, que os chefes navais brasileiros precisarão desistir da oferta de um navio britânico considerado novo e de alta performance.

Isso já aconteceu em 2010, quando o governo de Londres propôs vender aos militares brasileiros o navio de desembarque-doca Largs Bay, de 16.190 toneladas (maior que o Siroco, portanto), construído na metade inicial dos anos de 2000 e desativado em abril de 2011.

O navio de desembarque-doca australiano HMAS “Choules”

Oferecida às forças navais do Chile, Brasil, Índia e Austrália, a embarcação foi incorporada à Armada australiana em dezembro de 2011, com o nome de HMAS Choules.

No caso do Ocean, a previsão era de que a equipe de vistoria da Marinha realizasse o seu trabalho pelo espaço de 10 a 12 dias no mês de agosto, antes de o navio partir para a sua nova missão, no Mar Mediterrâneo.

O porta-helicópteros suspendeu da Base Naval de Plymouth, no sul da Inglaterra, na manhã da última terça-feira (29.08), para liderar o chamado Grupo Marítimo Permanente 2 da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte). Seu retorno ao Reino Unido está previsto para dezembro.

Até lá, entretanto, considerando a falta de resposta do governo brasileiro, é possível que o Ministério da Defesa britânico intensifique entendimentos sobre a transferência do navio com algum outro país interessado em ficar com ele.

Malaísia – A 14 de abril passado, a conceituada revista eletrônica The Diplomat, publicada no Japão, arriscou a possibilidade de o porta-helicópteros ir parar na Ásia.

Um artigo do professor Robert Farley, especialista em assuntos diplomáticos e militares da Universidade americana do Kentuck, foi objetivo:

“Se o Brasil não comprar [o Ocean], algumas nações da Ásia-Pacífico podem estar interessadas.

A Real Marinha da Malaísia empreendeu esforços significativos de modernização na última década, incluindo a aquisição de modernos submarinos, fragatas e aeronaves de patrulha. O salto para um porta-helicópteros de 21 mil toneladas seria um grande salto, mas a situação estratégica da Malásia encoraja tal pensamento, um amplo espaço marítimo, com muitas ilhas e rotas de transporte extremamente ocupado é um ambiente ideal para um navio de guerra anfíbio de médio alcance.

A Marinha indonésia enfrenta problemas estratégicos e operacionais semelhantes aos da Malásia, só que ainda maiores. Ela precisa patrulhar um espaço marítimo enorme enquanto também mantém capacidades de HA/DR [High Availability/Disaster Recovery]. Um navio anfíbio grande é perfeito para estes tipos de responsabilidades, e o HMS Ocean poderia ajudar a Indonésia a desenvolver a expertise necessária à operação de um navio de guerra da próxima geração”.

Preconceito – De resto é preciso levar em conta que o ministro Jungmann tem um claro preconceito com os gastos da Marinha.

Em novembro passado, durante uma reunião a portas fechadas, em São Paulo, com cerca de dez dirigentes da Base Industrial de Defesa, ele fez críticas contundentes aos gastos da Força Naval. Não reclamou dos gastos de nenhuma outra Força, apenas da Marinha.

Jungmann mencionou por três ou quatro vezes o valor altíssimo do PROSUB (Programa de Desenvolvimento de Submarinos), “que já está em 31 bilhões de Reais”, disse que não sabia de onde ia tirar dinheiro para viabilizar o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz), e quando um de seus interlocutores lembrou que a empresa francesa DCNS vinha exigindo cerca de 800 milhões de dólares para fazer a reforma do porta-aviões São Paulo (A-12), o ministro atalhou rapidamente a conversa de forma áspera: “neste governo, não”.

A resistência do ministro da Defesa em investir nos principais programas da Marinha explica, em parte, a decisão tomada em fevereiro pelo almirante Leal Ferreira, de desprogramar o navio-aeródromo e, dessa forma, descartar seu plano de modernização – que, segundo o próprio Comandante da Força explicou à coluna INSIDER, na tarde de 1º de agosto, já estava em 1,5 bilhão de dólares, quase o dobro dos 800 milhões originalmente previstos…

Isso provocou uma reação furiosa da direção da DCNS dirigida ao Ministério da Defesa brasileiro mas, especialmente, ao Comando da MB.

Ressalvas – No último ano, uma programação de visitas do ministro a navios, aeronaves e unidades de Fuzileiros Navais mostrou-se incapaz de aproximar Raul Jungmann da Marinha.

Jungmann na corveta “Barroso”

Jungmann a bordo da fragata brasileira “Liberal”, nas costas do Líbano

Jungmann na fragata “Constituição”

Jungmann na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (RJ)

Uma fonte da Defesa relatou nesta sexta-feira à coluna INSIDER que, em conversas privadas, o ministro Jungmann parece duvidar de que a Marinha precise, realmente, de um porta-helicópteros.

Ele questiona a capacidade financeira da Força Naval para, no atual cenário de restrições orçamentárias das Forças Armadas, manter e operar um navio de 21.500 toneladas. E também parece disposto a resolver sozinho “o problema do Ocean”, sem consultar o presidente Michel Temer.

Providências – De qualquer forma, a eventual perda do Ocean desperdiça o esforço importante que a Força Naval vem fazendo no sentido de poupar recursos. Empenho que pode ser traduzido pelas seguintes ações dos últimos meses:

– a recuperação de três escoltas (duas corvetas e uma fragata) que estavam paradas há vários meses, evitando que a Força gaste nas chamadas “compras de oportunidade”;

– a decisão de modernizar três fragatas classe Niterói, também de forma a poupar a Esquadra dos custos de novas incorporações;

– a realização de estudos no sentido de diminuir a estrutura do único esquadrão de caças da Marinha, que ficará reduzido a só uns seis ou sete aparelhos (três deles biplaces, para instrução dos pilotos);

– a desativação do plano de mandar um ou dois submarinos classe IKL-209 fazer a modernização do seu grupo propulsor e a troca de baterias na cidade alemã de Kiel;

– a redução importante no ritmo do PROSUB;

– a desativação de embarcações cuja relação custo/benefício já não justificava a manutenção no setor operativo da Armada, como o aviso de transporte fluvial Piraim (U-19), as corvetas Inhaúma (V-30) e Frontin (V-33), a corveta Imperial Marinheiro (V-15), os caça-minas Abrolhos (M-19) e Anhatomirim (M-16), o navio-tanque Marajó (G-27), o navio de desembarque-doca Ceará (G-30), e, mais recentemente, o navio-patrulha costeiro Parati (P-13);

Acima, a desprogramação do “Piraim”; abaixo o desembarque da tripulação da corveta “Imperial Marinheiro”

– o cancelamento da participação de navios brasileiros em comissões de larga distância, como a Operação RIMPAC, realizada a cada dois anos no eixo Havaí-litoral da Califórnia; e

– o adiamento de projetos importantes, como o da substituição dos helicópteros de instrução da Marinha, o da construção do quartel do Batalhão de Operações Ribeirinhas de Ladário (na fronteira com o Paraguai e a Bolívia) e do início da renovação dos meios da Flotilha do Amazonas, programado para acontecer no período 2015-2022.

194 Comments

  1. Ainda mantenho minha esperança de que o futuro Minas Gerais virá sim para o Brasil !!!

  2. Mariano S Silva says:

    Será que alguém se lembra que eu escrevi aqui, há algum tempo atrás, que este governo (cujo ministro da defesa foi muito aplaudido naquela época) iria “engazopar” os militares? Lembram? Não tenho nenhuma fonte privilegiada de informação, entretanto, desenvolvi um bom modelo conspiratório para o Brasil e o mundo, fruto de muita informação colhida há décadas.

  3. Não adianta esquentar a cabeça. As 3 forças estão impregnadas da filosofia ideológica. As forças armadas viraram um balcão de negócios á uns 30 anos. Quem quer mostrar serviço como militar escolhendo materiais descentes para atividade militar é repreendido por seus superiores e anulado pelos seus pares. Não existe mais vontade em ter uma força militar verdadeira no Brazil. A política chegou na caserna a muito tempo. Tem oficiais de primeiro escalão cuja missão é enxugar a folha de pagamento e cuidar para que as licitações andem como os superiores e partidos políticos desejam. Vocês acham que só existe corporativismo na política e no judiciário? As forças armadas não são um colégio de freiras. Esse Jungmann é um esqerdalha de repartição pública não sabe nem o que é um TFM, ele é um dos responsáveis pelo desarmamento dos cidadãos de bem, quer desmilitarizar as polícias e tem pena de bandido, logo nunca deveria ser Ministro da defesa. É um escárnio com as força armadas nomear um cidadão como este.

    • Cesar A. Ferreira says:

      Não deixa de ser interessante, que a pessoa que Ivanmc destaca como parte da “esquerdalha” tenha a vida toda se dedicado a sustentar a ideologia neoliberal.

      O problema das pessoas da nossa dita “direita” é a miopia existencial, a ignorância atávica, além da incapacidade cognitiva inata. Isto é um dos motivos por vivenciamos a situação atual na qual estamos imersos, pois país algum consegue se desenvolver com tamanha parte da sua população exibindo tais características; características estas impedem a percepção panorâmica da realidade, visto que são incapazes de entender algo que fuja dos horizontes da ideologia incorporada.

      E assim seguiremos…

      • Existe ignorância e xucreza para todos os tipos, todos os gostos, todos os matizes ideológicos. Se de um lado temos uma direita xucra a destilar versão piorada da extrema-direita que hoje incomoda a Europa, por outro lado temos igualmente setores imbecilizados da esquerda, setores esses que não pensam e raciocinam mas apenas grasnam contra “as elites”, “a mídia golpista”, “os sionistas” e qualquer outro bode expiatório que apareça……

        E enquanto esses boçais brincam de “luta de classes” o país vai para o buraco….

      • jose luiz esposito says:

        Este tipo de Político da linha FHC ,pode-se afirmar são Esquizofrênicos !

    • Caro amigo tomo a liberdade de descordar do senhor.Ideologias a parte, o que nos falta é competência e vergonha na cara, seja de esquerda ou direita. Quantos países de esquerda tem forças armadas de encher os olhos? Portanto é um discurso estéril e vão por conta dessas questiunculas ou querelas politica-ideológicas. Ainda nesse viés, com máxima vênia, acho que a nossas forças experimentaram um pequeno boom nos últimos treze, catorze anos com o governo de plantão notadamente de esquerda. Poderíamos elencar alguns desses pequenos avanços (aquisições) á saber: 03 navios de patrulha oceânica, 36 caças grippen, algumas centenas do veiculo Guarani, 28 +2 Kc 390, os submarinos 4 mais um nuclear, 51 helicópteros médios para as três forças 15 black hawk para FAB e 6 para MB um navio multipropósito para MB 12 helicópteros MIL Mi 35 FAB 228, leopard 1a5, bateria astros 2020 36 guepard . Mais uma vez informo-lhes que não tenho o conhecimento técnico dos senhores. Tomei a liberdade de palmilhar nesse campo extremamente complexo só a título de curiosidade. Reputo o site como de fundamental importância bem como os senhores debatedores mais uma vez peço vênia abraços até breve. Afrânio Bahia.

  4. Meu caro auxiliar do Lulopetismo, depois da farra do PROSUB,que já está 10 bilhões acima do valor inicial e com fortes indícios de corrupção, o Ministro Jungmann está certíssimo em botar um freio na Marinha e mandar ela se organizar melhor.

  5. se doeu quando ele chamou de tucanalhas ?

    sim foi la nos fundilhos

    ss88 voce é um sionista tucanalha , que finge ser de direita ,mas odeia militarismo, monarquia , e etc etal foi contra o trump , rsrs

    já te disse , voce nao engana m conscritos que caíram hoje no plano brasil

    quanto mais o maluco que esta aqui a tempos .

    e para completar o paulistano aqui acha correto o que o carioca escreveu

    esta mais que na hora .

    toca o alvorada nos ouvidos desses comandantes.já

  6. HAHAHA … mas que hipócrita .. só podia vim de um sionista mesmo ..HAHAHAH .. logo você .. um desses filhote patéticos do golpe que suspira contra a nação Brasil… sonhando com um dia em que o teu tio Sam desembarque marines em solos braZilis …HAHAHAHAH .. realmente são uns hipócritas de carteirinha …HAHHAAHAH ..

    • Ainda bem que esse seu comentário patético está na segunda página… vc envergonha até seus amiguinhos de seita ideológica… as suas patéticas performances são tão sofríveis que vc se tornou um leproso até entre os seus… ninguém quer sua companhia ridícula… se toque…

  7. O Jungmann nunca foi entendedor de defesa, como a maioria dos anteriores ocupantes da pasta da defesa, pois nem curso superior tem, o que acho absurdo, o sujeito ser ministro da defesa e possuir o curso incompleto de psicologia, mas num país de absurdos como esse nada é de se espantar. As Forças Armadas carecem de uma administração profissional, afinal aposentadorias precoces (na faixa de 45/50 anos) e pensões que consomem boa parte do orçamento não são diretrizes de boa administração. A aplicação, há tempos atrás, do fundo de reaparelhamento da marinha para compra de automóveis para os almirantes reflete o total desperdício de dinheiro escasso, sem falar nas compras de material bélico questionável como o porta-aviões São Paulo. Antes das brigas ideológicas que li acima, devemos nos centrar em uma administração profissional de país, em todos os níveis, não há mais espaço para política de compadrio e populismo que vivenciamos nos últimos anos.

    • Acorda pra vida cumpadre a MB treina pra entrar por terra e a FAB pra posar no planalto.
      O dia quie este pais necessitar de defender-se sera o despreparado povo escravo que tera de dar seu jeito.
      Um unico porta-aviões Americano a 500 km da costa e sem escolta deixa toda MB e FAB em desespero.
      A questão não é nbem momento economico ou politico e sim ERRONEA ESTRATEGIA DE PRIORIDADES.. Se usa mais aficcionismos do que estrategia militar e se rotula ideologicamente conforme o resultado.
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  8. Sempre ouvimos a mesma velha retórica, ” Não podemos gastar dinheiro com defesa, existem outras prioridades”
    Eu quero ver quando for necessário uma ação rápida de remoção de população, ou uma retomada de cabeça de praia e simplesmente não for possível atender por falta de meios.
    Nossos escoltas tem 40 anos de idade.
    Vocês sabiam?

  9. O problema é que desde a época do Sr. Collor é que cada governo que entra lá vende alguma coisa para cobrir o rombo no orçamento cada um deles dá uma desculpa diferente para vende , mas a verdade é que é para cobrir o rombo do que me parece ser uma má administração econômica onde não se investe em crescimento a economia e do País, A pergunta que deixo é: E o dia que não tiver mais empresas para vende estradas para fazer concessão vamos vender o quê? A Amazônia, as ilhas de Fernando de Noronha?
    A impressão que passa é que o Alemão entrou no ministério da Defesa só para ter um cargo no governo e sair bonito na foto, a imagem que ele me passa é de uma pessoa com medo de lutar pelos interesses das FFAA junto ao governo.
    Se por acaso ele quiser mudar a imagem dele junto a minha pessoa ele precisa ser mais atuante e não falar que vai ter mais cortes ainda na defesa.
    Alguém ouviu falar que o dinheiro gasto pelas FFAA no policiamento no Rio de Janeiro foi reembolsado ou que vai ser?

  10. Chamar um lixo ideologico desse de leitura para sabado é um insulto literalio.
    Se comprar é o bom,se não comprar é comunista !

    • Roberto Lopes says:

      1maluquinho,
      Sua crítica ao texto, ofensiva como sempre, já seria razão para que ela fosse deletada.
      Mas vou lhe dar a chance de explicar a todos nós, da coluna INSIDER, porque o post é “um lixo ideológico”.
      Não fuja. Aguardamos…

      • Cumpadre
        Porequew vocxe pensa quew eu fugiria ainda mais de um tendencioso ideologico como voce que desde que aqui chegou se comporta como um aiatola !
        Voce rewpresenta um passado de tendencias segregacionais que existe apenas na sua cabeça de ultrapassada especime.
        Se comprare o banheirão é gente boa e licito,se não comprar é comunista,subversivo e terrorista.
        Sai desse museu cumpadre e habite o seculo 21 !

  11. A perda do navio capitânia da Marinha de Guerra do Brasil,isto é,o Porta-aviões São Paulo foi lamentável para o país.Ficamos com menos poder naval e tal fato é preocupante,pois a Marinha de Guerra tem um imenso litoral e,por sua vez, parece inacreditável ter um litoral deste porte esteja tão desinteressado em mantê-lo íntegro durante longos anos.Precisa-se refletir tal aspecto,o Porta-helicópteros inglês não é caro e nem se pode alegar o peso da sua manutenção,pois se gasta muito mais com coisas supérfluas neste país por muito maior custo.A responsabilidade da nossa marinha é muito grande e a mesma precisa do apoio de todos nós.

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