Defesa & Geopolítica

Lançamento do Primeiro Satélite Brasileiro completa 33 anos.

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Há exatamente 33 anos, o Brasil vivia um grande marco do seu desenvolvimento. Em 8 de fevereiro de 1985 era lançado o Brasilsat A1, primeiro satélite do país a entrar em órbita dando início à rede de satélites domésticos para telecomunicações, até então inédita na América Latina.

A iniciativa foi realizada pela antiga estatal Embratel e custou o equivalente a US$ 125 milhões na época. Antes do lançamento, a empresa precisava alugar transmissores de satélites estrangeiros. A bordo do foguete Ariane 3, o Brasilsat A1 partiu da base de Kourou, na Guiana Francesa, e foi posicionado a 65 graus de longitude oeste, onde permaneceu grande parte de sua vida útil.

Em 1997, quando havia perdido a eficiência e o Brasil já contava com os modelos Brasilsat B1 a B4 em operação, A1 teve o controle passado à empresa norte-americana PanAmSat. Dois anos depois, ele foi reposicionado para 144 graus oeste em órbita inclinada, onde permaneceu até março de 2002. A partir de então, fora de serviço, o equipamento foi deslocado para a chamada orbita cemitério.

Quer sentir um pouco da emoção que lançamento do Brasilsat A1 causou? Então assista ao vídeo:


 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações

3 Comments

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  2. A mesma história !
    Esse satélite foi desenvolvido no Brasil com tecnologia nacional e por empresas brasileiras?
    Então porque denominam o satélite de nacional?
    Foi comprado e montado lá fora, mesma coisa que o SGDC.
    A única diferença é que esse ultimo foi montado lá fora com participação de alguns técnicos nacionais.
    Nosso PEB Programa Espacial de Brinquedo está morto e nossa base de Alcântara está entregue aos norte americanos.
    Sendo assim, não há fatos ou ações que nos dê orgulho e quem sabe um pouco de patriotismo.
    Como acontecia antigamente com nossa crescente industria de defesa nacional (verdadeiramente nacional, ou seja 100% local) e seus produtos que tantos nos orgulhava.
    Desenvolvidos e fabricados pelos caboclos e mestiços locais, e não desenvolvido na terra da rainha careca e seus súditos de olhos azuis ou na terra de Davi, ou na de Charles D’goule ou mesmo no senhor feudal ao norte da muralha.

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