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Jane’s diz que planejamento estratégico do Exército para o período 2016-2019 prevê criação de um Comando de Defesa Antiaérea

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Os mísseis da Defesa Antiaérea no Brasil ainda estão restritos aos sistemas de proteção a curta distância

Por Roberto Lopes

 

 

A página IHS Jane’s 360 da web noticiou, nesta terça-feira (10.01), ter tido acesso a uma série de informações sobre a reestruturação da Artilharia Antiaérea da Força Terrestre Brasileira, no âmbito do planejamento estratégico para o período 2016-2019.

De acordo com o texto, de autoria do jornalista português Victor Barreira, o Exército conduz estudos que podem levar à criação, nesse lapso de tempo, de um Comando de Defesa Antiaérea.

Segundo o que foi apurado, as medidas de mais curto prazo que visam potencializar os recursos da Artilharia Antiaérea no território nacional são:

– Ainda neste ano, a remoção da 3ª Bateria de Artilharia Antiaérea (3rd Bia AAAe), da cidade gaúcha de Uruguaiana, para a cidade de três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, o que implicará na transformação da unidade no 9º Grupo de Artilharia Antiaérea (9º GAAAe);

– Em obediência a esse mesmo, a 11ª Bateria de Artilharia Antiaérea Autopropulsada (11ª Bia AAAe AP), moverá os seus blindados de Defesa Antiaérea Gepard 1A2, de fabricação alemã, da cidade paranaense de Ponta Grossa para Rio Negro, no mesmo estado;

Viatura Gepard 1 A2 doExército Brasileiro

– A incorporação, pela 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea ((1ª Bda AAAe), da cidade paulista do Guarujá, no ano de 2018, do pessoal e do material do atual 12º Grupo de Artilharia Antiaérea de Selva (12º GAAAe Sl), sediado em Manaus; e

Equipamento Oerlikon pertencente à 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea

– A transferência para Manaus do pessoal e do equipamento da 14ª Bateria de Artilharia Antiaérea (14ª Bia AAAe), de Olinda (PE), que foi desativada a 20 de dezembro último, e agora irá formar o novo 12º Grupo de Artilharia Antiaérea de Selva (12º GAAAe Sl), mobiliado com sistemas de mísseis 9K338 Igla-S (russo) e RBS 70 (sueco).

 

 

One Comment

  1. Me ofende na atual conjuntura o EB classificar tais sistemas como sendo anti aéreos, sendo que os mesmos mal conseguem lidar com aviões subsônicos.

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