Gripen para o Brasil

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Gripenbrasil

Informações Oficiais SAAB

Edição: E.M.Pinto

A Saab tem o prazer de oferecer o Gripen NG ao Brasil. O Gripen NG é realmente um caça multiemprego, com alcance operacional, capacidade de carga e recurso de Guerra Centrada em Rede (NCW) atendendo a todos os empregos definidos.  A capacidade NCW do Brasil será significativamente aprimorada, operando-se o Gripen NG em combinação com o sistema E-99 ERIEYE da Embraer.

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Características

Caça Centrado em Rede

O Gripen NG é realmente um caça Centrado em Rede. Incorpora os sistemas de links de dados multifrequenciais mais desenvolvidos e seguros do mundo, conferindo ao piloto uma completa noção da situação ao seu redor, em todos os modos de operação.

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Superior Fusão de Dados

Tem um sistema de missão com aviônicos perfeitamente integrados, resultando em uma fusão total dos dados de seus sensores e, em decorrência, em uma capacidade de combate excepcional, garantindo o lançamento extremamente preciso de armas inteligentes.

Carlinga Digital Inteligente

Apresenta um avançado layout 100% digital, com grandes e coloridos displays MFD (Multi-Functional Displays), controles HOTAS (Hands-On-Throttle-And-Stick) e capacete com visor acoplado HMD (Helmet Mounted Display).

Alcance e Raio de Ação

Graças a seus maiores tanques de combustível, o Gripen NG, na configuração de Patrulha Aérea de Combate, alcança um raio de combate de 700 nm (milhas náuticas), ou seja, 1.300 km, a partir da base de operações, com mais de 30 minutos “na estação”.  Tem um alcance de traslado de 2.200 nm (4.000 km).

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Enxergue Primeiro – Acerte Primeiro

Uma garantia da alta probabilidade de vitória em qualquer engajamento é a combinação de baixas assinaturas no espectro visual, radar e infravermelho, com uma carlinga digital inteligente, o mais avançado radar AESA, o sensor de busca e rastreamento no infravermelho IRST (Infra Red Search & Track) e uma superior fusão de sensores, incluindo a melhor integração de armas de última geração e o conjunto de guerra eletrônico.

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Agilidade Excepcional

O Gripen NG é o caça mais ágil do mundo em combate de perto. Combina um avançado layout aerodinâmico e uma configuração canard-delta com um sistema triplex de controle de voo fly-by-wire digital.

Alta Disponibilidade Operacional

Exigências mínimas de suporte logístico conferem um alto nível de disponibilidade operacional.

 Gripen NGConfiabilidade

120 mil horas de voo acumuladas, em total segurança, nas Forças Aéreas da Suécia, República Tcheca, Hungria e África do Sul, assim como na Escola de Pilotos de Teste do Reino Unido (ETPS).

Custo de Ciclo de Vida

O Gripen NG apresenta os menores custos operacionais e de logística entre todos os caças atualmente em serviço.

Desenvolvimento Futuro

O Gripen foi desenvolvido para se adaptar à evolução das ameaças e exigências operacionais, enfrentadas pelas modernas Forças Aéreas.

Biposto

A versão biposto retém toda a capacidade operacional da versão monoposto. O Programa do Gripen NG conta com o apoio total do governo sueco.

Sistema de propulsão

General Electric F414GIncorporando a mais avançada tecnologia, o motor General Electric F414G do Gripen NG é um turbojato modular, com pós-combustão, apresentando uma baixa razão de diluição e eficiência no consumo de combustível. Com uma taxa de empuxo superior a 22 mil lb (98 kN), o F414G gera 20% mais empuxo que o atual Volvo Aero RM12 do Gripen, viabilizando velocidade de super-cruise equivalente a Mach 1.1, com armas ar-ar.

Radar

ES 05 RavenIntegrando o único radar AESA de 2a geração do mundo, o ES 05 Raven, o Gripen NG garante sua vantagem em termos de noção situacional.  O radar ES 05 Raven, desenvolvido pela Selex-Galileo com a Saab e a indústria brasileira, é o único radar de combate do mercado munido de uma placa oscilante (swash plate) móvel, permitindo cobrir ângulos de até ±100°. O novo radar traz melhorias em todos os aspectos quando comparado com os radares existentes, a exemplo de:

  • melhor rastreamento de alvo
  • amplo campo visual
  • flexibilidade de modos
  • maior alcance de detecção
  • melhores dados eletrônicos de suporte
  • maior disponibilidade operacional e menores custos de ciclo de vida.

 

Gripen NG, integração de armas ar-arGripen NG, integração de armas ar-ar Gripen NG, integração de armas ar-terraGripen NG, integração de armas ar-terra Gripen NG, integração de armas multiempregoGripen NG, integração de armas multiemprego

gripen-ng-especificacoes

Comprimento 15,2 m
Envergadura da asa (incluindo os lançadores)                                                                     8,6 m
Altura geral 4,5 m
Peso máximo na decolagem                                                    16,5 toneladas
Velocidade máxima M2.0 e supersônica em todas as altitudes
Empuxo > 22.000 lb
Carga útil 7,2 toneladas
Combustível máximo 7 toneladas
Super Cruise > M 1.2
Manobrabilidade 9 g
Alcance máximo > 4000 km
Distância de pouso < 500 m
Substituição de motor < 1 hora
Tempo de imobilização no solo < 10 min
Custo por hora de voo < US$ 4000

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

37 Comments

  1. A variedade de armas disponíveis é impressionante, contudo, vale lembrar que nem todas as armas no display acima já estão integradas ao Gripen.
    E por melhor que sejam estas armas quanto ao alcance, precisão, letalidade, etc, vale lembrar também que a FAB optará por armas nacionais, e poucas vezes os veremos com alguma coisa além de dois tanques subalares. Ou seja, esqueçam o bonito display acima.

  2. Enfim, após décadas de atraso finalmente teremos um caça multifuncional.Pra mim é o melhor Low do mundo é plenamente capaz de dar conta do recado e pode ser um caça a ser exportado para clientes na América Latina, África e Ásia.
    Na minha opinião não precisamos de Su-35 no momento, uma aquisição mais interessante seria do Su-32 que com apenas 12 unidades distribuidas em 4 bases seriam de grande valia na defesa do pré-sal e patrulhamento do Atlântico Sul suprindo até mesmo o uso de porta-aviões.
    Bom o melhor agora é tirar o máximo dos que os suecos nos podem dar e aprender muito com certeza a FAB se elevará a um novo patamar operacional com o Gripen NG.

  3. Tem aval e autoridade e propriedade intelectual pra passar a tecnologia disso tudo aí ??? Se vai tem que avisar a GE e cia ltda.
    ahhhh sim !!! Tem CAPACIDADE NUCLEAR ??

    E se já ganhou , por que está fazendo propaganda ?? ô insegurança .

    • Felipe Rodrigo says:

      Verdade cade o aval dos verdadeiros donos(do coração principalmente). kkkkkkkkk

    • stadeu…

      Se os suecos fizerem um RBS-15 com carga nuclear, pronto… O Gripen terá capacidade nuclear…

      Quanto a armas e sensores, o que interessa é poder integrar com liberdade o que se queira. Aliás, é extremamente difícil qualquer país permitir o repasse dos segredos de suas armas ( por questões de segurança ).

      • Caro RR,

        Mas não faz parte do pacote do NG a parte nuclear, se quiser é outra grana, além do que isso não se faz da noite pro dia.
        Será que a dilma foi avisada que o Rafale tinha capacidade nuclear … tendo como resposta o sim ou como resposta o não as análises são estremante graves .

        Quanto a :

        “”Quanto a armas e sensores, o que interessa é poder integrar com liberdade o que se queira. Aliás, é extremamente difícil qualquer país permitir o repasse dos segredos de suas armas ( por questões de segurança ).””

        Então RR, o repasse de tecnologia é RESTRITO e/ou INSUFICIENTE e não era esse o objetivo do FX-2 … virada de mesa por 4,5 bilhões ???? caro né ???

        • Caro stadeu,

          O objetivo do FX-2 era prover a FAB com uma aeronave de caça que pudesse ser operada de forma independente.

          Segundo a END, essa aeronave deveria vir com um repasse de tecnologias que permitisse ao Brasil construir seu caça com independência… Acontece que, a independência está em poder integrar o que se necessita de forma totalmente autônoma. E dentro desse foco, o que se faz necessário é basicamente dominar programação, hardware e estrutura ( que são a exclusividade da máquina )… O restante, é peça de mercado… Isto é; o que interessa é pegar um bom motor, bons sistemas eletrônicos, criar os sistemas essenciais e juntar tudo na estrutura desenvolvida localmente.

          Em outras palavras, todos os concorrentes da short-list cumpririam com a END, mas o Gripen NG, com sua proposta de desenvolvimento conjunto da nova variante de uma aeronave já consagrada, seria o que mais se aproximaria do ideal justamente por não ser somente um repasse de tecnologias, e sim o ato de construção conjunta do modelo e o compartilhamento de todas as informações essenciais que o cercam…

          • Continuando,

            Um exemplo interessante de parceria a ser estudado seria o caça JF-17 Thunder, o qual o Paquistão opera aparentemente sem quaisquer dificuldades maiores… Aparentemente é muito similar ao que o Brasil se propôs com sua adesão ao Gripen NG.

  4. Felipe Rodrigo says:

    O radar que será usado no Gripen NG será fornecido pela empresa italiana Selex Galileo, sob a forma do modelo ES-05 Raven. Trata-se de um novo radar de varredura eletrônica ativa (AESA), cujo alcance está estimado em 120 km contra um alvo do tamanho de um caça (RCS 5m2). Esse alcance representa um aumento de 25% frente ao alcance do radar PS-05 usado no caça JAS-39A/C Gripen de geração anterior. O radar Raven tem um ângulo de 100º de varredura para cada lado e terá capacidade de varredura ar ar e ar terra simultaneamente.
    Especificamente, no modo ar terra, o radar Raven será capaz de mapear o solo, criando uma imagem sintética do relevo e de eventuais alvos. Já no modo ar ar, o Raven, permitirá engajar até 4 alvos simultaneamente com o uso de mísseis de médio e longo alcance guiados por radar ativo. Outra capacidade que este radar terá é a de guerra eletrônica, podendo interferir, de forma ativa, nos radares inimigos.
    Além do radar, o Gripen NG terá um sensor passivo IRST Skyward-G, também desenvolvido pela Selex Galileo, equivalente aos sistemas IRST instalados nos caças russos MIG-29 Fulcrum e Su-27 Flanker, sendo capaz de rastrear alvos sem emissões, através do calor das aeronaves inimigas, o que dá uma alternativa para o Gripen NG caso esteja operando em silencio radar, para maximizar sua discrição operacional.

    A suíte de guerra eletrônica do Gripen NG é composta pelo sistema Saab Avionics EWS-39. Este sistema emprega diversos recursos que alertam sobre emissões de radares inimigos (RWR) e sobre a atividade de guerra eletrônica como interferência (jammer) feita por forças opositoras. O sistema EWS-39 pode fornecer parâmetros para que o radar Raven seja usado para interferir nas emissões hostis, mostrando um elevado índice de integração dos sistemas do Gripen NG. O EWS-39 tem um sistema de detecção de aproximação de mísseis (MAWS) de nova geração, aumentando a consciência situacional e, conseqüentemente, a capacidade do piloto de se evadir em caso de ataque. O sistema ativa, automaticamente, os lançadores de chaffs e de flares para despistar os sensores buscadores dos mísseis inimigos.
    Mesmo com o moderno sistema de guerra eletrônica do Gripen NG, a grande estrela dos sistemas eletrônicos instalados nele é seu sistema de datalink. A Suécia é líder mundial em termos de sistemas de intercambio de dados de uso militar sendo que o Gripen é a 3º geração de caças suecos a ser equipado com um sistema desse tipo que permite ao Gripen NG receber e mandar informações fornecidas pelos sensores dele e de outros elementos, como caças aliados, tropas em terra ou navios. A novidade do datalink instalado no Gripen NG, frente ao sistema instalado no Gripen C é que no NG, o sistema poderá se comunicar com o link 16, padrão das aeronaves de combate da OTAN. Chamado de TIDLS (Tactical Information Datalink System), este sistema é o mais avançado datalink já desenvolvido no mundo.

    PS:Informação extra ou em um contexto diferente. Obrigado..! desculpa qualquer coisa.

    • Acho que o radar serve, se o perna curta chegar… rs rs rs
      Mas estamos presos ainda propriedade intelectual da aeronave inteira e toda sua transferência.
      Ao que me lembre havia duas vertentes :

      TRANSFERÊNCIA IRRESTRITA DE TECNOLOGIA ou

      TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA “” SUFICIENTE “””.

      Informação extra né ??

      • Felipe Rodrigo says:

        Verdade ainda teremos muita dor de cabeça pela frente rsrsrsrs
        Todo mundo rir agora depois vão chorar e muito se os EUA não permitirem troca de tecnologia.
        Sim estra em alguns pontos outros nem tanto assim.

  5. A Saab tem o prazer de oferecer o Gripen NG ao Brasil. O Gripen NG é realmente um caça multiemprego, com alcance operacional, capacidade de carga e recurso de Guerra Centrada em Rede (NCW) atendendo a todos os empregos definidos. A capacidade NCW do Brasil será significativamente aprimorada, operando-se o Gripen NG em combinação com o sistema E-99 ERIEYE da Embraer. === Ele até será + bonito q o rafaleC, c radar AESA, E c supercrusseir…os nossos, derivados da compra desta tecnologia deverá ser p às dimensões do BRASIL e multitudo. só espero q ñ aconteça o msm q está acontecendo c a MB q comprou tecnologia dos Alemães e até agr só temos 5 subs e td meiabocas, falta AIPs,p > autonomia; e o AIPs dos Gêrmanicos e um dos melhores do mundo.Sds.

  6. Se o Brasil adquirir o Gripen realmente pensando em obter mais de 100 unidades e em breve ( nos próximos 4 / 6 anos) adotar também um caça pesado da classe do T-50 , penso que o Gripen foi uma otima escolha , agora se pensão ter somente o gripen como vetor pelos próximos 30 anos a escolha foi um tiro no pé, e vamos estar de calças na mão, mas é Brasil, e a opção de ficarmos de calças arriadas e a mais plausível .
    Se o ng foi comprado pensando em uma configuração high/low , o Brasil deve entrar em uma parceria com os países que estão desenvolvendo aviões 5G o mais breve possível, assim quando estivermos recebido os primeiros 50/60 gripens já estaremos começando a receber os 5G pesados e com tecnologia para produzir um 5G++ leve para substituir os primeiros gripens Ng lá por meados de 2035…
    Isso a meu ver é claro…

  7. Muito bem lembrado aí acima. E os órgãos internos do bicho? Motor, a Saab não pode transferir tecnologia, Radar, idem, e por aí vai.
    Por outro lado, o que é a Embraer? A maior e melhor INTEGRADORA de sistemas para aeronaves de médio porte do mundo. A única coisa que a Embraer faz é a carcaça, o resto é de empresa estrangeira.
    Ok, o trem de pouso também é feito pela divisão da Embraer, e vale notar que são poucos no mundo com know-how para fazer isso.
    E vamos continuar assim por algum tempo. O Brasil vai aprender a fazer a casca. O recheio virá dos Gringos, Israelenses, Alemães, Franceses ou Ingleses.
    Exatamente como fazem os Suecos hoje com o Gripen.
    Onde está a independência? Tudo bem, é o primeiro passo, a carcaça já é alguma coisa, mas falta muito, muito para isso ser alguma coisa perto da transferência de tecnologia gritada aos sete ventos.

    • Caro Melkor ,

      muito bem dito isso, mas vai botar na cabeça dos caras , e tem mais, 4,5 bilhões tá caro pra cassete essa transferência suficiente de tecnologia, não interessa .
      O que tem de malandro-agulha de plantão não é brincadeira .

      • Blue Eyes, Na Resistência says:

        Eu disse isso, mas como não sou especialista, preferi aguardar mais informações… levando-se em conta que não seja TT irrestrita, 4,5 bi tá caro pra baralho… com essa grana e partindo do pressuposto que sabemos integrar sistemas, porque não um caça 100% brazuca ???… não ficaria mais caro que isso, mesmo para poucas unidades… se há um porém nessa história que se manifestem os conhecedores do assunto… acredito no Osiris Silva, qndo pregou a produção de caça nacional… mas os meandros da política mambembe petista são irracionais e inconfessáveis… preferiram gastar a grana lá fora…

      • Tá certo, ainda bem que não foi o Rafale então, pq senão a roubalheira seria em dobro!!!!

      • stadeu,

        Resposta abaixo.

    • César Pereira says:

      Estive lendo seu comentário e pensei A Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. (Embraer) é uma fabricante de aviões de pequeno e médio porte, para uso na aviação regional, executiva e agrícola, além de caças militares, aviões de sensoriamento remoto e para transporte de autoridades.

      Era a terceira maior fabricante de aviões do mundo, recentemente em 2012, passou à quarta posição mundial no setor,atras da Boeing,Airbus e Bombardier !

      Isso me leva a crer que só existe na verdade três indústrias aeronáuticas de verdade que estão localizadas nos EUA,França e Rússia o restante é só montadoras reparem por exemplo o abismo que há entre a Embraer e a Boeing e Airbus !
      Em seus 44 anos de história a Embraer, quase não desenvolveu tecnologia, e o Embraer KC-390 sera o maior avião montado por ela !

    • A Snecma tb não iria transferir a tecnologia do M88, então esta tudo igual, a tecnologia é de como se projetar um caça, como se projetar outros sistemas, motores etc.. devem vir de programas isolados, o que não esta sendo contemplado, infelizmente. Ou na sua mente o Brasil esta aprendendo a fazer turbinas de submarino/helicóptero com a França?? Já li que as turbinas do SSN Barracuda são americanas, entãooo.

      A Índia e a China compraram um monte de Su-27/30 e até hj não sabem fazer turbinas, deve ser pq são burros né?

      • Blue Eyes, Na Resistência says:

        Corrijam-me se estiver errado, mas até hoje eu acredito que a indústria nacional não seja capaz de desenvolver sequer um motor a explosão MODERNO com 100% de tecnologia nacional… digo tecnologia nacional não do sistema todo, mas da conformação do bloco, pistões, cabeçote, bielas e virabrequim… sem falar em sistemas de injeção de combustível e de controle de explosão… se não damos conta de criar um motor estacionário, como vamos querer, sem investimentos adequados criar uma turbina aeronáutica com potencia suficiente para um caça de uma só vez adquirir tal tecnologia ???… acho difícil…

        • Caro Blue Eyes,

          Pela proposta da SAAB vamos ter Super Tucano e KC 390 com nome de Gripe NG.
          Nós não debatemos anos e anos pra chegar nisso a idéia do FX-2 era independência total de tecnologia , não necessariamente dos fornecedores.
          Se alguém falar pra mim aqui do blog que não é importante o conhecimento total da turbina … não é brasileiro ou não enxerga o cheque-mate que estamos.
          Meu nome é Tadeu , aposentado após 32 anos de serviço público operacional … não bate com meu perfil CALAR O BICO nessas paradas… eu não … vai ter resistência.

          Brasillllll.

    • Em tempo, pelo seu raciocínio Boeing , Lockheed e Dassault tambem são apenas INTEGRADORA de sistemas para aeronaves nenhuma delas fabrica turbinas ou radares enter outras coisas.

      • César Pereira says:

        Pelo que eu tenho lido esses anos todos somente EUA,França e Rússia, são capazes de produzir aviões completos, projetos,carcaça, sistema embarcados etc sem precisar de ninguém, esses países são os únicos cujas indústrias nacionais produzem tudo para uma aeronave !

        No passado o BRASIL produziu turbinas de aeronaves na antiga Fábrica Nacional de Motores a FNM, mas hoje não, e pelo que eu venho percebendo a SAAB detém tecnologias que a Embraer não possui como a tecnologia de material compostos (polímeros) ou seja plásticos e fibras de alta resistência e leveza, uma verdadeira revolução para a industria em todos os campos !

        A SAAB não tem como ensinar a Embraer a fazer um avião sozinha,mas poderá oferecer atalhos para tecnologias que a Embraer levaria anos para desenvolver !

        Quanto a nós mesmos fazermos um caça sozinho como diz o Sr. Osires Silva é muito difícil pois a Embraer não faz estudos desse tipo de aeronave, a única coisa que se tem notícia e o desenho de um suposto caça de nome ”AX” só isso !

        A Embraer não tem capacidade de desenvolver um caça, ainda mais nos dias de hoje,pois esses projetos demandam muito dinheiro,testes exaustivos de protótipos e muitos anos de estudos !

        Só para vocês terem ideia a Embraer vez os teste de túnel de vento do KC-390 na Holanda isso mostra que a mesma não tão capacitada assim tecnologicamente e precisa de tecnologias essenciais para se manter atualizada !

    • Melkor,

      Resposta abaixo.

  8. Melkor ( 23 de dezembro de 2013 at 17:51 ),

    Blue Eyes ( 24 de dezembro de 2013 at 10:04 ),

    Stadeu ( 23 de dezembro de 2013 at 20:44 ),

    Com o avanço tecnológico, componentes em geral se tornam cada vez mais caros… Daí que produzir um caça por si mesmo aos poucos se torna financeiramente inviável… Os suecos em particular já detectaram isso desde os anos 70 e empregam peças de mercado em seus caças desde então; não por incapacidade de produzir por si mesmos, mas por questões de economia ( afinal de contas, são um país pequeno e limitado ). Aproveita-se a economia propiciada pela escala de produção…

    Tão acertado é esse raciocínio que ele hoje se faz presente em praticamente TODOS os caças produzidos por um só país. O Rafale é um exemplo claro; mesmo sendo tecnologicamente avançado, não emplaca; perdeu todas as concorrências que disputou ( exceção feita a Índia ), sendo preterido em favor de aeronaves mais modestas ou menos avançadas, mas mais baratas… Outro exemplo, F-22 ( entre outras coisas, barrado pelos americanos pelos custos… ). Mesmo os russos, com sua capacidade impar, resolveram dividir a carga com os indianos no PAK FA…

    Assim sendo, o caminho lógico para se ter tecnologia e algum grau de independência no futuro, é o das parcerias para desenvolvimento conjunto de quaisquer itens que se queira. Mesmo os americanos, com todo o seu poderio financeiro, investem em parcerias, sendo o F-35 o maior exemplo…

    A rigor, o que importa é dominar a capacidade de integrar a célula das aeronaves quaisquer itens presentes no mercado… Ou seja, é domínio de hardware e software, além de estrutura, é o que conta para se construir uma aeronave hoje e no futuro… Motores, armas e sensores podem, em teoria, ser pegos dos mais diversos fabricantes e integrados… Só a título de exemplo, os suecos, na concepção do caça Viggen, pegaram o motor JT8D ( o mesmo do Boeing 727, uma aeronave civil ), colocaram nele um pós combustor, e o colocaram no caça… E o resultado foi uma incrível aeronave de Mach 2…

    Ter a capacidade de produção local de todos esses itens seria de fato o ideal; não questiono isso… Contudo, se se quer possuir uma força avançada de combate com custos aceitáveis, a escolha terminaria por recair sobre peças já presentes no mercado; principalmente se não se tem ( ou se pretende ter… ) a quantidade de pedidos necessária para resolver o problema de custo unitário pela escala de produção…

    • correto .

    • Blue Eyes, Na Resistência says:

      O problema levantado pelo STadeu foi os 4,5 BI… se é que entendi o posicionamento dele… com essa grana, se for só para integrar sistemas, poderíamos faze-lo nós mesmos, até fundando uma nova empresa de defesa aérea, se fosse o caso de dividir os custos com a iniciativa privada… porque não ???… com esse preço, e matemática de botequim, cada aeronave custaria módicos 125 MILHÕES de doletas… me parece caro pra “cacildis” !!!…

      • zoinho azul segura o rojão ,rsrs fica ai jogando o B.O. para o stadeu
        volta para a realidade, vive nesse mundo paralelo ,culpa desses remédios tarja preta que você usa

        • Blue Eyes, Na Resistência says:

          No momento não tenho tempo pra te coçar a barriga, bicheirento… o papo aqui agora é sério… vai pegar a varinha, vai… fiufiufiu… isca, isca, isca… e não mije nas rodas do meu PORSCHE…

  9. Amigos,

    A Selex Galileu, que esta desenvolvendo o radar RAVEN, já está presente no Brasil faz tempo, sendo ela que integrou o radar Grifo no F-5M, além de trabalhar na modernização dos A-1… Ela já tem relações com a FAB desde os anos 80. Segundo reportagem da RFA, ela já teria estabelecido uma parceria com a empresa Atmos para o desenvolvimento tecnológico…

    Quanto a hardware e software, a proposta do Gripen NG contempla a concepção no Brasil de hardware e software, além de uma imensa quantidade de itens ( como um datalink de alta velocidade ). Empresas como a AEL, Mectron e outras já estariam na lista de colaboradores.

    Quanto a estrutura, a empresa Akaer já trabalha junto a SAAB no desenvolvimento da mesma.

    Quanto ao motor, assim como muitos outros itens, ele não é uma tecnologia exclusiva… Se a GE não fornecer o necessário para uma operação independente do motor ( que é o que interessa ), outro motor pode ser conseguido com outro fabricante… Evidente que adaptar uma nova motorização demandaria enormes esforços e atrasaria o projeto como um todo, mas ainda é possível, haja visto que o avião ainda não está pronto ( embora acredite que isso poderia deixar o molho mais caro que o frango no final…).

    Em suma, o que interessa para garantir a operação da aeronave com total independência já estaria virtualmente garantido…

  10. Blue Eyes, Na Resistência
    24 de dezembro de 2013 at 10:04

    Eu disse isso, mas como não sou especialista, preferi aguardar mais informações… levando-se em conta que não seja TT irrestrita, 4,5 bi tá caro pra baralho… com essa grana e partindo do pressuposto que sabemos integrar sistemas, porque não um caça 100% brazuca ???… não ficaria mais caro que isso, mesmo para poucas unidades… se há um porém nessa história que se manifestem os conhecedores do assunto… acredito no Osiris Silva, qndo pregou a produção de caça nacional… mas os meandros da política mambembe petista são irracionais e inconfessáveis… preferiram gastar a grana lá fora…===O sr.Osires Silva falou textualmente q a EMBRAER tem condições de montar um caças supersônico p às condições do BRASIL….tem algo de errado no reino.Vamos pensar.Sds.

  11. ##O Gripen NG é o caça mais ágil do mundo em combate de perto. Combina um avançado layout aerodinâmico e uma configuração canard-delta com um sistema triplex de controle de voo fly-by-wire digital.##
    Esse é um fator fundamental e altamente integrado no perfil de nossos pilotos e adequadissimo a nossa assimetria.
    O Gripen NG com suas tecnologias embarcadas e a multiplicidade de armamentos compativeis e mais nossos avanços e aperfeiçoamentos se tornara mortal para a defesa Amazonica.
    Bases camufladas com depositos escondidos para pouso decolagem e configurações rapidas adequadas as missões é um fator a frente.
    Os UPGrades incluso no contrato pois compramos o programa ou seja a sociedade com participação na propriedade intelectual e o aprendizado e espertese levando as tecnologias,seus aprimoramentos e criações para outros vetores lhes digo que sera o nosso caça patrulha,nosso caça embarcado mas o Brasil precisa de um caça de superioridade aerea multifuncional e ele chama-se SU35/S.
    Não pensem que o dialogo com os Russos encerrou-se porque não encerrou-se e sim poderemos ter cooprodução ou mesmo consecionamento.
    A Odebrecht estava interessada em joint venture com a Yrkut acho que depois do Gripen melou mas não impede que surjam entendimentos com a Sukhoi ou mesmo a MIG que ja namora a AVIBRAS a muitos anos.
    Não tem essa como estão tentando fazer em muitas materias que estão surgindo sobre os outros programas na possiblidade do Rafale ou F35 são cartas descartadas mesmo com forte lobby midialitico e ate militar…JA ERA PERDERAM E NÃO SÃO CONFIAVEIS E NÃO ABREM AS PERNAS.

    • Boas observações…

      Acrescentaria sobre o Gripen que…
      Essa sua característica exclusiva “off road” para pouso e decolagem é uma tremenda carta na manga contra um inimigo, que todos já sabem, como ponta pé inicial de combate, inicia jogando Tomahawk nas bases aéreas do adversário.

      Ora!.. de estradas estamos cheios, só faltariam hangares improvisados no meio da mata, mas isso é fácil também…
      Nos bastam, para guardar os novos Gripens, caixas de fósforos do tipo palitos grandes.
      hasuhashuhuhsashuhusha!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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      Que venham alguns Sukhois, com RCS baixo e amplas capacidades, o quanto antes.
      Pois só um punhadinho de ótimos mosquitos supersônicos não é suficiente.

      • Uma pequena observação:
        Em caso de combate real e atual, há toda uma doutrina de saturação, para vários panoramas de combate com alta presença de radares defensivos, então…
        Um Su-35 com uma carga de mísseis e bombas bem maior que a do Gripen, pode lançar num ataque, ou contra-ataque, não apenas um míssil, mas quatro, ao mesmo tempo contra um f-35 o que torna sua ação muito mais letal e com chances de sucesso.
        Já nossos pequenos caças, por sua menor carga, farão sempre o lançamento de apenas um míssil, por vez, o que facilita a defesa do adversário.
        Uma doutrina de saturação, para combate aéreo, por parte deles (nossa FAB) é muito difícil, precisariam atuar em conjunto de Três caças para lograr mais sucesso contra um F-35, por exemplo.
        E então…
        Mais uma vez caímos naquela história de que 36 caças não fazem de nossa FAB um força aérea de verdade. Isso que está aí, hoje, e mesmo num futuro próximo, não serve para nos defender nem brincando dos reais e potenciais inimigos do Brasil.
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        Governantes e Brigadeiros brasileiros vcs enganam a muitos, mas nunca a todos.

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