EXÉRCITO AMERICANO (US ARMY) RECRUTA IMIGRANTES

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general-benjamin-freakley-us-army“Segundo o idealizador do programa, o General Benjamin Freakley, a idéia é recrutar estrangeiros com habilidades para atuar nas áreas de medicina, de línguas estrangeiras e de inteligência, em troca do Green Card em apenas seis meses, sem inclusive a cobrança da taxa de aproximadamente US$ 700,00 dólares.”

Para ler a matéria completa, acesse “A Voz do Imigrante”

Fonte: A Voz do Imigrante  

Leia também:

Rafael Vieira, brasileiro que combateu ao lado dos Estados Unidos, no Afeganistão em duas ocasiões, em 2010 e 2012BRASILEIRO VAI ATRÁS DO SONHO DE LUTAR NUMA GUERRA E CHEGA AO AFEGENISTÃO

“Depois de não conseguir entrar na Aeronáutica, Rafael Vieira, 28, deixou o Brasil em 2007 para ir atrás do sonho de ser soldado. Ele entrou no Exército dos Estados Unidos (US ARMY) e passou pela guerra do Afeganistão duas vezes.”

Acesse também: http://www.goarmy.com/

Brasileiro vai atrás do sonho de lutar numa guerra e chega ao Afeganistão

DEPOIMENTO A…

LEANDRO VIEIRA
DO “AGORA”

Depois de não conseguir entrar na Aeronáutica, Rafael Vieira, 28, deixou o Brasil em 2007 para ir atrás do sonho de ser soldado. Ele entrou no Exército dos Estados Unidos e passou pela guerra do Afeganistão duas vezes. Da primeira, ficou concentrado em ações de engajamento com a população. Da segunda, teve de enfrentar de frente os ataques que eram realizados pelo movimento radical islâmico Taleban.

Em dezembro de 2007, ao embarcar rumo à minha primeira missão, não conseguia acreditar que o sonho de ser soldado se tornava realidade. Isso só foi possível nos EUA. No

Brasil, tentei entrar na Aeronáutica, mas não consegui.

A vontade de ser soldado vinha desde criança. Toda vez que assistia ao filme “Rambo”, dizia à minha mãe que queria ir para uma guerra e ajudar os inocentes que sofriam com os horrores do conflito.

Ela sempre dizia que “o Brasil não declara guerra a ninguém”. Essas palavras, que poderiam dar a entender que meu desejo jamais aconteceria, cruzaram minha mente quando o treinamento para infantaria começou. Foram 21 semanas que mudaram minha vida.

E não só consegui ser um soldado, como, pouco tempo após terminar a preparação, entrei numa batalha que ganhou projeções globais: a Guerra do Afeganistão.

Tive duas passagens pelo país. Na primeira, fiquei por três meses na cidade do Kandahar, no sul. Éramos escalados para construir escolas, levar eletricidade às vilas, distribuir sapatos às crianças e dar sementes a plantações.

Nesse período, o Taleban representava uma ameaça fantasma. Estava preparado para enfrentá-lo, mas o perigo pouco se apresentava.

Na segunda, um ano e meio depois da primeira passagem, em 2010, fiquei em Argahndad, perto de Candahar. Daquela vez foi diferente. Nossa missão era do tipo “search and destroy” (procurar e destruir, em inglês), em que entraríamos em conflito direto com o Taleban. Nosso principal objetivo ali era liberar o povo daquela opressão.

Ao chegarmos, encontramos forte resistência da milícia. Nosso pelotão sofria ataques diariamente. Virei líder de uma seção de morteiros, e sob meu comando estavam quatro soldados.

Uma das armas mais temíveis que enfrentamos foram os IEDs (dispositivos explosivos improvisados, na sigla em inglês). Essas bombas não tinham poder para matar, mas conseguiam amputar uma perna ou um braço.

Perder um membro, para um soldado da infantaria, podia ter um efeito pior que a morte -e isso instiga nossos instintos selvagens, aumentando a vontade de matar.

Em casos como esse, quem está cuidando do soldado ferido deve, apesar do medo e da adrenalina, manter-se concentrado e agir calmamente.

Tive essa experiência quando ouvi um chamado de emergência vindo pelo rádio. Numa patrulha, um dos nossos soldados pisou numa IED. Eu havia recebido treinamento para atuar como paramédico, então corri até a enfermaria para esperar pelo meu colega ferido.

A bomba havia decepado a perna dele do joelho para baixo. Mesmo com toda a dor, estava lúcido. Fizemos os procedimentos necessários, e o soldado foi levado, de helicóptero, ao hospital, que ficava na nossa base militar.

O episódio não durou mais do que 15 minutos e, mesmo meia hora depois, quando estava lavando o sangue das mãos, vi que a guerra tinha apenas começado para mim.

Tive a sorte de ter outro brasileiro comigo na mesma unidade, meu grande amigo Tavio. Passamos muitas noites acordados conversando em português e escutando O Rappa -banda que, além de adorarmos, nos ajudava a matar o tempo e a saudade do Brasil.

Nove meses depois da segunda chegada ao Afeganistão, retornei aos EUA. Quando entrei no avião, olhei para trás e, como outros soldados que lutaram na linha de frente, sabia que uma parte de mim havia ficado para sempre perdida na guerra, onde ganhar ou perder é um detalhe que fica esquecido.

Dezoito horas depois, estava abraçando os meus filhos e a minha mulher.

Sabia que começaria a ser preparado para uma nova guerra, caso a paz mais uma vez ceda espaço para um novo conflito.

Foto: Rafael Vieira, brasileiro que combateu ao lado dos Estados Unidos, no Afeganistão em duas ocasiões, em 2010 e 2012.

Fonte: Folha 

15 Comments

  1. Cooptação…estão subindo o nível da esperteza…Sds.

  2. a US army aceita qual quer pessoa independente do nível de Intelectualidade que ela possua, nao consegui-o entrar na aeronáutica porque nao teve capacidade suficiente
    ao contrario deles nossas forças armadas nao sao a Casa da mae joana, unica vantagem que estao mais bem equipado do que nos.

  3. cabeca de jarro "the har head" says:

    Eu sempre tive este sonho em toda minha adolescência .
    Meu sonho era me alistar nos grupamentos rangers ou delta , tudo por causa do filme falcão negro em perigo.
    Lembro que na epoca um jogador da NFL , deixou os contratos milhonários com o football americano para lutar afgnestão , ele foi morto por fogo amigo em combate.
    Também nessa epoca saiu uma noticia de um idiano que estava voltando para o EUA , quando receberia em uma cerimonia a cidadania americana das mãos do presidente . morreru quando faltava poucos dias para voltar,

  4. helveciofilho says:

    “Depois de não conseguir entrar na Aeronáutica, Rafael Vieira, 28, deixou o Brasil em 2007 para ir atrás do sonho de ser soldado. Ele entrou no Exército dos Estados Unidos (US ARMY) e passou pela guerra do Afeganistão duas vezes.”
    .
    .
    isso demostra que a nossa FA é muito rigorosa más para a maior força armada do planeta,qualquer um pode ser “bucha-de-canhão”.
    .
    Com essa proposta americana,abre espaço para as tiete do tio Sam que estão dispostos a morrerem pelos ideais americano,esta ai uma boa oportunidade dos amantes do USA saírem da retórica e irem para pratica,ou seja,ao front morrerem pelas nobres causas americana.

  5. Desculpem mas nao vejo de outra forma: Mercenário.

    Jurou a bandeira americana. Estar sob fogo cruzado pela a bandeira americana.

    Não pensará duas vezes em atirar em brasileiros, se recusar estará sob pena da corte marcial americana. Então… ao meu ver não é mais brasileiro. Nasceu no Brasil, é diferente….

    Legião Francesa… mesma coisa.

    Blackwater mesma coisa!…

    Se recusarem a lutar contra o Brasil estarão errados!…

    Mas quem é o que pra julgar o sonho de alguem!… Se a escolha foi esta, temos mais que parabenizá-lo por tê-la conseguido.

    • Vejo da mesma forma compadre, soldado que luta pelo vil metal, e não pela pátria, que recebe salario, e não soldo ( a simbologia e muito importante) e mercenário .

  6. Isso nao e de hoje. Tenho amigo italian que serviu, como voluntario, o exercito norte americano na decada de 1990. Os ianques seguem aquelas filossofia, imigrantes se oferecem para servir as forcas armadas, pra que mandar seus filhos. Servir as Forcas Armadas Ianques nao e veraneio. Nao se compara com o que ocorre no Brasil. La o pessoal vai servir vao realmente para guerra. Matar ou morrer, ferir-se ou conseguir-se uma dose de cancer e parte da carreira militar.

  7. O cara foi atrás do sonho dele: servir num exército de verdade, em que o soldado é valorizado ao ponto de receber o melhor equipamento da Terra para combater os inimigos da civilização ocidental.

    Sai de lá com uma grana boa e vai fazer a faculdade que desejar, com emprego praticamente garantido ao final do curso. Vai ter uma vida maneira, sabendo que cumpriu seu dever com o país que adotou e com a humanidade.

    Certíssimo. Vai quem quer: não tem conscrito no US Army.

    Ora, deixem de patriotada abestalhada: fossem as Forças Armadas Brasileiras um centésimo do que são as americanas e ninguém tava caindo fora do país para servir a nações estrangeiras.

    O governo do Brasil sabota suas FFAAs e o povo brasileiro o tempo todo e nego vem criticar o cabra por escolher ir servir a outro país? Oras, tenham dó…

    • helveciofilho says:

      Palavras de um americanófilo de carteirinha e tudo mais……Hahahah…esse de brasilidade não entendo de nada…Hahahah.
      .
      Eis uma boa oportunidade de mostrar esse amor profundo ao Titio…é a boa oportunidade de deixar esse Brasil que tanto odeia e morara na terra dos sonhos e morrer por ela.
      .
      O que é inexplicável é morar no lugar que tanto despreza,eis ai uma boa oportunidade de buscar os teus sonhos e pelos inúmeros textos de apologia de amores a tudo que seja americano,nem precisa colocar a carcaça em perigo,é só mostrara o seu incondicional amor ao Tio Sam quo o green cart já leva de cara. para aterra do Rambo..Hahahah.

      • Caro “suíço filho” (curioso alguém com um nome desses vir falar de brasilidade, rsrs), infelizmente meu tempo de servir já passou. E de qualquer maneira eu já fiz minha parte, aqui mesmo no Brasil, mais de uma vez; e fui voluntário para isso, diga-se de passagem.

        O inexplicável é alguém idolatrar tanto o governo e a ideologia PeTralha esquerdofrênica ao ponto de fechar os olhos às mazelas que assolam o país e as FFAAs brasileiras, se arvorando o direito de julgar outros por perseguirem seus sonhos.

        Aliás, não é inexplicável: lavagem cerebral dá nisso aí… ;)

        • Você fez o juramento Vader ?
          O termo “patriotada abestalhada” não cai bem a quem prometeu cumprir rigorosamente as ordens das autoridades a que estiver subordinado, respeitar os superiores hierárquicos, tratar com afeição os irmãos de armas, e com bondade os subordinados, e dedicar-me inteiramente ao serviço da Pátria, cuja Honra, Integridade, e Instituições, defenderei com o sacrifício da própria vida.
          Não confunda mais a patria amada com a quadrilha apatrida que se apoderou das instituições civis em 1985, e não chame patriotas de abestalhados por favor, tavez sim por não termos nos esforçado o suficiente para livrar nossa mãe gentil dos ratos, mas nunca pelo sentimento.
          saudações.

          • Caro capa preta, patriotismo é bem diferente de ufanismo.

            Da mesma forma “patriotada” não tem nada a ver com patriotismo. Na verdade é sua mais deletéria e ridícula expressão.

            Antes de duvidar de meu patriotismo ou questionar meu juramento, procure entender melhor as palavras sem tirá-las do contexto.

            Perceba que estou-lhe respondendo pois o amigo parece ser um sujeito sensato. Não costumo responder esse tipo de acusação pueril de quem claramente não o é.

            Sds.

    • “Ora, deixem de patriotada abestalhada” ;) É meu chapa… depois dessa!…

  8. Olha,sempre foi meu sonho ser integrante do exército americano,mais sempre admirando muito o nosso exército.
    O problema é que aqui o exército e seus recursos são raramente usados e apoiados pelo governo,e o que acontece é que a maior ação que acontece na maioria das vezes é nos desfiles de feriados ao longo do ano.
    Eu tenho o sonho de servir o exército americano não pelo green card,dinheiro ou algo do tipo,se fosse por dinheiro e moradia permaneceria aqui.
    O que quero é me sentir útil a humanidade,ajudar quem quer que seja ao redor do mundo contra todo tipo de perigo,fazer algo que realmente vale a pena,sentir-se vivo,acho que como eu,ele tem esse tipo de pensamento também.

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