Defesa & Geopolítica

Dez anos depois, explosão de foguete ainda trava setor espacial brasileiro

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VLS

Uma década após acidente com VLS-1, Brasil continua em busca de lançar seu primeiro foguete. Catástrofe em Alcântara matou 21 pessoas e deixou um vácuo no setor, que sofre também com baixos investimentos.

Em 22 de agosto de 2003, às 13h26, a explosão daquele que seria o primeiro foguete produzido no Brasil a ser enviado ao espaço causou a morte de 21 pessoas. O acidente vitimou alguns dos cientistas considerados expoentes na pesquisa espacial brasileira. “No desastre em Alcântara, a gente acabou perdendo praticamente toda a força de recursos humanos especializada que existia na época. Isso é muito difícil de repor”, lamenta Fernando Martini Catalano, coordenador do curso de engenharia aeronáutica da Universidade de São Paulo (USP).

Há dez anos, a combustão intempestiva do primeiro estágio provocou a falha do acionamento do terceiro protótipo do VLS-1 testado, no Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão. Antes, em 1997 e 1999, outros dois protótipos também apresentaram falha durante testes.

Falta de investimentos e de pessoal qualificado impedem a decolagem de um plano que possui mais de cinco décadas e a história marcada por um grave acidente. “O investimento é muito menor comparado a outros países emergentes. A Índia, por exemplo, já possui e lançou foguete próprio, detém tecnologia de motor a foguete líquido, e o Brasil ainda não tem isso “, pontua Catalano.

Cortado pela Linha do Equador, o Brasil é considerado um país estratégico do ponto de vista espacial. O território está localizado em uma área propícia para o lançamento de foguetes, apresenta condições de dominar todos os ciclos da indústria: desde a produção de foguetes e satélites, até o domínio de locais propícios para o lançamento. Mas não é competitivo.

Mudanças na política

Na época do acidente em Alcântara, uma Comissão Externa da Câmara dos Deputados apontou como principais causas os baixos investimentos na área, carência de pessoal capacitado e problemas na estrutura organizacional do Programa Espacial Brasileiro. Outro ponto destacado foi a baixa valorização dos especialistas – os salários variavam entre 2.800 e 5177,20 reais. O valor variava entre 11 e 20 salários mínimos da época, fixado em 240 reais.

As mesmas questões foram destacadas no estudo sobre a Política Espacial Brasileira, que analisou o setor em 2009. O levantamento resultou em mais de 500 páginas e no Projeto de Lei 7526. Apresentado no mesmo ano pelo relator do documento, o então deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSDB-DF), hoje senador, propõe a criação do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Espacial (Padie) e estabelece medidas de incentivo à inovação, à pesquisa científica e tecnológica no setor espacial. Mas o texto ainda não entrou em pauta na Câmara.

Depois do acidente, uma equipe de especialistas russos sugeriu várias modificações para aumentar a segurança e confiabilidade. As alterações foram implementadas e a expectativa era de que um novo lançamento fosse realizado em 2012. O que não aconteceu.

Falta de investimentos e qualificação

O estudo Política Espacial Brasileira evidenciou um cenário de falta de recursos para a área. Rollemberg afirma que é necessário aplicar recursos mais significativos e regulares para fomentar a pesquisa nesta área e a formação de mão de obra qualificada.

Catalano reforça que, diferente do segmento aeronáutico, no qual o país se destaca em nível internacional e já existe há quase um século, a área espacial ainda é jovem e demanda muito investimentos, em especial, na produção de foguetes lançadores. ” Criar pessoas especializadas demora pelo menos 10 anos. Tem que fazer um PHD fora. Tem que ter uma certa maturidade para começar a desenvolver isso”, acrescenta.

A descontinuidade de investimentos se mantém ao longo dos anos. O maior aporte de recursos foi entre 1984 e 1989, quando os valores investidos chegaram ao equivalente a 200 milhões de reais. A partir de 1990, os investimentos caíram para cerca de 60 milhões ao ano. De acordo com o Projeto de Lei Orçamentária do Governo Federal para 2013, o setor deve receber 325 milhões – em 2012 foram 419 milhões.

vls2

Explosão destruiu também a Torre Móvel de Integração

Aposta em novas tecnologias

Na área de satélites, o Brasil possui importante representatividade em nível mundial. Apesar disso, o país ainda depende de outros países para fazer os lançamentos. “O Brasil não possuir seu próprio lançador traz problemas até sob o ponto de vista de para onde vai o lançador, para você posicionar seu satélite na região que interessa para o Brasil. Às vezes, ele vai para um lugar que não é exatamente onde se quer”, comenta Catalano.

Questão que não se consegue resolver rapidamente. “O Brasil desenvolveu uma linha de foguetes movidos a propelentes sólidos e isto foi comprometido. Teve o acidente que acabou cancelando várias coisas, inclusive o conhecimento humano. Por outro lado, é uma oportunidade de se desenvolver novas coisas, até outros tipos de motores de propulsão, com pessoas especializadas nesta área”, comenta Catalano.

Outro ponto que limita a competitividade brasileira no setor espacial é o acesso à tecnologia produzida em países líderes do setor. Apesar de o Brasil possuir inúmeras parcerias internacionais nesta área, ainda sofre com o cerceamento de acesso às tecnologias na área espacial – seja para combustíveis, lançamento de foguetes, a colocação em órbita de satélites de maior porte.

“Isso faz com que o Brasil tenha muita dificuldade de acesso”, analisa Paulo Motta, coordenador de articulação do Centro de Estudos e debates da Câmara dos Deputados. Para ele, há a expectativa de que, nos próximos anos, com o lançamento do foguete VLS-30 e outros que estão sendo produzidos, o Brasil possa encontrar nichos de mercado e despontar na área espacial.

Fonte: DW

 

29 Comments

  1. Pois é…

    O problema é que nesta explosão as principais cabeças da engenharia espacial brasileira morreram…

    Leva tempo pra se formarem engenheiros com o grau de know how daqueles que morreram….

    Ai, o pessoal atordoado do Monte das três oliveiras (trilogia), que nao tem a menor noção de engenharia, acham que engenheiros competentes se formam da noite para o dia…

    Ou talvez achem que BASTA UM CURSO DE PILOTO pra se fazer um engenheiro…

    Mas creio que o VLS vai voar

    • Jovem Rafinha, Programa Espacial é coisa de país de verdade como Paquistão, Índia, Irã, Coréia do Norte, etc. País que tem planejamento. País que quer chegar a algum lugar, ainda que com todas as dificuldades.

      No Brasil é só desculpa pra PeTralha e seus aliados do PSB encherem os bolsos. Com direito a quilombola enchendo o saco e acabando com a viabilidade financeira da base e “parceiros estratégicos” franceses (by “megalonanico CA” e “boca-podre MAG”) mantendo bóias espiãs na costa.

      No mais, o tal VLS vai voar no mesmo dia em que eu aprender a chupar laranja e assobiar Der Ring des Nibelungen inteiro, ao mesmo tempo. 😉

      Mas quem sabe a Companheira Wanda não tem um momento de sensatez e aluga (ou doa) a base para quem sabe mexer com essas coisas, no caso os americanos? 🙂

      • Bom…

        Quem ta falando dos norte americanos é vc..

        Essa mania que vc tem de sempre se adiantar e sair na defesa dos queridos, amados, idolatrados, salve salve EUA ta te prejudicando…

      • Huahuahuahauauhauahuhuahuaha

        Obrigado por mais um print vader

        Eu ja tenho vários Prints seus aqui duvidando do vôo do PAK FÃ…

        na hora certa eu vou colocar aqui pra gente rir de voce (de novo, como de costume)

        No mais, na minha opinião, vc nao tem moral nenhuma pra chamar os outros de megalomaníacos…..

        É bom nao apontar o dedo pros outros antes de notar que vc tem uma viga enterrada no olho…..

        Voce tem a mania sebosa de notar nos outros os defeitos que exalam de voce.

        No mais: PRINT

      • Alias… Faz o seguinte: para de conversar besteira na internet e vai ver se tu tira da cabeça um projeto pra ajudar quem ta trabalhando

        Nao reclama tanto?

        Pois então faça melhor!

      • Blue Eyes, Na Resistência says:

        Vc já foi engraçadinho, rafinha… agora tá ficando chato… mais imaginação e menos pegação no pé… ta parecendo paranoia… ou amor… rsrsrsrsrsrsr….

      • Vader… Acusar alguém de crime e nao conseguir provar é crime d calunia..

        E por isso que voce se esconde atras de mascaras?

        Pra acusar os outros sem prova e nao arcar com as consequências?

        Depois, manda os outros serem CORAJOSOS…..

        É um Demostenes Torres mesmo…. Hipócrita.., falso moralista… Discurso conservados batido… Neurose ….

        Pffff…

        Da pena

      • Não gostou? Me processa seu duente mental!

        Tô loco pra ganhar uns honorários seus, rsrsrs…

  2. Esse programa espacial brasileira é símbolo maior do descaso e da incompetência política que a tanto assola o nosso Brasil. Não há interesse em formar a mão-de-obra qualificada, pois não oferecem salários compatíveis para um cientista da área; não há vontade política em enviar os recursos financeiros necessários, pelo contrário, sempre falta algum dinheiro e sobretudo a ignorância política em não se importar com um projeto tão relevante para a Nação, que elevaria o patamar tecnológico do país e de quebra nos serviria como fonte de divisas.

    É meus amigos, até eu estou perdendo fé no VLS.

  3. Ao invés de difundir o conhecimento ao máximo, entre os nacionais, preferiu-se criar um clubinho de privilegiados, como sempre, resultado, bastou explodirem 30 técnicos e o conhecimento acumulado foi para o brejo.

    • De certa forma você esta certo. Tenho sempre a ideia que nas empresas ou governos sérios, ninguém é insubstituível, logo se alguns morreram e tudo acabou é porque algo esta errado ou tem outra coisa que não esta sendo contada. Será que realmente tais técnicos deixaram seus conhecimentos somente na cabeça? Não existe registro, planta, projetos? Para seus familiares e para o governo se for de interesse em não investir em Alcântara é uma boa desculpa: aos parentes dos falecidos irão parecer insubstituíveis, heróis do conhecimento, únicos (bom para eles, em termos, mas não para o resto) e para o governo aquela ladainha que não tem pessoal, precisa formar…aquela máxima: não tem como fazer e com isso não precisa gastar. É muito trololó e não gosto de quem usou esta expressão na política.

  4. Claudio Queiroz says:

    Além de todo o descaso, que não é somente na área aeroespacial (o programa FX-2 é o exemplo mais emblemático). Há também uma pressão internacional gigantesca contra o País que nós, cá em baixo, não percebemos. Pra deslcanchar o programa espacial brasileiro, teríamos que ter um(a) líder com coragem suficiente pra romper com os grilhões que nos aprisionam nas trincheiras da covardia, peitar quem está contra nossos interesses e desenvolver não só o programa espacial mas também avançarmos mais ainda em pesquisas na área nuclear, repensar o famigerado tratado RCTM que nos impede de produzir mísseis com alcance superior a 300 km, fato que compromete nossa defesa, dentre outras ações. Enfim, do jeito como as coisas vão, também não acredito mais no avanço do Brasil no desenvolvimento de tecnologias críticas.

  5. O spaceduto brasileiro deu mais um novo prazo (A centésima vez q assim faz?.. Sem vergonha nenhuma) 2014, para mais um lançamento experimental do VLS.
    E a série de justificativas alavancadas para sua improdutividade segue abrangendo todas as possibilidades possíveis de forma a mantê-lo sem conclusão num pé só.

    É incompetência total… reparem no caso do tal acidente com várias vítimas…

    Elas próprias, pelo que consta, faziam parte do núcleo técnico do projeto, ora se assim era, elas mesmas não deveriam ter consciência do material explosivo e altamente inflamável de sua lide e das respectivas considerações de segurança a serem incorporadas naquelas instalações?
    E o que tais procedimentos de proteção precisariam para serem implantados? Verbas e mais verbas a básica desculpa de sempre?
    Ora, a própria CIPA de Alcãntara era cega e desinformada dos perigos envolvidos em bases de foguetes? E o que dinheiro tem a ver com isso, com simples implantação de doutrinas de segurança adequada?

    Não minha gente, não venham com a tal conversa de que aqueles mortos eram simples e infelizes vítimas, o furo é mais embaixo, e tem a ver responsavelmente com os próprios.

    Nosso programa espacial carece não da falta de doutores, técnicos e verbas, mas é de muita falta de vergonha na cara, e de cadeia para muitos que estão lá eternamente mamando recursos públicos. Ex: todo seu corpo de bombeiros, cipeiros e demais envolvidos na segurança das instalações, ainda lá na época do acidente, deveriam (se não o foram) receber demissão sumária por justa causa. Além, de muitos outros, por outros motivos. Caso contrário, segue o bonde dos cínicos do patético e incompetente programa espacial brasileiro.

    Tudo está a indicar que nosso país vai perder mais um século, envolvido em milhares e milhares de pilantragens e pilantras impunes. Nossa Constituição feita por bandidos alicerça nossa eterna categoria terceiro mundista. Ou melhor, o conjunto de leis brasileiras estão a serviço do nosso eterno atraso. Com elas não há esperança de desenvolvimento, pois com a impunidade por elas permitida os brasileiros competentes e honestos são suplantados e dominados pelos cafajestes em geral.

    • Blue Eyes, Na Resistência says:

      Beleza de ponderação, amigo… sem remendos… falou tudo… parabéns pela clareza com que colocou os fatos… inegável…

      • Se não fossem o sorriso e riso puro de um lindo bebezinho, ou o brilho total do Sol no meio do céu azulado, ou o aroma de um café novinho sendo coado etc etc, seria por demais duro assistir a tanta sacagem deste nosso amado Brasil, caro amigo.
        Vida longa a internet que está ajudando, como nunca na história, na derrubada de inverdades.

      • Sempre alerta, amigo…

  6. Esse VLS, o missil de amanhã, só será lançado em 2018…talvez,quem viver verá.Sds.

  7. Assisti no youtube uma palestra com um dos os atuais cientistas da Agência Espacial Brasileira, e nela o mesmo afirmou que o motivo da explosão foi o número elevado de elementos dentro da torre ( 21), que criou uma corrente eletroestática razoável e foi o suficiente para acionar o dispositivo eletromagnético do sistema de ignição do VLS. Pode ter sido…Mas também não descarto a possibilidade de ter sido um satélite de guerra eletrônica americano, que descriptografou os códigos do sistema de recepção do foguete, penetrou na torre e o acionou, o ligou propositalmente para destruí-lo e matar os nossos técnicos..

    São duas possibilidades fortes. Não esqueçamos senhores que a probabilidade de sabotagem aumenta à medida do emprego de percentagem de componentes importados no VLS. Só o sistema operacional dele, era extremamente fácil de ser sabotado..

  8. Em uma palestra que assisti no youtube dada por um dos atuais cientistas da Agência Espacial Brasileira, envolvido no projeto do VLS, o mesmo afirmou que a presença excessiva de pessoas dentro da torre, pode ter criado uma corrente eletroestática razoável para acionar a chave eletromagnética do sistema de ignição do VLS. Segundo o mesmo, a falha foi humana por imprudência de pessoal dentro da torre. O mesmo ainda afirmou que a quantidade máxima aceita pelo manual científico do VLS é de no máximo 5 pessoas cujas cargas eletroestáticas seriam desprezíveis para o foguete. É uma possibilidade. A segunda possibilidade é a de uma ação de guerra eletrônica efetivada por um satélite especializado nesse tipo de atividade, que monitorou a entrada dos cientistas brasileiros na torre e descriptografou os códigos de emissão e recepção de sinais da base para torre e para o foguete. Os aviões e navios estrangeiros que apareceram na região, são pura fachada de manobras diversionárias.

    A questão do VLS é uma questão financeira. É preciso investir mais recursos não para melhorar as partes que são produzidas no país, mas sim para evitar a importação de componentes, pois à medida que se efetiva essa ação se aumenta o risco de sabotagem. É preciso trazer a iniciativa privada nacional para esse projeto e dar-lhe garantias que é um projeto promissor, explicando-lhe toda a família Cruzeiro do Sul e a privatização da produção para ser efetivada em escala industrial em um futuro próximo.

    Torço muito por tudo isso e pela conclusão da Missão Espacial Completa Brasileira! Viva a família Cruzeiro do Sul e ao Brasil!

    Abraços patrióticos a todos!

    Obs: quem apagou o meu comentário?

    • Caro colega, pena que esse tal cientista não chamou também a atenção para o fato da existência de centenas de milhares de foguetes e mísseis de combustível sólido, espalhados e estocados por todos os países, sem apresentarem esse tipo de falha de ignição expontânea.
      Além, também, de milhões de veículos a gasolina, que vivem dando choques elétricos, por carga estática acumulada, em seus usuários, e nem por isso apresentam ignição expontânea em algum de seus cilindros, ou nos tanques de combustível.
      Assim, acho meio fora da realidade essa suposição. E quanto a decodificação criptográfica de códigos de acionamento dos motores do nosso VLS… ora depois de ligados eles queimam até o fim, portando seu acionamento é feito ainda em terra e certamente por cabeamento, o que complica em muito essa conjectura mirabolante.

      E quanto ao empecilho financeiro… essa é a mais simplista das explicações do fracasso de nosso programa espacial… porém muito coviniente para tapar os furos de competência e honestidade. Exemplo off topic, mas tudo a ver: acha visto as verbas de nossos hospitais e postos de saúde que nunca são suficientes, ao mesmo tempo que (grande ironia) os médicos e vários outros de seus funcionários não comparecem para cumprir com seus contratos, num descaso total com a saúde e qualidade de vida da comunidade brasileira.
      Portanto, eu diria que muito mais que falta de verba é de punição aos safados que o VLS carece.
      Sds!

      • Blue Eyes, Na Resistência says:

        Amigo Vivent, parece que o nosso amigo dudu se alinhou aos demais defensores do indefensável futebol clube e passou a demonizar usamericanus maus por toda a INCOMPETÊNCIA e má vontade dos governos esquerdistas nacionais traíras do povo brasileiro… FATO… ele não afirma claramente isso, mas para quem sabe ler… sem falar no fato que a defesa do atual governo é prontamente preparada e apresentada com todos os floreios necessários a velação do defunto… tá fedendo mas tá bonito… ele vai ter muito trabalho pela frente para cuidar do novos defuntos que o governo atual está criando na administração federal…

  9. Os americanopatas pagos a soldo de cachos de banana daqui a pouco aparecem pregando o aluguel da base pros EUA…

    Evita gente sem vergonha…..

    Ops…. Ja apareceu o primeiro

  10. Estão nem ai!… A lógica pró nação é evidente que não é cumprida.

    A Agenda ideologica é cumprida. A Agenda Global é cumprida.

    Já está tudo dominado.

    • Blue Eyes, Na Resistência says:

      Claro que sim,,, e os vermelhuxos úteis ainda acham que somos nós que não somos patriotas por que mostramos as cagadas dos governos desde 1985…. rsrsrsrsrsrsrs,,, o pt e demais siglas esquerdistas apátridas estão nos entregando na bandeja aos donos do mundo… rsrsrsrsrsrs… esquerdalhas úteis são tão bobinhos… rsrsrsrsrs… votar no pt é a mesma coisa que votar em GEORGE SOROS, OBAMA, ROCKEFELLER, ROTHSCHILDS, FORD e demais mega capitalistas… perguntem porque o lula foi condecorado por Mrs. Soros ???…

  11. O maior ´problema da Alcantara-Cyclone é que ja deveria ter sido feita uma devassa profunda na mesma a muito tempo.
    É uma maquina devoradora de dinheiro publico e a proxima explosão vai ter muita gente comemorando porque com ela explode junto o rombo.

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