Defesa & Geopolítica

Colômbia, as FARC e as dissidências

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* Mapa: Em destaque azul, as frentes e colunas confirmadas em reincidência e localizadas por departamento. Em vermelho, aqueles sobre os quais existem indicações e relatórios. Imagem Adaptada pelo Plano Brasil do original (Infodefensa).

 


Autor: Erich Saumeth Cadavid

© Plano Brasil- 2018

Tradução e adaptação- E.M.Pinto- Plano Brazil

 

 


Em setembro de 2017, o comissário de paz Colombiano Rodrigo Rivera anunciou que um total confirmado de 11,345 homens entre soldados e militantes das FARC-EP,  tinham se desmobilizado segundo atestavam as listas com nomes e identidades que o mesmo grupo insurgente forneceu ao governo . (1)

Apenas sete meses depois, relatórios de diferentes organizações colombianas e internacionais especializadas no estudo da violência neste país, bem como nos meios de comunicação, houve uma revisão no número de membros do agora chamado grupo armado (GAO) FARC-EP, o qual havia alcançado um número recorde que oscila entre os 1.721 a 1.871 homens reengajados nas armas. (2)

De fato, em relação ao número total de membros das chamadas dissidências das FARC-EP, as diferentes instituições governamentais com competência nesta matéria ainda não conseguiram estimar e concordar com o valor exato.

Foi assim que o Ministério da Defesa estimou em 750 membros, enquanto as Forças Armadas acreditam que existam 500, assim como a Procuradoria Geral da República, embora o Ouvidor e a Agência para a Reincorporação e a normalização calcula 800 para os dissidentes, um número aproximado de 700 que a Fundação de Paz e Reconciliação calcula e que o Grupo de Crise considera próximo a 1.000 (3).

Finalmente, foi uma compilação do jornal El Espectador, que com números detalhados estima os dissidentes em aproximadamente 1800. (4)

 

Estes homens seriam agrupados em 18 grandes estruturas em todo o país, mas o Infodefensa.com foi capaz de determinar que há um total de 46 estruturas, divididas entre frentes, colunas móveis e gangues, que estão presentes em 19 dos 32 departamentos desta nação, ou há relatos ou indicações de atividades dissidentes que estão em processo de serem confirmadas pelas autoridades.

Neste sentido, investigando as informações fornecidas por fontes e relatórios das Forças Armadas, bem como de instituições, organizações e imprensa, a continuação da presença armada ou a reincidência em 21 frentes e cinco móveis e Foram estabelecidas indicações – no processo de confirmação – de outras 18 frentes e duas gangues também reincidentes e em atividades em certos territórios.

Estas estruturas estão presentes principalmente no sul-oeste do país (perto da fronteira com o Equador) e centro-leste e precisamente em regiões onde também são as maiores áreas de cultivo de folha de coca desta nação.

Os dez reinos da coca

De fato, de acordo com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc), metade desses cultivos estaria localizado em dez municípios do país, nove deles nos departamentos de Cauca, Nariño e Putumayo, no sul do país. O ocidente colombiano e na área não só de maior concentração e tráfico de cocaína na Colômbia (5), cujo número de hectares para 2017 foram avaliados pelos Estados Unidos em aproximadamente 188.000 (6), o que no mercado daquele país representa 92% da cocaína consumida (7), apesar das 797,8 toneladas apreendidas entre 2016 e 2017 e de 60 mil hectares nos últimos dois anos, este último em grande parte graças ao empenho das Forças Armadas (8) .

Estes hectares são então o maior número nos últimos 21 anos, em grande parte motivados pela suspensão da pulverização aérea que desde outubro de 2015 ordenou o Conselho Nacional de Narcóticos, medida que o Tribunal Constitucional através de sentença de abril 2.017 proibiu a aplicação pelo governo colombiano, circunstâncias que sem dúvida aceleraram o desenvolvimento dos acordos de paz que avançaram até agora com as FARC-EP, que o solicitaram na negociação e que se tornou um dos as decisões mais irresponsáveis ​​na luta contra o narcotráfico da administração colombiana atual e de saída (9). Isto porque, apesar de seus benefícios indiscutíveis do ponto de vista ecológico e sanitário para as comunidades em particular, também está fora de questão que o  aumento acelerado do cultivo e, portanto, o tráfico ilegal gerou conseqüências que afetaram a segurança, convivência e ordem pública (além dos danos à saúde e ecológicos, já que a exploração madeireira, ao contrário da fumigação, tem efeitos permanentes) de toda a nação.

O boom e crescimento acelerado da área cultivada de folha de coca, (estimada em mais de 100% em relação a 2015 e particularmente nas áreas onde historicamente foram localizados), além da implementação de um processo mal planejado e  de incentivos para a substituição manual (Plano Nacional de Substituição Voluntária de Culturas Ilícitas – Pnis), tem sido o combustível econômico que permitiu aos dissidentes Farc-Ep se beneficiarem dos recursos para reconstruir e crescer seus quadros armados, com a consequente deterioração da situação de ordem pública nesses territórios e com um aumento notável no micro tráfego nas capitais e cidades intermediárias, que tem desencadeado a insegurança que afeta os níveis de segurança e coexistência cidadã no País.

A ordem no caos nas populações onde o Pnis vem se materializando, as situações de ordem pública também vêm se deteriorando desde o ano passado, conforme registrado pelo governo. O aumento na taxa de homicídios em 36 dos municípios onde o Plano de Substituição foi inserido e um aumento da mesma taxa em 5 5% das populações com presença de culturas e onde houve intervenção do Estado na questão da substituição, enquanto nos restantes 44% dos municípios cocalero e onde não houve ações do Estado, tem havido uma diminuição do número de homicídios. (10)

Claramente, então, e apesar das declarações do vice-presidente colombiano, Oscar Naranjo, no sentido da eficácia do NIP ligando 123.000 famílias ao programa e ter alcançado uma erradicação voluntária de 38.000 hectares (11), a realidade é que a atual administração não conseguiu implementar uma política coerente e voluntaria para a erradicação, ou forçando uma primeira vez para a suspensão de pulverização, que promoveu um aumento no tamanho médio das culturas, seguindo por incentivos em dinheiro para erradicar voluntariamente, o que teve o efeito de semear mais para obter o benefício econômico e terceiro porque as respostas do estado não são coordenadas e não integram segurança ou desenvolvimento rural sustentável, mesmo apesar dos consideráveis ​​orçamentos (em papel) ) que serão destinados durante os próximos 15 anos para tais efeitos. (12)

Na época, o crescimento da produção teve como resultado um maior volume nos estoques de medicamentos disponíveis, o que não é exportado em sua totalidade devido a apreensões pelas Forças Armadas da Colômbia, bem como por aqueles que realizam o governo dos EUA através de suas agências, que abriu a possibilidade de expandir o mercado doméstico, colocando quantidades consideráveis ​​de drogas nas cidades, estimando que a cada cinco toneladas, uma é deixada para consumo interno (13), a um preço razoávelmente baixo (e, portanto, acessível para os setores mais depreciados da sociedade), aumentando assim o consumo exponencialmente, o que, de acordo com o Departamento Administrativo Nacional de Estatística (Dane), resultou em um número próximo de um milhão e meio de consumidores (14)

Em um negócio que movimenta somas perto de dois bilhões de dólares anualmente (15), gerando uma série de dinâmicas derivadas dele e que afetam primeiro medir os núcleos familiares, a coexistência cívica e finalmente a segurança, este último problema considerado como um dos principais a ser resolvido pelos diferentes aspirantes à presidência colombiana. Juntamente com os regulamentos legais que buscam descriminalizar a dose mínima e uma política criminal e prisão muito pobre, promoveram um aumento do microtráfico, o que nos coloca como o quarto país no consumo a nível regional (16)

O Cenário atual é derivado diretamente do aumento das áreas de coca cultivada e não erradicada e de uma completa ausência de soluções possíveis levantadas pela administração nacional, o que só tem sido limitado para lembrar os benefícios dos acordos de paz, o que, obviamente, neste tópico são nulos.

Esta tese é reforçada com o fato de que esse problema não foi abordado com uma resposta do tipo intersetorial pela institucionalidade, tentando não apenas compreender a expansão do fenômeno, mas também compreender a dinâmica nesses territórios e não apenas aumentar a força nos cinco departamentos onde estão localizadas 80% das plantações (todas coincidentes), tentando aliviar a situação e quase limitar-se exclusivamente à apreensão da droga procesada.

Paradoxalmente, em áreas com a maior safra sob controle agora em grande parte a dissidência e os níveis de violência das Farc tendem a ser baixas, nessas áreas e vias de tráfego exercem frentes, mas tendem a aumentar nas cidades pelo microtráfico e disputas que pela comercialização e controle do território geram essa atividade entre as gangues criminosas. (17)

Sob o controle de terroristas, as áreas com maior presença de cultivos de coca são precisamente aquelas em que não apenas as FARC estavam historicamente presentes, mas também onde suas dissidências estão operando novamente. Na verdade, desde o início do processo de desmobilização e de concentração em 19 veredales áreas de transição de Normalização (zvtn) e os nove pontos transitórios para a Normalização (PTN) (18), agora chamados Espaços de Formação Territorial e Reintegração (ETCR), 15 aldeias nestas áreas tiveram plantações de coca, bem como 15 também rotas de tráfego para coca processada e em cinco aldeias do PTN com culturas e rotas de tráfico de drogas, tendo sido as FARC que precisamente apontam a localização para zvtn e ptn. (19)

Este link ao lado da histórica (mas na história recente das FARC-EP),foi consagrado no Acordo de 4: Ilícito acordo de paz drogas pelo qual o governo colombiano concordaram em “lançamento políticas e programas deste ponto “enquanto as FARC-EP concordou acabar com o conflito, acabar com qualquer relacionamento, ( 20),

Um compromisso que foi quebrado por um dos seus membros, Jesus Santrich, pertencente ao Nacional (e ex-funcionários Central), depois que ele foi acusado de tráfico de drogas e procurado para extradição pelo governo dos Estados Unidos. O impressionante sobre esta detenção, o que demonstra o poder da corrupção gerada pelo tráfico de drogas e realização permeiam o círculo de maior poder reinserido importante desta organização é que a distância de seus membros dessa atividade praticar e uma percentagem preocupante não foi dada, sendo esta mais evidente para muitos setores políticos e sociais da nação, que alertou o governo durante as conversações de paz da possibilidade de reincidência na mesma, (não punidos acordos sob ponto de extração artigo que foi finalmente restaurado pelo congresso), mas não para a administração da Colômbia, em um esforço para legitimar os acordos de paz, propositadamente ou ignorar os avisos e indicações  claras ao resto do país. (21)

No final eles tiveram que obter o syndication EEUUL a Jesus Santrich o que realmente mostra é que, embora o procurador-geral colombiano  argumente que ele estava investigando, tinha em prática para ser um governo estrangeiro (Estados Unidos) aquele que investigou suas atividades, o acusou e pediu a extradição para o seu julgamento, a ponto de continuar a considerar este grupo como uma organização dedicada ao tráfico de drogas. Esta, infelizmente, provou não apenas que os acordos foram violados, como também, que a justiça externa que deve a responsabilidade do trabalho colombiano e à inação de outra forma vergonhosa pelo governo nacional, que ainda não foi capaz de explicar como em no país pós-conflito com um guerrilheiro desmobilizado, um ex-chefe pode contrabandear dez toneladas de cocaína (plantado, colhido, processado, transportado e vendido), precisamente nos territórios que hoje controlam a dissidência dessa organização. Não se entende como este concerto criminoso foi escondido.

A saída de Ivan Marqués de Bogotá para ETCR de Miravalle em Caqueta acrescenta, com o aparente propósito de acalmar os medos do reinserido, mas com precisão e, em seguida, para dialogar com um dos mais importantes, o Sr. conhecido como conhecido como El Paisa e ex-comandante da coluna móvel Teófilo Forero, alcançado o efeito oposto, ao decidir este deixar o ETCR e declarar única volta para ela, Santrich foi lançado, levando a se perguntar se esta organização está disposta não só a reconhecer a ação da justiça contra os seus membros, mas também se esta será uma resposta que vai estender .

Além disso, reflete a fraqueza de um processo que foi construído em grande parte motivado para buscar uma solução alternativa e consensual para o problema do tráfico de drogas, em seu principal produtor – as FARC -, que evidentemente não conseguiu, nem quis se destacar desse fenômeno.

Na verdade e neste sentido podemos antecipar que este ano, o governo colombiano vai apresentar uma proposta alternativa para substituir os cultivos de folha de coca, a fim de  legitimar o uso de armas, afirmando ser os porta-vozes de um setor da sociedade colombiana (colonos e camponeses do sul-oeste do país) e, por outro, tomar distância aparente da FARC original, e apresentado como um grupo externo e oposição para o processo de paz, a reincidência das FARC, Nos territórios onde eles fizeram a sua presença antes de sua desmobilização, e o aumento exponencial em plantações de folha de coca em si, é detalhado na identificação das frentes e colunas das quais é incertom onde crimes são novamente cometidos e aqueles que já começaram a ser relatados ou dos quais há notícias ou evidências sobre sua aparência renovada.

Estes são então e discriminados por departamentos (norte a sul): –

La Guajira: Relatórios e evidências: Parte dianteira 19 e enfrenta 59-Bolívar: relatos e evidências: Frente 37-Córdova: Relatórios e evidências: Front 58 Antioch: Confirmado : 18 frontal e dianteira 36Reportes e indicações: dianteiro 5 e 57 (Uraba) -Northern Santander: Relatórios e indicações: Frontal 33 (Catatumbo) Arauca: Confirmado: Frontal 25Reportes e sinais: 10 Frente-choco: Relatórios e indicações: frente 34-Valle: Confirmado: 30Reportes frente e sinais: frente 60 e Coluna móvel Miller Perdomo (MP) -Tolima: Relatórios e indicações: frontais 21 e frente Tulio Varon (TV) -Huila: Relatórios e indicações: frente 3 e frente 17-Cauca: Confirmado: frente 6 da frente 30, Coluna Miller Perdomo móvel Jacobo Arenas móvel Coluna e (JA) -Nariño: Confirmado: frente Oliver Sinisterra (sul unida Guerrillas), da frente 29, Mariscal Sucre móvel Coluna (MS) e Daniel Aldana Mobile Column (DA) Relatórios e pistas: Frente 64, La Banda de la Vaca (BV) e pessoas comuns (GC) .- alvo: Confirmado: Frontal 1 frontal 7, da frente 27, da frente 40, 44 e Dianteira 62Reportes e sinais: Frontal da frente 42 e 43-Vichada: Confirmado: da frente 16, 44 frontal, frente Acacio Medina (AM) -Guaviare: Confirmado: Frontal 1-Guainía: Confirmado: Frontal 16 Frente Acacio Medina (AM) -Vaupés: Confirmado: Frontal 1 Frontal Vaupe (FV) .- Caquetá: Confirmado: frente1, frontal 7 Frontal 14, 15 frontal, frente 49, Front Duvar Valencia (DV), Coluna móvel Teófilo Forero (TF) relatórios e indicações: frontal de 3 Putumayo: confirmado: Front 48Reportes e indicações: Front total de 32in 21 Frentes em seguida, confirmar e 5 colunas móvel reincidentes e relatórios e indicações de 18 frentes e 2 bandas em potencial reincidência, para um total 46 estruturas das FARC-EP, em situações de reincidência ou possível recorrência apenas um ano e 5 meses de acordos de paz assinados na Colômbia Bibliografia:

(1) -kienyke.com: Fechado as listas das Farc.

(2) e (4) -colombia2020.eles pectador.com: Pie força aproximada disidencia de Farc na Colômbia

(3) -ideaspaz.org dissidências

(5) -unodc.org:. Colômbia, censo 2017.

(6) -crisisgroup.org: grupos Armadas colombiano

(8) -Infodefensa.com: US envia fundos para a Colômbia

(9) -corteconstitucional.gov.co: Acórdão T080 2017

(10) -verdadabierta.com: substituição voluntária de cultivos ilícitos

(11) – Semana vivo .. : general Naranjo e Ariel Avila, lupa à implementação

(12) -semana.com Entrevista Daniel M. Rico

(13) -eltiempo.com .. microtrafficking na Colômbia

(14) e (16) -dinero.com.: . como eu mover o negócio da microtrafficking na Colômbia

(15) -periscopiopolitico.com.co .. microtrafficking e tráfico de drogas na Colômbia

(17) -Week ao vivo que tanto poder tem apelido Guacho

(18) -bbc.com.uk: Farc concentrada nas áreas veredales

(19). -colombiacheck.com maioria das áreas encontram-se perto de culturas veredales coca

(20) -colombia2020.elespectador.com .. item 4, drogas ilícitas

(21 )-o tempo. com: A traição de trichi aos acordos de paz.

 

 

Fonte: Infodefensa

 


Sobre  o Autor:
Erich Saumeth é Analista e pesquisador colombiano sobre questões de Defesa, Segurança Nacional, Geopolítica e Políticas Governamentais. Mestrado em Estudos Políticos com ênfase em Políticas de Defesa e Segurança, Especialista em Estudos Político-Econômicos, Diploma em Estudos Geopolíticos, Diploma em Desenvolvimento Humano, Advogado. Especialidades: Defesa – Segurança – Coexistência – Governo. Corresponsal para Colombia de Tecnología Militar e Infodefensa.com

 

 

14 Comments

  1. Os colombianos descriminalizaram o consumo – incrível isto!!!!!!!!
    Quanta inocência:
    “Juntamente com os regulamentos legais que buscam descriminalizar a dose mínima e uma política criminal e prisão muito pobre, promoveram um aumento do microtráfico, o que nos coloca como o quarto país no consumo a nível regional (16)”

    Microtráfico e sua rede de traficantes que é associado ao consumo interno, obviamente não vai abrir mão do dinheiro da demanda do próprio colombiano safado e trouxa.

    Imaginem a quantidade de autoridades bandidas, que na Colômbia produtora de coca, pregaram a descriminalização de usuários.
    E em que essa boçalidade criminosa poderia resultar:
    “Nos territórios onde eles fizeram a sua presença antes de sua desmobilização, e o aumento exponencial em plantações de folha de coca em si, é detalhado na identificação das frentes e colunas das quais é incertom onde crimes são novamente cometidos e aqueles que já começaram a ser relatados ou dos quais há notícias ou evidências sobre sua aparência renovada.”

    kkkkkkk! Rir para não chorar. As FARC simplesmente se tornaram escancaradamente bandos de traficantes cheios de dinheiro com celulas por todo o país, comprando toda sorte de autoridades colombianas. A questão de insurgência política é mera fachada que serve para cativar corações colombianos e estrangeiros ingênuos, haja vista ONGs criadas por intelectuais socialistas retardados ocidentais que ficam puxando o saco de criminosos que espertamente se dizem ativistas e defensores sociais.

    Conclusão:
    Descriminalizar o consumo é o maior tiro no pé na contenção do tráfico de drogas. Esta é uma medida que simplesmente provoca efeito contrário ao procurado de sanar o tráfico. Ações legais a favor de drogas é, ou será, destrutiva de uma sociedade ordeira.
    Qualquer pessoa que vier com o papinho que drogas podem fazer parte dos bens de consumo legais é tola ou bandida, e em ambos os casos está errada e com muita kaka escorrendo entre seus neurônios.

    • Quanta besteira menino!!!
      “É melhor fica caldo e pesarem que é ignorante, do que abrir a boca e dar certeza”

      • BLUE EYES, NA RESISTÊNCIA says:

        “Eu acho melhor

        Escapar fedendo

        Que morrer cheiroso”…

        No seu caso, vc perdeu a chance de se escafeder antes de morrer na ignorância de sua análise rasa como um pires… 🙂

      • minino ou minina, para de esculachar o nome Caxias.
        Brasil não precisa de noia, te muda para Colômbia.

    • BLUE EYES, NA RESISTÊNCIA says:

      PERFEITA ANÁLISE… Parabéns, meu caro… em 3, 2, 1… vai vir algum infantil te contestar dizendo que a culpa é da CIA pela traficância das farc… 🙂

    • Perfeita analise ViventtBR.
      E como os canhotos de ca que repetem a falacia do espantalho “aaaaaiiin, se legalizar as drogas quebra o crime organizado, o estado colhe impostos blah blah blah”

      Primeiro que traficante não respeita nem carro blindado do BOPE vai la respeitar fiscal da receita federal?!
      Segundo que cigarro e legalizado e o trafico de cigarro dá mais lucro para o crime organizado que maconha.
      Terceiro que mesmo que traficante não tenha drogas para vender acham que vão fazer o que? Arrumar emprego? A cultura de glamorização de crime ja e forte neles, o que vai acontecer e migrarem para outras modalidades de crime, dai explode o numero de latrocínios, arrastões, sequestros etc.
      Quarto que se liberarem a fabrica de esquizofrênicos drogados, como eles largam trabalho e estudo por conta de vicio, vão ter uma explosão de gente esfaqueada indo em padarias e mercados para noia roubar trocados e sustentar o vicio.

      E quinto que esta molecada viciada que diz que vira especialista em medicina quando da uns dois no baseado (“Aaaaiiin, maconha e medicinal,e natural não faz mau” Urânio também e natural, toma um chá de urânio para ver?! kkk) eles não estão nem ai para o mau social que o vicio deles causa, eles querem e a legalização para poderem fumar maconha na frente das tias crentes no ponto de ônibus sem que ninguém possa lhes falar nada.

      • discordo, o consumo não seria liberado na rua e sim em lugares próprios para isso, (cafés, tabacaria) mas o real problema do trafico é por causa dos altos imposto que começam já na fabricação, assim como é mais vantajoso comprar um cigarro do Paraguaí por 2, dq comprar um nacional por 10, sobre o terceiro ponto, acho q não se deve deixar de resolver um problema para não ocasionar outro como os exemplos citados, que o traficante vire sequestrador, é uma escolha que ele pode ou não ter, e que sofrera as consequências com elas.

      • jackson,
        Há na química duas ações coadjuvantes de substâncias umas com as outras: Uma é de veneno outra de catalização.
        Ação de veneno – interrompe as reações.
        Ação de catalização – favorece, acelera, as reações.
        Drogas são veneno colega.

        Muito conveniente para os produtores de drogas estarem ao lado de um país de mais 200 milhões de habitantes, com drogas descriminalizadas.

        O caminho da paz no Brasil é acabar com os ratos e zumbis. Passar a mão na cabeça desses noias já está provado que é apenas fermento para essas raças.

      • remédios são drogas, refrigerantes são venenos, ate o cafe se consumido de mais se tornara um veneno, o caminho da paz no brasil e a retirada de monopólios das mãos de bandidos !

      • Porém só se vai ter êxito contra esse monopólio lhe secando a fonte de recursos que vem do consumidor seja já um viciado ou apenas casual.
        Bandidos com milhões guardados no bolso é o pior tipo de bandido que pode haver.
        E da onde vem a montanha de dinheiro do tráfico?
        Nossos consumidores na sua sede de prazeres egoístas ( a droga é um prazer não compartilhado), mesmo o que não chega a se viciar, e passa camuflado dentro da família e sociedade, é mais uma formiguinha dando dinheiro para formação de tropas de bandidos com comandantes milionários.

        É preciso conter a demanda, ou vamos viver cada vez mais dentro de um inferno na Terra.

      • BLUE EYES, NA RESISTÊNCIA says:

        “remédios são drogas, refrigerantes são venenos, ate o cafe se consumido de mais se tornara um veneno, o caminho da paz no brasil e a retirada de monopólios das mãos de bandidos !”… interessante é que no Irá não se tem problemas com esse tipo de conduta… pode-se drogar de modo variado… mas se for pego traficando, o machado no pescoço é CERTO… creio que aqui deveria ser do mesmo modo… pode noiar a vontade… mas se roubar, matar, ou ofender a lei de algum jeito, CABEÇA NO CEPO… só assim separaremos o joio do trigo… se querem importar alguma coisa que valha a pena dos Persas, importem a lei da xária…

  2. Um bando de semi analfabeto, criados na clandestinidade e no meio do do mato, doutrinados em ideologia marxista, e treinado em manuseio de armas pesada, no cultivo de coca, e em guerrilha…acham que iriam virar o que? vendedores de cachorro quente? Vão tudo e virar soldado de carteis mesmo.

    • BLUE EYES, NA RESISTÊNCIA says:

      A única diferença entre os membros das farc e os traficantes pé de chinelo do hell de janeiro é que aqueles usam coturno e esses bermudas de surfistas… 🙂

  3. Um bando de semi analfabeto, criados na clandestinidade e no meio do do mato, doutrinados em ideologia marxista, e treinados em manuseio de armas pesadas, no cultivo de coca, e em guerrilha…acham que iriam virar o que? vendedores de cachorro quente? Vão tudo e virar soldado de carteis mesmo.

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