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Embraer: parceria com os suecos já começou, Pelo menos em relação à distribuição de peças de reposição nos EUA

A Embraer estabeleceu uma parceria de quatro anos com a Volvo Aero Services Corp. nos Estados Unidos, nomeando a empresa centro de distribuição oficial de peças originais para aeronaves da Embraer (Original Equipment Manufacturer – OEM). Com sede em Boca Raton, Estado da Flórida, a Volvo Aero Services promoverá e comercializará peças de reposição como mais um ponto de revenda (outlet, em inglês) da Embraer. “Após um amplo processo de seleção, a Embraer decidiu unir forças com a Volvo Aero Services, utilizando a importante sinergia potencial de nossas operações para melhor servir os clientes”, afirmou Maurício Aveiro, diretor de Suporte ao Cliente da Embraer – Aviação Comercial. “Estamos entusiasmados com as oportunidades propiciadas por esta parceria e acreditamos que ela aumentará significativamente nossa oferta de peças de reposição no mercado.” O acordo abrange materiais considerados excedentes pela Embraer. A Volvo Aero Services gerenciará e promoverá esse estoque, sob a supervisão da Embraer, de acordo com as metas de vendas estabelecidas. A Embraer espera reforçar seu suporte de materiais criando esse novo canal de distribuição de peças de reposição. “Acreditamos nessa parceria e nos esforçaremos ao máximo para promover uma alta qualidade operacional das aeronaves Embraer atuando como mais um ponto de vendas e istribuição de peças de reposição”, declarou Claes Malmros, Presidente e CEO da Volvo Aero Services. “Esse contrato é um exemplo do nosso compromisso com o desenvolvimento de uma estratégia de serviços de longo-prazo e do reconhecimento de nossa reputação no mercado de reposição de peças aeronáuticas.”

Cerca de 4 mil peças para o EMB 110 Bandeirante, EMB 120 Brasilia e família de jatos ERJ 145 estão incluídas no acordo inicial. A Embraer está trabalhando para ampliar o negócio e incluir os excedentes de suas atividades de produção e outras oportunidades.

Fonte: Poder Aéreo

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Ucrânia conclui desenvolvimento do BTR-70 Defender

btrO veículo APC (Armoured Personal Carrier – Blindado Transportador de Tropas) BTR-70 8×8 Defender, versão resultante de um programa de modernização planejado pela empresa ucraniana Nikolaev Mechanical Repair Plant para esse blindado de projeto russo, completou o ciclo de desenvolvimento e ensaios para testar as melhorias incorporadas ao veículo.

No ano passado, o protótipo rodou mais de 30 mil km sob condições operacionais que incluíram temperaturas de 40 graus negativos a 55 graus positivos e altitudes de até 2500 metros. Segundo a Nykolaev, o novo motor diesel UTD-20 de seis cilindros instalado no veículo proporcionou um considerável ganho de mobilidade. Sua velocidade máxima em terreno liso chega a 80 km/h.

A nova configuração, denominada de BTR-7, é manejada por três tripulantes (comandante, artilheiro e condutor) e pode levar sete soldados completamente equipados.

O modelo básico do blindado é dotado de uma torre equipada com metralhadoras MG de 14,4 mm e 7,62 mm, que pode ser substituída por outros tipos de torre. Entre as opções estão o sistema modular INGUL M3 provido de um canhão de 30 mm giro-estabilizado, uma metralhadora coaxial de 7,62 mm e um lançador de granadas automático AG-17 de 30 mm. Lançadores de mísseis anti-carro guiados por laser podem ser montados externamente nessas torres.

Cerca de 800 BTR-70 8×8 estão em serviço nas Forças Armadas da Ucrânia e a modernização estenderá a vida útil desses veículos por vários anos.

Fonte: Tecnologia&Defesa

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O “US Navy Space and Naval Warfare Systems Center”, de San Diego afirma ter descoberto novas provas sobre a realidade da existência de “Fusão Frio”

Pesquisadores norte-americanos do “US Navy Space and Naval Warfare Systems Center“, de San Diego afirmam ter descoberto novas provas sobre a realidade da existência de “Fusão Frio“. A confirmar-se, abrem-se assim as portas para a produção de energia limpa e barata e os químicos Pons e Fleishmann que descobriram o processo saem dessa área cinzenta da História da ciência onde se encontram hoje, desde 1989…

Uma equipe chefiada pela pesquisadora da US Navy detectou provas de que um pequeno engenho onde se desenrolaria a dita “Fusão Fria” emitia neutrons a grande “prova que faltava” nas experiências já realizadas noutros locais onde se estudou este elusivo fenômeno. Estes resultados foram anunciados publicamente num congresso da “American Chemical Society” no passado mês de abril.

O grande problema com a “Fusão Fria” foi – desde logo – a forma pouco convencional como Pons e Fleishmann anunciaram numa conferencia de imprensa e não numa publicação cientifica a sua descoberta. Mas o grande problema foi quando cientistas em todo o mundo tentaram repetir a experiência dos dois químicos e… Falharam, quebrando assim uma das maiores exigências do método científico: a reprodutibilidade. Consequentemente, a maioria dos pesquisadores abandonou esse campo de trabalho, com exceção de alguns irredutíveis. Como a equipe de Mossier-Boss que colocou um fio de ouro dentro de um contentor com cloreto de paládio misturado com deutério. Passando uma corrente elétrica através desta solução os cientistas da US Navy detectaram neutrons a serem emitidos do contentor, algo que foi feito pela primeira vez em todas as experiências de “Fusão Fria” e que traz uma nova credibilidade às experiências. Com sorte, e se o peso do preconceito contra estas experiências assim como o medo do ridículo não forem já demasiado pesados entre a comunidade científica, a experiência do laboratório naval de San Diego deverá a ser repetida noutros laboratórios pelo mundo fora e talvez tenhamos boas noticias para breve… É que se cada um de nós puder ter na cozinha um pequeno reator nuclear seguro e alimentado a água… Então a recessão mundial acabará (com a construção, venda e distribuição destes sistemas), o Aquecimento Global será resolvido (com o fim da dependência dos combustíveis sólidos) e a necessidade de construir grandes e caras centrais eléctricas e longas e pesadas redes de distribuição de energia terá terminado. Ou não…

Fonte: Quintus

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Exportação de peças do Tucano para a Inglaterra

A empresa Geometra, de São José dos Campos (SP), acaba de fechar seu primeiro contrato de exportação de peças de reposição do trem de pouso da aeronave EMB-312 Tucano, para a Inglaterra. A qualificação da Geometra como fornecedora do trem de pouso do Tucano, tarefa antes desempenhada pela Embraer, fabricante original da aeronave, foi viabilizada a partir de uma parceria entre a Geometra e o Centro Logístico da Aeronáutica (CELOG), que investiu R$ 3 milhões no projeto de industrialização do equipamento.

 Graças a esta parceria, a Geometra também está prestes a acertar a venda do sistema completo desse mesmo trem de pouso para a Força aérea Colombiana, que possui 14 aviões Tucano em sua frota. As aeronaves colombianas, segundo o presidente da Geometra, Luiz Paulo Junqueira, iniciarão um programa de modernização coordenado pela Embraer. O projeto também inclui mudanças na estrutura da aeronave e um reforço da asa.

 O EMB-312 Tucano, versão anterior ao atual Supertucano, iniciou sua operação na Força aérea Brasileira (FAB) em 1983 como treinador avançado de pilotos. Na época foram adquiridas 133 unidades do modelo pela FAB e atualmente elas somam 104. No mundo foram vendidas cerca de 650 aeronaves, que estão em serviço em 15 forças aéreas internacionais, mercado que a Geometra vê como potencial comprador dos seus trens de pouso. A Inglaterra, por exemplo, possui em torno de 60 Tucano em sua frota.

 O desenvolvimento do trem de pouso pela Geometra foi uma alternativa que a FAB encontrou para garantir o fornecimento do sistema para a sua frota e também para os operadores da aeronave no mundo, que já vinham enfrentando problemas com a falta de peças de reposição. “Há mais ou menos dois anos, os Tucano da FAB começaram a apresentar certo grau de fadiga (desgaste) nos trens de pouso e como ninguém mais fabricava o equipamento, decidimos investir no desenvolvimento de um novo projeto industrial”, explica o diretor do CELOG, brigadeiro Edgard de Oliveira Júnior.

 O projeto do novo trem de pouso do Tucano, segundo Oliveira Júnior, foi aperfeiçoado e em seguida incubado na Geometra, que se responsabilizou pelo desenvolvimento do processo industrial. Depois de concluído todo esse trabalho, o trem de pouso passou por testes de resistência nos laboratórios do Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), em São José dos Campos, até chegar à fase de certificação.

 Para atender a frota de Tucano da FAB, de acordo com o brigadeiro, o CELOG encomendou cerca de 20 sistemas de trem de pouso da Geometra. “Temos planos de comprar mais, mas isso será feito à medida que os nossos aviões forem apresentando necessidade de troca do equipamento”, disse. De acordo com o brigadeiro, o fato do trem de pouso da Geometra ter a sua certificação reconhecida por autoridades internacionais de aviação aumenta as chances de exportação do equipamento.

 “O CELOG também possui um sistema de catalogação, onde procura incluir as informações sobre os produtos das empresas parceiras, disponibilizando-as para o comércio internacional”, explicou. O Brasil, segundo o brigadeiro, participa do sistema de catalogação adotado pelos países signatários do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e o trem de pouso fabricado pela Geometra também foi catalogado nesse sistema.

 “O objetivo da FAB é capacitar a indústria nacional na produção e qualificação local de componentes aeronáuticos, estimulando o desenvolvimento de tecnologias estratégicas para o país e garantindo autonomia para a operação dos nossos aviões”, ressaltou o diretor do CELOG. O centro contabiliza o desenvolvimento de mais de 15 mil projetos produzidos no Brasil. “Absorvemos a tecnologia dos equipamentos que nós temos dificuldade de comprar no exterior e repassamos esse conhecimento para a indústria nacional”.

 No caso do trem de pouso do Tucano, se não houvesse um fornecedor para esse tipo de equipamento, segundo o diretor do CELOG, a FAB corria o risco de ter que paralisar a sua frota. A FAB, desde a criação da Comissão de Nacionalização de Material Aeronáutico, em 1977, acumula um acervo superior a 20 mil itens nacionalizados. O número de peças produzidas e fornecidas para uso também ultrapassa a cifra de cinco milhões de unidades.

 Quase todos os aviões da FAB hoje, segundo Oliveira Júnior, possuem itens nacionalizados pelo CELOG e pelas indústrias parceiras, que formam um contingente de 300 empresas. “Atualmente, 67 empresas estão envolvidas com nossos processos de nacionalização”, comentou o brigadeiro. “A nacionalização de peças pelo CELOG permite as indústrias brasileiras o acesso a tecnologias que elas não teriam condições de pagar, o que também reduz os custos de desenvolvimento”, disse o presidente da Geometra.

 A lista de itens estratégicos nacionalizados pelo CELOG incluem, além do trem de pouso do Tucano, as rodas do C-115 Buffalo, utilizado na Amazônia, o trem de pouso do T-25 Universal (aeronave de treinamento primário), a roda da frente do Bandeirante, motores, instrumentos de vôo, sistemas hidráulicos, asas, comandos de vôo, entre outros componentes de diversas aeronaves.

   Fonte: Valor Econômico, via Notimp

 Notícia enviada pelo leitor Paulo Martins

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A-400, os problemas continuam

A Europrop Internacional responsável pelo desenvolvimento do motor turboélice TP400-D6 que destina-se a equipar o  futuro cargueiro europeu Airbus Military A-400M declarou em 2008 que o consórcio seria incapaz de obter a certificação dos softweres e comandos digitis do motor pela AESA, a decçlaração fora feita pelo presidente da EPI Nick Durham revelou.

“Por um tempo nós não percebemos que tínhamos um problema”, afirmou Durham. “Funcionalmente, não houve um problema com o software.” Ele diz que o problema surgiu após as inspenções  da Agência Europeia da Segurança Aérea. Uma revisão realizada em meados de 2008 determinou que “tudo funcionou”, diz ele.

As empresas parceiras ITP, MTU Aero Engines, Rolls-Royce e a Snecma teriam triplicado o número de pessoal dedicado ao projeto TP400 desde que surgiu a  crise em meados de 2008, afirmou Durham. “Tem sido um problema para nós, mas creio que estamos quase perto de solucioná-lo.”
A Airbuss espera receber a certificação EASA para o motor ainda este ano, porém serão necessários ainda muitos testes preliinares como choque com aves, incluindo ingestão e de operação por longa duração.

O programa A400 está atrasado e vem consumindo ultosos recursos oq ue tem sido alvo de críticas inclusive internas dos membros participantes do consórcio.

Fonte: Flyght Global

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Micro-Vant cabe na palma da mão

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Um helicóptero que cabe na palma da mão pode se tornar a mais nova ferramenta para auxiliar nos serviços de espionagem.

Criado pela empresa norueguesa Prox Dynamics, o helicóptero espião PD1200 foi desenvolvido por soldados e espiões e também poderá ser usado em complicados serviços de resgate.

O pequeno equipamento é movimentado por um motor elétrico e comandado por controle remoto. Com hélices medindo 10 cm, o objeto do tamanho de um brinquedo pesa apenas 15 gramas e pode atingir a velocidade de 32 km/h.

O helicóptero capta imagens dos locais que devem ser espionados a partir de uma câmera acoplada em seu interior.

“O PD 1200 pode ser carregado dentro do bolso e levanta voo em segundos, dando um panorama quase que imediato sobre o que se passa no terreno”, disse Petter Muren, presidente da Prox Dynamics.

O helicóptero espião já foi testado em áreas desérticas e resistiu a fortes ventos, acrescentou Muren. A empresa afirmou que o equipamento deverá ser vendido para governos e agências de espioagem a partir do ano que vem.

Fonte: BBC Brasil

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EADS e Lockheed Martin juntas em programa de helicópteros para o US Army

eads-lockheedA EADS North America anunciou nesta segunda-feira (04) que assinou com a Lockheed Martin um contrato para que a empresa estadunidense seja a integradora dos sistemas de armas no novo helicóptero de escolta armada Armed Scout 645, um dos concorrentes a substituir os Bell OH-58 Kiowa do Exército dos Estados Unidos (US Army).

O Armed Scout 645 é uma plataforma que integra sistemas de armas e de aquisição de alvos baseada no Eurocopter EC 145 civil, cuja versão utilitária já foi vendida para o US Army com a designação UH-72 Lakota.

A Americam Eurocopter, divisão da EADS North America, já entregou 67 UH-72 Lakota produzidos em Columbus, estado do Mississipi. O Exército estadunidense pretende adquirir até 2016, cerca de 345 UH-72 Lakota.

Se for o escolhido, o Armed Scout 645 ficará no lugar de parte dos Bell OH-58D Kiowa que seriam substituídos pelo cancelado ARH-72 Arapahos da Bell Helicopters Textron.

Fonte: Tecnologia&Defesa

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Dirigíveis para a Tailândia

Recentemente a empresa americana Aria International, Inc. anunciou ter recebido um contrato de US$9.7 milhões para o fornecimento de serviços e soluções de vigilância e comunicações para o Exército tailandês. Incluído no pacote está um dirigível , que será equipado com equipamento de obtenção de imagens e de comunicações, treinamento, suporte e a construção de um hangar para a aeronave. O país atualmente enfrente uma severa insurgência de orientação islâmica.

Fonte: Segurança&Defesa

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Austrália confirma aquisição do F-35

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Foto: blog do Vinna

Além dos F-35, o programa de fortalecimento das três Forças Armadas da Australia prevê uma série de aquisições de novas armas.

Segundo o ministro da Defesa australiano, Joel Fitzgibbon, na primeira etapa do programa de introdução do F-35 na RAAF serão adquiridas cerca de 72 aeronaves para formar três esquadrões operacionais e uma unidade de formação de equipagens. O calendário de entrega será definido por ocasião do anúncio da decisão final da compra.

A aquisição do quarto esquadrão operacional de F-35 será feita em data ainda a ser definida, em conjugação com uma decisão sobre o calendário de retirada dos 24 Boeing F/A-18F Block II Super Hornet que ainda serão entregues para a RAAF.

A escolha do F-35 não foi realizada através de uma concorrência aberta. Entretanto, o governo australiano assegura que a decisão é a mais adequada.

O público australiano pode estar certo de que os exaustivos estudos de nossas futuras necessidades de combate aéreo comprovaram que o F-35 JSF tem a flexibilidade e o potencial de crescimento para satisfazê-las. Além disso, nosso conhecimento sobre custos, capacidade, cronograma e riscos envolvendo o programa de introdução da aeronave também amadureceu a tal ponto que agora temos total confiança para aquilo que é, sem dúvida, uma das maiores e a mais importante aquisição militar na história de nossa nação“,  disse Fitzgibbon.

Fonte:Tecnologia&Defesa

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Raytheon desenvolve capacidade antinavio para o Tomahawk Block IV

A Raytheon noticiou nesta segunda-feira, 4 de maio, que desenvolveu um plano tecnológico para aprimorar as capacidades do Tomahawk Block IV para alcançar alvos móveis, o que permitirá às forças navais engajarem efetivamente alvos marítimos de superfície com a arma.

Segundo a empresa, essa capacidade permitirá que a embarcação lançadora ataque com o míssil um alvo a mais de 900 milhas náuticas de distância, esteja ele em terra ou no mar. O Tomahawk Block IV pode ser lançado de navios e submarinos, e foi desenvolvido para realizar ataques precisos e de longa distância contra alvos de grande valor e bem defendidos. Mais de 1.900 mísseis Tomahawk já foram disparados em conflitos desde 1991, e a produção do Block IV já superou 1.300 unidades.

A Raytheon já havia divulgado, em janeiro, as tecnologias-chave necessárias para o desenvolvimento da capacidade antinavio do Tomahawk Block IV: integração de uma cabeça de busca; integração de sensor para detecção de assinaturas eletrônicas de navios; aumento da velocidade de transmissão e da largura de banda do datalink existente; e desenvolvimento da carga explosiva para permitir a penetração das blindagens dos navios de guerra do século XXI.

Fonte: Poder Naval

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Northrop planeja para Outubro o roll-out do primeiro protótipo do Eurohawk

A Northrop planeja para Outubro próximo o voo do primeiro protótipo do Eurohawk aeronave de não tripulada de vigilância de longo alcance e grande altitude, entretanto por razões técnicas o voo poderia ainda ser adiado até meados de 2010.

O Eurohawk nada mais é do que uma variante do Northrop RQ-4 Global Hawk Bloco 20, desenvolvido em conjunto com a EADS.

A empresa europeia não estaria contente com os sucessivos atrasos no programa e manifesta o interesse em manter as datas previstas para Outubro próximo.

A Northrop espera que o governo alemão contrate os primeiros exemplares do modelo ainda em 2011.

Fonte: FlightGlobal

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Boeing e Fincantieri juntas na proposta dos futuros Hovercraft para a US-Navy

Boeing e Fincantieri entrarão juntas na proposta dos futuros Hovercraft para a USNavy, a concorrência deve ser aberta em 2010 e prevêa construção de pelo menos 80 veículos.

Omontante estimado é d e pelo menos US$4.0 Bi e os veículos destinam-se a substituir os mais antigos Landing Craft Air Cushion  introduzidos pela Marinha entre 1984 e 2001.

Fonte: DefenseNews