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A Marinha do Exército de Libertação do Povo da China (PLAN) comissiona seu sexto navio de assalto anfíbio Classe 071 (Yuzhao) e outro destróier de classe Tipo 052D (Luyang III).

O LPD 987  como o da fot foi comissionado neste 12 de Janeiro passado.

Tradução e adaptação-E.M.Pinto

Marinha do PLA incorpora dois novos navios.

Embora não tenha havido cobertura evidente do comissionamento na mídia estatal chinesa, fotografias postadas em fóruns on-line mostram uma cerimônia combinada realizada para ambos os navios de guerra que teriam ocorrido em 12 de janeiro.

O mais recente navio de desembarque de doca Type 071 (LPD) a entrar em serviço recebeu o número 987 e pensa-se que tenha sido nomeado Wuzshi Shan. A localização da cerimônia de comissionamento não está confirmada, mas parece que o evento ocorreu na base naval de Zhanjiang, com os dois navios provavelmente se juntando à Frota do Mar do Sul.

Os primeiros três LPDs Type 071 foram alocados à Frota do Mar do Sul e estão localizados em Zhanjiang.

O primeiro entrou em serviço em novembro de 2007, o segundo em outubro de 2011 e o terceiro em setembro de 2012. Houve uma pausa na construção de quase quatro anos antes do quarto serviço entrar em operação com a Frota do Mar do Leste no início de 2016.

Acredita-se que o quinto Type 071 tenha sido encomendado em setembro de 2018 e também alocado à Frota do Mar do Leste, mas não recebeu cobertura na mídia estatal chinesa, nem foram publicadas imagens on-line.

Um embargo de notícias semelhante parece ter ocorrido para o lançamento do sétimo Type 071, que se acredita ter entrado na água em 28 de dezembro de 2018, no estaleiro Hudong-Zhonghua, que construiu todos os navios da classe.

Há também alguma incerteza sobre o número de destróieres Type 052D atualmente em serviço, como a cerimônia de comissionamento confirmada anterior ocorreu em 22 de janeiro de 2017, quando o quinto navio da classe, Xining, entrou em serviço.

Fonte: Jane’s 360

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Almirante Kasatonov conclui os primeiros testes de mar

Tradução e adaptação: E.M.Pinto

A mais nova fragata do Project 22350 Almirante Kasatonov, construída para a Marinha da Rússia na empresa “Severnaya Verf”, completou com sucesso a primeira fase de testes de  Mar no Mar Báltico e retornou a São Petersburgo.
Durante a primeira fase de testes, em que participou a equipe de aceitação do fabricante e da tripulação da fragata, vários sistemas de suporte, sobrevivência, energia, operação autônoma de equipamentos de rádio, comunicações, ventilação e ar condicionado, bem como indicadores de velocidade, manobrabilidade e estabilidade do navio foram testados.
Os testes continuarão após a melhoria da situação do gelo no Golfo da Finlândia.
Anteriormente, a tripulação do navio passou por um treinamento abrangente no Centro de Treinamento Conjunto da Marinha e estava pronta para conduzir todas as fases do programa de testes.

Fonte: Seawaves

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Marinha russa pretende lançar mais de 30 drones submarinos Poseidon

De acordo com a fonte da indústria de defesa, espera-se que dois submarinos portadores do Poseidon entrem em serviço com a Frota do Norte e os outros dois  na Frota do Pacífico.

O veículo submarino não tripulado, movido a energia nuclear e armado com motor nuclear Poseidon

O veículo submarino não tripulado, movido a energia nuclear e armado com motor nuclear Poseidon

© Gabinete de Imprensa e Informação do Ministério da Defesa da Federação Russa / TASS

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

MOSCOU, 12 de janeiro / TASS /. A Marinha russa planeja colocar no mar mais de 30 drones submarinos com capacidade nuclear estratégica Poseidon em combate, disse uma fonte da indústria de defesa  à TASS neste sábado.

“Dois submarinos transportadores do Poseidon devem entrar em serviço na Frota do Norte e os outros dois se juntarão à Frota do Pacífico. Cada um dos submarinos terá a capacidade de lançar um máximo de oito drones e, portanto, o número total de Poseidons em combate pode chegar a 32 veículos “, disse a fonte.

O submarino de propulsão nuclear Khabarovsk, atualmente em construção no Estaleiro Sevmash, se tornará um dos transportadores orgânicos do drone submarino Poseidon. Além disso, os submarinos para propósitos especiais e os cruzadores submarinos nucleares do Projeto 949A, operados na Marinha Russa, podem ser usados ​​como transportadores

“após a atualização apropriada”, observou a fonte.

Em seu discurso de Estado às duas casas do Parlamento da Rússia em 1º de março de 2018, o presidente russo Vladimir Putin mencionou pela primeira vez os esforços do país em desenvolver um veículo submarino nuclear não tripulado capaz de transportar ogivas nucleares e convencionais. Segundo alegou o veículo é capaz de destruir infraestruturas inimigas, grupos de porta-aviões e outros alvos.

Os drones Poseidon, junto com seus transportadores – submarinos movidos a energia nuclear – fazem parte do chamado sistema multiuso oceânico. O drone recebeu seu nome após os resultados da votação aberta no site do Ministério da Defesa da Rússia.

Uma fonte da indústria de defesa disse à TASS que o drone Poseidon que está sendo desenvolvido na Rússia seria capaz de transportar uma ogiva nuclear com capacidade de até 2 megaton para destruir as bases navais inimigas.

Fonte: TASS

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Drone submarino Poseidon terá velocidade superior a 200 km/h.

Tradução e Adaptação: AR Plano Brasil

Informações-MOSCOU, 04 de janeiro. / TASS /. 

O veículo subaquático russo não tripulado “Poseidon”, cuja criação foi anunciada em março pelo presidente russo Vladimir Putin, terá velocidade de deslocamento superior a 200 km / h. 

Isto foi relatado pelo canal de notícias TASS, na sexta-feira, por uma fonte anônima do complexo militar-industrial.

Imagem conceitual do drone russo capaz de portar até duas ogivas nucleares.

“O drone, que é lançado por um submarino, percorrerá o trajeto até o alvo a uma profundidade de mais de 1 km, a uma velocidade de 200 km/ h ou mais (cerca de 110 nós)”, disse a fonte para a agência TASS. Ele esclareceu que, como no caso do torpedo Squall (VA-111 “Shkval”) o drone Poseidon se moverá nesta velocidade usando o processo de supercavitação”. 

Como acrescentou a fonte, “no caminho para o “gol”, o drone é capaz de manobrar continuamente ao longo do percurso que, tendo em conta a velocidade e profundidade de mais e 1 km que o drone alcança, impossibilita a interceptação do drone pelos atuais meios de defesa dos potenciais adversários”.

   O canal de notícias TASS não tem confirmação oficial fornecida pela fonte sobre esta informação.

 

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Goa Shipyard Limited (GSL) e o Naval Group intensificam cooperação no campo de simuladores na feira Defexpo 2018

Contra-almirante (R) Shekhar Mital, Presidente e diretor executivo da GSL e François Dupont, da Naval Group

CHENNAI, 12 DE ABRIL DE 2018

 

A GSL, um dos principais estaleiros indianos da Defesa (Public Sector Undertaking – PSU), junto com o Naval Group, líder na indústria naval de defesa da França, assinaram uma “Carta de Intenções” no dia 12 de abril de 2018 no intuito de expandirem sua colaboração no campo do projeto e produção de todos os simuladores em terra para o projeto dos submarinos Scorpene indianos e também para os demais requerimentos futuros da Marinha da Índia para simuladores avançados.

Uma cooperação industrial de sucesso na Índia

Alinhados com o programa governamental ‘Make In India’, estes simuladores preveem um significativo percentual de conteúdo industrial local. As duas empresas já haviam assinado Memorandos de Entendimento anteriormente (Memorandum of Understanding – MoU) sendo o último em 17 de outubro cobrindo simuladores do Sistema de Gerenciamento de Combate dos submarino (Combat Management System – CMS). As duas organizações já haviam colaborado anteriormente ao redor de projetos futuros incluindo simuladores avançados para o Sistema de Gerenciamento Integrado da Plataforma (Integrated Platform Management System – IPMS) e na Torre de Treinamento de Abandono de Submarinos (Submarine Escape Training Tower – SETT). Com esta renovada cooperação com o Naval Group, o GSL terá condições de ofertar um conjunto completo de simuladores, incluindo simuladores 3D para as distintas plataformas futuras (incluindo o program de submarinos) da Indian Navy.

Nesta ocasião, o Contra Almirante Shekhar Mital, Chairman e Managing Director (Presidente) do GSL disse, “Seguindo adiante com a Visão do programa ‘Make In India’ e atraindo tecnologias no estado-da-arte para a Índia, nós conseguimos expandir a abrangência da diversificação futura apoiados na força do nosso parceiro de longa data Naval Group da France passando agora a fabricar uma série de simuladores para os submarinos Scorpene da Indian Navy. Isso ocorrerá em adição a uma variedade de simuladores baseados em terra (Land Based Simulators) como o Simulador de Controle de Avarias (Damage Control Simulator), o Simulador de Combate a Incêndios (Fire Fighting Simulator) e o Simulador Nuclear, Biológico e Químico que o GSL projetou e forneceu para a Mariinha da Índia anteriormente.”.

Compartilhando a satisfação com esta parceria, François Dupont, o Diretor do Departamento de Comercio Internacional (Director of the International Trade Department) do Naval Group adicionou, “O comprometimento do Naval Group com o programa ‘Make in India’ é reforçado através desta parceria de valor agregado ao mesmo tempo em que oferecemos a mais moderna geração de simuladores avançados que beneficiarão o treinamento futuro dos ambiciosos e autônomos tripulantes  da Indian Navy.“

Simuladores Avançados e de Alta Tecnologia para as marinhas do mundo

O Naval Group considera o treinamento um dos aspectos-chave dos ativos de construção e operações navais. Em alinhamento com isso, o Naval Group desenvolve seus próprios simuladores. O objetivo sendo atender de uma forma prática e pragmáticas necessidades das tripulações no ambiente operacional. O emprego de simuladores permite que as marinhas preparem suas tripulações para as situações mais extremadas. O Naval Group fornece o simulador tático, uma reprodução exata do compartimento de controle do submarino Scorpène®, e um simulador de segurança de mergulho instalado sobre uma plataforma móvel. O Naval Group também propõe soluções para o treinamento de tripulantes para a operação de navios (fragatas FREMM, navios de projeção de força e de comando, corvetas Gowind®, etc.) sem que seja pra isso necessário imobilizar navios reais. Em paralelo, para operações, o simulador tático é capaz de reproduzir a interação de mais de 100 estações de operador para cerca de 20 navios.

Compromisso com o programa “Make in India” para a Indian Navy

Além de ser um dos principais estaleiros indianos, o GSL exibe uma paixão pela diversificação. O estaleiro já havia exitosamente expandido seus negócios na direção do segmento dos simuladores entre outros. Atualmente eles projetam, constroem e instalam simuladores para variados projetos indianos e internacionais.

Quando a Indian Navy buscou simuladores para os submarinos da classe P75 Scorpene, em construção pelo estaleiro Mazagon Dock and Shipbuilders Limited (MDL), o Naval Group e o GSL encontraram a sinergia correta para poderem trabalhar juntos. Juntos ofertaram à Marinha da Índia simuladores avançados que incluem no seu processo de produção o máximo de conteúdo local.  Esta relação foi formalizada através de diversos Memorandos de Entendimento e se encontra atualmente sendo estendida através de futurísticos simuladores 3D.

Simulador 3D: Ship Inside

O simulador 3D do Naval Group é conhecido como “Ship Inside” e é apontado para a formação de novos membros da tripulação, instrutores e times de manutenção baseados em terra. Este produto objetiva a familiarização de tripulantes com seu novo navio (espaços laborais, camarotes, sistemas equipamentos e armas).

Quando navio se encontra indisponível (em construção ou em períodos de manutenção), este software para visualização imersivo e interativo permite a cada membro da tripulação obter seu primeiro contato com o seu futuro ambiente a bordo.

Cada tripulante poderá se localizar física e funcionalmente dentro da plataforma e de seu equipamento graças ao simulador 3D.

As características únicas chaves deste produto (Key USPs) são sua simulação interativa, equipamentos de realidade virtual que permitem uma experiência de imersão, adaptabilidade a qualquer sistema, baseado em tecnologia de hardware COTS, e em um treinamento multiconfiguração. O sistema é adaptado igualmente aos submarinos e aos navios de superfície.

INS Sunayna, Navio de Patrulha Oceânica da Marinha Indiana, exemplo de produto da GSL.

Sobre o GSL

GSL está na ponta da de lança na Índia da construção naval militar tendo realizado o projeto e a construção de mais de 200 navios e 160 barcos até agora para a Marinha Indiana, Guarda Costeira Indiana e para países amigos. Reconhecido por suas entregas no prazo e por seus produtos de qualidade, o estaleiro demonstrou um crescimento exponencial nos últimos quatro anos. O estaleiro exibiu um desempenho sem paralelo na indústria de construção naval Indiana ao entregar mais de 23 navios ao longo dos últimos quatro anos, todos antes do prazo contratado, totalizando uma tonelagem bruta de 32,000 toneladas, com 12,000 toneladas apenas no ano fiscal 2017-2018, o mais alto da indústria.

Acompanhando a iniciativa ‘Make In India’ do Ministério da Defesa (MoD) e do Governo da Índia, o GSL exitosamente diversificou suas atividades em direção a vários produtos que são sinônimos da indústria de construção naval conseguindo, ainda, um marcante incremento no conteúdo local de seus produtos. Um destes campos onde o GSL se destacou é na área de simuladores, vários dos quais se encontrando em uso pela Marinha da Índia já há bastante tempo. Na realidade todos os simuladores de controle de avarias da Marinha da Índia foram projetados e construídos pelo GSL. Além dos Simuladores de Controle de Avarias, a instalação de testes em terra o (Shore Based Test Facility – SBTF), a Instalação de de Treinamento Nuclear Biológico e Químico (Chemical Nuclear Biological Chemical Training Facility – NBCTF) e a Instalação de Treinamento de Sobrevivência no Mar (Survival at Sea Training Facility – SSTF) também foram exitosamente projetados e entregues  pelo estaleiro Goa.

Sobre o Naval Group

O Naval Group é um dos líderes europeus na área da defesa naval. Como uma companhia internacional de alta tecnologia, o Naval Group emprega seu extraordinário “know-how”, recursos industriais únicos e sua capacidade de construir inovadoras parcerias estratégicas para atender aos requerimentos de seus clientes. O grupo projeta, constrói e dá apoio à operação de submarinos e navios de superfície. Ele também fornece serviços a estaleiros e bases navais. Adicionalmente, o grupo oferece uma ampla variedade de soluções para energias renováveis ligadas ao ambiente marítimo. Preocupado com a sua responsabilidade social corporativa, o Naval Group segue os preceitos do United Nations Global Compact. O grupo produziu receitas na ordem de €3.7 bilhões com uma força de trabalho com 13,429 colaboradores (dados de 2017).

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"A França perdeu sua soberania para os EUA", denuncia um ex-DGSE

Tradução e adaptação: ARC

“Não podemos mais fabricar um submarino atômico na França sem autorização americana”, disse Alain Juillet , ex-membro da Service Action (SA) e diretor de inteligência da Direção Geral de Segurança , a um comitê da Assembléia Nacional. ( DGSE ).

Citando o exemplo dos caças Rafale que a França não pôde mais entregar ao Egito por causa da legislação ITAR que proíbe a exportação de componentes tecnológicos dos EUA sem autorização do governo dos EUA , segundo Alain Juillet, a venda da Alstom a General Electric (GE) para o qual o atual presidente Emmanuel Macron foi decisivo, gerou um grande prejuízo a estratégia nacional francesa, colocando em risco a soberania nacional sobre os meios estratégicos. Alain Juillet também citou sobre uma transferência da produção de turbinas de submarinos franceses com propulsão nuclear para os EUA .

“É uma perda de soberania absoluta , essa é a realidade”, afirma o ex-alto funcionário da inteligência econômica francesa ao primeiro-ministro. “Enquanto a produção estiver na França, ainda podemos negociar, mas não podemos vender um único submarino no exterior sem a luz verde americana se usarmos as famosas turbinas”, acrescenta.

A venda da Alstom em 2014 provocou fortes protestos entre as forças armadas e os serviços de inteligência franceses, considerando-a um sério ataque ao princípio da independência e da soberania nacional. A França ainda é hoje a terceira potência nuclear do mundo depois dos Estados Unidos e da Rússia.

 

Fonte: Réseau International

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Electric Boat recebeu contrato de longo prazo para submarinos de ataque classe Virgínia V

O submarino de ataque North Dakota da classe da Virgínia , (SSN-784)  lançado de uma instalação de estaleiro interior no General Dynamics Electric Boat em Groton, Connecticut. Foto da Marinha dos EUA

Tradução e adaptação: E.M.Pinto

O sub-construtor General Dynamics Electric Boat recebeu uma modificação de contrato de US $ 696,2 milhões para materiais de longo prazo para os submarinos de classe da Virgínia – o primeiro dos submarinos de ataque do bloco V. Os submarinos do bloco V da classe da Virgínia serão mais longos  que os de construção anterior, isto porque estes navios deverão acomodar quatro tubos do Módulo de carga útil que contêm sete mísseis Tomahawk Land Attack (TLAMs).


A concepção do artista do  classe III  Nova York redesenhado.

A Marinha está contando com os submarinos do bloco V da classe da Virgínia para serem incorporados a uma estratégia maior de mísseis militares, aumentando a habilidade do serviço de atacar furtivamente seus alvos, disse Richard V. Spencer secretário da Marinha na segunda-feira no Centro de Estratégico e Internacional Estudos.

Os submarinos do bloco V da classe da Virgínia substituirão os submarinos SSGN da classe Ohio atualmente em desmantelamento. Falando sobre a carga paga dos  Virginia, Spencer descreveu sua utilidade como:

“Ampliar o casco dos navios existentes, que, dependendo do que colocamos nos Tomahawks até a carga útil, tem diferentes implicações inclusive de capacidades subaquáticas até à data, parece ser o mais interessante, mas tem seu preço “.


Um slide de uma apresentação de 2013 da PEO Subs no VPM. Gráfico NAVSEA

Este contrato de prazo alongado possibilita comprar componentes para o casco, sistemas mecânicos e elétricos, turbinas de vapor e elétricas, geradores de turbinas de serviço e unidades de propulsão principais para SSNs 802, 803, 804 e 805. Instalações em 19 estados fornecerão a fabricação os componentes para os bloco V.

Esta é uma modificação de cust-plus-fixed-fee para um contrato previamente adjudicado para a construção de submarinos da classe da Virgínia e se aplica à construção prevista para os anos fiscais de 2019 e 2020.

Fonte: UsNavy

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Comissionado o primeiro Destroyer ASW Asahi da classe 25DD


   
Por Ben Rimland

Tradução e adaptação: E.M.Pinto

A NBC Nagasaki informa que o mais recente Destroyer anti-submarino da classe 25DD, o JS Asahi, foi oficialmente entregue às Forças de Autodefesa Marítima do Japão (JMSDF) no estaleiro Nagasaki da Mitsubishi Heavy Industries. Yutaka Murakawa, chefe de gabinete do JMSDF, liderou a cerimônia de comissionamento em frente aos 220 membros da equipe do navio e outros funcionários da JMSDF.

“Para salvaguardar a propriedade e a vida dos japoneses e para proteger ainda mais os mares, os territórios e o espaço aéreo do Japão, você deve efetivamente cumprir as responsabilidades solicitadas… Esperamos que a partir de hoje, trabalhando para uma causa comum, você cumprirá diligentemente seu dever de servir este navio com honra“, disse o chefe de gabinete Murakawa à equipe reunida.

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O Nikkei informou ainda que o chefe de gabinete, Murakawa, citou especificamente a Coréia do Norte e a China afirmando que

“não é exagero afirmar que o ambiente de segurança do Japão tornou-se o mais severo ainda”.

O navio está programado para ser implantado na base JMSDF no Sasebo. Após a cerimônia de entrega, aproximadamente seis meses de testes de equipamento e exercícios de tripulação estão agendados antes do navio atingir o estado operacional completo. 

Com base no destroyer da classe Akizuki da guerra anti-aérea (19DD), o Asahi tem 151 metros de comprimento e 18,3 metros de boca, com um deslocamento total de 5100 toneladas. A classe tem um calado de 5,4 metros.

O artigo da NBC Nagasaki explica ainda que o Asahi é o primeiro destroyer da JMSDF a apresentar um sistema de transmissão “híbrido” COGLAG (gás combinado e turbina elétrica), juntamente com defesas anti-torpedos avançadas e é ainda o primeiro navio da JMSDF equipado com um sistema de radar para detectar periscopios.

Fonte: Navy Recognition

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Canadá e Polônia juntam esforços para o desenvolvimento de próxima geração de Patrulheiros navais


Tradução e adaptação: E.M.Pinto


Segundo informações do escritório de imprensa da OTAN divulgados em 15 de fevereiro de 2018, o Canadá e Polônia concordaram em  juntar  esforços numa cooperação multinacional para o desenvolvimento de soluções de sistemas antissubmarinos, marítimos e aeronaves de inteligência, vigilância e reconhecimento de modo a suprir a envelhecida frota de aeronaves destinadas a estas funções.

Numa cerimônia de assinatura na sede da OTAN em Bruxelas, os ministros da Defesa da França, Alemanha, Grécia, Itália, Espanha e Turquia congratularam-se com o Canadá e a Polônia no esforço multinacional sobre “Cooperação em Multinacional de Missão Marítima Multi Missão Capacidades”.


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“Este esforço conjunto reconhece o fato de que a maioria das frotas de aeronaves de patrulha marítima dos Aliados estarão chegando ao fim de suas vidas operacionais entre 2025 e 2035”,

Disse a secretária-geral adjunta da OTAN, Rose Gottemoeller, durante a cerimônia de assinatura. Ela incentivou os participantes a “avançar para a fase de implementação”.

“O objetivo aqui não é apenas um desenho  – precisamos de uma nova geração de aeronaves, no ar, cumprindo o que é uma missão cada vez mais importante “.

A iniciativa oferece aos participantes a oportunidade de adotar soluções comuns nesta área de capacidade crítica.

Isso proporcionará economias, bem como benefícios operacionais. Desde 2017, os seis Aliados começaram a definir um documento de requisitos comuns para capacidades futuras nesta área, que deverá ser concluída em 2018. Este trabalho fornecerá uma base para desenvolver e implementar soluções de acompanhamento.

Fonte:Navy Recognition

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Marinha da Rússia receberá 11 novos submarinos nos próximos anos

Tradução e adaptação: ARC- Plano Brasil

Novos dissuasores para as profundezas 

A Marinha russa receberá 11 submarinos nucleares nos próximos anos. Isto é o que foi anunciado pelo comandante da marinha russa Almirante Vladimir Korolyov.

Segundo Korolyov,

“Seis submarinos do projeto Yasen e cinco submarinos da classe Borey-A estão atualmente em diferentes estágios de construção”.

Submarino SSBN Borei

O comandante destacou também que três submarinos do projeto Borey já foram transferidos para a Marinha desde 2013 são eles:

  • Yuri Dolgoruky,
  • Vladimir Monomakh e
  • Alexander Nevsky.

Além disso, a Marinha Russa recebeu também um submarino multpropósito do projeto Yasen-Severodvinsk, lembrou o comandante.

Korolyov relatou que a frota do Mar Negro foi equipada num curto intervalo de tempo, com seis submarinos diesel-elétricos modernos, do projeto 636, destacando a capacidade dos estaleiros de cumprirem o cronograma com efetividade.

Os Submarinos da Rússia

Os submarinos russos são um dos pilares de força e dissuasão, desde os tempos da extinta URSS, e nesse contexto, os submarinos nucleares representam a espinha dorsal da tríade nuclear da nação eslava. Os avanços neste seguimento naval são latentes, e tem provocado alvoroço em outras forças militares de outros países, principalmente os países componentes da OTAN.

Uma recente prova da capacidade da força submarina russa, ocorreu nas operações realizadas na Síria. A fim de combater o Daesh, foram realizados diversos ataques por parte dos submarinos russos com mísseis de cruzeiro e tais ataques, deixaram claro para o mundo que os submarinos da armada russa são capazes de cumprir missões com eficiência e, que as novas tecnologias empregadas nos meios, são inegavelmente superiores em comparação com a maioria de seus adversários.

Em uma ocasião anterior, no ano de 2012, ocorreu um episódio que alertou ao mundo e  principalmente os EUA. O evento  destacou a avançada capacidade furtiva dos submarinos nucleares russos. Na ocasião, um submarino Akula navegou durante semanas próximo a costa dos EUA sem ser detectado, revelando naquela época, diversas falhas na capacidade das forças norte americanas em detectar tais tipos de submarinos.

Pouco depois, oficiais da Marinha Americana foram indagados a respeito do ocorrido, mas não quiseram comentar o episódio. Tal feito demonstrou a capacidade da força submersa russa de colocar as avançadas defesas anti submarinas dos EUA em desvantagem.

Submarinos SSGN Oscar II da Marinha Russa

Segundo especialistas da própria OTAN, a Rússia pós soviética tem modernizado seus submarinos de maneira que outros países não conseguem acompanhar, principalmente no que cerne ao isolamento acústico e tecnologia empregada nos mísseis, além de outras áreas.

No dia 4 deste mês, um especialista norte americano do centro de segurança, recomendou que o governo disponibilizasse mais recursos para a modernização dos submarinos da US-Navy, destacando que os avanços da Rússia no setor tem sido contundentes e expressivos.

 

 

Fonte: Izvestia.ru

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Sea Hunter “caçador marítimo” não tripulado dos EUA passou com sucesso os testes

O Sea Hunter, novo caçador marítimo não tripulado dos EUA, desenvolvido para detectar e vigiar submarinos inimigos, passou com sucesso os testes, provando suas capacidades inéditas.

O vídeo dos testes do novo robô antissubmarino estadunidense Sea Hunter (Caçador Marítimo) foi publicado no YouTube pela Agência de Projetos de Investigação Avançados de Defesa (DARPA, na sigla em inglês).
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O novo sistema robótico tem por objetivo detectar e vigiar pequenos submarinos diesel-elétricos equipados com tecnologia de camuflagem ‘stealth’. Os trabalhos de construção começaram em 2010 no âmbito da cooperação conjunta entre a DARPA e o US Office of Naval Research (Escritório de Investigação Naval).
Os testes do sistema foram iniciados em abril de 2016. Até o momento, poucos detalhes sobre o Sea Hunter foram divulgados. Em particular, sabe-se que o novo submarino autônomo tem 40 metros de comprimento e é capaz de alcançar a velocidade de 50 km/hora. O Sea Hunter está equipado com vários sonares e sistemas de navegação.
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Ao mesmo tempo, os engenheiros militares do Instituto de Problemas de Tecnologias Marítimas da Academia de Ciências da Rússia estão trabalhando para criar um sistema robótico submarino capaz detectar e destruir alvos analisando a estrutura espaciotemporal dos campos sonoros e energéticos.

Fonte: Sputnik

Edição: Plano brasil

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Kommuna – Navio russo de resgate de submarinos

O navio de resgate de submarinos Kommuna, lançado à água em 1913, começou exercícios no mar Negro, sendo a embarcação mais antiga da Rússia e do mundo inteiro em serviço ativo.

© Sputnik/ Georgy Zimarev

A construção do catamarã de dois cascos Volkhov, que era o nome original do Kommuna, foi iniciada em 1912 e, três anos depois, ele entrou em serviço da Frota do Mar Báltico. Maria, filha do imperador Nicolau II da Rússia, foi quem, segundo a tradição, abriu a garrafa de champanhe durante a cerimônia de lançamento do navio à água.

Desenhado para resgatar submarinos, o navio Kommuna serviu também como navio auxiliar para os submarinos, transportando torpedos e combustível e oferecendo alojamento para cerca de 60 marinheiros em simultâneo.

© SPUTNIK/ RAMIL SITDIKOV – Navio de resgate Kommuna na baía de Sevastopol
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O segredo da longevidade do navio é literalmente isso mesmo: um segredo. Na produção dos cascos do Kommuna foi usado um tipo de aço naval especial concebido pelos engenheiros da usina Putilov, cujo processo tecnológico hoje em dia se perdeu.
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© SPUTNIK/ GEORGY ZIMAREV – Navio de resgate Kommuna
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Os especialistas estimam o estado dos cascos da embarcação como quase perfeito: de fato, só se deterioram as partes adicionadas posteriormente.

Apesar de integrar a Marinha russa, o Kommuna é um navio civil especializado na preparação de mergulhadores e buscas subaquáticas.

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© SPUTNIK/ GEORGY ZIMAREV – O batiscafo AS-28 usado no navio de resgate Kommuna
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Graças a múltiplas modernizações, o navio tem equipamentos modernos, entre os quais os batiscafos de salvamento e resgate AS-28 e o robô submarino Pantera Plus, o mesmo que o navio russo Yantar usou nas buscas do submarino argentino desaparecido ARA San Juan.

O objetivo das manobras no mar Negro é precisamente praticar o uso dos aparelhos submersíveis e a gestão do trabalho dos mergulhadores, detalhou o serviço de imprensa do Distrito Militar do Sul.

Fonte: Sputnik