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Itaguaí Construções Navais comemora dez anos com avanços no PROSUB

Próximo passo será a integração do submarino Humaitá

 

 

Rio de Janeiro, 21 de agosto de 2019 – A Itaguaí Construções Navais comemorou hoje, 21/08, os dez anos de criação da empresa, que é responsável por executar o PROSUB, o Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha do Brasil. A data marca uma década da assinatura do estatuto da ICN, formada pelos sócios Naval Group e OEC (Odebrecht Engenharia e Construção). A comemoração ocorreu nas instalações do estaleiro, localizado em Itaguaí (RJ), com a presença dos dois mil integrantes, além de representantes da Marinha do Brasil e da ICN.

O PROSUB prevê a fabricação simultânea de quatros submarinos convencionais, os mais modernos do mundo nesta categoria, e do primeiro submarino com propulsão nuclear da América Latina, que alçará o Brasil ao grupo de apenas seis países que detêm essa tecnologia. Em outubro deste ano ocorrerá a integração do segundo submarino convencional, o Humaitá. Em dezembro de 2018, a primeira embarcação do programa, o submarino Riachuelo, foi lançado ao mar e iniciado os testes de comissionamento dos equipamentos.

Durante a solenidade de hoje, o presidente da ICN, André Portalis, enfatizou que o grande mérito do trabalho destes dez anos foi a capacitação técnica, a evolução contínua da empresa e o apoio da recebido da Marinha do Brasil:

 

– Somos orgulhosos do êxito alcançado, sobretudo, com a integração de equipes, com o programa de transferência de tecnologia e o estímulo permanente recebido da Marinha brasileira, da qual somos uma ferramenta industrial e é a nossa razão de existir. Nosso projeto já atingiu vários marcos importantes desde 2013, quando iniciamos a operação na fábrica da UFEM (Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas) até o lançamento do submarino Riachuelo, no final do ano passado.

A UFEM é o complexo fabril, com 45 edificações e 57 mil metros quadrados, construído para abrigar a fábrica de componentes dos submarinos do PROSUB. Além da área administrativa, a UFEM também é composta por um prédio principal, com diversas oficinas e o almoxarifado. A Unidade foi inaugurada em março de 2013.  

O engenheiro Pedro Moreira, diretor de contrato do Estaleiro e da Base Naval (EBN), espaço do complexo ICN onde os submarinos são construídos, e representante do sócio OEC, lembrou que a ICN se tornou um polo de desenvolvimento tecnológico do País.

– Os nossos integrantes desenvolveram competências técnicas que não estavam disponíveis. Esse é um dos grandes méritos do PROSUB para o desenvolvimento econômico do Brasil e reafirma a enorme capacidade da engenharia nacional.

O contra-almirante Celso Koga, gerente da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, lembrou como eram grandes os desafios de dez anos atrás:  

– Criar a ICN, uma empresa privada para construir os nossos submarinos, não se mostrava um projeto o simples. Mas a companhia se mostrou resiliente e capacitou sua mão de obra nas mais diferentes áreas. Estamos no caminho certo para alcançar nosso objetivo maior que é a construção do Álvaro Alberto, o primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear.

Durante a cerimônia, o contra-almirante Paulo Demby, chefe de Relações Institucionais e Comunicação da Diretoria Geral Nuclear e Tecnológica da Marinha, lembrou que, além de estratégico para o País, o PROSUB estimulou o desenvolvimento de toda a região sul do Rio de Janeiro, onde está a ICN está instalada.

– Uma notória região deteriorada da Baía de Sepetiba se transformou em um moderno estaleiro, com espaços com tecnologia de ponta da indústria naval mundial, como o simulador e o ship lift (rampa de lançamento dos submarinos).   

 

Transferência de tecnologia

 

O PROSUB gerou o desenvolvimento de toda cadeia produtiva no País, a partir do programa de transferência de tecnologia militar entre a França e o Brasil, ajudando a impulsionar a indústria naval de defesa, a capacitar o mercado de trabalho nacional e a gerar milhares de empregos com alta especialização técnica. Mais de 100 empresas nacionais atuam como fornecedoras de tecnologia e produtos para o desenvolvimento dos submarinos e das obras. Cerca de 90% de todos os equipamentos usados no Estaleiro Base Naval são adquiridos de empresas instaladas no Brasil. As obras, sob responsabilidade da OEC, também estimularam o desenvolvimento de novos equipamentos, feitos sob medida para o desafio lançado pelo programa.

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Defesa Sistemas Navais Traduções-Plano Brasil

França prepara oferta de submarinos nucleares para a Índia

Tradução e Adaptação- E.M.Pinto

A França está buscando inovar no avanço de sua parceria estratégica com a Índia, colocando, pela primeira vez, submarinos de ataque com propulsão nuclear (SSN) em oferta. 

Fontes próximas à agenda do encontro entre o primeiro-ministro Narendra Modi e o presidente francês Emanuel Macron, marcada para 22 de agosto à noite em Paris antes da cúpula do G-7, revelaram que os franceses também devem oferecer 36 caças Rafale e torpedos para os submarinos Scorpene da Marinha Indiana em acordos Governo-a-Governo.

A Índia tem um programa ambicioso para construir seis submarinos de ataque movidos a energia nuclear a um custo aproximado de mais de 100.000 Crore. Os franceses provavelmente oferecerão parcerias para projetar e construir esses submarinos na Índia. O Grupo Naval da França está atualmente construindo os SSNs da classe Barracuda para a Marinha Francesa. 

Até agora, os únicos dois SSNs operados pela Índia foram adquiridos em locação da Rússia. A Marinha Indiana está operando atualmente um submarino da classe Akula, o INS Chakra. Também está adquirindo um segundo submarino na mesma classe em locação. Com longa resistência sob o mar, esses navios são poderosos instrumentos de negação do mar aos adversários. 
Um grande impulso também deve ser dado à oferta de mais 36 caças Rafale para a Força Aérea Indiana. O pedido de 2016 para o primeiro lote de 36 Rafales de aquisição emergencial a um custo de € 7,87 bilhões  tornou-se politicamente contestado. A Índia, entretanto, anunciou um novo programa para adquirir 114 aeronaves de caça multi-funções (MRFA) no âmbito do modelo de parceria estratégica. 
A resposta indiana à oferta francesa de um segundo lote de 36 caças Rafale da prateleira será observada de perto. O Rafale também deve competir na competição MRFA da Índia por atender a uma exigência maior. 
Contra uma exigência de 42 esquadrões de caça, a força está reduzida a 32, com vários outros esquadrões de aeronaves antigas da era  soviéticas prontas para o descomissionamento em um futuro próximo. 
Relatórios indicaram que a oferta francesa para o segundo lote de Rafales de prateleira na mesma configuração que os da ordem anterior seria significativamente mais barata, porque o custo dos aprimoramentos específicos da Índia e a instalação de infraestrutura de manutenção na Índia não necessitaria ser implantado novamente.
Enquanto isso, o Ministro da Defesa Rajnath Singh e o Chefe do Marechal da Aeronáutica, BS Dhanoa, devem viajar para a França em 19 de setembro para aceitar a primeira entrega do Rafale da ordem de 2016. A empresa francesa Dassault está sob contrato para fornecer todos os 36 caças até 2022.
A Índia busca torpedos  pesados para os 6 sob submarinos Scorpene, depois que o torpedo Black Shark, que havia sido listado anteriormente, ficou indisponível devido à lista negra do Grupo Finmeccanica / Leonardo que foi punida após o escândalo dos helicópteros da Agusta Westland. O Black Shark é fornecido pela WASS, uma empresa do grupo Leonardo. O governo francês está agora apoiando a oferta do Grupo Naval, o OEM do Scorpene, pelos  os torpedos F21.

 

Fonte:Defencenews

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Plano Brasil/MB/CN/Turma ATAC/Análise: “Prêmio Anual 2019 do Clube Naval (CN), “Medalha Almirante Jaceguai”, conferido ao Comandante Costa Braga. Diga-se de passagem, reconhecimento mais do que merecido!”

NOTA DO PLANO BRASIL, por Gérsio Mutti: Plano Brasil (PB)/Marinha do Brasil (MB)/Clube Naval (CN)/Associação da Turma Aspirante Conde (ATAC)/Análise: “Prêmio Anual 2019 do Clube Naval (CN), “Medalha Almirante Jaceguai”, conferido ao Comandante Costa Braga. Diga-se de passagem, reconhecimento mais do que merecido!”

Tema para o “Concurso Prêmio Medalha Almirante Jaceguai 2019” do Clube Naval (CN): “PROJETO PILOTO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA AMAZÔNIA AZUL E A EVOLUÇÃO DAS CAPACIDADES DE DEFESAS NO MAR”.

Bravo Zulu (BZ) ao Comandante Costa Braga, e Bravo Zulu (BZ) a Associação da Turma Aspirante Conde (ATAC).

We are a team! That´s it!”

Senhores Comentaristas do Blog Plano Brasil (PB), com muita honra anuncio que o meu Colega e Amigo de Turma do Colégio Naval (CN) e da Escola Naval (EN) e integrante da Associação da Turma Aspirante Conde (ATAC) de Guardas-Marinha de 1976, o Capitão de Mar e Guerra do Corpo da Armada (Reserva Remunerada da Marinha – RRM), Claudio da Costa Braga, foi, merecidamente, laureado com a “MEDALHA ALMIRANTE JACEGUAI”.

O Comandante Costa Braga é Membro Titular do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil (IGHMB – http://www.ighmb.org.br/), onde ocupa a “Cadeira de Nº 76” (IGHMB – http://www.ighmb.org.br/IGHMBTitulares.pdf), que tem por Patrono o Almirante Barroso, [Francisco Manuel Barroso da Silva, Barão do Amazonas (Lisboa, 29 de setembro de 1804 – Montevidéu, 8 de agosto de 1882), (https://www.marinha.mil.br/dphdm/historia/almirante-barroso)].

O Comandante Costa Braga é um reconhecido analista militar naval da Marinha do Brasil (MB), e autor renomado dos seguintes livros e ensaios de História Militar Naval (HMN):

1) A GUERRA DA LAGOSTA (https://www.revistanavigator.com.br/navig2/rese/N2_rese2.pdf);

Sobre a temática deste livro a Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM – https://www.marinha.mil.br/dphdm/content/guerra-da-lagosta) diz o seguinte:

“Descrição:

196 páginas. Relato sobre a crise externa com a França no início da década de 1960. Episódio que teria levado o General Charles de Gaulle a dizer que “o Brasil não é um país sério”. Pesquisa realizada pela primeira vez com documentos secretos. Serviço de Documentação da Marinha (SDM), 2004.”

2) 1910 – O FIM DA CHIBATA: VÍTIMA OU ALGOZES? (https://www.skoob.com.br/1910-o-fim-da-chibata-365477ed411854.html);

Sobre a temática deste livro a Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM – https://www.marinha.mil.br/dphdm/o-fim-da-chibata) diz o seguinte:

“Descrição:

Edição do Autor, 2010, 435 páginas, ilustrado. Relato dos bastidores da Revolta dos Marinheiros, na cidade do Rio de Janeiro, na busca da abolição dos castigos corporais sofridos pelos Praças, a bordo dos navios de guerra da Marinha do Brasil.”

3) O ÚLTIMO BAILE DO IMPÉRIO, O BAILE DA ILHA FISCAL (https://www.revistanavigator.com.br/navig9/rese/N9_rese.pdf);

Sobre a temática deste livro a Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM – https://www.marinha.mil.br/dphdm/content/o-%C3%BAltimo-baile-do-imp%C3%A9rio) diz o seguinte:

“Descrição:

113 páginas, ilustrado. O livro apresenta os pormenores do baile oferecido pelo Governo brasileiro à oficialidade do Encouraçado chileno Almirante Cochrane em retribuição às homenagens prestadas no ano anterior ao Navio-Escola brasileiro Almirante Barroso quando de sua passagem pelo Chile: a escolha do local, a presença da família imperial, as roupas usadas, a decoração, o jantar, a ceia, as danças e os fatos marcantes ocorridos nos seus bastidores, que serviram de argumento para os republicanos que tramavam a queda da Monarquia. Serviço de Documentação da Marinha (SDM), 2007.”

4) EL ÚLTIMO BAILE DEL IMPÉRIO – EL BAILE DE LA ISLA FISCAL (edição em espanhol);

5) TAMANDARÉ NAS GUERRAS DA INDEPENDÊNCIA E CISPLATINA;

6) A ADMINISTRAÇÃO NAVAL DO PERÍODO DE 1889 ATÉ O INÍCIO DO GOVERNO PRUDENTE DE MORAES;

7) A IMPORTÂNCIA GEOPOLÍTICA DA ÁFRICA AUSTRAL PARA A ESTRATÉGIA NAVAL BRASILEIRA (trabalho acadêmico apresentado na forma de ensaio);

8) A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL – UMA VISÃO PORTUGUESA (trabalho acadêmico apresentado na forma de ensaio);

9) A REVOLUÇÃO COMUNISTA RUSSA – UM FRACASSO CENTENÁRIO;

10) A AÇÃO DE DRONES NA GUERRA NAVAL;

11) É de autoria do Comandante Costa Braga o trabalho que instituiu o “PATRONO E O DIA DAS COMUNICAÇÕES NAVAIS” na Marinha do Brasil (MB); e

12) É também, de autoria do Comandante Costa Braga a letra “CANÇÃO DAS COMUNICAÇÕES NAVAIS” em vigor na Marinha do Brasil (MB).

Breve Histórico sobre a Vida do Almirante Jaceguai: “Uma vida dedicada à Marinha do Brasil (MB), Imperial e Republicana”

Artur Silveira da Motta (São Paulo, 26 de maio de 1843 – Rio de Janeiro, 06 de junho de 1914):

1) Almirante da Marinha do Brasil (MB) no Segundo Império (23 de julho de 1840 – 15 de novembro de 1889) e, também, na Primeira República (15 de novembro de 1889 – 24 de outubro de 1930), até a data da sua morte em 06 de junho de 1914;

2) Veterano de Guerra e Herói Naval do Segundo Império do Brasil com feitos admiráveis reconhecidos pelas autoridades militares do Brasil, Argentina e Uruguai durante a Guerra do Paraguai por atos de bravuras em combates navais;

3) Nobre do Segundo Império do Brasil: Agraciado pelo Imperador D. Pedro II com o Título Imperial de Barão de Jaceguai;

4) Escritor brasileiro dedicado a assuntos navais;

5) Instituidor no ano de 1890, com recursos próprios, da medalha que hoje carrega o seu nome no evento patrocinado pelo Clube Naval (CN) no processo de seleção anual de trabalhos apresentados por militares da Marinha do Brasil (MB), da ativa, [Serviço Ativo da Marinha (SAM)] e inativos [Veteranos], historiadores e analistas militares, que se dedicam a estudar a intrincada História Militar Naval (HMN), projeto concebido pelo Almirante Jaceguai, e que após 129 anos (2019-1890=129 anos) satisfez todas as suas premissas iniciais; e

6) Imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL).

O Almirante Jaceguai, filho do Conselheiro José Inácio Silveira da Motta, no ano de 1858, aos quinze anos de idade, ingressou na Escola Naval (EN) do Rio de Janeiro como Aspirante, concluindo o curso em 1860.

Seu pai, após acidente marítimo, cogitou em transferi-lo para o Exército Brasileiro, mas Jaceguai se opôs, seguindo a carreira na Marinha de Guerra Imperial e realizou diversas viagens de instrução, nas quais foi promovido aos postos de Segundo-Tenente e Primeiro-Tenente.

Na Corveta Beberibe, seguiu para o Rio da Prata, onde participou da Campanha Oriental, e no dia 20 de fevereiro de 1865 seguiu para a frente de batalha na Guerra do Paraguai, onde serviu como Ajudante de Ordens do Almirante Tamandaré, [Joaquim Marques Lisboa, Marquês de Tamandaré, Patrono da Marinha do Brasil (MB), (Rio Grande, 13 de dezembro de 1807 – Rio de Janeiro, 20 de março de 1897), (https://www.marinha.mil.br/dphdm/historia/almirante-tamandare/carreira-do-tamandare)], então Comandante-em-Chefe das Forças Navais brasileiras entre os anos de 1865 e 1866.

Posteriormente, no comando do Encouraçado Barroso, participou das Batalhas de Curupaiti e Humaitá.

Em especial na Batalha de Humaitá, houve a Passagem de Humaitá (https://pt.wikipedia.org/wiki/Passagem_de_Humait%C3%A1) onde a Força Naval brasileira forçou a passagem sob fogo cerrado da artilharia paraguaia localizada na Fortaleza de Humaitá. Esta transposição na foz do rio Paraguai foi considerado pelos observadores militares da Tríplice Aliança, Brasil, Argentina e Uruguai, como sendo um feito admirável e memorável.

Por serviços de guerra e atos de bravuras, foi promovido a Capitão de Mar e Guerra com apenas 26 anos, feito único na Marinha do Brasil, Império e República.

Finda a guerra, o então Capitão de Mar e Guerra Artur Silveira da Motta passou por diversas missões diplomáticas no exterior, além de haver desempenhado inúmeras funções na Marinha de Guerra Imperial.

Em 1882, no Brasil Império o então Capitão de Mar e Guerra Artur Silveira da Motta foi agraciado com o Título Imperial pelo Imperador D. Pedro II de Barão de Jaceguai e foi promovido a Chefe de Esquadra.

Em 1900, foi nomeado Diretor da Escola Naval (EN).

Estudioso de assuntos navais, suas obras foram todas de cunho militar naval:

1) Organização Naval: Reunião de Artigos (1896);

2) O Dever do Momento: Carta a Joaquim Nabuco (1897);

3) Quatro Séculos de Atividade Marítima: Portugal e Brasil (1900);

4) Ensaio Histórico sobre a Gênese e Desenvolvimento da Marinha Brasileira (1903);

5) De Aspirante a Almirante, Memórias, 5 Volumes (1906, 1909, 1910, 1913 e 1917); e

6) Reminiscências da Guerra do Paraguai (1935).

Foi o segundo ocupante da “Cadeira de Nº 6” da Academia Brasileira de Letras (ABL), que tem por Patrono Casimiro de Abreu. Eleito em 28 de setembro de 1907, foi empossado em 9 de novembro do mesmo ano.

Faleceu em 06 de junho de 1914 na Cidade do Rio de Janeiro.

Fonte: Wikipédia.

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Defesa Sistemas Navais Traduções-Plano Brasil

Construtores navais russos recebem contrato para mais dois submarinos nucleares Yasen-M

Tradução e adaptação-E.M.Pinto
 
 

Um contrato para a construção de dois submarinos Yasen-M foi assinado no fórum militar e técnico internacional  Army 2019, que aconteceu nos arredores de Moscou em 25 e 30 de junho.

Quando perguntado pela TASS sobre o possível prazo de entrega, o executivo-chefe disse que “o ciclo de construção desses submarinos é de sete anos”. Portanto, esses cruzadores submarinos podem entrar em serviço na Marinha Russa em 2027-2028.

Até agora, o Sevmash Shipyard (parte da United Shipbuilding Corporation) construiu e entregou à Marinha o submarino Severodvinsk da classe Yasen , Project 885. O navio entrou em serviço na frota do norte. A versão aprimorada do submarino, a  Project 885M Yasen-M, Kazan, está atualmente passando por testes. Mais cinco submarinos do Projeto 885M encontram-se em diferentes estágios de construção.

Os submarinos do Projeto 885 e do Projeto 885M foram desenvolvidos pelo Malakhit Marine Engineering Bureau, sediado em São Petersburgo. Os submarinos deste projeto carregam mísseis de cruzeiro Oniks e Kalibr como armamento principal e no futuro serão integrados ao sistema de mísseis  hipersônicos “ZIrcon”. Em comparação com seus antecessores, esses submarinos têm seus tubos de torpedos afastados (a parte dianteira abriga uma matriz de sonar esférica, que permite detectar um inimigo a grandes distâncias).

 

Fonte: TASS

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Defesa Sistemas Navais

Marinha do Brasil lança terceiro protótipo do Míssil Antinavio de Superfície (MANSUP)

A Marinha do Brasil realizou o lançamento do terceiro protótipo do Míssil Antinavio de Superfície (MANSUP) no dia 10 de julho, tendo como alvo o casco do ex-Rebocador de Alto Mar “Tridente”.
 
Momento do lançamentodo MANSUP a bordo da F44
 
 
O lançamento, realizado pela Fragata “Independência”, comprovou que todos os subsistemas apresentaram bom desempenho e se comportaram de forma harmônica. Os resultados confirmaram a evolução do projeto e o acerto dos aperfeiçoamentos realizados após os primeiros testes, ocorridos em novembro de 2018 e março de 2019, a bordo da Corveta “Barroso” e da Fragata “Independência”, respectivamente.
 
 MANSUP iniciando a trajetória
 
 
Neste terceiro teste foram feitas verificações adicionais, gravadas por meio dos dados da telemetria, também nacional, instalada no míssil e em unidades participantes da operação. As informações obtidas serão empregadas como subsídios para prosseguir no aperfeiçoamento dos subsistemas componentes.
 
O evento aconteceu na área marítima entre o Rio de Janeiro-RJ e Cabo Frio-RJ. Foram empregados três navios da Esquadra, o Navio Doca Multipropósito “Bahia”, a Fragata “Constituição”, além do navio lançador, que foi a Fragata “Independência”. A operação contou ainda com o apoio do Navio Patrulha Oceânico “Apa” e do Navio de Apoio Oceânico “Purus”, do Comando do 1˚ Distrito Naval, das aeronaves Esquilo (UH-12), SuperCougar(UH-15), Seahawk (SH-16) e Lynx (AH-11A), do Comando da Força Aeronaval, e de uma aeronave P3AM da Força Aérea Brasileira, além do Destacamento de Mergulhadores de Combate.
Fonte: Marinha do Brasil

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Apresentado em São Petersburgo mais um conceito do futuro porta-aviões russo

 

E.M.Pinto

Como haviamos apresentado em artigos anteriores, o Ministério da Defesa da Rússia está atualmente avaliando dentre os os agora três conceitos de futuro porta Aviões para a sua Marinha,  qual será adotado, entretanto é muito cedo  para afirmar, qual e quando a escolha será feita. Isto porque o programa do Porta Aviões Russo ainda não foi declarado prioridade, apesar de se saber que ele deverá constar no orçamento militar 2018-2027, por hora há apenas os três conceitos os quais são plenamente díspares como veremos.

Tempestade 
 
Em 2013, foi apresentado ao público o conceito do porta aviões múlti propósitos “Storm” (Tempestade) que, segundo os projetistas, poderia transportar até 90 aeronaves. Seu principal destaque era a sua capacidade de operar em gelo o que permitiria operações no Ártico.
Apesar de que esta capacidade é contestada uma vez que as intepéries dificultama s operações das aeronaves em grande parte do tempo ao longo dos períodos mais rígidos do inverno.
Pigmeu
 
Já em 2019, o Krylov State Scientific Center apresentou no fórum Army-2019 um porta-aviões leve com um deslocamento de 44 mil toneladas para até 46 aeronaves.
Embora o Kirlov apresente este conceito como o ideal para as operações russa, acredita-se que o projeto deste navio tenha outro endereço, provavelmente uma ou duas nações estrangeiras, sendo a Índia o cliente mais elegível para o navio.
especialistas militares como o atual comandante da Marinha Russa no entanto já declararam em situações anteriores que um navio de deslocamento inferior a 75 mil toneladas de deslocamento poderiam não ser o ideal para a Marinha Russa dado ao fator logístico de deslocamento em longo raio e períodos, o que leva a crer que esta possibilidade embora  não seja descartada, pode não ser elegível caso a rússia venha adquirir um novo navio.
 
Peixe Boi
O terceiro conceito difere substancialmente do “Storm” por considerar um navio para operações próximas a costa, bem como, para operações oceânicas de longo raio. O modelo é apresentado no Salão Naval Internacional em São Petersburgo.
O desenvolvedor do projeto 11430E “Lamantin” (Manatee ou simplesmente peixe boi) é o Neva Design Bureau (PKB)que apresentou no seu estande as principais características  técnicas do seu conceitos.
A Neva informou que o seu projeto é de um navio nuclear e que se assemelha aos grandes porta aviões americanos, entretanto, considera o uso do Sky jump além de duas catapultas eletromagnéticas e quatro sistemas de recuperaão de aeronaves.

O deslocamento do  “Lamantina” é declarado em 80-90 mil toneladas e o navio teria 350 m de comprimento. A autonomia é de cerca de 120 dias (víveres e combustível para o grupo aéreo), a velocidade máxima seria de 30 nós. A tripulação do porta-aviões sé estimada em 3600 tripulantes sendo  2800 da tripulação formal e 800 do grupo aéreo.

No total, o navio operaria cerca de 60 aeronaves de vários tipos que iriam de  caças pesados ​​e leves, helicópteros e aeronaves de detecção de radar de longo alcance (asa fixa), além de 10 UAV, porém o navio teria provisões para acomodar ainda mais aeronaves em situações de emergência. A vida útil de um porta-aviões é superior a 50 anos com ciclos de recarga do combustível de 25 em 25 anos.

A principal característica do navio é que ele é projetado para atuar tanto no oceano quanto no mar e na zona costeira. Há uma grande variedade de aplicações para ele que vão desde garantir a estabilidade de combate dos grupos navais até atacar alvos aéreos, terrestres e marítimos (incluindo submarinos), até mesmo apoiar desembarques anfíbios a partir do uso de suas  aeronaves de ataque.
Não se sabe a data e se a Rússia realmente levará a diante o programa de um Porta Aviões desta envergadura, apesar d emuitas vezes esta ter sido declarada por suas mais altas autoridades, porém em São Petersburgo os rumores apontam para uma decisão de conceito até 2020, partindo para os trabalhos documentais até  2023 quando o navio deve seguir para a fase de construção e finalização entre 2027-2030.

 

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Rússia iniciará a construção do seu primeiro LHD em 2021

Tradução e adaptação-E.M.Pinto
 

“Existem planos para construir um navio de assalto anfíbio universal e entregá-la ao cliente no âmbito do programa de armamento 2018- 2027”

KUBINKA / Região de Moscou, 26 de junho / TASS /.

A Rússia planeja construir dois navios de assalto anfíbio universais capazes de transportar entre 15-20 helicópteros. Foi o que relatou a TASS em sua cobertura ao evento Army 2019. O projeto militar do LHD “Lavina” (avalanche) está amparado nos recursos do programa de rearmamento 2018-2027.

“Até o final do ano, o Ministério da Defesa concluirá o desenvolvimento das especificações técnicas para um navio de assalto anfíbio universal e os enviará à United Shipbuilding Corporation. O programa é amparado nos recursos até 2027 e inclui dois navios de assalto anfíbios universais. Um projeto preliminar foi elaborado. O trabalho de projeto técnico começará em 2020 e a construção do primeiro navio da série começará em 2021 “, disse a fonte, acrescentando que o construtor ainda não  havia sido determinado.

Existem planos para construir o principal navio de assalto anfíbio universal e entregá-lo ao cliente sob o programa estatal de rearmamento até 2027, até lá, o trabalho no primeiro navio produzido em série será concluído antes do início da década de 2030, disse a fonte.

“Embora as especificações técnicas ainda não tenham sido formuladas, já é possível falar agora que os navios de assalto anfíbios universais receberão uma grande doca para abrigar embarcações de assalto e também serão capazes de transportar um grande grupo de helicópteros de várias designações, incluindo 15-20 helicópteros de ataque “,disse a fonte.

LAVINA E PRIBOY

Os navios de assalto anfíbio universais como são chamados pelos militares russos, serão projetados para transportar um grupo de desembarque e grupamento aéreo bem heterogêneo composto por helicópteros pesados além de veículos e embarcações de grande porte.

As características do projeto “Lavina” são:

Comprimento /m: 218,0

Deslocamento / ton:  24.000 

Velocidade máxima / nós:  22,0

Alcance / Milhas: 5.000 à 18 nós

Tripulação: 320 oficiais e praças

Tropas: acima de 500 fuzileiros navais

Grupamento aéreo:

Cerca de 16 helicópteros Kamov Ka-27 (ou Ka-40 (minoga), Lampreia em desenvolvimento) ou Ka-52K

Cerca de 

50 veículos

Projeto  11770 de 6 navios de desembarque 

6 navios projeto 03160 – Raptor (Projeto 03160) barcos de patrulha de alta velocidade

NAVIOS DE ASSALTO UNIVERSAIS

Os navios de assalto anfíbio universal podem transportar  várias centenas de soldados de infantaria da marinha, barcos e outras embarcações infiltração de forças de assaltos e veículos blindados. O navio possuirá um poderoso sistema de controle de combate e poderá atuar como uma embarcação de comando e controle para um agrupamento de forças.
Acredita-se que a base seja o projeto Lavina, porém, modificações serão necessárias para ampliar a capacidade de acomodação de veículos e tropas por expedições de maior tempo de permanência em mar e por isso, apesar d anegativa de que o programa não se esplha nos mistral, ganha força a percepção de que o projeto não seja baseado no “Lavina” . 

A fonte esclarece que o navio terá capacidade superior ao Lavina podendo transportar até mais de 20 helicópteros de diferentes modelos. Apesar do “Lavina” ser o mais provável navio a ser base para o futuro LHD russo, as suspeitas direcionam para um outro projeto muito semelhante ao Mistral Francês, é o programa que respode pelo nome “Kachalote”. 

Isso porque a Nevsky PKB KGNTSestá projetando vários tipos de Navios de Assalto Anfíbio equipados com  Doca e deck para operações de Helicóptero (DVKD – Desantnyh Vertoletonosnyh Korablei-Dokov), esses projetos são chamados de “Priboy” dos quais dois navios já foram encomendados e iniciarão em breve o seu processo de construção e também conta como outros dois o “Lavina -Avalanche” e “Cachalote”.

O Projeto “Priboy” se baseia no navio de assalto Ivan Gren e possui um decke para operações simultâneas de até 4 helicópteros com capacidade de acomodação de até 6.

 CAHALOTE

Enquanto os dois primeiros projetos são razoavelmente bem amadurecidos,  o Cachalote é pouco conhecido.

O projeto Priboy apresenta um navio de desembarque de doca de cerca de 14.000 toneladas de deslocamento, já o Lavina apresenta um LHD com deslocamento de 24.000 toneladas e quipado com deck  e pista para operações de grupamentos de helicópteros em maior quantidade. Por sua vez o “Cachalote” possui um deslocamento superior, da ordem de 30.000 toneladas.

O projeto acumula a experiência na construção dos dois navios da classe “Mistral” que foram cedidos à indústria russa onde os  especialistas da Nevsky Design Bureau tomaram a iniciativa de criar várias versões do projeto do navio de assalto anfíbio para a Marinha russa.

O Diretor Geral Sergei Vlasov chegou a afirmar que o grupo tomou a iniciativa de desenvolver várias opções para embarcações de desembarque e está pronto para avançar para o projeto de qualquer um deles.

Representação artística da provavel configuação do navio projeto Cachalote”. muito semelhante ao Mistral.

O tempo de construção depende do deslocamento do navio  e a partir da sua criação o projeto, construção e entrega pode levar entre 5 a 6 e 7a8 anos, explicou o diretor do Nevsky Design Bureau.

Construção de navio de assalto anfíbio, superior ao “Mistral”, já havia sido definida para começar em 2020, de acordo com uma fonte do Ministério da Defesa.

“A primeira prioridade é a construção de novos grandes navios anfíbios (Lavina ou Cachalote), a construção de um navio de assalto anfíbio com uma plataforma de voo (Priboy), com os navios iniciando a construção em 2021 a ser concluída dentro de 3-4 anos. Durante este tempo, você deve ver uma nova geração de helicópteros (Ka-40 Lampreia) para aviação naval e embarcações de desembarque “

A construção do navio de assalto anfíbio completará a formação de uma nova imagem das forças expedicionárias da Marinha, baseada na composição de seus navios de doca  alternativos ao BDK-11711 ( “Ivan Gren”) e do Porta helicópteros. 

Fonte: TASS

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Kirlov apresentará no Army 2019 os projetos alternativos para o futuro Porta Aviões da Marinha Russa

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

O Centro de pesquisa Krylov, da Rússia, exibirá no fórum técnico militar ARMY 2019 um dos três conceitos prováveis do novo   porta-aviões Russo que promete ser maior em capacidade que o Britânico HMS Queen Elizabeth o por suas características operacionais. esta informações foram dadas à TASS nesta terça-feira pelo chefe do instituto Valery Polovinkin.

“Este ano, demonstraremos um porta-aviões completo do nosso ponto de vista com um deslocamento superior a 60.000 toneladas e com um conjunto de aeronaves muito substancial e equilibrado, é um projeto totalmente novo e com novas soluções técnicas”, disse o diretor do Krylov.

“Um porta-aviões com uma unidade de propulsão convencional é a característica distintiva da versão oferecida à Marinha. Ele possui uma unidade de turbina a gás. Em certa medida, pode ser comparado ao porta-aviões britânico Queen Elizabeth. Eles são iguais por seu deslocamento, mas o projeto conceitual do Centro Krylov tem uma vantagem pelo número de aeronaves embarcadas, mais importante, pelo número posições  destinadas a decolagem “,disse Polovinkin.

Esta vantagem tem sido tradicionalmente alcançada através do trabalho concentrado do desenvolvedor na forma do casco e os esforços para aumentar a área do convés, disse ele.

“O último fator permitirá a acomodação de posições de decolagem paralelas e estamos tentando impulsionar a oferta, em primeiro lugar, dos suprimentos de combustível das aeronaves. Este porta aviões terá capacidade operacional completa porém com restrções”, sublinhou Polovinkin.

Alternativa para porta-aviões de propulsão nuclear

O projeto conceitual do porta-aviões oferecido pelo Krylov é uma alternativa aos planos atuais de projetar um porta-aviões movido a energia nuclear a partir de 2023, disse ele.

“Em qualquer caso, esta é uma proposta alternativa com propulsão convencional. Além disso, uma gama padronizada de turbinas a gás foi criada graças aos sucessos da Saturn [fabricante] e nossos produtores de turbinas a gás. Acreditamos que é possível esperar que geradores de turbina produzidos em série aparecerão em um futuro próximo e serão usados ​​para alimentar este navio [porta-aviões] “, disse Polovinkin.

“Tal porta-aviões será quatro a seis vezes mais barato que sua versão com motor nuclear”,afirmou o chefe científico do Centro Krylov.

A primeira versão do projeto conceitual de um grande porta-aviões com uma unidade de propulsão nuclear e a capacidade de transportar até 100 aeronaves e deslocar cerca de 100.000 toneladas foi demonstrada no fórum Army-2017. No ano passado, o projeto conceitual de um porta-aviões leve foi apresentado no mesmo fórum, disse ele.

O fórum militar e técnico do Exército de 2019 será realizado no Centro de Exposições e Congressos Patriot, nos arredores de Moscou, de 25 a 30 de junho. De acordo com estimativas preliminares, mais de 1.500 empresas e organizações participarão da forma e terão mais de 27.000 produtos e tecnologias.

Projeto Inovador

Os projetos podem ser vistos no estande do Centro de Pesquisa Krylov e atrai a atenção, especificamente o de um porta-aviões leve que devido a uma forma fundamentalmente nova do casco e do layout, foi possível obter características táticas e técnicas simplesmente surpreendentes. De acordo com Pavel Filippov, diretor-geral interino da empresa,

“nossos cientistas desenvolveram uma forma estrutural única, o chamado“ semi-catatamaran ”.

Ninguém jamais propôs projetos semelhantes no mundo. O layout original do casco possibilitou a construção de um enorme deck e a colocação de um porta-aviões em um deslocamento total de 44 mil toneladas para 46 aeronaves, incluindo caças pesados ​​e leves, vários helicópteros e aeronaves de patrulha radar de longo alcance.

Para efeito de comparação, o pesado porta-aviões “Almirante Kuznetsov” com um deslocamento de 60 mil toneladas do projeto prevê a colocação de 50 aeronaves e helicópteros, na realidade sempre foram muito menores.  Já com a nova forma do casco, também melhorou significativamente a navegabilidade e reduziu a resistência ao movimento em 20%. Este é um avanço verdadeiramente revolucionário, afinal, até mesmo uma ligeira redução de 5% na resistência à água é considerada uma boa conquista.

O alcance planejado para este projeto é de algo perto a 8.000 milhas, a autonomia é de 60 dias. O porta-aviões possui um completo sistema de defesa antiaérea, anti-torpedo e anti-submarino e a capacidade de lançar simultaneamente uma vez e meia mais aeronaves que o almirante Kuznetsov que por si só, já possui uma taxa de lançamento superior aos prota aviões nucleares americanos .

Fonte: TASS

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Nova Zelândia segue rumo ao recebimento do primeiro Poseidon P-8A ainda em 2023

Tradução e adaptação E.M.Pinto

O Ministério da Defesa da Nova Zelândia anunciou que está em vias de adquirir a primeira aeronave de patrulha marítima Boeing P-8A Poseidon dos EUA e que o evento é programado para abril de 2023.

Em julho do ano passado, o governo da Nova Zelândia chegou a um acordo de cerca de US $ 1,6 bilhão para compra quatro aeronaves de patrulha P-8A Poseidon.

A aeronave P-8A Poseidon entrará em serviço com a Força Aérea Real da Nova Zelândia, substituindo a frota existente da P-3K2 Orion. Os Orion estão em operação desde a década de 1960 e devem chegar ao final de sua vida operacional em 2025.

O país está adquirindo a aeronave P-8A para continuar suas atividades de vigilância marítima de aérea, ajuda humanitária, resposta a desastres e proteção de recursos na região do Pacífico Sul.

O preço total de compra inclui aquisição, sistemas de treinamento, infraestrutura e custos de introdução de serviços. De acordo com um documento divulgado pelo ministério detalhando o cronograma do projeto inclui obras de infraestruturaque serão iniciadas já em outubro deste ano.

O treinamento das equipe de instrutores começará em Jacksonville em fevereiro, enquanto o treinamento do pessoal de transição para a tripulação está programado para o primeiro trimestre de 2022. A frota do P-8A provavelmente alcançará capacidade operacional no final de 2025.

O ministro da Defesa da Nova Zelândia, Ron Mark, disse:

“Os P-8s são garantidores da crucial capacidade de patrulhamento marítimo da força aérea e sua manutenção nas próximas décadas. O projeto está dentro do cronograma para substituir a frota de P-3K2 Orion a partir de 2023, e tenho o prazer de anunciar mais detalhes hoje, com o lançamento de um cronograma do projeto. ”

Além disso, o governo aprovou um investimento US $ 37.3 milhões  para o projeto de conformidade operacional e de regulamentação da aviação. O programa visa assegurar que as aeronaves militares operem em conformidade com os sistemas civis e militares de gerenciamento e identificação de tráfego aéreo.

O governo também está trabalhando em um projeto para fornecer uma maior capacidade para melhorar a conscientização do domínio marítimo. O projeto está em andamento e apoiará o programa P-8A. Sob este projeto, o ministério considerará a aquisição de aeronaves tripuladas menores, sistemas de aeronaves remotamente pilotadas  ou satélites.

Esses ativos serão usados ​​para realizar tarefas adicionais de vigilância marítima dentro da zona econômica exclusiva do país e na região mais ampla para liberar os P-8 para voar mais missões.

O governo lançou o Plano de Capacidades de Defesa 2019, que prevê investimentos de US $ 13,15 bilhões na força de defesa até 2030. No começo da semana, a Nova Zelândia escolheu o Super Hercules, da Lockheed Martin, como a opção para substituir a envelhecida frota C-130 Hercules.

Fonte: MCT

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Plano Brasil/Itália/Fincantieri/Novo Conceito de NPOMs (PPAs)/Análise: “Fincantieri lança ao mar o primeiro Navio Patrulha Oceânico Multipropósito (NPOM) para a Marinha de Guerra Italiana, Classe Almirante “Paolo Thaon Di Revel” P 430”

NOTA DO PLANO BRASIL, por Gérsio Mutti: Tradução do texto italiano “VARATO A MUGGIANO IL PATTUGLIATORE POLIVALENTI D’ALTURA “THAON DI REVEL” (Batismo e Lançamento ao Mar em Muggiano do Navio Patrulha Oceânico Multipropósito (NPOM) Paolo Thaon Di Revel P 430) e adaptação a terminologia naval em vigor na Marinha do Brasil (MB) por Gérsio Mutti/Plano Brasil (PB).

Batismo e Lançamento ao Mar em Muggiano do Navio Patrulha Oceânico Multipropósito (NPOM) “Paolo Thaon Di Revel” P 430

Por Difesa Online (Notizie dal Mondo Militare), Editoriale, 15/Junho/2019

A cerimônia de lançamento ao mar do primeiro navio Pattugliatori Polivalenti d’Altura (PPA), “Paolo Thaon Di Revel” P 430, Classe Almirante “Paolo Thaon Di Revel”, ocorreu na data de 15/Junho/2019, no Estaleiro de Riva Trigoso e os blocos foram integrados pela Fincantieri em Muggiano (La Spezia, Itália).

A madrinha do navio foi a Senhora Irene Imperiali, sobrinha do Almirante da Marinha de Guerra Italiana, Paolo Thaon Di Revel ( https://it.wikipedia.org/wiki/Paolo_Thaon_di_Revel ).

Este PPA, é o primeiro Navio Patrulha Oceânico Multipropósito (NPOM), de um total de sete unidades, com previsão de incorporação ao Serviço Ativo da Marinha (SAM) para comissionamento em 2021.

As outras seis unidades serão entregues a partir de 2022 e fazem parte do Plano de Renovação de Meios da Marinha de Guerra Italiana, decidido pelo Governo e pelo Parlamento Italianos e iniciado em maio de 2015 (“Lei Naval”).

Características técnicas de cada unidade

Denominação: Navio Patrulha Oceânico Multipropósito (NPOM) / (PPA – Pattugliatori Polivalenti d’Altura).

O Navio de Patrulha Oceânico Multipropósito (NPOM) representa um tipo de navio altamente flexível e com capacidades de executar múltiplas tarefas, desde Patrulha Oceânica com emprego no Salvamento Marítimo, até Operações de Proteção Civil, bem como na sua versão mais equipada que vem a ser comparável a um navio de guerra de primeira linha.

De fato, diferentes configurações de sistemas de combate estão previstas para fins de adaptações a bordo, ou seja, a partir de uma “missão leve”, relacionada à tarefa de patrulhamento, integrada com capacidade de autodefesa, até no emprego de uma “missão completa”, equipada com capacidade de defesa máxima.

Além disso, a unidade é capaz de usar barcos rápidos do tipo RHIB (Embarcação de Casco Rígido) com um comprimento de mais de 11 metros por meio de guindastes laterais ou por meio de uma rampa no outro bordo.

Características de Projeto

 

Comprimento: 132,5 metros;

Velocidade Máxima: 31 nós, dependendo da configuração operacional

Tripulação: 171 militares;

Propulsão Naval: Sistema Combinado de Turbina a Gás e Diesel (CODAG) e um Sistema de Propulsão Elétrica;

Casos de emergência de Operações de Proteção Civil em situações de catástrofes (Defesa Civil) no socorro a populações em terra firme (Ajuda Humanitária)

  1. a) Capacidade de fornecer água potável; e
  1. b) Capacidade de fornecer energia elétrica, até a potência de 2.000 KW;

Áreas Extras Modulares a bordo da embarcação

Áreas Extras a bordo da embarcação para Incorporações de Sistemas Modulares, dependendo da configuração para emprego específico, ou geral): Duas (2) áreas modulares, uma na popa e uma a meia nau no centro do navio, que permitem o embarque de vários tipos de módulos operacionais / logísticos / habitacionais / sanitários em contêineres (em particular a área da popa pode receber e movimentar em área coberta até 5 módulos em contêineres ISO 20” (Standard Reefer Container), enquanto que na área central até 8 contêineres ISO 20” (Standard Reefer Container).

Os PPAs estão sendo construídos no Estaleiro de Riva Trigoso e os blocos integrados pela Fincantieri em Muggiano (La Spezia, Itália) num total de sete navios, com a entrega para incorporação ao SAM e comissionamento pela Marinha de Guerra Italiana, previsto para a primeira unidade da “Classe Almirante “Paolo Thaon Di Revel””, em 2021, enquanto os seis PPAs seguintes serão entregues para incorporações ao SAM e comissionamentos, em 2022, 2023, 2024 com duas unidades, em 2025, e em 2026.

Fonte: Difesa Online (Notizie dal Mondo Militare), Editoriale  ( http://www.difesaonline.it/industria/varato-muggiano-il-pattugliatore-polivalente-daltura-thaon-di-revel )

NOTA COMPLEMENTAR DO PLANO BRASIL, por Gérsio Mutti: Plano Brasil/Itália/Fincantieri/Novo Conceito de NPOMs (PPAs)/Análise: “Fincantieri lança ao mar o primeiro Navio Patrulha Oceânico Multipropósito (NPOM) para a Marinha de Guerra Italiana, Classe Almirante “Paolo Thaon Di Revel” P 430”.

No texto acima da “Difesa Online, Editoriale”, nas Características de Projeto do Navio, há a menção do emprego de motor diesel no fornecendo energia de bordo para a terra em caso de catástrofes no montante de 2.000KW, que vem a ser 2×1000² W, ou 2MW: (2.000KW = 2X1000² W = 2MW).

Mega (M) é um prefixo do Sistema Internacional de Unidades que indica que a unidade padrão foi multiplicada por um milhão (1.000.000). A nomenclatura foi adotada em 1960 e vem do prefixo grego “μέγας”, que significa grande.

Em linguagem de Tecnologia da Informação (TI), mega de megabyte não representa exatamente um milhão, mas 220 (= 1.048.576) bytes ( Wikipédia – https://pt.wikipedia.org/wiki/Mega ). 

Assim, segundo link da Navy Recognition ( http://www.navyrecognition.com/index.php/news/defence-news/2016/march-2016-navy-naval-forces-defense-industry-technology-maritime-security-global-news/3652-ge-to-provide-gas-turbines-for-italian-navy-ppa-hybrid-drive.html ) podemos ler:

“Pattugliatori Polivalenti d’Altura (PPA)  – Navio Patrulha Oceânico Multipropósito (NPOM):

A Marine Solutions da GE fornecerá a turbina a gás LM2500 + G4 que dará força aos novos Patrulheiros de Patrulhas Oceânicos [Pattugliatori Polivalenti d’Altura (PPA)] da Marinha de Guerra italiana.

Turbina a Gás Marinizada GE LM2500+G4 (foto):

O sistema de propulsão elétrica híbrido dos navios também usará os acionamentos MV3000 à prova de choque da GE e uma rede elétrica de motores projetada pela GE como parte do sistema de propulsão. O motor e o acionamento híbridos também podem atuar como o gerador para alimentar equipamentos a bordo do navio, como armas e sensores (https://www.gepowerconversion.com/sites/default/files/GEA34072%20%20GE%20PC%20Solutions%20%26%20Products%20Brochure%20A5%20Low%20Res%20%28032019%29.pdf ).   

Durante a realização de operações de socorro em catástrofes, o PPA poderá fornecer até 2MW de energia de bordo para terra. Os conversores GE podem converter a frequência da eletricidade gerada para 50 ou 60 Hertz, permitindo uma conexão suave em terra, qualquer que seja a localização.”

PPA Nº 01: Cerimônia de colocação da quilha (“Cerimônia da Quilha”) na doca seca do Estaleiro Riva Trigoso do PPA Nº 01 (foto abaixo) Classe Almirante “Paolo Thaon Di Revel”em 09/Maio/2017. Batizado e lançado ao mar em 15/Junho/2019 com o nome PPA “Paolo Thaon Di Revel” P 430. Previsão de incorporação ao SAM para comissionamento pela Marinha de Guerra Italiana [Marina Militare Italiana ( MMI – http://www.marina.difesa.it/Pagine/default.aspx )], 2021:

PPA Nº 03: Cerimônia de colocação da quilha (“Cerimônia da Quilha”) na doca seca do Estaleiro Riva Trigoso do PPA Nº 03 (foto abaixo) Classe Almirante “Paolo Thaon Di Revel”em 08/Novembro/2018 com previsão de incorporação ao SAM para comissionamento pela Marinha de Guerra Italiana [Marina Militare Italiana (MMI)], 2023:

Características adicionais de Projeto ( https://en.wikipedia.org/wiki/Paolo_Thaon_di_Revel-class_offshore_patrol_vessel + https://it.wikipedia.org/wiki/Pattugliatori_polivalenti_d%27altura )

 

Tipo: Navio Patrulha Oceânico Multipropósito (NPOM) do tipo Fragata Leve;

Nome: Classe Paolo Thaon Di Revel;

Construtores: Fincantieri, Muggiano e Riva Trigoso (La Spezia);

Operador: Marinha de Guerra Italiana;

Custo total pelos 7 PPAs:  3.900 bilhões de Euros;

Comissionados: 2021 a 2026;

Em estudo: Aquisição de mais 3 PPAs além dos 7 PPAs programados, totalizando 10 PPAs;

Deslocamentos:

 

Deslocamento a plena carga em configuração com Módulos Extras Embarcados na popa e a Meia Nau: 6.270 toneladas;

Deslocamento a plena carga em configuração com Módulos Extras Embarcados na popa: 5.880 toneladas;

Deslocamento a plena carga em configuração com Módulos Extras Embarcados a Meia Nau: 4.880 toneladas;

 

Comprimentos proa – popa:

Comprimento Máximo LOA (Length Over All): 143 metros;

Comprimento Máximo LPP (Length between Perpendiculars): 133 metros;

Largura máxima a meia nau entre os bordos: 16.5 metros;

Calado: 10.5 metros;

Propulsão Naval: Sistema Combinado CODAG de 1 Turbina a Gás (GE Marinizada LM2500 + G4 de 32.000 KW ou 43.000 HP); 2 Motores Diesel (MTU 20V 8000 M91L de 10.000 KW (10 MW) ou 13.000 HP cada; 2 Motores Diesel Elétricos reversíveis de 1.350 KW (1.3 MW) ou 1.810 HP cada; e 4 Geradores Diesel MAN de baixas tensões, 690 V/60 Hz GenSets 12V175D-MEM 1,6640 KW (1.6 MW) ou 2.200 HP cada. Sistema Combinado de Turbina a Gás (LM2500 + G4) e Motores Diesel (CODAG) e um Sistema de Propulsão Elétrica Híbrido constituído de 1 motor elétrico com acionamento híbrido MV3000 à prova de choque da GE, que pode atuar como gerador para alimentar equipamentos de bordo do navio, tais como, armas e sensores. Durante a realização de operações de socorro em catástrofes, o PPA poderá fornecer até 2MW de energia para operações em terra firme. Os conversores GE podem converter a frequência da eletricidade gerada para 50 ou 60 Hertz, permitindo uma conexão suave em terra, qualquer que seja a localização.”;

 

Eixos: 2 eixos com 1 Hélice de Passo Controlado (HPC) para cada eixo;

Guarnição: 171 militares;

Armamento: 1 canhão multirole (multifunção, ou multiuso) Oto Melara 127/64 mm; 1 canhão multirole (multifunção, ou multiuso) Oto Melara 72/62 mm; 2 Metralhadoras remotizadas Oto Melara Oerlikon KBA de 25 mm; 4 metralhadoras de 12.7 mm.

Mísseis: Lançadores verticais de 8 células DCNSSYLVER A50 VL que comportam 16 mísseis Aster 15, 30 e 30 B1, e, também, lançadores com capacidades de ataques superfície (navio)-superfície (navio/terra) de 8 células para mísseis Teseo/Otomak MK-2/E com raio de ação superior a 360 Km;

 

Hangar de Voo: Comporta 2 helicópteros SH90, ou 1 helicóptero AW101;

Velocidades:

Velocidade Máxima (com emprego da Turbina a Gás): 32 nós, dependendo da configuração operacional

Velocidade de Cruzeiro (com emprego de Motores Diesel): 25 nós, dependendo da configuração operacional

Velocidade de Cruzeiro (com emprego de Motores Elétricos Reversíveis): 10 nós, dependendo da configuração operacional; e

Alcance em Milhas Náuticas (Dias de Mar): 5.000 milhas náuticas a uma velocidade de 15 nós constantes

https://www.youtube.com/watch?v=N487_HrwssY

Batismo e Lançamento ao Mar do PPA Paolo Thaon Di Revel P 430, ocorrido em Muggiano aos 15/Junho/2019

  https://www.youtube.com/watch?time_continue=2&v=p6Z2lW12lo8

 Fincantieri PPA Patrol Ship at EURONAVAL 2014 (First Design Concept)

 https://www.youtube.com/watch?v=zJsDo28AzdI

Os novos Sistemas de bordo Leonardo em atenção a Lei Naval em vigor a partir de 2015

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TAIS da Turquia escolhida para projeto de navios de apoio da frota da Marinha indiana

Tradução e adaptação-E.M.Pinto

A Hindustan Shipyard Limited (HSL) da Índia escolheu o Estaleiro Anadolu da Turquia para apoiar a construção de cinco navios de apoio de frotas de 45000 toneladas de desocamento para a Marinha Indiana.

O estaleiro é parte do grupo industrial TAIS efornecerá o projeto do navio, equipamentos para máquinas-chave (KME) e fornecerá assistência técnica. O projeto do navio de apoio a frota da Marinha indiana tem um valor total estimado de US $ 2,3 bilhões e deve levar oito anos para ser concluído.

De acordo com fotos compartilhadas pelo grupo TAIS, os navios reabastecedores teriam um projeto semelhante ao navio-tanque da Marinha do Paquistão, o PNS Moawin , que foi construído pelo Karachi Shipyard, no Paquistão, sob um projeto fornecido pelo STM da Turquia. Uma diferença significativa entre os navios indianos e paquistaneses é o tamanho, já que o PNS Moawin desloca 16.400 toneladas, em comparação as 45.000 toneladas deslocadas pelo FSS indiano.

Espera-se que a construção do primeiro navio seja iniciada em 2020.

Fonte: naval Today

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Stefanini assegura trabalho no primeiro submarino nuclear do Brasil

Tradução e adaptação-E.M.Pinto
 

A fornecedora de TI, Stefanini foi contratada para trabalhar no primeiro submarino movido a energia nuclear da Marinha do Brasil.

O Brasil está desenvolvendo o submarino em cooperação com o Grupo Naval da França, que entregará quatro meses de treinamento a um grupo de engenheiros da IHM Stefanini em Ruelle-sur-Touvre, na França.

O projeto inclui o projeto do Sistema Integrado de Gerenciamento de Programas (IPMS), fornecendo o PLC e painéis remotos, configurando os PLCs e redes industriais, configurando o supervisório para a interface de controle e projetando as redes e sistemas de segurança cibernética.

A construção do SN-Álvaro Alberto faz parte do programa de desenvolvimento de submarinos do PROSUB no Brasil, que fará com que o país desenvolva e construa domesticamente quatrosubmarinos diesel-elétricos e uma unidade nuclear.

Fonte: Naval Today