Defesa & Geopolítica

BUSCA de SAÍDAS

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Por: Luíz Pinelli

O Velho Patriota

BUSCA de SAÍDAS


Visamos com a repetição de detalhes técnicos estratégicos alertar a Sociedade Brasileira quanto a incapacidade governamental que todos nós estamos presos, por culpa, exclusiva, da péssima escolha política popular. Em razão deste argumento, cabe-nos, na qualidade de povo, sociedade e governo, a “ Busca de Saídas “ para conseguirmos um Brasil Militar Forte. Achamos um terrível absurdo os governantes e a classe política da Nação se recusarem a compreenderem o que está ocorrendo de grave no Brasil Atual, pois, índices estatísticos da Economia Nacional e Internacional, expressam, claramente, o nosso incontestável crescimento econômico interno e externo.

E com certeza, ao tomarmos “certos cuidados” políticos e administrativos inerentes à uma Nação Digna, independente e proprietária absoluta dos próprios recursos e riquezas naturais, muito ainda vamos crescer e nós tornarmos um povo poderoso, sem romantismo tolo, mas, rejeitando com sabedoria todas as “portas políticas” que se abrem para abismos sem fins. Nesta linha de raciocínio temos que, as atenções que o governo se obrigará a conferir ao Plano Estratégico Militar de Fortalecimento Bélico das FAs serão ações continuadas, permanentes, sem interrupção política, uma vez que, segurança e soberania nacionais não são coisas ocasionais num País com a grandeza e as responsabilidades políticas do Brasil.

E também um Plano Militar de Fortalecimento Estratégico das FAs, nunca poderá estar ligado à eventuais filosofias governamentais de gestão, nem ser motivo ilícito de manobras políticas eleitoreiras. E como temos falado não existe Estratégia de Defesa Militar somente escrito nos papéis governamentais, pois, desta forma jamais alcançaremos o tão cobiçado Poder de Persuasão.O ritmo na ação intensa do governo no processo do fortalecimento bélico das nossas FAs, é representado, oficialmente, com adoção do Programa de Governo, intitulado de “Política de Estado Brasileiro”.

Com assentamento legal nos preceitos da Constituição Federal, modificada por “Emenda Constitucional”, de tal forma que evidencie obrigação do Governo pelo perene fortalecimento militar da Nação, permanecendo, desta maneira, cristalizado nos Programas, Metas e Projetos Prioritários de governo, o que, garantirá, em todos os momentos nacionais, reação defensiva imediata às violações da soberania nacional.

Providência que permitirá adquirir peso jurídico suficiente e capaz de envolver toda Sociedade Brasileira na ocasião da realização das Despesas Orçamentárias com a modernização e a atualização bélica das FAs. As encomendas internas de armas e equipamentos bélicos deverão ser contínuas na intensidade e na quantidade necessárias que garantam a instalação e o funcionamento das Industrias Brasileiras de Armas e Equipamentos Militares, estimuladas pelo consumo obrigatório do Mercado Interno de Materiais Bélicos do País. Será, portanto, estabelecido o mercado interno de compras pela garantia do consumo das FAs brasileiras, na condição de clientes especiais, e, por conseqüência direta, estimularão a elaboração de fortes Orçamentos Militares.

Sob o aspecto do planejamento econômico de base, estes são fatores estratégicos que assegurarão a implantação e a sobrevivência de nossas Indústrias Militares no Brasil. A Nação Brasileira tem bastante Poder Econômico para constituir Reservas Orçamentárias e definir Fontes de Recursos perenes que visem o fortalecimento dos Orçamentos Militares das nossas FAs.

As dimensões territoriais da Nação com suas riquezas naturais, serão um estímulo aos dirigentes conscientes e presentes nas atribuições da organização defensiva da soberania nacional. O aumento da porcentagem do PIB brasileiro para o crescimento dos recursos militares é assunto de exclusiva decisão do governo brasileiro, não interessando a quaisquer outras nações estrangeiras. Para melhor agilização nas medidas mencionadas no Plano Militar Estratégico das FAs, entendemos que há necessidade de uma Coordenação Tecnológica de Materiais Bélicos, com atribuições de gestão própria naquilo que compete ao EB, à FAB e à MG do Brasil, objetivando o desencadeamento de esforços com o máximo rendimento operacional.

Realçamos, novamente, que a utilização das Fontes dos Recursos, de forma ininterrupta, aumentarão os Fundos Financeiros Militares, à disposição das FAs, é também, matéria exclusiva de responsabilidade da Nação Brasileira. Os recursos financeiros se o governo quiser vão surgir, decorrente de outro planejamento financeiro nacional dando nova visão às Funções Orçamentárias, e, também, abrindo mão dos transitórios conceitos do Social, em favor da permanente participação do povo na economia nacional do PAÍS, com a proteção militar vigorosa de nossas riquezas, como já analisado.

O conjunto de procedimentos técnicos citados, quando adotados vai estabelecer o tão desejado Poder Dissuasório para Nação Brasileira. Medidas, a parte, que deverão ou não, serem tomadas pelos governos brasileiros, consoante o Plano Estratégico Militar e que poderão ou não, de acordo com as disponibilidades financeiras dos Orçamentos, serem efetivadas, mostra-nos a verdadeira realidade da segurança da Região Amazônia através do descortinar do outro lado da face oculta da ambição das potências estrangeiras.

Apesar da propalada ação militar contra a Amazônia Brasileira, acreditamos, diante dos fatos atuais, que o último ato que fariam agora seria a intervenção armada contra o Brasil. Embora respeitem o valor dos nossos soldados brasileiros, principalmente, incorporados nas Brigadas de Infantaria Especial da Selva Amazônica, existem inúmeras outras maneiras de intervenção desarmada, notadamente, diante do ânimo passivo do nosso povo. Também é verdade, que só temos equipamentos bélicos velhos de 2ª mão, que geram pouca confiança técnica nas FAs do Brasil, possuindo reduzido Poder de Intimidação Bélica nos campos de batalha.

Infelizmente, chega a ser ridículo diante das dimensões territoriais da Nação Brasileira o fato de não possuímos meios bélicos velozes e modernos para emprego logístico de deslocamentos de grande quantidade de tropas, em caso, de grave necessidade. Temos governos, políticos e órgãos civis, incompetentes e incapazes de arquitetar planejamentos militares estratégicos que nos assegure uma soberania nacional sólida.

Para conhecimento geral, o Estado de Israel não descarta “ou baixa” nenhum equipamento bélico considerado velho ou obsoleto, pois, seu arsenal possuindo tanques norte- americanos Sherman M 4 A 3 (76), com torres já rebaixadas, da 2ª Grande Guerra realizou uma revitalização técnica colocando uma torre com um canhão de 105mm ( ficando conhecido como o M-51 Super Sherman ), e parece que não parou aí, tendo capturado vários tanques russos T-55 durante os conflitos com os árabes, modernizou-os com a capacidade operacional dos (ex-invencíveis) Merkavas israelenses.

O tanque Centurion foi também adaptado tecnicamente, originando junto com o velho T-55 russo, os Achzarith e os Nakpadon. O exército de Israel ainda derivou dos tanques russos alguns transportes de tropas. A Turquia reformou o M-60 ficando com um bom tanque pesado, pelo adicional de novas blindagens e equipamentos, ganhando, por isso, dois novos potentes motores a diesel, outra torre com canhão de 120mm, e outras melhorias técnicas. O Custo total destas revitalizações bélicas ainda ficou menor que de um tanque novo.

O EB só ganhou um grande avanço técnico em blindados durante os governos militares, mas o tempo passou, e, a Nação, o Povo, a Sociedade, os Governos Posteriores, e a Classe Política, em fim, ninguém aprendeu, absolutamente, nada. Então, queremos saber, a capacidade criativa dos brasileiros está escondida onde ? Estaria esmagada sob toneladas de “demagogia política insana ”? Além destas mazelas do Poder Executivo, do Poder Legislativo, temos uma atuação duvidosa do Poder Judiciário. Temos na Região Amazônica Brasileira extensas terras de propriedade de norte-americanos e ingleses, ambas com as Bandeiras Nacionais hasteadas nestas áreas, indicando claramente, quem são os verdadeiros proprietários.

É impossível os governos brasileiros dizerem “ eu não sabia”, e as próprias FAs do Brasil, classificarem como “Ações de Aliados”, ignorando estas “ invasões” sob a proteção de uma legislação permissiva e indulgente, assentada na corrupção sem limites que assola este País. Já há muito tempo fomos invadidos pelas Potências Estrangeiras, sem disparem um único tiro. Em verdade, eles entram e saem a hora que bem quiserem das terras da Amazônia Brasileira, trapaceando e contrabandeando todas as plantas raras e científicas que desejarem.

Apesar da sonolência oficial das nossas FAs e a ignorância patológica do povo brasileiro continuamos a ser acusados de relaxados na vigilância das nossas terras amazônicas , exatamente, pelo atual “Império Romano”, em função da grande corrupção política e administrativa que assola a Nação Brasileira, que por si só, esta incriminação constitui um gravíssimo complicador para a Soberania Nacional.

Devemos deixar vivo em nossas memórias históricas, em 1º lugar o que o próprio Brasil fez com a Bolívia e o Estado do Acre, e, os EEUU com o México e o Estado do Texas. Esperamos que os Corações Verde-Oliva, busquem, assim, uma SAÍDA, inteligente para a nossa Amazônia Verde e nossa Amazônia Azul, aproveitando a excelente fase das condições econômicas do País. Saudações aos Brasileiros que resgatam o Brasil para seus filhos, O VelhoPatriota – Luiz.

O VelhoPatriota – O Plano Brasil : Luiz.
luiz pinelli neto

http://opatriotavelho

NOTA DO BLOG: Os artigos publicados na seção O velho Patriota não necessariamente refletem a opinião do Blog PLANO BRASIL, simplesmente por se tratarem de textos de autoria e responsabildades do autor.

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