Defesa & Geopolítica

AMAZÔNIA ABANDONADA!!! SIM ou NÃO ???

Por: Luíz Pinelli

O Velho Patriota

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AMAZÔNIA ABANDONADA!!! SIM ou NÃO ???

Quando repetimos algumas análises do comentário, O ORÇAMENTO MILITAR 01, pretendemos fundamentar algumas considerações sobre o abandono militar da Amazônia Brasileira, citado no Plano Brasil. Assim, inicialmente, acreditamos que a insuficiência de investimento bélico do Ministério da Defesa resulte do balizamento lasso do Ministério de Planejamento e Gestão por ocasião da elaboração orçamentária, quando não considera o controle dos custos de manutenção, de aquisição, de produção, de revitalização, ou de substituição total ou parcial das armas e equipamentos bélicos, concorrendo com baixa previsão monetária dos governos nas Despesas de Capital do Orçamento Militar.

Nunca ninguém no Brasil, exceção dos governos militares, avaliaram corretamente as necessidades bélicas das FAs, embora, a bem da verdade, no governo atual está havendo maior investimento do que nos outros governos anteriores, todavia, decorre, que o tamanho continental do Brasil exige esforços muito maior. Entretanto, perigo muito maior o Brasil e as FAs estarão correndo no caso da mudança do governo em 2010, se a escolha, por eleição do voto direto indicar alguém contumaz antipático às FAs brasileiras. Para infelicidade geral da Nação, existe um grupo de brasileiros ocultos nas trevas do revanchismo hipócrita contra a ditadura militar ocorrida, que das sombras, manobram a busca, insana, da punição dos responsáveis pelos crimes cometidos, como se fossem os nossos militares os únicos mentores deste desastre.

Estes “juízes de ocasião” excluem, a própria sociedade que participou ativamente nas condições de precipitação deste desprezível evento, com seu silêncio conveniente, junto com o segmento da classe política oportunista e covarde, além de ignorarem, raivosamente: – o tempo decorrido, – a legislação que anistiou ambos os lados do conflito, – e a existência de objetivos construtivos de mais valia para o florescimento da Pátria –Brasil.

Este impulso doentio não resulta de sentimentos nobres acerbados pela limitação da liberdade da expressão individual, do nacionalismo ferido, nem da reparação de injustiças sofridas pelos direitos humanos, mas, da grande revolta emocional por terem sido removidos e desmontados, interesses pessoais de diferentes gêneros. Mas de retorno, ao Orçamento, temos que, por definição dos Princípios Orçamentários, este instrumento gerencial único e indivisível, se forma do elenco das Receitas e do elenco das Despesas; o Orçamento da Despesa, ou seja o rol das Despesas Orçamentárias são classificadas por Elementos, na forma do art. 13 da Lei Federal nº 4.320 / 64 em: Despesas Correntes/Despesas de Custeio/Despesas de Pessoal/Pessoal Civil/Militar/Vencimentos e Vantagens Fixas/Ativos/Inativos/Pensões/Material de Consumo( munição de todos os tipos )/Outros, constituem uma situação específica; e, Despesas de Capital/Investimentos( Bélicos)/Obras e Instalações/Equipamentos/ Material Permanente, constituem outra coisa completamente diferente, entretanto, ambas, as Despesas Correntes e Despesas de Capital devem ter seus inúmeros valores muito bem previstos, através de um planejamento estratégico, tecnicamente, elaborado e conduzido pelo governo. As Despesas de Pessoal Ativo e Inativo são contempladas nas Despesas Correntes.

As vantagens e benefícios concedidas aos militares que oneram monetariamente as Despesas Correntes, não são razões para criar-se biombos políticos que, pretendem justificar o desinteresse governamental com as necessidades bélicas das FAs da Nação Brasileira. Na verdade a força da prioridade de outras Diretrizes Governamentais( o social demagógico ), vem determinando ao governo brasileiro, elaborar um Orçamento Militar débil, além da clara evidência do uso obrigatório do “ lixo militar” que decorria do humilhante Acordo Militar Brasil/EEUU, que amarrava nossas FAs ao envio de “Ferro Velho Bélico” do exército norte-americano.

O rompimento unilateral deste Acordo Militar pelo governo do Brasil, e, a recente edição do Plano Estratégico de Defesa Nacional, trouxeram uma nova e obrigatória visão à elaboração do Orçamento Militar de Investimentos (Despesas de Capital), uma vez que, as FAs ficaram livres do julgo “ ianque”, e nossas industrias militares são estimuladas a produção dos equipamentos bélicos necessários às FAs brasileiras, só falta a demonstração de coragem dos governantes brasileiros para faze-lo.

Assim a existência do Planejamento Militar de Defesa para o rearmamento bélico das FAs do Brasil obriga ao governo dotar as Despesas de Capital do orçamento militar dos recursos financeiros suficientes para realizar todas as etapas do fortalecimento militar. Do contrário, nunca teremos um verdadeiro Orçamento Militar de Investimentos seja para compra ou, estrategicamente, dirigidos os recursos para produção de armas e equipamentos bélicos.

Pouco adiantará, a assinaturas de Acordos Militares Mútuos, além da edição de inúmeras normas de planejamentos teóricos, se os Orçamentos Militares de Investimentos de Capital, não abrigam créditos suficientes para permitir realiza-los como desejáveis. Esta situação que atende aos inconfessáveis interesses estrangeiros, explica os por quês das nossas FAs sempre operarem, com armas e equipamentos usados.

No caso do Orçamento Militar, é fundamental repetirmos, a necessidade da procura de outras Origens de Fontes de Recursos, com o uso simultâneo e direto da redução dos Custos Brasil gerando a obtenção de receitas econômicas, de maneira que, a soma total destes investimentos sejam dirigidos ao fortalecimento dos Orçamentos Militares de Investimentos. A consciência do povo brasileiro e de seus governos devem mudar e o mais rápido possível. Vamos elaborar Orçamentos Militares que contenham Diretrizes, Programas, Projetos e Atividades previstas no Plano Militar de Defesa Nacional, e que sejam contemplados com recursos financeiros suficientes para atender, como exatamente previsto no planejamento do plano estratégico, porque o resto é filustria irresponsável.

Os interesses gerais da Nação não justificam a imensa estrutura administrativa do Poder Executivo, e do Poder Legislativo é absolutamente desnecessário a quantidade de cadeiras parlamentares que a sociedade brasileira tem de pagar. Governo nenhum que administra um povo que tem vergonha, precisaria fazer acordos e costuras políticas para gerenciar o País. Repito, o que faz da democracia uma pujança é a participação social igualitária do povo nas riquezas nacionais, nos seus direitos e obrigações de cidadãos cônscios de suas responsabilidades cívicas.

A verdadeira participação social do povo nas riquezas nacionais do País ocorrerá de forma permanente e contínua, quando garantidas pelo Poder Incontestável das Armas Brasileiras, que permitirão o gozo dos benefícios sociais de forma duradoura ao longo dos sucessivos governos constituídos. Repetiremos, os Orçamentos Militares de Investimentos muito seriam fortalecidos se recebessem como créditos adicionais o dinheiro economizado pela Nação ( receitas econômicas ), além de direcionadas para alimenta-lo, novas Origens de Fontes de Recursos para multiplicarem “n” vezes as Reservas Orçamentárias do Orçamento Militar de Investimento( Despesas de Capital).

Consoante ( permitam-me os srs. Militares ) a aplicação do Plano Nacional de Defesa, devemos possuir um contingente das FAs na ordem de 150.000( cento e cinqüenta mil ) soldados profissionais engajados em Tropas Profissionais Especiais do EB, da FAB e da MG (FNs) e mais Forças Especiais das PMs Estaduais, sob o comando único do EB, sendo obrigatório o tempo de prestação do serviço militar profissional no mínimo de 8 (oito) anos consecutivos e todos com Salários Profissionais Especiais, como desejava o ex- Presidente Castelo Branco, mas, na ocasião seriam 64.000 soldados profissionais, localizados ao longo do Rio Amazonas.

O efetivo de 150.000 soldados profissionais corresponderiam à três (3) Divisões de Infantaria de Selva e uma (1) Divisão de Pára-Quedistas, do EB, uma Divisão de Fuzileiros Navais da MG/Brasil, uma Divisão de PM Especiais Estaduais ( a Amazônia não é responsabilidade apenas do Governo Federal, mas de toda a Federação). Todas estas Unidades Militares reunidas na formação do Exército Móvel, deverão possuir exímio treinamento militar, além de estarem dotadas de capacidade bélica moderna, com meios velozes de deslocamento, dispondo de meios de vigilância eletrônica aérea, naval e espacial, do emprego de equipamentos militares de última geração e do uso de armas de alto poder de dissuasão.

Vamos aproveitar oportunidade e incorporar nas FAs do Brasil mais contingentes de índios da Região Amazônica, que são os verdadeiros senhores da Selva Amazônica Brasileira. Observem, falo de Divisões de Exército e não de Pelotões de Fronteiras, pois, todos nós, devemos nos lembrar do assalto covarde ao Posto Militar do EB de Guairá. Prestem bem atenção no seguinte: existem algumas tribos de índios da Amazônia que estão sendo estudados através de contatos de elementos das ONGs norte – americanas e inglesas para formarem “na futura colônia destes povos invasores quando chegar o grande momento estratégico”, além, da já denunciada, criminosa venda de grandes extensões de terra na região Amazônica para os cidadãos ingleses e norte-americanos.

A Amazônia é um País dentro do Brasil, e a cobiça estrangeira não tem limites nem escrúpulos, e a 4ª Frota Norte-Americana está sempre por perto. Em função disto, estamos sugerindo, novamente, que os 150.000 homens sejam designados ou distribuídos com a criação do 5º Exército Brasileiro, localizado na Região Norte do Brasil, como desejava o Ex- Presidente Ernesto Geisel, e, com a criação do 6º Exército, com atuação na Região Centro-Oeste Brasileiro. Complementando a sugestão, vamos fortalecer o 4º Exército, referente a região do Nordeste Brasileiro, acrescentando-lhe uma Divisão Aerotransportada de Pára-Quedistas.

Os recursos necessários serão obtidos, sem falsas modéstias, seguindo-se o método comentado inúmeras vezes nesta Coluna, uma vez que, Soberania Nacional é matéria de máximo grau de relevância, queiram ou não, os pacíficos (e passivos) brasileiros, e, os Senhores do Mundo, uma vez que, os problemas sociais do Brasil devem ocupar seu exato lugar, como o fazem Índia e China. Pasmem, os senhores leitores, os EEUU ficaram muito zangados com o ex-presidente Ernesto Geisel, quando este denunciou e rompeu o Acordo Militar Brasil/EEUU (Acordo do Ferro-Velho), desejou criar o 5º Exército Brasileiro da Amazônia, e através da Engesa começou a procurar e encontrar soluções nacionais para os problemas bélicos das FAs do Brasil.

A participação da Engesa e seus produtos bélicos que até hoje (que pena!!), não são bem compreendidos por muitos brasileiros distraídos. Esta realidade revela a deprimente deficiência dos Orçamentos Militares de Investimentos (Despesas de Capital), o precário estado bélico das FAs do Brasil, a cobiça estrangeira sem limites sobre a Amazônia, e, descortina à sociedade brasileira o grave perigo que corre a Nação Brasileira.

Assim, vamos enfatizar, mais uma vez, até à exaustão, a necessidade imediata de mobilizar vigorosas Origens de mais Fontes de Recursos para que na elaboração dos Orçamentos Militares de Investimentos, se proceda o enquadramento eficiente, das estratégias da nossa Soberania Nacional, como previstas no plano de defesa militar. Mas para que este “milagre se realize” torna-se imperioso que se reformule o Planejamento Financeiro Estratégico desta Nação, fazendo os recursos orçamentários serem conduzidos no cumprimento dos programas e projetos governamentais de forma correta, pois, somos um País, onde vemos a ausência do mínimo de seriedade nas atitudes no Círculo Político.

De forma que, sem desperdícios abusivos ou desvios criminosos, os recursos financeiros que se destinarem ao fortalecimento das FAs sejam alocados e disponibilizados na quantidade necessária ao moderno empreendimento bélico. Entretanto, a escolha destes equipamentos bélicos, quando orçamentariamente viáveis, cabem somente aos especialistas das nossas FAs, pois, poucos recursos financeiros, exigem uma escolha certa, iliminando-se a possibilidade de sobrecargas de custos.

Quanto a afirmação de colocar pelotões( apenas ) nas fronteiras da Amazônia é um grande risco para as guarnições, pois, este efetivo reduzido, muito estimulará ataques dos “bandidos” que vivem homiziados nas florestas. Pouco adianta o Sr. General, Comandante da Região da Amazônia, na ocasião, falar que os autores deste covarde ataque ao posto do EB tinham instrução militar para operarem da forma como se viu. Deve o governo brasileiro tomar todas as medidas militares necessárias para impedir a repetição destes fatos.

Entendemos, embora não sendo militar, que deveríamos dispor, estrategicamente,nestas regiões, do efetivo de duas ( 2) CIAS de Infantaria de Selva, com armas de alto poder de dissuasão( armas automáticas que fazem barreiras de fogo contínuo ), além de equipamentos modernos de comunicação, de rastreamento, de meios velozes de transportes, além, do suporte armado de helicópteros de ataque. Assim ficaríamos prevenidos contra os guerrilheiros de BB&MM que assolam a Amazônia, e contra as gracinhas do Índio Rebelde Jerônimo(Chavez e cia Ltda).

E nós crentes patriotas, pensaríamos que a nossa Amazônia estaria mais guarnecida militarmente e, continuaremos a sonhar com armas e equipamentos bélicos dos Exércitos do 1º Mundo, como Helicópteros TIGER de Ataque Anti-Tanques nas versões HAC-(francês) ou UHT -(alemão), Blindados Anfíbios, Sistema de Mísseis Antiaéreos, Navios-Patrulhas, Lanchas de Ataque, e, Armas Portáteis de Grande Poder de Fogo para equipar modernamente, o efetivo especial do nosso Exército Móvel, assim, teremos a certeza que a Amazônia não estará abandonada, embora, com certeza, desagrade a ação corsária da dupla infernal EEUU e Inglaterra. Podem ser apenas sonhos, mas como tem Custo Zero, enquanto não se concretizar este planejamento bélico, vamos sonhar, pois, a força dos nossos sonhos manterão Acessa a Chama da Energia Patriótica. Vamos renovar a esperança nos destinos da Pátria – Mãe, BRASIL – SEMPRE!!!. OVelhoPatriota. Luiz.

O VelhoPatriota – O Plano Brasil : Luiz.

luiz pinelli neto

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