Defesa & Geopolítica

AFV-BRASIL: AVIBRAS GUARÁ 4WS

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Imagem gentilmente cedida pela Avibras

Autor: Anderson Barros

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PREFÁCIO

Após as operações “Tempestade no Deserto (1991), desastre em Mogadíscio (1993),  Força Aliada (1999), o e as ações no Afeganistão (2001) e Iraque (2003)”, as forças armadas do mundo todo puderam comprovar a necessidade de novos veículos para lidar com as novas ameaças do campo de batalha moderno. Assim, os principais exércitos do mundo acabaram por substituir os veículos sem proteção por veículos mais sofisticados e logicamente mais caros e mais pesados, que embora se mantendo dentro de limites dimensionais aceitáveis e continuando a tradição de versatilidade, apresentassem melhor desempenho e maior mobilidade fora de estrada, bem como, oferecessem de um razoável nível de proteção para seus ocupantes. 

Imagem gentilmente cedida pela Avibras

A ORIGEM

Os esboços do projeto do AVIBRAS “Guará” surgiram há mais de uma década e, na sua concepção sempre levou em conta a possibilidade de basear uma nova família de blindados sobre rodas para equipar o Exército Brasileiro.

Desta forma, o então AV-VB4 RE “Guará” foi desenvolvido através de uma importante parceria entre Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento – IP&D da UNIVAP /Secretaria de Ciência e Tecnologia de SP (IP&D/SCTSP) e a AVIBRAS. O veículo foi projetado para atender aos requisitos de uma nova Família de Blindados de Rodas Leves. Porém, o projeto não foi adiante e apenas um protótipo foi construído, sendo este posteriormente para avaliações do Exército Brasileiro em operações no Haiti.

GALERIA AV-VB4 RE GUARÁ

Naquela altura, a então chamada “Nova Família de Blindados de Rodas” (NFBR), envolvia uma “Família de Blindados de Rodas Médios” (FBRM) que passou a se chamar “Viatura Blindada de Transporte de Pessoal-Média de Rodas” (VBTP-MR), projeto este, que culminou nas viaturas Iveco Guarani e a uma “Família de Blindados de Rodas Leves” (FBRL).

Em 2013 o Estado-Maior do Exército (EME), aprovou o Estudo de Viabilidade sobre a Viatura Blindada Multitarefa Leve de Rodas (VBMT-LR). Este estudo vinha como parte do Projeto Estratégico do Exército, denominado “Guarani” cuja viatura da classe 4×4 de massa total de 8,0 ton possuía a capacidade de carga de 1,0 ton e espaço para uma guarnição de 5 tropas.

Naquela ocasião a AVIBRAS apresentou o modelo AVIBRAS “Tupi” 4×4. O novo veículo era resultado da cooperação entre a empresa brasileira e a francesa RENAULT TRUCKS DEFENSE e foi baseado na Viatura SHERPA LIGHT SCOUT. O Consórcio Franco-Brasileiro figurou-se como um dos finalistas, sendo o Italiano, IVECO LMV (Lince) o vencedor do processo de seleção conduzido pelo Exército Brasileiro para aquisição da Viatura VBMT-LR.

Galeria Avibras “TUPI” (Mesmo perdendo a concorrência para o Iveco LMV e com a chegada do Guará 4WS o Tupi continua no Portfólio de produtos da Avibras)

Nasce o Novo Lobo da Avibras

Todas estas experiências foram importantes para a AVIBRAS que colheu muitos frutos tanto das lições aprendidas com o protótipo do AV-VB4 RE “GUARÁ que operou no Haiti, como dos requisitos do Exército Brasileiro para a VBMT-LR. Todo este conhecimento absorvido permitiu a AVIBRAS lançar-se num projeto ainda mais ousado, o “Guará” 4WS.

A apresentação oficial do protótipo da viatura Guará 4WS 4X4, versão para emprego policial, ocorreu na LAAD Security (Feira Internacional de Segurança Pública e Corporativa) em 2016 no Rio de Janeiro. Imagem gentilmente cedida pela Avibras

Este novo veículo foi desenvolvido para ser um blindado inovador, mais ágil e com grande capacidade de carga e sobrevivência. O 4WS foi concebido de forma a reduzir a ameaça representada pelas minas terrestres e pelos explosivos improvisados (IED- improvised explosive device). O veículo também foi projetado para possuir excelente nível de proteção balística, com acréscimo de capacidade em função da concepção modular que permite adicionar novos itens de proteção.

Avibras Guará 4WS durante sua apresentação na BID Brasil 2016 . O mesmo ostenta a camuflagem no padrão do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil. Foto Victor Barreira

O 4WS foi também projetado para possuir maior agilidade e extrema mobilidade fazendo uso de um moderno sistema de suspenção e tração 4×4. A direção nas quatro rodas são características diferencias da viatura e fundamentais para operação no cenário urbano e off road

Foto Luiz Medeiros


Anatomia de um Predador

 CHASSI

O “Guará” 4WS foi desenvolvido fazendo uso de um chassi tipo escada com desenho especial para aumento do espaço interno da cabine; o projeto foi desenvolvido e otimizado através de análise estrutural dinâmica e simulações de carga feito pelo Departamento de Engenharia Veicular da AVIBRAS e é 100% fabricado no Brasil. O conceito visou fornecer um veículo de construção modular, cujo compartimento do motor (Power Pack) pode ser blindado ou não.

Imagem Coleção do Autor

O 4Ws possui uma célula de sobrevivência (Survival cell), o compartimento da tripulação, que é pode ser configurado para comportar de 2 a 10 soldados, dependendo da variante.

Segundo a AVIBRAS o sistema de suspensão é do tipo independente nas quatro rodas com molas helicoidais progressivas com amortecedores hidráulicos. A suspensão faz um trabalho impressionante, absorvendo os impactos na cabine, reduzindo os solavancos comuns em terrenos irregulares e aliviando também o balanço lateral.

A suspensão do Guará 4WS permite uma excelente performance em terreno acidentado. Imagem Coleção do Autor

Os freios são do tipo à disco ventilado nas quatro rodas, com duplo circuito e atuação hidropneumática e ABS. O Sistema de tração permite a utilização da viatura na configuração 4×2, visando à economia de combustível em deslocamentos por rodovias ou vias públicas pavimentadas; para deslocamentos fora da estrada, pode-se engatar a tração 4×4 (tração 4WD – Four wheel drive ).

O sistema possui bloqueio de diferencial dos eixos dianteiro e traseiro para casos de terrenos mais difíceis com lama, areia ou neve.

A viatura possui ainda um sistema automático de monitoramento, enchimento e esvaziamento dos pneus que permite o ajuste individual da pressão dos pneus do eixo dianteiro e do eixo traseiro com a viatura em movimento. Este sistema foi integralmente desenvolvido pela AVIBRAS e é de fabricação 100% nacional.

Entretanto o maior diferencial do “Guará” 4WS (Four Wheel Steering), reside no seu sistema de esterçamento das rodas traseiras, que proporciona um raio de giro de menor diâmetro de 16 para 6 metros, sendo essa uma característica fundamental para operação no cenário urbano. O conceito de se utilizar um eixo traseiro esterçante em viatura 4×4 reside em uma categoria até então não explorada pois esse tipo de sistema já é empregado em veículos 6×6 e 8×8.

Durante a produção desta matéria a AVIBRAS afirmou para Plano Brasil que há estudos sendo conduzidos de modo a ampliar ainda mais a agilidade do veículo de modo a capacitá-lo a efetuar esterçamento com raios de curva inferiores aos atuais seis metros.

PROTEÇÃO

Quanto a proteção, o projeto do “Guará” 4WS faz uso de blindagem modular add-on, permitindo que o nível de proteção possa ser configurado em função da missão e do tipo de ameaça presente. A proteção balística atende aos requisitos de proteção da norma OTAN STANAG 4569 e é classificado em nível 3, capaz de suportar impactos de projéteis perfurantes em calibre 7,62X51 mm AP.

A cabine blindada possui 4 portas (duas de cada lado). As mesmas possuem pequenas escotilhas para disparo de armas de dentro do veiculo. Imagem gentilmente cedida pela Avibras

O compartimento da tripulação do “Guará” 4WS possui proteções modulares, sob a viatura (casco em V) contraminas e explosivos improvisados (IED), igualmente em conceito modular, estes itens podem ser conforme o nível de ameaça previsto e também em conformidade com os requisitos de proteção da norma OTAN STANAG 4569 sendo classificados como Nível 2b permitindo proteção contra explosivos de até 6 kg em qualquer uma das 4 rodas.

Painel do condutor do Avibras Guará 4WS Foto: Werther Santana/Estadão

Opcionalmente e dependendo do nível de blindagem solicitado, o compartimento da tripulação da viatura “Guará” 4WS pode ser equipado com sistema anti estilhaçamento (spall-liner).

A blindagem transparente usada nos para-brisas e vidros laterais possui película protetiva anti estilhaçante. Além disso, todos os ocupantes viajam perfeitamente ajustados e amarrados por cintos de segurança em bancos do tipo anti–crash capazes de resistir a explosões, conferindo também mais segurança em caso de tombamento ou capotamento do veículo. Esses componentes são os mesmos empregados na família de veículos Astros.

Foto: Werther Santana/Estadão

Painel do Guará 4WS Foto: Werther Santana/Estadão

Adicionalmente o compartimento da tripulação possui um sistema de pressão positiva, com sistema de filtragem, que assegura a qualidade do ar no interior da cabine. Opcionalmente é possível instalar um Sistema de proteção QBRN (Química, Biológica, Radiológica e Nuclear) com filtros padronizados, conforme preconiza a norma STANAG (NBQ).

Os quatro pneus da viatura possuem dispositivos toroidais tipo run-flat, que possibilitam a viatura se deslocar com segurança e dirigibilidade por muitos quilômetros mesmo quando estes estiverem furados ou rasgados.

PROPULSÃO

O “Guará” 4WS está equipado com um motor Cummins fabricado no Brasil que proporciona uma potência máxima de 250 cv.  O mesmo fica alojado no Power Pack situado a frente, do compartimento da tripulação e que pode ser configurado na forma blindado ou não de acordo com a ameaça. O compartimento é projetado de modo a evitar que o motor em caso de explosão ou choque seja direcionado contra o compartimento da tripulação.

De olho no suporte logístico em nível nacional, a AVIBRAS escolheu o motor de fabricação nacional de modo a otimizar a sua operacionalização em solo brasileiro. A utilização de um motor nacional facilita a manutenção e reduz custos de operação pois existe uma grande rede de fornecedores que trabalham com esse motor podendo dar apoio para o usuário juntamente com a AVIBRAS.

O veículo possui câmbio automático Allison de seis marchas e o veículo de 10 ton possui capacidade de carga para 2,5 toneladas. O sistema de transmissão, suspenção e motor permitem ao veículo trafegar em estradas preparadas ou semi-preparadas a uma velocidade máxima de 120 km/h com uma autonomia de 700 km.

Desenhado para operar em qualquer terreno, o “Guará” 4WS pode transpor trechos alagados com até 1,2 m de profundidade. A capacidade de operar em terrenos irregulares é elevada, e o 4WS é capaz de transpor obstáculos verticais de 50 cm de altura, bem como inclinação frontal de 60º.

Quanto a mobilidade, além da velocidade e capacidade de giro inigualável a qualquer veículo de sua categoria atualmente existente, o “Guará” 4WS foi pensado para ser facilmente mobilizado por terra, ar e mar. Para tal o veículo é compatibilizado para ser aerotransportado por aeronaves do tipo, C-130 Hércules, KC-390 que por sua vez pode transportar até duas viaturas, podendo ser embarcado/desembarcado de maneira rápida não exigindo preparação alguma. O mesmo também pode ser igualmente aerotransportado utilizando helicópteros pesados o que facilita sua capacidade de deslocamento em casos especiais.

Imagem gentilmente cedida pela Avibras

SISTEMAS DE ARMAS

A Viatura “Guará” 4WS possui como item de série um reparo giratório em sua escotilha no teto que permite a instalação de uma metralhadora de emprego geral calibre 7,62mm ou de uma metralhadora pesada com calibre 12,7mm e plataforma de atirador. Internamente, a plataforma do atirador possui altura ajustável em função da estatura do atirador.

Opcionalmente, a elevada capacidade de carga da viatura e a estrutura da cabine permitem a instalação de diversos sistemas de armas que vão desde uma torreta fechada com acionamento manual, como a Torre PLATT já em uso pelos VBTP-MR “GUARANI” ou mesmo, uma Estação de Armas blindada de operação manual para diferentes tipos de metralhadoras como a REMAN desenvolvida no Brasil pela Ares.

Outra opção são as estações de armas remotamente controladas como a torre REMAx já em uso pelo Exército Brasileiro a qual permite a instalação de armas que vão desde calibre 7,62mm até canhão de 20 mm e integração da estação a arquitetura eletrônica da viatura. Graças as excepcionais qualidades e concepção do projeto uma grande variedade de armas podem ser integradas ao Guará 4WS.

PERSPECTIVAS

Desde a sua concepção a viatura foi idealizada para atender tanto o mercado militar quanto as forças de segurança e mercado policial o que alarga ainda mais as possibilidades do 4WS.

Em nota ao Plano Brasil, a AVIBRAS afirma que apesar da escolha do Iveco LMV como vencedor do Programa Viatura Blindada Multitarefa, Leve de Rodas (VBMT-LR) a AVIBRAS segue confiante com uma possível aquisição do “Guará” 4WS pelo Exército Brasileiro. Inegavelmente outra possibilidade para a viatura é sua incorporação na família ASTROS como veículo de reconhecimento por exemplo além de outras atribuições dentro desta força.

Recentemente a viatura participou da Operação Formosa 2016 onde teve a oportunidade de operar com o Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil. Neste exercício o veículo foi apresentado pela empresa como uma opção interessante para o complemento dos veículos Mowag Piranha IIIC e um substituto de parte da frota de veículos Land Rover Defender.

Avibras Guará 4WS operando com o CFN durante a Operação Formosa 2016. Imagem Coleção do Autor

Na Força Aérea Brasileira o “Guará 4WS” poderia ser usado para o transporte de pessoal principalmente em operações de garantia da lei e da ordem e missões de medidas de controle de solo (MCS) onde a força encontra-se desprovida de qualquer tipo de veículo blindado que ofereça segurança aos militares envolvidos em tais missões.

Atualmente a Força Aérea Brasileiras vem participando cada veis mais de missões de Garantia da Lei e da Ordem alem das missões rotineiras de Medidas de Controle de Solo (procedimento de abordagem de aeronaves suspeitas no solo) e da Força de Paz no Haiti. Entretanto a força carece de uma viatura blindada capaz de prover segurança aos seus militares durante a realização de tais operações. Ilustração Athos Gabriel

Apesar de ser inegavelmente ser projetado para o cenário nacional, destacado pela preocupação com a capacidade logística e pós-venda, integração de sistema genuinamente nacionais, o conceito 4WS pode ainda vir a ser uma boa opção para clientes estrangeiros que necessitem de veículos semelhantes, algo que viria a ser mais atrativo caso houvesse o interesse nacional na aquisição do 4WS pelas nossas Forças Armadas e Forças de Segurança.

Mesmo com a escolha do Iveco LMV pelo Exercito a Avibras segue confiante com a aquisição do Guará 4WS pela Força Terrestre e pelo Corpo de Fuzileiros Navais. Foto Victor Barreira

Galeria LAAD Security 2016

CONCLUSÃO

Reconhecida mundialmente pela sua excelência e pela qualidade de seus produtos e sistemas de defesa, a AVIBRAS Indústria Aeroespacial desenvolveu uma excelente viatura que incorpora toda a tecnologia aplicada por ela em seus outros projetos de emprego militar de sucesso.  O 4WS traz consigo um elevado índice de nacionalização dos componentes, que incluem desde os chassis de projeto AVIBRAS e fabricação nacional, até subsistemas de sobrevivência e integração às armas e reparos nacionais de outros fornecedores. Tudo isso junto contribui para um produto de ótimo custo, com garantia de fornecimento e suporte pós-venda de uma empresa 100% brasileira.

O projeto da AVIBRAS é uma aposta nacional e visa resgatar neste nicho de mercado atualmente ocupado exclusivamente por viaturas importadas a inserção de um produto nacional de qualidade. O 4WS foi desenvolvido através de um projeto inovador, o qual rompeu com o modelo tradicional de projetos até então existentes no mercado nacional, oferecendo um veículo atual e modular cujo projeto pode ainda evoluir incorporando as mudanças e necessidades vigentes no futuro.

Galeria Mostra BID 2016

Galeria LAAD Defence & Security 2017

Ficha Técnica AVIBRAS GUARÁ 4WS

AGRADECIMENTOS

*Agradeço e dedico este trabalho ao Editor Chefe (e professor) Edílson Pinto pelas discussões técnicas e incentivos para o desenvolvimento desta matéria. Gostaria de agradecer também a Avibras Aeroespacial pelas informações e imagens cedidas para a realização desse artigo. Em especial  Graziela Marques (Acessora de Imprensa do grupo Avibras), Marcos Agmar de Lima Souza gerente de desenvolvimento de negócios da Avibras. Tambem meus agradecimentos a Luiz Medeiros, Victor Barreira pelas imagens cedidas. (Anderson Barros)

O Autor Anderson Barros ao lado de Marcos Agmar de Lima Souza gerente de desenvolvimento de negócios da Avibras.

54 Comments

  1. Generson de Gois hasefaradí says:

    Boa iniciativa, bom produto, mal momento.

  2. -NÃO dá para entender que o EB tenha rejeitado esse belo e prático veículo, o qual deveríamos ter 500-600 deles no mínimo, para reconhecimento de áreas conflagradas.
    .

  3. Ótimo projeto, gostaria de saber se é possível fazer dele uma estação monitoramento móvel leve, como instalar um radar saber200 de monitoramento aéreo, daria apoio tático a pequenos infantes de penetração.

  4. Adriano silva says:

    Essa matéria mostra que o Brasil…. Não deixa nada a desejar, em produzir seus próprios material bélico.

  5. parece mais robusto do que o LMV da iveco…se concorresse com o guara teria mais chances…mas decidiu se associar com outra empresa estrangeira, com aquela ideia de que tudo que vem de fora é melhor…

    pais que não valoriza suas empresas e investe em tecnologia..sempre será pequeno…

  6. Vladmir Avellar de Oliveira says:

    Em termos de qualidade, me pareceu ser o melhor entre os concorrentes. O Guará só deve ter perdido por conta de valores.

  7. Mais um projeto que nasceu morto. Qual a razão o esterçamento das rodss traseiras? Maior custo, maior peso, e menor durabilidade. Para que essa jabuticaba para uma distância entre eixos tão pequena. Será que é para alguma manobra de circo nas favelas cariocas? O cockpit domkotorista parece de carros de transporte de valores. Não vi a qualidade que muitos deslumbrados vêem nesse produto. Se é bom, porque não vende lá fora?

    • Só para variar, o Wolfpack sendo o do contra outra vez, parece até que faz de propósito para chamar atenção. A razão do esterçamento das rodas traseiras deve ser pedido de um futuro potencial cliente, a Avibras não ia gastar dinheiro e inventar isso do nada.Quanto ao cockpit do motorista, você não deve conhecer muito o cockpit desses tipos de carro mundo a fora, vai lá da um pesquisada na internet e verás que a maioria desses carros na configuração básica não são muito diferentes do cockpit do Guará, quanto a exportação do mesmo, nenhuma força terrestre no mundo vai comprar um produto em que a própria força terrestre de origem do mesmo tenha o adquirido antes

    • Wolf, não creio.
      Sobre o esterçamento, veja o que aconteceu com o Piranha III no Rio e o incidente da morte do militar e vai entender.
      Quanto ao “Cockpit” veja também o JLTV o melhor veículo da categoria no mercado e vais poder comparar.
      Como todo projeto é evidente que evoluções e adaptações contínuas são necessárias, basta olhar pro histórico do próprio JLTV e ver do que estou falando. Quanto ao GUARÁ 4WS, é um produto bom sim, mas que precisa enquadrar num mercado muito específico e sujeito à decisões “Técnicas”.
      Os cumprimentos

      • Olá Edilson, em um veículo longo 8×8 e mesmo 4×4 com entre eixos longo se justifica tal sustema de esterçamento das rodas traseiras, mas não neste carro, com wheel base curto. Sem contam que as juntas CV joints não vão durar 300 horas nesta aplicação. Podem anotar. Isso ai é mais para exibição e show do que necessidade. Aos futuros compradores, exija um teste de durabilidade de mais de 1 milhão de km. Quanto a viatura é um ajuntamento se soluções que tenta pescar os fracos de coração ou técnica. O EB selecionou o Lince por ser o melhor veículo leve de reconhecimento em produção na atualidade, utilizado somente da Russia, ao Reino Unido, Belgica, Holanda e Noruega, alem da Italia. O dia que a Avibras chegar perto do que demonstra o video abaixo, me avisem por favor.
        https://vimeo.com/137154196

        • Flw amigo, passa o seu Curriculum ai para a Avibras te contratar, afinal acabamos de descobrir (por um especialista de internet) que eles não sabem/entendem nada, quem sabe você não possa ajudar eles com seu vasto conhecimento

          • Sou muito caro pra Avibras, acredite Junior. Esses caras estão muito longe de fabricar algo realmente viável, funcional. Por sinal, observou o video https://vimeo.com/137154196. Talvez vc se torne Senior um dia… Não seja deslumbrado, estude e cresça. Esse veículo deve custar dois LMV, e em breve o EB não terá dinheiro pro rancho.

        • Reginaldo Bacchi says:

          Pelo que consigo ver na ilustração da suspensão as juntas universais são Hooke (dupla junta cardanica) aptas a funcionar esterçadas.

          • Homocinética ou junta universais terão a mesma baixa durabilidade por estarem sempre faznedo a função de eixo de tração. É a jabuticaba que faltava a este projeto tupiniquim.

  8. Deveria mostrar versões com um radar e lança-mísseis.
    Belo veículo. Seria muito bem utilizado no Rio de Janeiro.

  9. Espero que o exército cancele a compra do iveco ( que será apenas montado no Brasil) e adquira esse produto que segundo essa reportagem é 100% nacional. Não tem justificativa nenhuma comprar o iveco, precisamos dar empregos para nossa população e desenvolver a indústria local, o exército adquirir esse produto e a classe política aceitar, é como ir contra a própria sociedade brasileira.

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  11. Na reportagem o editor afirma que a avibras estuda a incorporação da viatura na família ASTROS como veículo de reconhecimento por exemplo além de outras atribuições dentro desta força. Por favor, senhor editor, poderia me explicar como se daria esta encorporação do Guará a família ASTROS e como isso seria possivel ja que ele é fabricado no chasse de um caminhão .Por acaso seria dessenvolvido uma verssão de pesa de artelharia parecida com o ASTROS HANK ? ( eu não me lembro como se escreve corretamente.)

  12. Genuinmente nacional, com qualidades que já falam por si mesmas. Na sua categoria é certamente um dos melhores do mundo. Não vejo porque não adotar em escala essa viatura, se possível nas três forças. Somente sua rede de fornecedores por si só, geraria milhares de empregos. Tenho certesa que a Avibras, com os incentivos coretos, é capaz de criar uma família completa de blindados, até mesmo um sonhado blindado sobre lagartas nacional. E se for para exportar, é evidente que o cliente doméstico tem ser seu principal garoto propaganda. Imagina se a Suécia tentasse vender o Gripen e sua força aérea voasse o F-16, a unidades fabricadas dariam para contar nos dedos. É um produto feito para o estado, é o estado o grande e potencial cliente. E o estado precisa deste produto. Então é injustificável deixar morrer o que é feito aqui com excelência em detrimento do importado.

  13. Parabéns ao PB, excelente matéria.

  14. Eu queria um.

  15. Seria bom saber se é possível instalar uma torre para uma 5.56 mm ou 7.62 mm no teto e claro se o preço compensar seria uma ótima aquisição paras as Polícias Civis e Militares do Brasil, fora um ar condicionado obrigatório não vai rolar muito confortinho mesmo .

  16. Aos deslumbrados assistam ao video abaixo e depois deem os parabéns ao EB pela excelente escolha:
    https://vimeo.com/137154196
    Se todas as três forças fossem gerenciadas como o EB estaríamos bem melhor no cenário global, FX2, Submarinos, Porta aviões, escoltas, peçam um suporte ao EB por favor!

  17. Qual o seu custo? será que ele e mais barato que o veiculo da Iveco. se não for não tem justificativa para o exercito escolhe o Guara. Acho que esse projeto da Avibras vai atender principalmente as forças policiais. Apesar que achei mais interessante o projeto Gladiador II projeto em parceira do Rafael e Inbrafiltro.

    • De nacional este veículo só tem o nome. Transmissão Allison importada e caríssima, motor Cummins nacionalizado (montagem local), caixa de direção, suspensão e este nada usual sistema de esterçamento traseiro com atuadores hidráulicos (importado ou nacional)? Pneus nacional ou importado? Qual o conteúdo local desta encrenca?
      Deve custar dois Lince LMV comm escala de produção baixíssima.
      https://vimeo.com/137154196

  18. A única brincadeira que eu vi aqui foi a tamanha quantidade de asneiras que tu principalmente outros disseram aqui sobre esta bosta, de novo, esta bosta de veículo.
    Porque é uma bosta:
    Eu vou explicar,porque vocês não tem cérebro mesmo, ahh porque é nacional é o melhor do mundo, não é é um grandessíssima de uma bosta:

    Observe a foto tirada da parte inferior do veículos, tem dezenas de flexíveis, mangueiras e dutos amarrados com espaguete, tudo exposto, a ser arrancado em um terreno de difícil acesso, ou ainda em caso do deste passar por cima de obstáculos serem rompidos ou arrancados, sem contar que em uma explosão próxima não sobra um a mangueira inteira.
    o esterçamento das rodas traseiras e outra bosta para incomodar, é um veículo de uso militar precisa ser robusto, ter baixo nível de manutenção, e o menor número s de pontos de que necessitem intervenção, aquilo ali é um problema a mais, a juntas homocinéticas, as rótulas de articulação, e principalmente os cilindros hidráulicos estarão exposto a intempéries e a receberem estilhaços, provocando vazamento e a consequente imobilização da viatura. A posição da tomada de ar do intercooler é fatal para um tiro que da frente, também provocando a imobilização do veículo.Nos veículos que aprecem na matéria o snorkel em uma posição alta que seria pré requisito para não parar no primeiro curso de agua e dar um calço hidráulico no motor, está muito baixo, vai puxar agua com facilidade.
    A ergonomia conforme o Wolf falou é uma piada, aquee painel expremido, com aquele console plástico no meio é sem fundamento.
    Graças a Deus há vida inteligente no EB, compraram o “Travequinho” que não é uma Brastemp mas nem se compara com essa cruza de tatu mulita com jabuti.

    g abraço

    • Eu chamo essa turma de deslumbrados acefalos. Não entendem nada de coisa nenhuma. Isso ai é uma porcaria engana trouxa com já escrevi acima. Observem o video do Iveco LMV abaixo e me digam quando a Avibras ou qualquer Bras, podem escolher, poderá produzir isso que se mostra no video, parem de pachequismo estupido e por cause desta gente que não pensa que estamos nessa merda,
      https://vimeo.com/137154196

  19. Kkk caro Juarez , em outros tópicos até concordei com sua meia lógica; mas percebe-se que você não entende nada, não me leve a mal amigo mas das duas uma ou você é dementado ou faz parte dos que pensam que tudo que vem de fora é melhor então vamos lá.
    1- A intenção é proteger mangueiras e tubulações ou a vida da tripulação, porque se for proteger a tripulação o Guará 4WS possui a mesma proteção balística ( ridícula no caso do Guarani, assim como o nome do veículo) do Guarani, com a possibilidade de inclusão de placas especiais, aumentando em muito sua blindagem.
    O mesmo serve para outro ponto critico, o bloco do motor.
    2- Já esteve em baixo do LMV, Shepar etc ?
    Como pode dizer que essas características são falhas de projeto apenas do Guará 4WS e não essas mesmas características nos outros.
    3- O painel do Guará, se não me engano é feito em fibra de carbono e não plástico barato com argumenta você .
    4- Vi uma foto de um LMV italiano atingido por um IED no Iraque, e imagina o que aconteceu, pois é meu caro toda a tripulação foi para o saco, caixão e vela preta.
    Sendo assim, nenhum e repito, nenhum veículo 4×4 resiste a explosão de IEds,pois esse artefatos são na maioria das vezes feito com peças de 120/ 155mm.
    Ai meu caro, só um MBT mesmo e olhe lá.
    5- Snorquel para que? é veículo 4×4 ou submarino? caso seja a segunda opção melhor avisarem a MB pois esse saem mais baratos que os SUb,s Franceses que ela está replicando kkk.
    Falando sério agora, o veículo não é desenhado ou fabricado para transpor cursos de água profundo, e sim lâminas de água até certo nível, está dentro do mesmo patamar que seus concorrentes.
    6- Estressamento das rodas, tenta fazer uma curva estreita sem esse dispositivo; verás onde irá parar.
    Um dos grande motivos de perda de pessoal Americano em Mogadiço, foi justamento por trafegarem em ambientes estreitos, desconhecidos e em veículos grandes e mal blindados.
    Sendo assim meu caro, não diga asneiras, sim dou preferência ao que é nacional sim, mas esse produto tem que se mostrar com as mesmas características que seu concorrente importado e ou até melhores.
    E nesse caso o Guará ganha e em muito do LMV, há boatos que o próprio Shepar já ganhava .
    Se o LMV fosse tão bom a própria Iveco e Exército Italiano não teriam lançado a versão MK2 do mesmo.
    Não seja idiota e desenformado !!
    Abraço meu nobre !!!

    • Pare de escrever besteira rapaz. Observe o video abaixo: https://vimeo.com/137154196

    • Somente a Russia, Reino Unido, Belgica, Holanda, Noruega e Italia optaram pelo LMV. Esses caras deveriam pedir sua consultoria kkkkkkk.

    • Foxtrot,

      1, 2 – se o veículo parar no meio do caminho por conta de uma mangueira ou cabo que arrebenta, ele deixa a tripulação exposta… Por isso que tanto quanto a sobrevivência dos tripulantes, deve se dar a devida atenção a concepção e proteção de itens críticos a sua locomoção… E se observarmos carros ‘top’, veremos que a exposição é mínima.

      Esse é um ‘Dingo 2’ alemão:

      ttp://www.militarymodelling.com/sites/1/images/member_albums/42220/608500.jpg

      E esse é o Guará:

      ttp://www.planobrazil.com/wp-content/uploads/2017/08/Tupi_imprensa_021-1.jpg

      Observe que, no veículo alemão, faz-se um esforço para manter todos os cabos e conexões acima da estrutura que comporta os eixos, em relativa proteção.

      3 – a ergonomia do painel é estranha sim… Eu também não compreendi o propósito… Observe o interior do ‘Dingo’. Racional e simples:

      ttp://www.militarymodelling.com/sites/1/images/member_albums/42220/608501.jpg

      4 – ainda usando o ‘Dingo’ como exemplo ( que considero ser o melhor dessa classe de veículos ), este tem no Afeganistão uma alta taxa de sobrevivência a IEDs. A estrutura é feita para evitar a propagação das ondas de choque. Isso é que mata, e não a explosão por si… Dependendo da situação, ele resiste, salvo melhor juízo, a um “blast” de até 9kg de explosivo TNT ( o que é mais que um projétil de 155mm ).

      5 – snorkel é fundamental para a travessia de cursos d’água… Isso é ponto pacífico. E quanto mais alto, melhor…

      6 – Esteja certo que não seria um sistema como esse que salvaria os soldados americanos em Mogadiscio… As ruas estavam guardadas por milicianos armados até os dentes… Mais que tudo, o imenso poder de fogo dos somalis e a ausência de proteção contra calibres maiores ( 12,7mm e além ) e RPGs, foi o que comprometeu os soldados americanos…

      Somando tudo isso, não creio que é possível uma comparação do ‘Guará’ com outros tipos já desenvolvidos… O veículo brasileiro é claramente uma experiência preliminar nesse sentido… Pra mim, estaria muito bem adaptado a ações de cunho policial e em cidades, mas nada além disso…

      Se deveria ser adquirido? Penso que SIM…! Um pequeno lote, para efeito de experiência tanto para as forças armadas como para as polícias, mas não sem antes passar pela avaliação do Exército e Fuzileiros, que emprestariam as suas experiências, necessárias para aprimorar o veículo. O atual KC-390, por exemplo, evoluiu para o que é hoje contando com os “palpites” da FAB, e não com as ideias da Embraer em si… Mas seja como for, isso agora não tem lá muito sentido mais, visto que o EB já escolheu…

      • Renato de Mello Machado says:

        Sem querer entrar no mérito da questão,mas entrando assim mesmo e nem ofender ninguém, Eu vi a foto do Veículo por baixo e tive a mesmo pensamento do Juarez sem ler seu comentário e nem sou militar,mas amante do fora de estrada, acho a concepção do veículo muito simples para quê ele se propõe.Parece-me aquele caso de um veículo quê deveria de ser mais aprimorado.O Wolf falou de transportes de valores,onde seria melhor usado,ou para polícia de cidades grandes mas para forças armadas,aí tem de ser melhor quê o apresentado.Está longe de ser um predador.

  20. Pingback: Avibras promotes GUARA 4WS light armored vehicle | Defence Blog

  21. A Máquina Troll says:

    Tudo que é para o nosso pais crescer estes patifes teleguiados ou doutrinados por estrangeiro fazem panfletagens contra…esses imbecis de ultra direita que vivem só de enaltecer e vangloriar os eua e tudo que é de lá são um câncer…qualquer fato mostrando os podres e todo o mal que fizeram e ainda fazem ao nosso pais eles tapam os olhos e os ouvidos para todas as evidências e continuam vomitando asneiras e defendendo essa gente pária e maldita…é o resultado do nosso pais não ter um sistema de educação de qualidade…a ignorância da história permite o brotamento desses cretinos….

    O Poder do Nacionalismo é tudo que os inimigos externos e internos temem :

    https://www.youtube.com/watch?v=0uXwzD0CxAY

    • Renato de Mello Machado says:

      Máquina,temos de dar prioridades a esses tipos de produtos sim.Mas até para fora de estrada e quem pratica sabe, esse veículo deixa a desejar .tem de ser mais protegido,muitos componentes a mostra e nem precisaria de ser explosão de uma mina por exemplo, para parar o veículo.Eu acho o veículo mais apropriado para policiar as grandes cidades.

    • Otimo video. Assistam

  22. Eu tô achando engraçado, no bom sentido, o Wolfpack pisando na cabeça com tudo nessa questão, de qualquer forma seja lá quem for que se interesse pelo veículo, e há quem se interesse sim, no mínimo deve haver testes e uma concorrência, mas mesmo assim no Brasil nem sempre o melhor vence nessa questão, vejam o caso do FX-2 que está envolvido em denúncias da Lava Jato e que na verdade acabamos por comprar um projeto de avião de caça , mas isso é uma longa história.

  23. Foxtrot
    14 de agosto de 2017 at 22:14

    Kkk caro Juarez , em outros tópicos até concordei com sua meia lógica; mas percebe-se que você não entende nada, não me leve a mal amigo mas das duas uma ou você é dementado ou faz parte dos que pensam que tudo que vem de fora é melhor então vamos lá.

    Não, eu não sou dementado, eu sou do ramos, lido com isto todos os dias, t4u é que outros destes bostas, apertadores de butãozinho conhecedor de tela de computador, vai sujar tuas de mãos de graxa, vai descobri para que lado se aperta um parafuso.

    1- A intenção é proteger mangueiras e tubulações ou a vida da tripulação, porque se for proteger a tripulação o Guará 4WS possui a mesma proteção balística ( ridícula no caso do Guarani, assim como o nome do veículo) do Guarani, com a possibilidade de inclusão de placas especiais, aumentando em muito sua blindagem.

    O idiota, tu não leu o que escrevi, TODOS os flexíveis, mangueiras estão expostos abaixo do veículo sujeito a todo tipo de problema, isto é primária em veículo que deve ser prioritariamente off road. aonde tu vai enfiar placa ali, embaixo do chassi, no centro do veículo, só se parafusar no teu cérebro diminuto
    .
    O mesmo serve para outro ponto critico, o bloco do motor.

    O bloco do motor está protegido em algumas fotos por protetor de carter vazado, o problema não [e eli, e acima do capô. Tu sabe p que é um inter cooler, não, então cala boca, se tu botar um chapa na frente dele, o a potência do motor some idiota.

    2- Já esteve em baixo do LMV, Shepar etc ?

    Já, e de muitos outros.

    Como pode dizer que essas características são falhas de projeto apenas do Guará 4WS e não essas mesmas características nos outros.

    simplesmente porque eu sei o que estou falando, e não cagando besteiras pela boca como tu.
    3- O painel do Guará, se não me engano é feito em fibra de carbono e não plástico barato com argumenta você .

    bom, se é de fibra de carbono demonstra o nível de burrice e desperdício, mas eu acho qe é de plástico.

    4- Vi uma foto de um LMV italiano atingido por um IED no Iraque, e imagina o que aconteceu, pois é meu caro toda a tripulação foi para o saco, caixão e vela preta.
    Sendo assim, nenhum e repito, nenhum veículo 4×4 resiste a explosão de IEds,pois esse artefatos são na maioria das vezes feito com peças de 120/ 155mm.

    Com uma peça deste tamanho o imbecil não vai ficar ninguem vivo nem no JLTV e nem Iveco, se tu te der o trabalho de ler, tu vais que existe uma tabela de proteção para IED versus numero de passageiros, versus peso do veículo, o Iveco protege até 6,5 Kg se não estou enganado.
    Ai meu caro, só um MBT mesmo e olhe lá.
    5- Snorquel para que? é veículo 4×4 ou submarino? caso seja a segunda opção melhor avisarem a MB pois esse saem mais baratos que os SUb,s Franceses que ela está replicando kkk.

    Realmente, tu deve ser um destes playboys putos por aí que andam de Veloster.Cara, vai uma missão em TO com terreno similar a fronteira gaúcha a messopotãmia argentina, é um córrego atrás do outro é um atoleiro atrás do outros vale para região do MS também

    Falando sério agora, o veículo não é desenhado ou fabricado para transpor cursos de água profundo, e sim lâminas de água até certo nível, está dentro do mesmo patamar que seus concorrentes.

    então ele não é um veículo militar, pois transpor terrenos difíceis faz parte da missão.
    6- Estressamento das rodas, tenta fazer uma curva estreita sem esse dispositivo; verás onde irá parar.

    Primeiro, o nome correto é esterçamento de rodas, no uso militar serve exatamente para nada, segundo, experimente virar e alta velocidade as quatro rodas e terás quatro pontas de eixo quebradas e provavelmente um veículo virado, ou seja, nem dirigir tu sabe.

    Um dos grande motivos de perda de pessoal Americano em Mogadiço, foi justamento por trafegarem em ambientes estreitos, desconhecidos e em veículos grandes e mal blindados.

    bom, se fosse nesta bosta tinha morrido todos ainda bem que foram com os Hammers.
    ;aproveitando, em Mogadiscio, tinham várias barreiras nas ruas feitas com pedaços de tudo que achava, sabe o que aconteceria com esta bosta lá????
    Na primeira barreira de ele engancharia aquelas mangueiras e ficaria empenhado.
    Sendo assim meu caro, não diga asneiras, sim dou preferência ao que é nacional sim, mas esse produto tem que se mostrar com as mesmas características que seu concorrente importado e ou até melhores.
    E nesse caso o Guará ganha e em muito do LMV, há boatos que o próprio Shepar já ganhava .

    O guará não ganha nem da minha rural willys 4×4 que dirá do LMV.
    Se o LMV fosse tão bom a própria Iveco e Exército Italiano não teriam lançado a versão MK2 do mesmo.

    Todo fabricante inteligente costuma melhorar seu produto
    Não seja idiota e desenformado !!
    Abraço meu nobre !!!

    Cara tu sabe nada sobre veículos militares, vá se informar, vá fazer uma trilha que gente que conhece já vais melhorar bastante e para de falar a quantidade de asneiras que disseste.

    • Renato de Mello Machado says:

      Juarez,eu entro nessas matérias de veículos como esses da reportagem,para ver se tem algo ou uma ideia para copiar no fora de estrada,mas aí não tem nada, tudo comum.O Fusca tem até um melhor arranjo.

  24. Caro RR observe essa imagem do gingo e verá mangueiras hidraúlicas expostas etc..
    Para se proteger braço de articulações, mangueiras em geral homecinéticas etc..
    Tornaria o projeto do veículo inviável e demasiadamente pesado, não creio que qualquer exército em sã conciência queira isso.
    veja link: http://www.militarymodelling.com/sites/1/images/member_albums/42220/608500.jpg

    Caro Wolfpack, só porque esses países escolheram nos também o temos que fazer?
    Quer dizer que se nesses países resolverem namorar o TONHÃO, você também o fará ? kkkkk

    Caro Juarez realmente não conheço veículos militares, porém conheço engenharia mecânica inclusive veicular e seus argumentos são sem sentido técnico lógico.
    Mas pelo visto você entende de veículos militares, ou deve ser engenheiro militar da IVECO.
    Ou algum general de estrelas que nunca saiu do gabinete, apenas para assinar acordos com empresas internacionais e ou cafés com políticos !
    Sai dessa meu caro, para de falar o que não intende ou então me prove o contrário, apresente algum veículo desenvolvido por você, ai me calo !!
    Veja como as mangueiras, articulações e homocinéticas de seu amado LMV são excelentemente protegidos !!
    http://data4.primeportal.net/trucks/tobias_drechsler/iveco_lmv/images/iveco_lmv_12_of_16.jpg

    Olha o painel do mesmo
    http://data4.primeportal.net/trucks/tobias_drechsler/iveco_lmv/images/iveco_lmv_08_of_16.jpg

    http://data4.primeportal.net/trucks/tobias_drechsler/iveco_lmv/images/iveco_lmv_06_of_16.jpg
    Realmente em vistas dessas imagens, percebe-se que o senhor realmente entende de veículos militares kkk

    • Foxtrot,

      No tocante a tubulações e mangueiras, basta colocar o mais afastado possível do chão… Não precisa ter placas de proteção ou coisa que valha…

      Aliás, a imagem que você postou é a mesma que postei acima, e denota exatamente isso… Veja que as tubulações estão acima da estrutura do eixo, muito mais protegidas que no Guará.

      Sinceramente, tivesse o Guará o mesmo arranjo do ‘Dingo’ e fosse mais alto, e eu não reclamaria.

      Olha a altura do ‘DIngo’:

      ttps://thumbs.dreamstime.com/z/german-armored-military-infantry-mobility-vehicle-atf-dingo-burg-germany-june-drives-open-day-barrack-burg-germany-june-73552344.jpg

      Isso significa proteção; capacidade de cruzar terrenos em relativa seguraça, tanto de detritos como da água…

  25. Por fim, percebe-se caro Juarez que és do sul do país e lá é outro mundo e outra cultura, então percebe-se o porque de sua preferência.
    Nem vou te mandar o link da foto do Caex ultrapassando um curso de água com o LMV para não te humilhar muito kkkkkkk

  26. Vilson J Fadel says:

    Vendo está briga toda entre mortos e feridos,ficava mais fácil eu ficar em cima do muro,mas sem querer ofender Ninguém Juares seus comentários está mais condizente,só acho que foi meio precipitado a escolha do Exército,podia ter pedido melhorias no Guará ,creio que seriam bem atendidos pois a Avibras tem excelência para isso,mas o Veiculo da Iveco está bem posicionado,visto quem ser seus clientes já diz tudo,fora que assim só ia gerar mais traquitanas para piorar a logística do nosso Exército que já é precária,comutabilidade de pçs já deve ter alguma que possa ser Guarani é Iveco,agora temos LMV Iveco também.Quanto ao meu Rio Grande realmente é outro mundo como alguém sitou nesta discussão,saudades,visto que já são mais de vinte anos vivendo nas Minas Gerais,mas quem é do Sul não esquece jamais,quanto a estes veículos militares minha experiência é nos Cascavéis,Urutus,Jipes,Rurais, as famosas Teresonas,Alftracks,mas sei que mangueiras expostas não eram bem vindas.Brasil acima de tudo só abaixo de Deus.

  27. Bom como sempre digo,
    ” o tempo é o senhor da razão e o dará a quem á merecer !”

    O resto foi moderado kkkk

  28. ……….hummmmm………é boca quente!!…………(Kkk)…..

  29. risos, risos, risos.

    Na realidade estou com o Vilson, o EB poderia ter solicitado junto a AVIABRAS, melhorias no CARRÃO.

    Nada contra o LMV Iveco, bom carro por sinal.

    Na realidade eu acho que daria para comprar os dois.

  30. Gostei do Guará, cara de mau, parece bem robusto, não sou do ramo(antes que me apedrejem), bacana que uma das versões pode facilmente receber aquele obus de 105 mm que é oferecido sobre o Humve(não lembro o nome direito). Como dito pelo Vilson o EB poderia/pode pedir/sugerir melhorias e ou modificações no carrão de modo a adotá lo .

  31. Vilson J Fadel says:

    Para não deixar ninguém bravo,confesso que queria um Guará para mim ,com algumas modificações ,janelas maiores,mas blindadas visto que bandido no Brasil nasce em arvores,e um motor mais potente diria uns 400 hps em vez dos 250 hps originais,de resto mudava a pintura deve ficar mais bonito ainda todo preto,e mudava aqueles mostradores analógicos por digitais.Aqui em Uberlândia -MG tem um Hummel de um senhor pobre que comprou direto da reserva dos Fuzileiros Norte Americanos,colocou na oficina dos seus caminhões e deu uma reformada no motor ,suspensão,pintou de preto,colocou bancos normais,tirou os militares,andei nele ainda quando estava na oficina,eu e os mecânicos,achamos a estabilidade dele muito boa visto que é baixo e muito largo,isto deixa firme no chão,mas no tocante a motor é um motor de 6.500cc e somente 150 cv,tem um torque mostro carrega muito peso mas é uma tartaruga para andar,só que ficou lindo demais todo preto,quem vier em Uberlândia-MG este Hummel costuma ficar estacionado no estácionamento interno do Centro administrativo dos Armazéns Martins,vi ele semana passada lá,fico babando toda a vez que vou lá,pena que o estacionamento é privativo senão todos poderiam velo .Brasil acima de tudo só abaixo de Deus.

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