Afinal, o que pensar??

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Por: Luíz Pinelli

O Velho Patriota

AFINAL, O QUE PENSAR ??


Nas aulas que lecionava na atual Faculdade Mackenzie do RJ, na Cadeira de Gestão Pública adotava um sistema didático repetitivo “precário”, pois, faltavam recursos à Instituição para aplicação de métodos modernos de ensino, para transferir informações consideradas fundamentais, conforme o programa oficial do Ministério da Educação.Então, vamos repetir conceitos considerados vitais à compreensão de Soberania Nacional, e, a resultante participação SOCIAL permanente do povo brasileiro nas riquezas do solo pátrio. A falta de atenção com as coisas da Nação não parecem ser privativo dos alunos matriculados nos cursos regulares, mas extensivo, a uma sociedade de comportamento displicente.

Desta maneira, trabalhava para ficar gravado na mente brasileira, pois, os estudantes são multiplicadores de informações, que o principal instrumento gerencial de governo em quaisquer Estados, é a denominada LEI do ORÇAMENTO, cuja ação através do elenco das atividades, são classificadas de FUNÇÔES. São as Leis Orçamentárias Anuais que refletem a “cabeça” de quem governa. São constituídos pelo Ministério de Planejamento e Gestão, conforme orientação das metas, programas e projetos, mas, previamente, escolhidos pelos governantes. Portanto, se nunca temos recursos financeiros suficientes para investir no aparelhamento bélico das FAs, é por absoluta falta do objetivo escolhido, ou, por um conceito frouxo de país pacífico , ou por imbecil revanchismo contra nossos militares. Desta feita, é o Orçamento Anual que definirá se o País, de fato, deseja possuir FAs fortes, ou vai ficar se escondendo atrás de justificativas, representados por programas e projetos duvidosos de “ natureza social”.

Aliás, não são apenas os assuntos bélicos do País que são jogados para planos inferiores de importância, mas, até a energia elétrica que a pouco tempo era considerada Matéria de Segurança Nacional , hoje, não lhe dão a devida importância . Vejamos como se encontra o estado físico da rede de distribuição no Brasil da energia elétrica,”vencida”, sem o mínimo investimento para sua moderna expansão, está caindo de podre, colocando em terrível risco, a Segurança do País, além de obstar o seu desenvolvimento econômico.

Não se deixe envolver pela influência da falsa“ política social” mistificando seu exame de auto-consciência, e PENSE BRASIL com equilíbrio, notadamente, agora, que se aproxima novo “round” político. O Governo Brasileiro tem responsabilidades com suas FAs e com a integridade da Nação, não apenas pelos 10 anos previstos no Plano Estratégico Militar, mas, em caráter permanente, enquanto existir BRASIL!! A progressiva descoberta de valores econômicos da nossa terra , nos obriga à cuidadosa vigilância militar, seja por terra, ar ou mar.

O Custo Brasil, relativo aos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo, até o momento, verificou-se, por seu tamanho exagerado, 90% de total inutilidade, de igual ineficácia e de irresponsável gasto financeiro. Articulando manobras políticas sórdidas para corromper consciências e romper oposições, se traduz como estratégica demoníaca, por isso, com urgência, deve ter sua estrutura organizacional reduzida a nível da capacidade financeira do Tesouro Federal, de modo, a viabilizar outros projetos para Nação.

Uma das metas da Economia de Custos Orçamentários Públicos, será a recondução de consistentes recursos financeiros obtidos da não realização de despesas, funcionando como Fonte para as Reservas de Recursos, base financeira do fortalecimento bélico e da modernização militar das FAs do Brasil.

E é oportuno que o governo defina, sem prazo de duração, as Fontes de Recursos que se prestarão a constituição dos Fundos de Reserva Financeira Constitucional para as FAs, vinculados à Lei Orçamentária Anual. Providência compartilhada com a edição da Lei de Programação Financeira Militar permitindo o gerenciamento da aplicação das Despesas de Caráter Continuadas ( Lei Complementar nº 101 de 04/05/2000 ), e, relativos aos necessários investimentos bélicos do Plano Estratégico Militar das FAs do Brasil. A origem das Fontes dos Recursos já estão definidas nos comentários feitos anteriormente. Somente não serão feitas se este governo assim não quiser.

E corremos mais um risco, é a mudança das Cadeiras Governamentais na próxima gestão que se aproxima. Os recursos financeiros do BNDES transferidos para a Bolívia, por ordem direta, do insolente Índio Rebelde Jerônimo, diga-se Chavez , devem ser, imediatamente, cancelados. Estes somados com os outros custos que resultarem da receita da economia de despesas não realizadas devem ser focados nos verdadeiros clientes preferenciais, isto é, as FAs do Brasil. Afinal, o Que Pensar ?? Não vemos a sociedade brasileira cobrar do governo nenhuma medida para o resguardo da Soberania Nacional, uma vez que, ela exerceu na plenitude do Voto seu Direito de Escolha.

E nunca mais ouvimos falar da criação da Engesaer; na produção das várias versões militares do Guarani( ex-Urutu); na escolha definitiva dos caças para a FAB; na fabricação dos helicópteros militares, produzidos sob licença no Brasil, pela Helibrás; na fabricação dos submarinos convencionais Scórpenes, em Cooperação Militar com a França; da fabricação, nos Estaleiros Nacionais dos navios-patrulhas para a MG do Brasil.

As reformas feitas nos helicópteros Panteras do EB com o acréscimo de alguns armamentos novos das fábricas nacionais, parece que não atenderam às exigências operacionais da segurança do território brasileiro. Razão, pela qual,deveríamos desenvolver um outro projeto aeronáutico em conjunto com a Rússia ou Turquia, através de Acordos Militares,e depois, construir dezenas de helicópteros militares de ataque.

Assim, poderíamos, sob autorização, construir o helicóptero T 129, na versão turca do AW 129 Mangusta, desenvolvido pela AgustaWestland, em Vergiate, Itália, seguindo o exemplo das FAs da Turquia, para uso em todo território brasileiro, inclusive, na Amazônia. A ação de nossos blindados, inclusive, os anfíbios, nas áreas do Norte, Nordeste e do Centro-Oeste do País, deverão sempre ser acompanhados por enérgica vigilância aérea destes helicópteros T 129, poderosamente, armados, que chamaremos de “Carcará III”.

Podem dizer o que quiserem, mas, menos que a Nação não tem dinheiro !!Acredito que recursos no Brasil não faltem, o que falta é a vontade política para um criterioso planejamento financeiro do governo, para “investimento maciço” no fortalecimento bélico do País. Não custa repetir, produzir material de defesa não é crime, não faz mal à sociedade e “ ninguém vai para o inverno ao morrer”, somente nossos inimigos.

Uma vez que, os recursos do Plano Estratégico são de complicada disponibilidade e, são liberados lentamente, por que não, com o uso programado da Capacidade Financeira do Tesouro Federal, constante do Cronograma de Desembolso aprovado, ou, ainda, por decisão política do governo a autorização dos recursos, na forma de Cotas Financeiras, para seletos investimentos militares do Plano Estratégico das FAs.

Podem ser poucos, mas devem ser de 1ª qualidade. Como no Brasil, não é costume inteligente nos importarmos com as anteriores experiências industriais militares, haja visto todos os modelos, projetos, e, protótipos militares, de várias versões, produzidos pela Engesa ( Osório, Sucuri, Ogum, Jararaca, Cascavel, Urutu, agora, Guarani ), pela Bernardini ( Tamoio), pela Moto Peças( Charrua) e por outras empresas militares, que simplesmente foram abandonados e relegados nos museus militares. Fica, portanto, impossível a continuação dos estudos, pesquisas industriais e aperfeiçoamentos técnicos para a obtenção de um moderno modelo final, para produção em série, com características brasileiras, que atenda à demanda das nossas FAs em 1º lugar.

No passado, perdemos inúmeras chances para modernizar as FAs, agora, citamos ( mais uma vez ) que o Guará da Avibrás não foi bem aproveitado pelas nossas FAs e, como também, os Sistemas Astros da Avibrás, não foram, ainda, adquiridos na quantidade requerida por nossa segurança territorial. Para nossa segurança a IMBEL deveria agora, tornar-se cabeça na chave de nossa defesa militar.

Como a ENGESAER não se tornou a realidade que todos nós brasileiros desejamos, devemos transferir a IMBEL aportes financeiros de considerável monta para investir na produção de fuzis modernos, não apenas nos FAL que estão sendo revitalizados, mas fuzis de maior poder de fogo e capacidade de tiro com pentes, cofres ou fitas de munição que permitem longos disparos contínuos. Armas que devem ser destinadas, em 1º lugar, às Tropas Especiais e às Infantarias Ligeiras, de fácil transporte e manejo e que permitam estabelecer poderosas barragens de fogo.

Como exemplos de modelos indicados para maciça produção pela IMBEL, damos a sugestão das metralhadoras alemãs MG-34 ou a MG-42; as metralhadoras leves, em várias versões, como a M.249 SAW, com cofres de munição; a MK43 –Mod 1, com mira óptica e apontador a laser; a M-60 E-4 e a canadense C9A2. Só nos resta saber se a IMBEL teria autorização da Alemanha, dos EEUU e do Canadá para produzi-las aqui no Brasil, em quantidade necessária às FAs.

Fazemos torcida para o Guarani, em suas diversas versões sejam produzidos em MG (Sete Lagoas), como para defesa anti-aérea, que modernamente, pode receber um poderoso canhão magnético de 40mm, além de metralhadoras , ou até, um sistema de mísseis anti-aéreo, tornando-os uma arma imbatível em combate.

A ajuda da Rússia( Acordo Militar), por sua competência indiscutível em sistema de mísseis de defesa anti-aérea, seria de muito valia as FAs. Noutra versão militar, pode receber um sistema de lançamentos de morteiros ou foguetes anti-carros, ou, tê-lo,como Obuseiro Auto propulsado de 155mm em substituição aos importados M -108 e os M -109 A 3.

Não devemos esquecer que a IMBEL é a herdeira industrial de vários projetos militares da falida Engesa, o que nos permitirá a qualquer momento, havendo injeção financeira de recursos a produção de alguns deles para as FAs. Gostaria de ver a cara dos brasileiros “espertos” que hoje, defendem a postura pacífica do Brasil, os que são contra as indústrias de armas, os que advogam o revanchismo contra os militares, os dirigentes corruptos, e o exercício corrupto das leis, diante de uma real investida estrangeira no território.

Uma coisa tenho certeza, o desespero, fará a cínica “ política social” cair rápido, com o povo brasileiro se defrontando com a cobiça estrangeira. Afinal o Que Pensar ? Como é impossível coletar o leite derramado na mesa, vamos sentar no meio-fio e desfiar o amargo arrependimento sofrido.

O VelhoPatriota – O Plano Brasil : Luiz.

luiz pinelli neto

http://opatriotavelho

NOTA DO BLOG: Os artigos publicados na seção O velho Patriota não necessariamente reflentem a opinão do Blog PLANO BRASIL, simplesmente por se tratarem de textos de autoria e responsabildades do autor.


3 replies on “Afinal, o que pensar??”

Ronaldo de souza gonçalvessays:

Vejo que esse problema vem desde o governo sarney 4 anos,governo collor 2 anos ,Itamar 2anos,Fernando Henrique 8 anos lula 8anos, digamos que é um problema velho e emblemátioco ,espero agora com a descoberta do pre-sal que vamos equacionar e vamos a aquisiçaõ pois esperar fazer fabticas para produzir armamentos pode demorar muito parece que temos mesmo e comprar pronto, e pronto final.

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