Defesa & Geopolítica

A AMAZÔNIA VERDE !

Por: Luíz Pinelli
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O Velho Patriota

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A AMAZÔNIA VERDE !

Qual o grau definitivo da importância da Amazônia Verde para a sociedade brasileira, uma vez que, é o povo que através na plenitude do voto exerceu o direito de escolha do governo da Nação que cuidará do imenso patrimônio chamado Brasil.

A cobiça estrangeira sobre a Amazônia Verde é do conhecimento geral de todos os brasileiros, mesmo os mais ignorantes. Manobras políticas ambiciosas e ardilosas das potências militares estrangeiras, os EEUU e a Inglaterra, obrigam a Nação Brasileira a aceitar condições que esmerilham a soberania nacional, através de acintosas operações mercantis civis legais de compra de terras na região da Amazônia Verde no sentido de fazer proprietários de extensas terras juridicamente de fato e direito legalmente corretas conforme as leis brasileiras. E cidadãos destas nações corsárias, preparando-se para hastear em suas terras suas bandeiras nacionais, fazendo constituir, hiatos de suas Pátrias longínquas.

Além do trânsito criminoso de ONGs nestas nações que atuam, livremente, internadas no interior da Amazônia sob olhares complacentes de todos, sem nenhum controle ou verificação dos motivos pelos quais lá encontram-se, sem que ninguém as solicitassem. É impossível que tal evento não seja do conhecimento amplo do governo brasileiro.

A Região Amazônica é importante não apenas ao Brasil, mas, também ao resto do mundo. O protocolo de Kyoto e a atual reunião na Dinamarca sobre a perigosa situação atual das condições climáticas do mundo, elevam a importância estratégica da Região Amazônica a níveis de derradeira sobrevivência da espécie humana.

A falta de consciência da humanidade, dos países ricos, egoístas e poderosos tem sido uma gravíssimo fator a favor dos desrespeito da nossa soberania nacional sobre a Amazônia pelas potências militares – EEUU e a Inglaterra, que já possuem, até, planos estratégicos de ocupação. Não encontramos justificativas sociais que sustentem a autorização governamental para o desmatamento da vegetação amazônica para a criação de gado, como se no Brasil faltassem terras disponíveis para este objetivo.

O desinteresse e a lassidão governamentais são piores que uma invasão armada na Amazônia Verde. Costuma-se dizer que, “quem ama cuida”!!! E os brasileiros estão realmente cuidando da nossa Amazônia ? As potências militares – os EEUU e a Inglaterra- podem se apoderar, sem uso de armas, do nosso território amazônico ( a Amazônia Verde !! ), mais rápido que os nossos políticos e governos pensam !!!! Entendam, a Amazônia é a última reserva verde da Humanidade !!!!! Situação que é muito agravada pela inexistência de diversos enunciados legais, como os já denunciados, até à exaustão, à consciência do povo, e, vejamos: o orçamento militar próprio, sua vinculação com a Constituição Federal; a declaração explicita das Atividades, das Funções, constantes da Norma Constitucional, com o rearmamento bélico das nossas FAs; a indicação clara dos Fundos de Reservas Orçamentárias e Financeiras para o fortalecimento militar do Brasil, com suas Fontes dos Recursos e suas Origens( O DINHEIRO); a Lei de Programação Financeira Militar que através do Sistema de Cotas Financeira e do Poder de Gasto do Tesouro Federal identificado pelas emissões dos Cronograma Financeiro de Desembolso, são instrumentos que permitirão a execução financeira do Plano Estratégico de Fortalecimento Bélico e Militar das nossas FAs.

As nossas FAs e a própria sociedade brasileira, ao exigirem dos governos maior atenção à Soberania Nacional, farão surgir os Objetivos, as Metas, os Projetos e os Programas de Despesas inseridos na Lei Orçamentária, voltados à modernização bélica das FAs do Brasil, além, da redução do Custo Brasil, estimulando a Economia de Custos Orçamentários com direção certa ao fortalecimento dos Fundos de Reservas Orçamentários das FAs.

A China e a Índia possuem problemas sociais extremamente mais graves que o Brasil e ambas possuem robustos Orçamentos Militares que cuidam da Defesa Nacional, com a produção, compra, pesquisas e manutenção de equipamentos bélicos e armas poderosas. Não temos como aceitar a passividade doentia da sociedade brasileira, diante do desenrolar dos últimos acontecimentos políticos.

Vamos abrir um parênteses para o Custo Brasil, e pedir um exame de consciência do povo brasileiro acerca do desempenho político e gerencial dos governos. “–Realmente, falta dinheiro no Brasil ????”Mas voltando ao assunto da soberania nacional !!! É o momento que o Aeromovel ou o Exército Móvel deve atuar militarmente na Amazônia Verde, e o faça rapidamente, e de forma incontestável a partir do seu moderno rearmamento bélico.

É conveniente que o Exército Móvel tenha junto ao seu reduzido efetivo, equipamentos bélicos de última geração, como Anfíbios, Sistema de Mísseis Antiaéreo, Lanchas de Combate, Navios-Patrulhas Fluviais, Helicópteros de Caça ( todos armados modernamente com eficientes armas de grande poder de fogo) e Armas Portáteis que permitem a fixação de temíveis barragens de fogo. Como, já analisado antes em outros comentários, o Exército Móvel, possui um efetivo menor do que as forças regulares, portanto é mais fácil aparelha-lo modernamente de maneira urgente! É melhor termos um exército móvel com equipamentos modernos de alto nível, em pequena quantidade, do que possuirmos uma FAs inteira só com “ferro velho”. E que seja feita com nossos esforços militares industriais com a utilização da implantação das Fábricas Brasileiras de Armas.

É uma medida estratégica para preservação da soberania nacional da nação. Assim, a partir destas idéias vamos realizar a exposição teórica da programação para a produção de excelentes equipamentos militares, mediante Acordos Militares de: uma Super Lancha de Combate ( Combat Boat 90 H ).O estaleiro sueco Dockstavarnet projetou e construiu a Lancha de Combate CB – 90.Tem capacidade para 20 fuzileiros totalmente equipados. O armamento padrão usado é composto por 2 metralhadoras Browning M-2 em calibre 50 (12.7 mm) operadas por controle remoto.Tem mais uma metralhadora M-2 operada diretamente por um fuzileiro em cima da lancha; além de morteiros e mísseis Hellfire, podem ainda ser usados lançadores de granadas MK-19 de 40mm e uma metralhadora de cano giratório minigum calibre 7,62 x51mm. Mísseis antiaéreo se curto alcance do tipo Mampad como o Igla, Stinger ou Mistral.

E ainda minas navais e cargas de profundidade. E lamentável que o EB não tenha pensado numa maneira, inteligente, de obter informações industriais e ajuda técnica para construir um modelo nacional com qualidades e especificações técnicas semelhantes, que substituam os importados com certa segurança, uma vez que, para licitar pacotes onerosos de compras à vista, sempre faltam recursos orçamentários ao Tesouro da União.

Repetindo, como a ENGESAER não se tornou a realidade que todos nós patriotas desejamos, então, devemos transferir para IMBEL aportes financeiros de considerável monta para produzir equipamentos bélicos importantes e armas modernas, investindo na fabricação de fuzis modernos, não apenas a revitalização técnica que está sendo feita nos nossos FAL 7.62, mas com desenvolvimento de modelos com pentes de munição com maior capacidade de tiro, ou melhor, fuzis de maior poder de fogo e capacidade de tiro com pentes, caixas ou fitas de munição que permitem longos disparos intermitentes e contínuos.

Armas que devem ser destinadas às Tropas Especiais e as Infantarias Ligeiras, de fácil transporte e manejo e que permitam estabelecer poderosas barragens de fogo, como as que o Exército Móvel tem de possuir, operando na Região Amazônica.

E como a IMBEL é a fábrica tradicional brasileira que goza da maior confiança dos militares brasileiros com a produção das principais armas leves utilizadas pelas nossas FAs, além de se constituir na herdeira judicial de alguns modelos militares do passado da famosa Engesa, é perfeito e justo, diante da liberação de maciças dotações orçamentárias específicas que, neste processo que propomos, venha a construir estas armas e outros equipamentos bélicos, em quantidade necessária às FAs do Brasil.

Navios-Patrulhas Multifunção Trimaran para o patrulhamento oceânico nos Poços da Bacia de Campos e patrulhamento fluvial na Amazônia Verde. Tem capacidade para levar 2 helicópteros MH – 60, tem missões de guerra de minas costeira, guerra anti-submarina no litoral e águas rasas, guerra de superfície. Tem disponibilidade para lançadores de mísseis. Atua como Porta Helicópteros, Plataforma de Assalto e Desembarque Anfíbio.

Transporta 200 combatentes fuzileiros, totalmente equipados, funcionando como base móvel avançada. Temos a certeza que podemos desenvolver um modelo nacional nos Estaleiros Navais da MG do Brasil, com o cuidado especial de dota-las, com os armamentos de última geração necessários a sua moderna e eficiente operacionalização militar.Devemos copiar o BMP -3, veículo militar russo, de natureza ANFÍBIA, comprados, em quantidade pela Venezuela, no sentido de sua habilidade e potência de fogo.

Blindado anfíbio armado com canhão de 100 mm de baixa pressão guiado a laser. Possui um tambor que dispara mísseis,Além de um canhão rápido de 30mm coaxial acoplado ao canhão principal e uma metralhadora 7,62 na torre. No passado tivemos uma excelente oportunidade com o Charrua, mas perdida com a estupidez do governo brasileiro, a serviço dos inimigos da Pátria.

Não sei se o atual Guarani (ex-Urutu ) faria o mesmo papel. Ainda, continuando, acredito que poderíamos desenvolver sob Autorização, Consórcio ou Acordo Militar, o Helicóptero T 129 – na versão turca AW -129 Mangusta desenvolvido pela AgustaWestland, em Vergiate, Itália para as FAs do exército turco. Ou, o que seria mais lógico, por ser da Eurocopter, também mediante Acordo Militar com a França, a Alemanha e o Brasil, o helicóptero Tiger na configuração HAC francesa Antitanque ou a UHT alemã antitanque( com a introdução de itens nacionais, seria o Carcará III )Ambos armados com mísseis Mistral, Stinger, HOT -3, Trigat e o Hellfire II; além de foguetes não guiados de 70 mm e canhão Giat AM 30781 de 30mm.

Tais equipamentos bélicos modernos e de alta velocidade, além de poderosamente armados, seriam da maior valia às FAs do Brasil na defesa da Amazônia Verde, pois, vinculados ao Aeromóvel ou Exército Móvel, que permitiriam as sua manobras militares, velocidade e precisão requeridas em tal teatro operacional.Mas que seja, realmente, um compromisso realmente sério com a sociedade brasileira.

Pois, vemos na mídia diariamente, que o Brasil assina Acordos Militares , Documentos de Intenções, mas não executa nada. Que tipo de jogo é esse afinal ? È brincar demais com coisas sérias que preocupam, pesadamente, os brasileiros patriotas.

Os equipamentos citados, são meros exemplos de modernos equipamentos bélicos,que provavelmente não poderão ser adquiridos porque a consciência do povo brasileiro está, continuadamente, voltada para outros pontos e, como se afirma, não há (???) recursos financeiros feitos disponíveis para isso.

Mas, se produzidos pelo Brasil, com os melhores armamentos, seriam excelentes medidas estratégicas além de bem suportável a relação gerada de Custos e Benefícios, com a participação nacional da Imbel, da Helibrás, da Avibrás, da Mectron, da Atech, da Aeromot, dos Estaleiros Navais da MG do Brasil, da Inace ( Ceará), da CEPPE e Columbus, e outras, a obtenção dos desejáveis modelos nacionais, desenvolvidos em fábricas do Brasil, que progressivamente, com a evolução industrial do projeto, mediante emprego operacional e conseqüente, com o aperfeiçoamento de todos os itens, alcançando um excelente desempenho militar.

Temos ótimos engenheiros militares e experiência industrial suficiente no setor militar, basta os governos respeitarem estes profissionais e determinarem sua imediata produção através de um vigoroso Orçamento Militar.

Devemos ter sabedoria e paciência, principalmente na industria militar, para obtermos os melhores modelos para as necessidade brasileira na Amazônia Verde, e sobretudo obtermos o estabelecimento de firme industria militar de armas no Brasil. Para termos uma idéia de quanto robusta a industria militar no Brasil deve ser com urgência necessária, vejamos como exemplo, os Sistemas de Mísseis Antiaéreo que, rapidamente, ficam defasados no tempo, exigindo um contínuo aperfeiçoamento técnico. Lembrem-se do fim melancólico do Sistema de Mísseis Antiaéreo Marder Roland Alemão!! Agora vem a notícia que uma comissão do EB está na Rússia negociando a compra de um esquadrão inteiro do Sistema Antiaéreo Russo TOR – M2E.

Vamos torcer muito!! Voltando ao assunto dos Navios–Patrulhas e Lanchas de Ataque, o exemplo que citamos a Engepron vinculada à MG do Brasil, através da INACE, vai construir Navios-Patrulhas da Classe Vigilante para marinhas de outros países e para o Brasil, entretanto, por uma grande infelicidade nossa, a versão brasileira só será armado com um canhão de 40 mm(????– por favor me digam, o que a MG do Brasil pretende realizar com um navio-patrulha deste tipo?? —Vai enfrentar os índios Tupi-Guarani ??), ao contrário dos outros modelos que contaram com um canhão Bofors de 57mm, e outro Oto Melara de 76mm.

Não vamos nos esquecer dos motivos da falência da Engesa, assim esperamos, que não se repita os mesmos erros do desinteresse governamental.“A última advertência: — o Governo Brasileiro envolvido na campanha eleitoral de 2010, afirmou que os recursos do Pré-Sal serão todos usados, exclusivamente, no Social”. Sem orçamento militar para produção de armas e equipamentos bélicos não adianta nada sonhar.

O perigo da realidade no novo governo a ser instalado no País, será justamente o Plano Estratégico Militar das FAs do Brasil, com os patriotas, que ainda restam no Brasil, irem diretamente para o ralo !! –Até quando, Sempre Brasil, não sei.. ??? OVelhoPatriota. Luiz

O VelhoPatriota – O Plano Brasil : Luiz.

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NOTA DO BLOG: Os artigos publicados na seção O velho Patriota não necessariamente refletem a opinão do Blog PLANO BRASIL, simplesmente por se tratarem de textos de autoria e responsabildades do autor.

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