Defesa & Geopolítica

CENTCOM apresenta vídeo do abate da aeronave BAMS-D da Marinha dos EUA no Estreito de Ormuz

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Tradução e adaptação-E.M.Pinto

O Comando Central dos EUA (CENTCOM) confirmou que uma aeronave não tripulada de Vigilância Marítima de Área extendida da Marinha dos EUA (acrônimo em inglês- BAMS-D) foi derrubada por um sistema de mísseis terra-ar iraniano. 

O comando afirmou que a aeronave estava operando no espaço aéreo internacional sobre o Estreito de Hormuz, aproximadamente às 23h35 GMT de 19 de junho de 2019.

O CENTCOM refutou as reportagens iranianas de que a aeronave estava sobrevoava o espaço aéreo do Irã.

De acordo com uma nota do New York Times, os preparativos para um ataque de retaliação pelos EUA estavam bem encaminhados quando foram abruptamente cancelados. O ataque seria realizado na madrugada de 21 de junho para minimizar o riscos de danos aos civis iranianos. Outros artigos afirmaram que os ativos da Marinha dos EUA na região foram colocados em um período de 72 horas de espera para um possível ataque.

O BAMS-D é um sistema de aeronave não tripulada de grande altitude (acrônimo – HALE), baseado na aeronave RQ-4A Global Hawk e é um predecessor do MQ-4C Triton (imagem) , que inicialmente havia sido suspeito de ter sido abatido.

Informações das redes iranianas dão conta que a aeronave sobrevoava  área conjuntamente a uma aeronave P8 Poseidon o qual possuia 35 tripulantes. Em nota, os oficiais iranianos atestam que poderiam ter abatido o P-8 com seus 35 tripulantes, mas mandaram um recado à Washington ao selecionar a aeronave não tripulada que segundo eles, sobreboava o seu espaço soberano. O pentagono refuta veementemente estas informações.

 

Fonte: Naval Today

4 Comments

  1. Que pena que não foi uma das lendas urbanas americana; o Parvão ( F-22 ) e a banana split highttec ( F-35 ) … contudo …. bem feito… mais um ponto para o povo aguerrido do Irã.

    • HMS TIRELESS says:

      Deixe o sofrido povo iraniano fora desse delírio terceiro mundista sim!?

      Tratou-se de um ato de pirataria do regime dos aiatolás no intuito de arrastar os EUA para uma série de escaramuças que inevitavelmente provocariam o aumento do preço do petróleo. Ocorre que Trump não engoliu a isca e corretamente usou a arma correta ou seja, as sanções. Ou seja, em pouquíssimo tempo os aiatolás terão amargado um prejuízo que superará em muito o valor do drone abatido.

      E por falar nas capacidades militares iranianas cumpre lembrar que estão se mostrando absolutamente incapazes de deter os ataques das IDFs que os alvejam na Síria sendo que alguns dos mesmos já estão sendo realizados pelos F-35, que sambam à vontade em cima dos S-300 fornecidos pelos russos à Bachar Al Assad. E não custa lembrar que o F-22 têm interceptado impunemente os Su-35 nos céus da Síria.

      Chato né?

      • Huahuahuahahuahua ato de pirataria? Ato de pirataria é invadir o espaço aéreo de outro país Huahuahuahuahau

      • HMS TIRELESS says:

        O GPS diz outra coisa ou seja, que o drone estava em águas internacionais quando foi atacado pelos iranianos..

        E agora? huahuahhuahuahuahuahuahuah

        Mas persista afinal como diria Raul Seixas “Tente outra vez!” huahuahuahhuahhuahuah

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