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SIG SAUER pretende abrir fábrica de armas no Brasil

Com a eleição de Bolsonaro, representantes da fabricante de armas Sig Sauer reuniram-se com a Secretaria Nacional de Segurança Pública para tratar do tema

A fabricante americana de armas Sig Sauer, fornecedora do Exército dos Estados Unidos, pretende abrir uma fábrica no Brasil até 2020, com investimento de 54 milhões de dólares. A implementação depende de uma eventual abertura do mercado brasileiro, hoje fechado para estrangeiros.

Com a eleição de Jair Bolsonaro, favorável à abertura, representantes da companhia reuniram-se com a Secretaria Nacional de Segurança Pública para tratar do tema. A empresa ainda estuda qual o estado mais indicado para a instalação da fábrica. Os candidatos são Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará, Goiás e Pernambuco.

A Sig Sauer vendeu 21.000 pistolas no Brasil desde o final de 2017. A companhia também tem a intenção de instalar, em 2019, dois centros de treinamento no país, com investimento de 2 milhões de dólares em cada um.

Fonte: Exame

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Arábia Saudita pretende investir na indústria bélica Sul Africana

O diretor executivo da estatal de Defesa Saudita Saudi Military Industries ( SAMI ), Andreas Schwer , espera fechar os primeiros acordos de cooperação/associação com empresas sul-africanas este ano. O Governo Saudita criou SAMI em 2017, com o objetivo de criar um polo de defesa na Arábia Saudita e futuramente colocar a empresa entre as 25 maiores empresas de defesa do mundo até o ano de 2030.

A empresa Saudita atualmente está focando na indústria bélica Sul Africana. Embora não tenha revelado quais são seus possíveis parceiros, já ficou claro que a Arábia Saudita está considerando adquirir parte da sul-africana Denel SOC Ltd . A Arábia Saudita fez uma oferta de US $ 1 bilhão por uma ampla parceria com o grupo Denel, que incluiria a aquisição de uma participação na joint venture Rheinmetall Denel Munition (Rheinmetall 51% e Denel 49% das ações).

O Departamento de Empresas Públicas da África do Sul, responsável por supervisionar Denel, reconheceu que ele está mantendo conversações com os sauditas, mas se recusou a dar detalhes sobre um possível acordo. A principal empresa privada aeroespacial e de defesa do continente africano a Paramount Group , também reconheceu conversas com os sauditas, embora sem dar muitos mais detalhes. Schwer esclareceu, por sua vez, que eles estão mantendo “conversas com as principais empresas sul-africanas, não apenas com a Paramount e a Denel”.

A Arábia Saudita atualmente é o terceiro país com o maior gasto militar do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos e a China. O orçamento de defesa Saudita foi de 69,400 bilhões de dólares em 2017. Boa parte desse orçamento acaba em empresas estrangeiras, uma vez que o país não possui grande capacidade de fabricação local. Na verdade, é atualmente o segundo maior importador de armas do mundo.

Arábia Saudita quer investir em empresas militares sul-africanas para que no futuro possa desenvolver uma indústria de nacional de defesa tão poderosa que seja capaz de absorver metade de todos os gastos militares nacionais até 2030 . A indústria de defesa da África do Sul, possui um importante papel na indústria local há alguns anos, passando por um declínio após a última década de redução nos gastos com defesa em todo o mundo e o enfraquecimento do mercado doméstico.

 

Com Informações de Agências Internacionais

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Parque Regional de Manutenção da 5ª Região Militar (Pq R Mnt/5) atinge marco histórico na produção do milésimo colete de proteção balística

O Parque Regional de Manutenção da 5ª Região Militar (Pq R Mnt/5) atingiu, no mês de setembro do corrente ano, o marco histórico da produção do milésimo colete de proteção balística, projeto inteiramente pensado e desenvolvido no seio da própria organização militar e cujo ineditismo e qualidade cooperam com a proteção do bem mais precioso da Força Terrestre “o recurso humano”.

O objetivo dos engenheiros e técnicos do PqRMnt/5 foi desenvolver um produto que servisse como referência em termos de qualidade da proteção balística e custos. Um dos aspectos aperfeiçoados no projeto dos coletes é a maior resistência à degradação dos painéis balísticos causada pela exposição à umidade. Atualmente, outros modelos estão em estudo no PqRMnt/5.

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Escola Superior de Guerra do Brasil recebe prêmio nos Estados Unidos

O General de Exército do Exército Brasileiro Décio Luis Schons, comandante da Escola Superior de Guerra, recebe o prêmio William J. Perry 2018 na categoria institucional de Excelência no Ensino de Segurança e Defesa. (Foto: Ministério da Defesa do Brasil)
A Escola Superior de Guerra do Brasil recebeu o prêmio William J. Perry 2018 por excelência no ensino de segurança e defesa.

A Escola Superior de Guerra (ESG) do Brasil recebeu o prêmio 2018 na categoria institucional de Excelência no Ensino de Segurança e Defesa do Centro de Estudos Hemisféricos de Defesa William J. Perry. Anualmente, o centro premia pessoas ou instituições que prestam serviços à comunidade em assuntos relacionados à segurança e à defesa.

O comitê encarregado da premiação busca pessoas e instituições que tenham atingido os mais altos padrões de excelência acadêmica e demonstrado um compromisso duradouro com os programas de educação que abordam desafios atuais e futuros de segurança e defesa. A cerimônia foi realizada no dia 20 de setembro de 2018, com a presença de dirigentes políticos, autoridades diplomáticas e das forças armadas da Argentina, do Chile, da Colômbia, do Paraguai e do Peru, entre outros. Participaram também funcionários do Departamento de Estado dos Estados Unidos e de universidades.

O General de Exército do Exército Brasileiro (EB) Décio Luis Schons, comandante da ESG, recebeu o prêmio das mãos do General de Exército dos EUA Frederick S. Rudesheim, diretor do Centro de Estudos Hemisféricos de Defesa William J. Perry. “Esperamos que nos próximos anos possamos continuar cooperando no âmbito bilateral e multilateral com os Estados Unidos”, disse o Gen Ex Schons, que destacou que ambos os países compartilham valores como o respeito pela democracia e pela supremacia das leis.

“Na minha gestão na escola, nos concentramos em ampliar a projeção internacional da instituição e, assim sendo, contratamos 15 novos docentes brasileiros e estrangeiros, todos com doutorado, 13 para o campus do Rio de Janeiro e dois para o de Brasília. Investir em educação e formação em defesa é essencial para o Brasil e para a região atualmente”, afirmou o Gen Ex Schons.

O oficial disse que o prêmio é um incentivo para continuarem aprofundando as políticas adotadas nesses anos. “A ampliação da escola em termos territoriais deve continuar sendo uma diretriz para guiar nosso trabalho. Por exemplo, em 2011 a ESG se expandiu para Brasília. A ESG continua sendo o espaço mais importante na definição das estratégias de relações internacionais para o Brasil”, acrescentou o Gen Ex Schons.

O prêmio William J. Perry

O prêmio leva o nome do ex-secretário de Defesa dos Estados Unidos William J. Perry, que foi quem propôs a criação do Centro de Estudos Hemisféricos de Defesa, após a realização das duas primeiras conferências de Ministros de Defesa das Américas. O Centro de Estudos Hemisféricos de Defesa surgiu em 1997 como uma proposta acadêmica regional, onde os países pudessem reforçar a liderança em defesa e segurança. O centro foi rebatizado em homenagem ao secretário Perry em abril de 2013.

Em 2017, a Universidade Militar de Nueva Granada, em Bogotá, Colômbia, recebeu a distinção. A Secretaria Técnica do Conselho Nacional de Segurança e o Centro de Estudos de Política de Defesa da Guatemala, o Centro de Estudos Superiores Navais do México, o Colégio de Altos Estudos Estratégicos de El Salvador e a Academia Nacional de Estudos Políticos e Estratégicos do Chile são outras instituições premiadas em anos anteriores na categoria institucional do Centro William J. Perry.

Escola Superior de Guerra e relações internacionais

Ao longo dos seus 69 anos de vida, a ESG já promoveu as relações internacionais em nível governamental e também acadêmico, através da articulação regional e internacional das forças armadas, de institutos de pesquisas e de laboratórios de ideias. Nesse período foram formados 8.000 especialistas em assuntos de defesa.

O Instituto de Doutrina de Operações Conjuntas (IDOC), no Rio de Janeiro, trabalha lado a lado com a ESG para uniformizar o ensino doutrinário das escolas de altos estudos da Marinha, do Exército e da Força Aérea Brasileira. O IDOC e a ESG realizam eventos como o Seminário de Doutrina de Operações Conjuntas entre o Brasil e o Paraguai e o Seminário Regional Sul-Americano: Combatendo as Ameaças Transnacionais, promovido em conjunto com a Colômbia.

O General de Brigada do EB Umberto Ramos de Andrade, que participou da cerimônia de premiação, explicou que ambas as instituições atuam em sinergia com o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, com o objetivo de realizar trabalhos conjuntos no futuro. “Essas atividades nos permitem avaliar e coordenar as ações da diplomacia militar, bem como planejar política e estrategicamente a segurança internacional e a defesa nacional.”

Fonte: Dialogo Americas