Defesa & Geopolítica

Army-2018: Revelado o conceito do novo Porta Aviões “leve”

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 E.M.Pinto

No fórum “Army-2018” os participantes tiveram a oportunidade de ver o modelo de um porta-aviões leve e multiuso em desenvolvimento pelo Instituto Kyrlov. A princípio não foi manifestado o interesse do navio pela Marinha Russa.

O modelo Apresentado no  estande do Centro de Pesquisa do Estado de Krylov, claramente diferia das maquetes previamente apresentadas em outras feiras e eventos. O modelo exposto exibe um deck superior cuja configuração permite a operação simultânea de várias aeronaves.

Segundo as informações o novo porta-aviões teria um deslocamento total de 44 mil toneladas e seria capaz de operar cerca de 46 aeronaves, incluindo caças pesados ​​e leves, vários helicópteros e aeronaves alerta aéreo antecipado.

Para comparação, em um cruzador Porta aviões aviões, Almirante Kuznetsov, possui um deslocamento máximo de cerca de 58 mil toneladas, o projeto previa a operação de cerca de 50 aeronaves e helicópteros, na realidade, a ala aérea sempre operou com números menores. O Kuznetsov possui um alcance da navegação é de 8000 milhas, a autonomia é de 60 dias. O porta-aviões possui uma poderosa defesa antiaérea, anti-torpedo e anti-submarino.

Segundo o instituto Kyrlov o projeto apresentado interessou inclusive à estrangeiros, em particular, os franceses.  As suposições levantadas até mesmo antes do é de que o modelo seja destinado a um cliente estrangeiro embora se afirme que o mesmo também foi apresentado para a Marinha Russa.

Até então sabe-se que a Marinha Russa pauta a sua escolha no Project 23000 (“Storm”). O esboço preliminar sugere desse navio apresenta um deslocamento de 80.000 a 90.000 toneladas. O navio será equipado com uma unidade de propulsão combinada que compreende um reator nuclear e um motor de turbina a gás. O grupo de porta-aviões deve consistir em até 60 aeronaves.

Quanto a um possível deslocamento de um avançado porta-aviões russo, o instituto havia informado previamente que as especificações da Marinha Russa, apontam para um navio com deslocamento entre 60.000 a 100.000 toneladas. Essa diferença pode ser explicada: a escolha do deslocamento de água depende diretamente do tipo de propulsão que será usada para operar um navio.

As autoridades da Marinha russa presentes no evento disseram anteriormente que a frota russa espera receber um porta-aviões avançado movido a energia nuclear com um deslocamento de não menos de 70 mil toneladas até 2030.

5 Comments

  1. Eduardo Ramos says:

    Isso mesmo “leve” um monstrão desses com 60 aeronaves deslocando 100,000 ton o Kuznetsov tem quase 60,000 ton e duas ilhas deve ser leve na cabeças do projetistas dos enormes navios Russos.

  2. Eduardo Ramos says:

    Isso mesmo “leve” um monstrão desses com 60 aeronaves deslocando 90,000 ton o Kuznetsov tem quase 60,000 ton e duas ilhas deve ser leve na cabeças do projetistas dos enormes navios Russos.

  3. Gilbert says:

    Olha aí a opção de PA a ser oferecida pela Rússia a Marinha Brasileira. Resta saber o preço

  4. Deve ser o preço de uma média com pão com manteiga!!! Na padaria do portuga!!!

    O Brasil só compra lixo dos Países amigos!!! Jamais vamos ter algo novo, tivemos já!!! Mais com tecnologia ultrapassada, o Brasil é quintal dos EUA, não precisa de armas. Pra que armas? Se não brigamos contra nínguém, somos capachos dos gringos!!!

    Jamais seremos um País aos moldes do falecido Getúlio Vargas, pode entrar Direita, entrar a esquerda!!! Quando o Brasil vai bombar vem um golpe e pronto!!!

    Somos quintal dos EUA, e a nossa elite quer ser Norte Americana!!! E os ricos quere ser Elite, e a Classe média quer ser rica que ser Elite e assim por diante!!! Jamais deixaremos de ser o País casa da Mãe Joana!!! E não me venham com Bolsonaro!!! Esse cara ai é um embuste a inteligência e um monumento ao entreguismo!!! Paremos de ser ingênuos, um cara que se curva a bandeira do País mais opressor do Planeta!!! Palhaçada!!!

    Que orneiem os puxa sacos!!!

  5. Flamenguista de São Januário says:

    Kkkkkk, depois da venda frustrada dos Mistral, ainda tem clima pra russos e franceses fazerem negócios no campo militar?

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