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BMPT "Terminator" será montado sobre a plataforma do Armata

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

O Comandante das tropas do distrito Alexander Lapin  informou que o Distrito Militar Central começará a receber depois de 2020, os veículos de combate Terminator 2 montados sobre a plataforma do novo carro de combate T-14  “Armata”

Os veículos de apoio de carros de combate  (BMPT) “Terminator” começaram a ser entregues  no Distrito Militar Central (TsVO) em 2018.  e segundo  o tenente-general Alexander Lapin.

“Este é um bom veículo de combate, eu testei em condições de combate, entrará em operação nas tropas do distrito este ano”,disse ele.

 

O atual veículo sobre Lagarta de combate blindada BMPT “Terminator” é baseado no carro de combate  T-90. Está armado com dois canhões de 30 mm, uma metralhadora de grosso calibre e um sistema de arma anti carro “Ataka-T”. A tripulação é de cinco integrantes. A máquina é projetada para derrotar alvos protegidos como carros de combate, veículos levemente blindados altamente móveis, forças inimigas vivas equipadas com lançadores de granadas e sistemas de mísseis anticarro.

Sobre o “Armata”,  Lapin reforçou que trata-se de uma plataforma unificada de lagarta pesada com base no carro principal de combate que derivou para uma família composta por um veículo de combate de infantaria, um veículo blindado de transporte de pessoal e vários outros veículos blindados que estão sendo construídos.

O  T-14, criado na plataforma Armata, foi exibido pela primeira vez publicamente no desfile do Dia da Vitória em Moscou em 9 de maio de 2015. O novo veículo de combate recebeu equipamentos completamente digitais, uma torre desabitada, uma cápsula isolada para a tripulação. Mais cedo, o vice-primeiro-ministro Dmitry Rogozin informou que a operação experimental-militar do carro será realizada em 2019.

Fonte-Defence.Ru

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Helicóptero utilitário médio chinês Z-20 entra em estágios finais de desenvolvimento

Tradução e adaptação-E,M,Pinto

Novas imagens do helicóptero utilitário médio chinês de 10 ton sugerem que programa esteja em fase final de testes e que logo a aeronave estará pronta para testes operacionais pelo Exército Popular de Libertação da China.

O Z-20 Medium Lift Utility  já completou seus testes de alta altitude no aeródromo de Xiahe, na província chinesa de Gansu. A aeronave tem uma forte semelhança com o seu homólogo americano S-70C (versão de exportação do Sikorsky UH-60 Black Hawk) que está em serviço com o Exército de Libertação do Povo desde 1980.

Porém o helicóptero chinês certamente não é inteiramente uma cópia, pois emprega um rotor principal de cinco pás, diferente do rotor principal de quatro pás usado pelo S-70. Uma vez que seu desenvolvimento esteja completo e seja aceito em serviço, versões adicionais como o helicóptero naval multitarefa  para guerra anti-submarino (ASW), guerra anti-superfície (ASUW) e combate de busca e salvamento (CSAR) também começarão a surgir outros novos modelos inclusive apra funções civis.

O projeto desenvolvido pela Harbin foi inicialmente exibido em agosto de 2013 e apresentavam o primeiro protótipo sendo transportado por uma rodovia. O primeiro protótipo teria deixado a linha de montagem em dezembro de 2012, segundo as informações, esta aeronave estava equipada provisoriamente com o motor WZ-6C de ~ 1.500 kW.

http://www.planobrazil.com/harbin-z-20-o-black-hawk-lee/

http://www.planobrazil.com/z-20-heicoptero-multmissao-chinez/

http://www.planobrazil.com/china-revela-o-seu-black-hawk-lee-z-20/

 

https://www.planobrazil.com/seria-ele-o-z-20/comment-page-1/

 

 

Fonte: Chinese military review

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Brasil Defesa

Navio brasileiro participa de exercício internacional em região africana

Marinha do Brasil e Marinha da Angola trocam experiências em águas internacionais
O Navio Patrulha Oceânico “Amazonas” participou do exercício multinacional “Obangame Express 2018”, realizado na costa da África, e conduzido pela U.S. Naval Forces Africa do Comando Africano dos Estados Unidos, entre os dias 21 e 29 de março. Esta foi a quinta participação da Marinha do Brasil no exercício que ocorre anualmente desde 2010.
A operação contou com a mobilização de efetivos das Marinhas africanas, americanas e europeias, totalizando 31 países, permitindo a interoperabilidade das nações participantes a fim de contribuir para o incremento da segurança marítima no Golfo da Guiné. O “Amazonas” atuou nas águas de jurisdição de Angola, República Democrática do Congo e República do Congo, realizando exercícios de segurança na Zona Econômica Exclusiva (ZEE) e de combate à pirataria, ao roubo armado, à pesca ilegal, ao tráfico ilícito de drogas e de pessoas.
De acordo com o Comandante do Navio, Capitão de Fragata Márcio Braga de Souza, o “Obangame Express” proporcionou compartilhar com outras Marinhas a doutrina e os procedimentos adotados no Brasil, além da troca de experiências em relação à atuação em águas internacionais. “Mostramos nossa bandeira em águas jurisdicionais de países africanos de importância estratégica para o Brasil. Pudemos constatar como eles estão lidando no combate aos crimes de pirataria e tráfico no mar. Além de estreitar nossos laços de amizade e cooperação”, afirmou.
Tripulação do NaPaOc “Amazonas” durante a operação “Obangame Express 2018”

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Brasil Defesa

Programa de Qualificação avança na Força de Superfície

Aeronave em aproximação ao NDM “Bahia”
A Força de Superfície foi selecionada pela Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM) para a segunda fase da implantação do Programa de Qualificação para o Serviço de Oficiais e Praças (PQS).
O PQS tem como propósito, prover aos Oficiais e as Praças conhecimentos complementares, habilidades e comportamentos requeridos para a participação em escalas de serviço, para o guarnecimento de estações e para a execução de outras tarefas, necessárias à operação segura e adequada de uma embarcação, navio, sistema ou seu apoio direto. O PQS é um Sistema que certifica a Qualificação de Oficiais e Praças, a partir de um conjunto de conhecimentos teóricos e experiências operacionais.
Durante a primeira fase do programa, foram desenvolvidos modelos de qualificação para a Corveta “Barroso” e para o Navio Patrulha Oceânico Classe “Amazonas”, além dos modelos para a qualificação dos marinheiros do Quadro de Praças da Armada, que já poderão ser aplicados, a partir deste ano, aos MN-QPA oriundos das Escolas de Aprendizes Marinheiros de 2017.
Na segunda fase, os modelos aprovados da Corveta “Barroso” e do Navio Patrulha Oceânico Classe “Amazonas” servirão de base para a confecção dos modelos dos demais navios, com previsão de prontificação até setembro de 2018. Respeitando o planejamento de implantação do programa, estão em elaboração, pelo Grupo de Desenvolvimento e Gestão do PQS (GRDPQS) da DEnsM, os modelos do Navio Doca Multipropósito “Bahia” e da Fragata “União”.
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Fragata “União”
Fonte: Marinha do Brasil

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TÁTICAS, TÉCNICAS E PROCEDIMENTOS DE SALTO LIVRE OPERACIONAL À GRANDE ALTITUDE AGITAM CÉUS DA ESPANHA.

León (Espanha) – No período de 3 a 11 de maio, na cidader de León, no Reino da Espanha, a Companhia de Precursores Paraquedista (Cia Prec Pqdt) participou do Exercício OTAN Lone Paratrooper2018. O Exercício consiste em um intercâmbio de táticas, técnicas e procedimentos de Salto Livre Operacional à Grande Altitude (HAHO – HALO).

Neste ano, participaram Unidades Operacionais da Brasil, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Itália e Portugal, realizando saltos a 12.000, 18.000 e 24.000 pés, a partir de aeronaves C-295 e C-130 espanholas e um C-130 do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos da América. Ao término do Exercício, as equipes participantes tiveram a oportunidade de atualizar seus conhecimentos e empregar materiais de última geração nesse tipo de infiltração.

A Equipe brasileira foi composta pelo Major Rafael de Oliveira Penteado, Comandante da Cia Prec Pqdt; do Major Flávio Sentone Júnior, do Centro de Instrução Pára-quedista General Penha Brasil; e dos Segundo-Sargentos Anderson Luis Cordeiro e Alexandre Cordeiro Santos, ambos da Cia Prec Pqdt.

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O que o Exército me ensinou sobre liderança: a liderança nos diferentes níveis

Um questionamento bastante frequente quando se está tratando do assunto Liderança é se ela ocorre do mesmo modo, em todos os níveis. Um jovem tenente, comandante de um pelotão formado por cerca de trinta homens, lidera da mesma forma que um general, que comanda alguns milhares?

A resposta não é tão simples como pode parecer. Para tentar esclarecer o assunto, precisamos tratar dos conceitos de Liderança Direta e Liderança Indireta. A primeira é aquela exercida pelos comandantes diretamente sobre seus subordinados. É a liderança do “olho no olho”, em que o líder estabelece vínculos diretos com seus liderados. É nela que o exemplo se manifesta de modo mais intenso. A última é aquela exercida pelos comandantes de nível mais elevado, por intermédio de seus líderes subordinados, sem o contato direto, utilizando-se de uma cadeia de comando.

Assim, parece claro que, enquanto os líderes nos primeiros níveis de uma cadeia de comando, como os tenentes, exercem basicamente a Liderança Direta, aqueles que estão nos últimos níveis exercem, em muito maior proporção, a Liderança Indireta. Enquanto os primeiros lideram times, os últimos comandam “times de times”.

Se as crenças e os valores que forjam o caráter do líder permanecem imutáveis ao longo de todos os níveis da organização, as competências, certamente, não são as mesmas. A Liderança Direta exige ação para o atingimento de objetivos definidos. A Liderança Indireta exige a capacidade de inspirar líderes subordinados à ação para o atingimento de vários objetivos, diferentes e complementares, que, em conjunto, levarão a organização como um todo a alcançar suas metas.

Se, na Liderança Direta, as competências técnicas são fundamentais, na Indireta as habilidades político-estratégicas ganham destaque. Um tenente conhece todos os modernos sistemas de armas utilizados por seu pelotão. Um general cria visão de futuro, impulsiona as mudanças em direção dessa visão e alinha estratégias para que se chegue até lá.

Neste ponto, podemos retornar à pergunta do primeiro parágrafo. Líderes de diferentes níveis lideram da mesma forma? A resposta a essa pergunta é dada ao se verificar que tipo de liderança está sendo exercida naquele momento: direta ou indireta? Meditar sobre isso nos auxilia a entender melhor o fenômeno da Liderança.

(Colaboração de aluno da ECEME)

Fonte: EBLOG