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A Rússia vai construir um novo porta-aviões para a Marinha

Aviaton Russo »Domingo 25 de fevereiro de 2018 14:21 MSK

Tradução e adaptação: E.M.Pinto- Plano Brasil

Um novo porta-aviões será construído para a Marinha russa, disse Nikolai Maksimov, chefe do Instituto de Construção Naval e Armamento do Centro de Treinamento e Pesquisa Militar da Marinha do Ministério da Defesa da Rússia. A declaração foi feita à Interfax.

“O complexo de construção de aeronaves está planejado para ser construído, que incluirá o próprio porta-aviões, a ala aérea e o sistema de localização”, disse ele no canal de TV Zvezda.

O novo porta-aviões combinará a rampa sky jump com um sistema de catapulta, disse o chefe ao canal do Departamento de planejamento de navios do centro educacional e científico militar da Marinha do Ministério da Defesa da Federação Russa, Vladimir Pepelyaev.

“Se combinarmos a rampa Sky jump+ catapulta então aumentaremos as oportunidades com o peso das aeronaves”, disse ele.

Segundo ele,  o porta-aviões será basicamente equipado com caças Su-57 de quinta geração, isso,  caso haja a decisão sobre o desenvolvimento da sua versão marítima.

“Su-57 será adotado para o convés, se assim o for decidido”, disse Pepelyaev.

Fonte:RuAviation

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Possíveis unidades lançadoras Modernizadas do sistemas Patriot para a Suécia


 
   Tradução e adaptação- Ghost – Plano Brasil

O Departamento de Estado dos Estados Unidos estabeleceu uma decisão aprovando uma possível venda militar estrangeira para a Suécia do sistema Patriot – PAC-3 + unidades de fogo modernizadas por um custo estimado de US$ 3,2 bilhões. A Agência de Cooperação de Segurança da Defesa entregou a certificação exigida notificando o Congresso desta possível venda.

O Governo da Suécia solicitou a compra de quatro Unidades lançadoras Modernizadas e quatro conjuntos de radar AN / MPQ-65, quatro estações de controle de engajamento AN / MSQ-132, nove grupos de mastro de antena, doze estações de lançamento M903, cem Patriot MIM-104E , duzentos mísseis MSE (Patriot Advanced Capabilty-3) (PAC-3) e quatro unidades geradoras de potência (EPP) III.

Também estão incluídos neste pedido:

  • Equipamentos de comunicação,
  • Ferramentas,
  • Equipamentos de teste,
  • Softwares de  teste,
  • Equipamentos de suporte para incluir veículos associados,
  • Motores principais,
  • Geradores,
  • Publicações e documentação técnica,
  • Equipamentos de treinamento,
  • Peças de reposição e reparação,
  • Treinamento de pessoal,
  • Assistência técnica de campo (TAFT),
  • Aerviços de suporte técnico,
  • Engenharia e logística,
  • Integração de Sistemas e Checkout (SICO),
  • Suporte de campo e
  • Outros elementos relacionados de logística e suporte aos softwares.

O custo estimado total do programa é de US $ 3,2 bilhões. Os principais contratados serão a Raytheon Corporation em Andover, Massachusetts e a Lockheed-Martin em Dallas, Texas. Não há contratos de compensação conhecidos propostos em conexão com essa venda potencial.

Esta proposta de venda apoiará a política externa e os objetivos de segurança nacional dos Estados Unidos, ajudando a melhorar a segurança de um parceiro estratégico que tem sido, e continua sendo, uma força importante para a estabilidade política e o progresso econômico na região do Mar Báltico e através da Europa.

A proposta de venda do sistema de mísseis Patriot melhorará a capacidade de defesa antimíssil da Suécia. A venda proposta apoiará a interoperabilidade com as forças dos EUA e da OTAN. A venda proposta deste equipamento não alterará o equilíbrio militar básico na região.

A implementação desta venda exigirá que aproximadamente 24  representantes do governo dos EUA e 32 contratados viajem para a Suécia por um período prolongado para o processamento dos equipamentos / colocação em campo, verificação do sistema, de treinamento, suporte técnico e logístico.

Fonte: Army Recognition

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Quais são as ‘guerras secretas’ do poderoso Exército de Israel

Piloto israelense em um F-16Direito de imagemGETTY IMAGES
Image captionSuspeita-se que a Força Aérea israelense atue também na península do Sinai, no Egito

Israel não perdia um avião em combate desde 1982, por isso o incidente disparou todos os alarmes possíveis. A derrubada, no sábado passado, de um caça F-16 do país pela artilharia antiaérea de forças sírias leais ao presidente Bashar Al-Assad foi interpretada como um passo preocupante na escalada bélica entre Israel e Irã, grande rival do país e aliado do governo da Síria.

Segundo a versão de autoridades israelenses, o avião foi interceptado quando voltava de uma ação em resposta à incursão no espaço áereo de Israel por um drone iraniano operado a partir da Síria. Teerã negou as acusações e diz que Israel violou a soberania síria com constantes operações aéreas.

O episódio revelou o esforço da poderosa máquina militar israelense para combater a crescente presença iraniana na Síria, algo que o país normalmente prefere manter em segredo.

De acordo com diversas fontes, a Síria não é a única frente de combate atual para Israel, que fica rodeado por países e grupos armados muçulmanos, no que avalia ser uma constante batalha por sua segurança.

Hoje, são três as áreas prioritárias para os estrategistas das Forças de Defesa, como Israel denomina suas Forças Armadas.

Síria: um território, vários inimigos

A derrubada do F-16 levou às manchetes uma suspeita antiga: a de que Israel não observa de braços cruzados o que ocorre no cada vez mais perigoso vespeiro sírio. “Aviões israelenses têm operado constantemente sobre a Síria nos últimos anos”, destaca Jonathan Marcus, especialista em assuntos de segurança e defesa da BBC.

Soldados irealenses nas Colinas de GolanDireito de imagemAFP
Image captionOs militares de Israel estão preocupados com a evolução dos acontecimento na Síria

“Israel está alarmado com a forma como as coisas estão acontecendo na guerra civil síria.”

A ajuda russa e iraniana, junto com o desinteresse dos Estados Unidos, que tem evitado se envolver a fundo no conflito e se concentrado na luta contra o grupo extremista autodenominado Estado Islâmico (EI), têm permitido que Assad se mantenha no poder.

Mas isso não é o que mais inquieta o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, e seus assessores. David Makovsky, analista do centro de estudos Washington Institute for Near East Policy, nos Estados Unidos, diz que “Teerã tem se aproveitado da guerra para criar uma estrutura militar permanente na Síria”.

Soldado israelente com arma apontadaDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionAs forças israelenses tentam combater a influência crescente do Irã na Síria

Em 11 de fevereiro, o general Yoel Strick, chefe do Comando Norte do Exército israelense, também alertou sobre as intenções do Irã. “Não permitiremos”, afirmou.

Esta estrutura militar que estaria sendo montada por Teerã inclui a abertura de rotas e o envio de equipamentos e armamentos para apoiar milícias xiitas patrocinadas pelo país, entre elas o grupo libanês Hezbollah, outro inimigo de Israel.

Em 2006, uma guerra entre Israel e o Hezbollah obrigou a ONU a prolongar sua missão de paz na fronteira israelense com o Líbano, a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil, na sigla em inglês). “O objetivo das operações israelenses tem sido interferir no envio de armas iranianas ao Hezbollah através da Síria”, explica Marcus.

O envolvimento há sete anos na guerra síria custou muitas baixas ao grupo extremista, mas, segundo Marcus, também “deu ao grupo experiência em guerras convencionais”. Agora, pode ser um inimigo capaz de ir além das ações de guerrilha e de lançar operações mais ambiciosas.

Também fortaleceram o Hezbollah os conselhos do comando da Guarda Revolucionária, o grupo militar de elite do Irã, e os mísseis de longo alcance que suspeita-se que o Irã tenha fornecido.

Soldados da ONU e seguidores do Hezbollah no LíbanoDireito de imagemAFP
Image captionOs conflitos entre Israel e o Hezbollah fizeram com que missão de paz da ONU no Líbano fosse prolongada

Em setembro, Damasco informou que aviões de combate israelenses atacaram um centro de pesquisa militar em Masyaf, no noroeste da Síria, onde trabalham especialistas iranianos, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos, organização baseada no Reino Unido. É uma das incursões de que se teve notícia. De muitas outras, dizem especialistas, não se sabe nada.

Não está claro se a estratégia de ataques aéreos está dando resultados para Israel. O que ninguém duvida é que há um elemento que o estrategistas israelenses não podem ignorar: os russos.

O colunista Anshel Pfeffer escreveu no jornal isrealense Haaretz que “ainda que, diante de seu controle do espaço áereo sírio, a Rússia não esteja interceptando aviões israelenses, tampouco deterá as tentativas das forças de Aassad de abatê-los”.

É possível que não se passem outros 36 anos antes que outro caça israelense seja derrubado. Pfeffer acredita que, “para Israel, não há outra alternativa a não ser aceitar as regras de Moscou”.

Posto militar na fronteira entre Israel e LíbanoDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionA fronteira entre Israel e Líbano tem sido palco de enfrentamentos e protestos

Líbano: a próxima grande guerra?

Ao fim das rotas de transporte de armamento que atravessam a Síria está o Líbano, bastião do Hezbollah. Ali é guardado um poderoso arsenal que vem crescendo nos últimos anos. “O Hezbollah tem 100 mil foguetes no Líbano”, estima Makovsky.

“Teme-se que o Irã tenha entregue alguns de longo alcance e alta precisão”, destaca Marcus. É uma das razões pela qual o analista acredita que o Líbano também tenha sido alvo de ações das forças israelenses, ainda que o governo de Israel nunca tenha confirmado isso.

Em janeiro de 2015, um militar espanhol membro da Unifil morreu ao ser atingido por um projétil lançado por forças israelenses que combatiam o Hezbollah.

Restos de foguete na cidade libanesa de KaoukabaDireito de imagemAFP
Image captionEstima-se que o Hezbollah tenha 100 mil foguetes armazenados

Marcus afirma que “Israel tem um grande problema estratégico em sua fronteira ao norte”. “Há uma grande preocupação com todos esses mísseis e a grande capacidade do Hezbollah no sul do Líbano.”

Israel também teme que a chuva de foguetes com a qual foi atacado em confrontos anteriores por seus inimigos possa se tornar agora um ataque maciço, com mísseis de maior envergadura e poder de destruição. O especialista acredita “ser possível ocorrer uma intervenção em grande escala no Líbano para erradicar essa ameaça”.

Isso seria o gatilho de um novo grande conflito na região. “É muito provável, porque o arsenal de armas do outro lado da fronteira não é algo que o governo isrealense vá tolerar para sempre.”

O Líbano já foi no passado o palco de intervenções militares israelenses e um dos lugares mais castigados pela violência derivada da relação que mantém com os países árabes. Mas Marcus avalia que “uma nova guerra seria muito diferente das anteriores, e não está claro quem sairia vitorioso dela”.

“Grande parte do armamento do Hezbollah está escondido sob a terra, em vilarejos, por isso destruí-lo causaria muitas baixas entre civis e soldados israelenses nesse território.”

Sinai: uma luta à sombra do Egito

A terceira frente de conflito fica ao sul e também não é confirmada oficialmente. O jornal americano The New York Times informou recentemente, citando fontes americanas, que a Força Aérea israelense realiza há mais de dois anos ataques aéreos secretos contra grupos jihadistas que operam na península do Sinai, no Egito.

O Exército egípcio luta contra esses grupos, e o governo de Abdel Fattah El-Sisi teria pedido a colaboração de Israel. Segundo o New York Times, as aeronaves israelenses que participam dessas operações o fazem sem símbolos que identificam sua nacionalidade, como a estrela de Davi e seguem rotas habituais da aviação egípcia para dar a impressão de que fazem parte dela.

Jonathan Marcus afirma “estar claro terem ocorrido vários ataques e bombardeios, com aviões e drones na península do Sinai que não foram obra das forças egípcias, ainda que a Força Aérea do país tenha participado deles de alguma forma”.

Mesquita de Rawda após atentado em novembro de 2017Direito de imagemAFP
Image captionA zona do Sinai tem sido conário de sangrentos atentados promovidos por grupos jihadistas

A razão para a colaboração com o Egito, no passado a grande potência árabe de oposição a Israel, é que “ambos compartilham de um problema de segurança comum e muito claro no Sinai, onde operam grupos vinculados ou apoiados por jihadistas”.

Ali atuam, entre outros, o grupo conhecido como Província do Sinai (Wilayat Sinai, em árabe), que, em novembro de 2014, declarou sua lealdade ao Estado Islâmico.

A região, uma vasta extensão desértica, tem sido cenário de sangrentos atentados. Em 2015, uma bomba explodiu em um avião russo que havia decolado da cidade de Sharm el Sheikh, no sul da península, com 224 passageiros a bordo – não houve sobreviventes. Em 2017, mais de 300 fiéis morreram em um ataque a uma mesquita.

O Sinai é uma zona de interesse para a segurança israelense por sua conexão com a Faixa de Gaza, território controlado pelo movimento de resistência palestino Hamas.

A colaboração de autoridades egípcias tem permitido nos últimos anos frear o trânsito de armas e militantes pela rede de túneis escavada por insurgentes entre o Sinai e Gaza. O Cairo declarou o Sinai uma área de segurança militar e vetou o acesso de jornalistas.

Fonte: BBC Brasil

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Armored Personnel Carriers Traduções-Plano Brasil

FNSS apresenta nova geração de veículo blindado de combate na AFED 2018


Tradução e adaptação: Ghost-Plano Brasil

Por Dylan Malyasov

 A Exposição das Forças Armadas para a Diversidade de Requisitos e Capacidades (AFED) começou em Riade no domingo, sob o patrocínio do Deputado das Duas Mesquitas Sagradas, o Rei Salman bin Abdulaziz e as diretrizes do Príncipe Herdeiro Mohammed bin Salman. Durante a exposição, o fabricante australiano de veículos blindados da Savunma Sistemleri da FNSS apresentou sua nova geração de veículos de combate blindados de rodas.

FNSS revelou o veículo de combate blindado com rodas PARS III 8X8 desenvolvido com especial ênfase na mobilidade, proteção, carga útil e potencial de crescimento.

De acordo com a empresa, o PARS III está disponível nas configurações 4X4, 6X6 e 8X8. Em uma variante 8 × 8, o veículo tem massa de combate de 30.000 kg e é propelido por um motor a diesel. O Powerpack consiste em um motor a diesel refrigerado a água, juntamente com uma transmissão totalmente automática que gera uma velocidade máxima da estrada de até 100 km / h. O PARS III 8X8 é capaz de manobrar um gradiente horizontal e vertical de 60% e 30%, escalando obstáculos de 70 cm de altura e atravessando trincheiras de 200 cm de largura.

Com um alcance de mais de 800 km, o PARS III 8X8 possui tanques de combustível que incorporam medidas especiais para proteger contra explosão e punção, bem como um reservatório de combustível sob a armadura que pode ser acionado em emergências.

O casco do PARS III 8X8 pode ser elevado ao nível de proteção exigido pelo usuário graças ao sistema de armadura de design modular. A forma do casco, a estrutura do baixo-ventre, as placas de base e os bancos especialmente desenvolvidos resistentes às minas são projetados para proteger as tropas contra ameaças de minas de alto nível. O PARS III 8 × 8 tem o nível de proteção de veículos resistentes às minas produzidos para o transporte de pessoal, além de se diferenciar através do fornecimento de capacidades superiores esperadas de um veículo de combate blindado moderno.

O FNSS também revelou em 12 de julho de 2017 que Omã havia encomendado 172 veículos blindados Pars III de 8 × 8.

Fonte: Defence Blog

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Hanwha Defense Systems revela novo veículo blindado com rodas na AFED 2018

Tradução e adaptação- Ghost Plano Brasil
Por Dylan Malyasov 

A empresa sul-coreana Hanwha Defense Systems apresentou pela primeira vez o seu novo veículo blindado de rodas 6×6 na exposição AFED 2018 na Arábia Saudita. Hanwha Defense Systems revelou um modelo revisado de seu veículo de rodas blindado Black Fox 6 × 6 equipado com uma torre  armada com uma arma de 30 mm.

O Black Fox 6 × 6 foi desenvolvido com 100% de tecnologia da própria tecnologia Hanwha Defense Systems e foi projetado para receber vários sistemas de armamento e executar multiplas missões táticas. O número de tripulantes varia de acordo com o propósito da operação do veículo, mas pode conter até 12 pessoas. Ele é projetado para ampliar a capacidade de proteção para atender aos vários requisitos da força exigente.

O veículo novo possui suspensão independente que oferece um excelente desempenho de cruzeiro em campo aberto. É totalmente anfíbio, sendo propelido na água por dois jatos de água, que estão posicionados em ambos os lados na parte traseira do casco.

O veículo de rodas armado atualizado será equipado com novas estações de armas remotas equipadas com um canhão automático de 30 mm e também com uma metralhadora de 7,62 mm.

Fonte: Defence Blog

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ISRAEL TESTOU COM ÊXITO O SISTEMA DE MÍSSEIS ANTIBALÍSTICOS ARROW 3

Tradução e adaptação- Ghost Plano Brasil

Em 19 de Fevereiro de 2018, às 02:30h hora local, a Agência de Defesa de Mísseis dos EUA e a Organização de Defesa de Míssil de Israel concluíram com êxito um teste de voo do míssil antibalístico de longa distância Arrow 3, projetado para se defender contra mísseis balísticos fora da atmosfera.

A Organização de Defesa de Mísseis de Israel (IMDO) da Direção de Pesquisa e Desenvolvimento de Defesa (DDR & D) e a Agência de Defesa de Mísseis dos Estados Unidos (MDA) realizaram um primeiro ensaio bem sucedido contra um alvo simulando um míssil balístico, o alvo foi abatido por interceptor Arrow-3.

O teste do sistema de mísseis Arrow 3 foi realizado em um local de teste no centro de Israel e liderado pela Israel Aerospace Industries (IAI), em colaboração com a Força Aérea Israelense. O MDA, como co-desenvolvedor do sistema, deu suporte ao teste. O principal contratante do projeto que desenvolve a integração e desenvolvimento do Arrow Weapons System é a MLM da IAI. A Boeing se associou com a MLM para desenvolver e produzir o interceptor Arrow 3.

O sistema de armas Arrow 3 é uma parte importante do conjunto de defesa multicamada de Israel. Esta matriz é baseada em quatro camadas, que incluem o Iron Dome e David’s Sling, e os sistemas de mísseis Arrow 2 e Arrow 3. O sucesso deste teste é um marco importante nas capacidades operacionais de Israel e na sua capacidade de se defender contra ameaças atuais e futuras na região.

A Arrow 3 é o último desenvolvimento do míssil anti-balístico Arrow desenvolvido conjuntamente por Israel e Estados Unidos. Uma bateria de Arrow 3 deve interceptar salvas de mais de cinco mísseis em dentro de um intervalo 30 segundos.

Em 25 de fevereiro de 2013, foi realizado um teste fly-out do Arrow 3 na base aérea de Palmachim. O lançamento testou o controle dos mísseis e os motores. Em 18 de janeiro de 2017, a Organização de Defesa de Mísseis de Israel (IMDO) transferiu os primeiros interceptores operacionais Arrow-3 anti-balísticos para a Força Aérea de Israel.

Fonte: Armyrecognition

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Jornal: Boeing terá fatia de 51% em nova empresa com Embraer

A Boeing terá uma participação de 51% em uma empresa atualmente em negociação com a fabricante brasileira de aeronaves Embraer, informou o colunista do jornal O GloboLauro Jardim, neste domingo.

Jato da Embraer em São José dos Campos, no Brasil 07/03/2017 REUTERS/Roosevelt Cassio

Foto: Reuters

A Boeing concordou com a exigência do governo brasileiro de que a empresa norte-americana não tenha mais do que uma participação controladora de 51%, disse Jardim, sem citar fontes.

A Boeing não respondeu imediatamente a pedidos de comentários. A Embraer afirmou que não vai comentar a informação.

A Boeing procurou a aprovação do governo brasileiro para uma parceria com a Embraer que criaria uma nova empresa focada na aviação comercial, excluindo a unidade de defesa da Embraer, reportou a Reuters há três semanas.

O jornal Valor Econômico informou posteriormente que a proposta da Boeing daria a ela uma participação de 80% a 90% em um novo negócio de jatos comerciais com a Embraer.

A Embraer é a terceira maior fabricando de aviões e a líder no mercado de jatos regionais com 70 a 130 lugares.

Com o contrato proposto, a Boeing seria o líder do mercado de aviões menores de passageiros, criando concorrência mais forte para o programa de aeronaves CSeries projetado pela Bombardier do Canadá e apoiado pelo rival europeuAirbus.

O plano inicial da Boeing para comprar a Embraer foi rejeitado pelo governo brasileiro porque este não queria uma empresa estrangeira controlando sua unidade de defesa por razões de segurança estratégica.

O governo mantém uma “golden share” na Embraer, anteriormente uma empresa estatal, que lhe dá poder de veto sobre decisões estratégicas, incluindo a aproximação da Boeing.

Na quinta-feira, o ministro da Defesa brasileiro, Raul Jungmann, disse a repórteres que a Boeing entendeu a recusa do Brasil em desistir do controle da Embraer. Ele disse que as negociações sobre a criação de uma terceira empresa estavam avançando bem.

 

Fonte: Terra

Boeing e Governo Federal chegam a acordo para venda da Embraer, diz jornal

A Boeing acertou com a Embraer e o Governo Federal a participação que terá na nova companhia que formará com a fabricante brasileira: 51%.

A informação é do jornal O Globo.

Segundo a publicação, a fatia de 51% foi um pedido do governo de Michel Temer (MDB). O governo detém a chamada Golden Share, ou ação de classe especial, que permite vetar a transferência de controle acionário da ex-estatal.

Imagem da cabine da aeronave militar multimissão de transporte e reabastecimento em voo KC-390, da empresa brasileira de aviação Embraer
© FOTO: DIVULGAÇÃO / FACEBOOK EMBRAER

A negociação entre Boeing e Embraer começou em dezembro e já teve diferentes termos. No início, foi noticiado que a companhia estadunidense pretendia levar, também, a divisão de defesa da Embraer. Diante da resistência brasileira, foi então publicado que a Boeing pretendia levar 90% de uma terceira companhia de aviação comercial a ser formada.

A novidade é o acordo entre Boeing e Brasília pelo número de 51%.

Nesta semana, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que as negociações “têm caminhado e há avanços no caminho da constituição de uma terceira empresa”.

Fonte: Sputinik

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Rússia desenvolve  laser montado em aeronaves anti-satélite

Veja Também:

http://www.planobrazil.com/o-retorno-do-programa-phalcon-echelon-a-60/

Tradução e adaptação- E,M,Pinto

Informações Defence Blog

A Rússia revelou novos detalhes do novo Sistema laser Aerotransportado para operações especiais. Trata-se do A-60, uma aeronave equipada com um laser montado e vai operar como uma arma anti-satélite, informou a agência de notícias InterFax .

Se você é leitor do Plano Brasil pelo menos desde 2011, talvez se recorde da matéria sobre o A-60 Phacon Echelon, se não se recorda ou não leu, aproveite e clique aqui – (O retorno do programa Phalcon Echelon- A 60).

A Rússia está atualmente desenvolvendo uma nova aeronave de combate capaz de destruir satélites com um laser de alta precisão. A Rússia utilizou ativamente os desenvolvimentos adquiridos no programa de armas a laser A-60 e completou o trabalho em um sistema anti-satélite apropriado, observou a Interfax.

“O desenvolvimento deste sistema está completo, todo o trabalho realizado permitirá dar um passo à frente na criação de tais aeronaves”, disse a fonte.

Este sistema aéreo especial com um laser montado em uma aeronave provavelmente será usado para destruir satélites de inteligência adversária, navegação e comunicação militar, ou queimar através de sensores sensíveis e sensores usando rajadas de laser de alta energia.

Em 2016, o deputado  da Concern of Radio-Electric Technologies da Rússia (KRET, um afiliado da Rostec), Vladimir Mikheyev disse que o avião de combate recém-desenvolvido pela Rússia será capaz de destruir alvos inimigos com um laser de alta precisão.

Ele terá uma navegação super-precisa. A tripulação é capaz de determinar com precisão a posição do avião para direcionar os raios laser estreitos nos alvos selecionados, disse Mikheyev.

Desenvolvimentos similares foram realizados na URSS, onde um laboratório de voo experimental A-60, que traz armas laser, foi desenvolvido com base na aeronave Il-76MD. os trabalhos foram congeladas em 2011 e retomados em 2012.

Fonte: Defence Blog