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Rússia posicionará aviões militares nas Ilhas Curilas

Os aviões da Força Aeroespacial da Rússia serão posicionados na ilha de Iturup, do arquipélago das Curilas, segundo consta um decreto governamental publicado no portal oficial de informação jurídica.

© Sputnik/ Uliana Solovieva

O documento detalha que os aviões militares serão posicionados em Iturup junto com aviões da aviação civil.

As mídias informaram que este ano, a Rússia começará a construir bases nas ilhas de Paramushir e Matua, do arquipélago das Curilas, e que estas bases serão protegidas pelos sistemas avançados de defesa costeira Bal e Bastion.

Atualmente nas ilhas está instalada uma divisão de artilharia do Distrito Militar do Leste da Rússia.

Na ilha de Iturup fica o sistema Bastion e na ilha de Kunashir – o sistema Bal da Frota do Pacífico russa.

Em novembro de 2017, a Rússia tomou a decisão de construir as instalações navais na ilha de Matua do arquipélago das Curilas.

O Japão várias vezes expressou seu descontentamento com a atividade militar russa nas ilhas, pois Tóquio classifica as Curilas do Sul como território japonês.

Fonte: Sputnik

Edição: Plano Brasil

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Conflitos e Historia Militar Destaques História

Stalingrado, onde Hitler começou a perder a guerra

Há 75 anos, a Batalha de Stalingrado terminou com a rendição do 6º Exército da Wehrmacht alemã. O grande ponto de guinada na Segunda Guerra. Até hoje, a vitória soviética tem um significado importante para muitos russos.

O centro de Stalingrado, destruído ao final da batalha

Originalmente, a cidade industrial nas margens do rio Volga era para a Wehrmacht apenas uma etapa no objetivo final de conquistar os campos petrolíferos do Cáucaso. Mas devido ao seu nome, a cidade de Stalingrado tinha para Adolf Hitler, assim como para Josef Stalin, um significado que ia além do estratégico.

Por causa das rotas muito longas de abastecimento, a ofensiva alemã do 6º Exército sob o comando do general Friedrich Paulus contra Stalingrado era arriscada desde o início. A ofensiva começou em meados de agosto de 1942, pouco mais de um ano após o regime nazista ter declarado guerra à União Soviética. “Os russos estão no fim de suas forças”, disse Hitler, na época.

Isso seria comprovado posteriormente como um grande equívoco. Apesar de forte resistência, a Wehrmacht (Forças Armadas da Alemanha durante o Terceiro Reich entre 1935 e 1945) conseguiu ocupar a maior parte da cidade até meados de novembro. Ao mesmo tempo, o Exército Vermelho lançou um movimento de pinça – uma manobra militar na qual os flancos do exército oponente são atacados simultaneamente por duas frentes defensivas.

Soldados alemães descarregam suprimentos de avião – o cerco russo dificultou o abastecimento do 6º Exército

Já no final de novembro, todo o 6º Exército e partes do 4º Exército Panzer (unidade blindada) estavam cercados – quase 300 mil soldados alemães. Mas sob ordens de Hitler, eles tiveram de manter suas posições a todo custo. De forma parecida, Stalin havia emitido a ordem de “não retroceder um passo” em julho.

Como nenhum lado deixou sua posição, formou-se um cerco no qual a situação se deteriorou rapidamente. Por meio de transporte aéreo, os soldados receberam provisões por semanas. Mas, em nenhum momento, os carregamentos foram suficientes. E com o avanço do Exército Vermelho cada vez menos suprimentos chegavam aos alemães.

Durante o inverno, temperaturas atingiram 30 graus Celsius negativos. A repetitivamente prometida “ofensiva de resgate” falhou.  A maioria dos soldados alemães cercados em Stalingrado não morreu em combate ou por ataques, mas de desnutrição e hipotermia.

Em 31 de janeiro de 1943, apesar da ordem contrária de Hitler, general Friedrich Paulus se entrega aos russos

Paulus resistiu até (quase) o fim

No entanto, o general Paulus seguiu comprometido com a rígida ordem de Hitler de “aguentar até o último” e, em 8 de janeiro, rejeitou uma proposta soviética de capitulação alemã. Ainda em 29 de janeiro – a situação já era completamente irreversível – Paulus enviou a seguinte mensagem a Hitler:

“No aniversário de sua conquista do poder, o 6º Exército saúda seu líder. A bandeira com a suástica ainda está hasteada sobre Stalingrado. Nossa luta pode ser um exemplo para as gerações vivas e futuras de nunca capitular, mesmo na situação mais desesperadora, e então a Alemanha vencerá. Salve, meu Führer.”

Mas a lealdade de Paulus tem seus limites. Quando o Exército Vermelho invadiu em 31 de janeiro o quartel-general montado no porão de uma loja de departamentos, o comandante nazista é feito prisioneiro. Ele proibiu seus oficiais de cometerem suicídio, porque deveriam compartilhar o destino dos soldados comuns. As tropas alemãs capitulam.

Enquanto isso, o cerco a Stalingrado se rompe em dois – um no norte e outro no sul. No fim de janeiro, os soldados alemães desistiram no sul. Em 2 de fevereiro, também no norte. Os soldados são capturados pelas Forças Armadas russas. Hitler ficou furioso quando descobriu.

Batalha e carnificina 

O balanço da batalha: mais de meio milhão de mortes no lado soviético, incluindo numerosos civis. Por um longo tempo, Stalin impediu a retirada da população civil. O Exército Vermelho não levou em consideração seus próprios cidadãos. Ainda nos primeiros dias de combate, mais de 40 mil civis são mortos em ataques aéreos. Dos cerca de 75 mil habitantes que permaneceram até o fim da batalha, muitos morreram de fome ou congelados.

Do lado alemão, as estimativas variam entre 150 e 250 mil soldados mortos. Dos quase 100 mil alemães que foram presos pela União Soviética, apenas aproximadamente seis mil sobreviventes retornaram à Alemanha em 1956, incluindo Paulus.

A Batalha de Stalingrado não foi a que contabilizou o maior prejuízo para a Wehrmacht, nem era a mais importante em termos militares, mas “o significado psicológico de Stalingrado é imenso e, nesse sentido, foi crucial para a guerra”, disse o historiador Jochen Hellbeck, da Rutgers University, em Nova Jersey. “Também porque desde o início ambos os lados declararam se tratar de uma batalha decisiva.”

Soldados alemães, após serem presos por forças russas, sendo retirados do que sobrou de Stalingrado em 1943

Hellbeck, que compilou testemunhos de veteranos alemães e russos da Batalha de Stalingrado no site Facing Stalingrad, disse que o Exército Vermelho queria posteriormente mostrar ao mundo inteiro “que eles tinham derrotado o melhor exército do mundo”.

Stalingrado, que foi renomeada Volgogrado em 1960, ainda está repleta de memórias da batalha. O Museu Stalingrado é uma das exposições mais visitadas na Rússia. Quão forte as consequências da batalha imperam até hoje é evidenciada também pela discórdia em Moscou em relação à comédia britânica “Stalin’s Death” (A morte de Stalin, em tradução literal). Na sátira, o ditador é culpado pelas mortes de milhões de cidadãos soviéticos. Mas ele também representa a vitória sobre a Alemanha nazista.

O ministro da Cultura, Vladimir Medinsky, proibiu o filme em cinemas russos com o argumento de que “muitas pessoas […] consideram isso como uma zombaria insultante do passado soviético”. E, segundo Medinsky, seria particularmente inadequado mostrar o filme na véspera da celebração da Batalha de Saltingrado em 2 de fevereiro.

O que falta para gesto à lá Verdun?

Há reconciliação após 75 anos? Um sucinto sim. Mais de 700 mil pessoas – soldados e civis – morreram nos combates e no cerco. Até hoje, cadáveres e valas comuns sãos descobertos durante trabalhos de construção na cidade e em seus arredores. E, evidentemente, também restos mortais de soldados alemães.

Graças à cooperação entre o Volksbund Deutscher Kriegsgräberfürsorge (organização humanitária responsável pela manutenção e conservação de sepulturas alemãs de guerra na Europa e no norte da África) e autoridades russas, os restos mortais estão sendo transferidos para cemitérios militares oficiais, como o de Rossoschka, nos arredores de Volgogrado. Lá estão enterrados os soldados da Whermacht e membros do Exército Vermelho, separados por uma rua, mas ainda assim no mesmo cemitério.

Até que ocorra um gesto de reconciliação semelhante ao aperto de mão entre o então chanceler federal alemão Helmut Kohl e o ex-presidente francês François Mitterand, em 1984 nos antigos campos da Batalha de Verdun, um longo caminho ainda terá de ser percorrido. O historiador Hellbeck disse sentir falta de prontidão em ambos os lados.

Na Rússia, ainda existem reservas. Mas, mesmo na Alemanha, não há “predisposição e nenhum sentimento que corresponda ao sentimento demonstrado para com os vizinhos ocidentais –franceses, britânicos ou americanos”. Segundo Hellbeck, deve-se sempre reconhecer um pedaço da memória do outro.

“Não se pode fazer de Stalingrado um abate em massa sem sentido como memória obrigatória entre alemães e russos”, afirmou Hellbeck, pois a Batalha de Stalingrado não foi sem sentido para os russos. Mas Hellbeck mantém a esperança: “Espero ainda presenciar que um estadista alemão e um presidente russo deem as mãos perto das sepulturas de Stalingrado”.

Fonte: DW

 

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China Destaques Geopolítica Negócios e serviços

May firma acordos de U$13 bi do Reino Unido com a China; Xi promete expandir “era de ouro”

A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, partiu da China com acordos de mais de 13,26 bilhões de dólares assinados ao final de uma missão comercial de três dias durante a qual o presidente chinês, Xi Jinping, prometeu expandir a “era de ouro” do relacionamento.

Presidente chinês Xi Jinping, aperta a mão da primeira-ministra britânica Theresa May, antes de uma reunião no Diaoyutai State Guesthouse em Pequim na China – 1 de fevereiro de 2018. REUTERS / Wu Hong / Pool

Por William James

O Reino Unido está tentando se reinventar como nação comercial global desde o referendo de 2016 que decidiu pela saída do país da União Europeia, e a China, a segunda maior economia do mundo, está no topo da lista de países com os quais Londres quer assinar um acordo de livre comércio.

Falando durante uma cúpula de negócios em Xangai, a capital comercial da China, May disse que o Reino Unido está determinado a ajudar a concretizar a visão de globalização de Xi e uma economia chinesa mais aberta.

“Enquanto isso, o Reino Unido está se preparando para deixar a União Europeia. Estamos aproveitando a oportunidade para nos tornarmos um Reino Unido global ainda mais aberto para o exterior, aprofundando nossas relações comerciais com nações de todo o mundo — incluindo a China”, disse.

O investimento chinês está ajudando o Reino Unido a desenvolver a infraestrutura e criar empregos, cerca de 50 mil empresas estão importando bens da China e mais de 10 mil estão vendendo seus produtos para o país asiático, acrescentou.

“Acertamos medidas para trazer mais dos alimentos e bebidas internacionalmente renomados do Reino Unido para a China, para abrir o mercado para alguns dos provedores de serviços financeiros de nível mundial do Reino Unido”, afirmou May.

Os 13,26 bilhões de dólares em acordos criarão mais de 2.500 empregos em todo o Reino Unido, disse o governo britânico.

As empresas britânicas de serviços financeiros sozinhas já garantiram acordos de mais de 1 bilhão de libras esterlinas e acesso a mercados que significarão 890 empregos, informou o governo, sem dar detalhes.

Pequim vê Londres como um aliado importante em seu apelo por mercados globais mais abertos, apesar dos temores generalizados na comunidade empresarial estrangeira com a dificuldade de se operar na China, e os dois países se referem a uma “era de ouro” nas relações.

Xi disse a May na capital chinesa na quinta-feira que as duas nações deveriam “dar um novo significado aos laços bilaterais de maneira a forjar uma versão aprimorada da ‘Era de Ouro’”, de acordo com a mídia estatal.

Reportagem adicional de Ben Blanchard, em Pequim

Fonte: Reuters

Edição: Plano Brasil

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América do Sul Conflitos Destaques Estados Unidos Geopolítica

Rex Tillerson levanta possibilidade de militares venezuelanos derrubarem Maduro

O secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, levantou nesta quinta-feira a possibilidade de que os militares da Venezuela podem decidir derrubar o presidente Nicolás Maduro, mas disse não saber se isto irá acontecer.

Maduro faz discurso em Caracas 23/1/2018 REUTERS/Marco Bello – Foto: Reuters
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Em um discurso na Universidade do Texas antes de uma viagem por cinco países da América Latina, Tillerson insistiu que o governo Trump não está defendendo “mudança de regime” na Venezuela, mas disse que seria “mais fácil” se Maduro escolhesse por conta própria deixar o poder.

Ele previu que haverá “mudança” na Venezuela e disse que os Estados Unidos querem que seja pacífica.

“Na história da Venezuela e de países da América do Sul são frequentes vezes em que os militares são o agente da mudança quando coisas estão muito ruins e a liderança não pode mais servir ao povo”, disse Tillerson. Mas ele acrescentou que “se este será o caso aqui ou não, eu não sei”.

“Maduro deve voltar à sua Constituição e segui-la”, afirmou Tillerson, acrescentando que caso a situação fique muito ruim para ele, “tenho certeza que ele tem alguns amigos em Cuba que podem lhe dar uma bela mansão na praia”.

Reportagem de Matt Spetalnick, David Brunnstrom e Jon Herskovitz

Fonte: Reuters

Tillerson fala sobre possibilidade de golpe militar na Venezuela

Antes de viajar à América Latina, secretário de Estado americano diz que intervenção militar fez parte da história de países da região, mas garante que EUA preferem uma “transição pacífica” no país de Nicolás Maduro.

Tillerson vai visitar México, Argentina, Peru e Colômbia – países que adotam postura rígida diante de Caracas

O secretário de Estado americano, Rex Tillerson, afirmou nesta quinta-feira (01/02), momentos antes de iniciar sua primeira viagem oficial pela América Latina, que um golpe militar poderia ser uma das possíveis soluções para o fim do regime de Nicolás Maduro na Venezuela.

Tillerson, que é chefe da diplomacia dos Estados Unidos, destacou, no entanto, que Washington prefere uma “transição pacífica” no país latino-americano. A declaração vem meses depois de o presidente Donald Trump ter sugerido a possibilidade de uma intervenção militar na região.

“Na história da Venezuela e de outros países da América Latina e da América do Sul, muitas vezes foram os militares que lidaram com situações como essa”, disse o secretário americano em discurso na Universidade do Texas, em Austin.

“Quando as coisas estão tão ruins, e a liderança militar percebe que isso não está mais servindo para os cidadãos, eles vão gerenciar uma transição pacífica”, completou ele, destacando não saber se acontecerá dessa forma na Venezuela.

Questionado se poderia ser necessária uma retirada de Maduro do poder e se Washignton teria um papel nisso, Tillerson afirmou que os EUA não defendem “uma mudança no regime ou a remoção do presidente”, mas apenas que o país “retorne à Constituição”. Ele admitiu, no entanto, que seria “mais fácil” se o chavista decidisse deixar o poder por conta própria.

O secretário disse ainda ter certeza que, caso as coisas fiquem muito difíceis para Maduro, “o presidente possui alguns amigos em Cuba que poderiam muito bem oferecer a ele um local agradável na praia, e ele poderia ter uma vida tranquila por lá”.

Maduro, que enfrenta altos índices de reprovação em meio a uma crise econômica aguda, inflação desenfreada e escassez de alimentos e remédios no país produtor de petróleo, está buscando a reeleição em um pleito presidencial que deve ser realizado até o final de abril.

Os Estados Unidos e outros países ocidentais acusam o regime de Maduro de violar direitos humanos e políticos na Venezuela e chegaram a impor sanções econômicas ao país.

Avanço de China e Rússia

Em seu discurso nesta quinta-feira, Tillerson ainda classificou de “alarmante” a crescente presença da China e da Rússia na América Latina, afirmando que a região “não precisa de novos poderes imperiais que só buscam o benefício próprio”.

O secretário de Estado pediu que os países latino-americanos fortaleçam seus governos e instituições a fim de “garantir sua soberania frente aos potenciais atores predadores que estão aparecendo”.

“Nossa região deve estar em guarda contra os poderes distantes que não refletem os valores fundamentais da região. Os EUA são um claro contraste a isto. Não buscamos acordos a curto prazo com lucros assimétricos. Nós buscamos sócios”, declarou ele.

Visita à América Latina

A viagem de Tillerson pela América Latina teve início nesta quinta-feira na Cidade do México, onde se encontrará com o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, e discutir temas como imigração e o acordo de livre comércio entre EUA, México e Canadá, o Nafta.

Em seguida, o chefe da diplomacia viaja ao Peru para uma reunião com o presidente Pedro Pablo Kuczynski; Argentina, onde se encontrará com o presidente Mauricio Macri; e Colômbia, sendo recebido por Juan Manuel Santos. A turnê latino-americana termina na Jamaica, no dia 7.

Fonte: DW

 

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Defesa Destaques Equipamentos Estados Unidos Meios Navais Navios Sistemas de Armas Sistemas Navais Tecnologia

Sea Hunter “caçador marítimo” não tripulado dos EUA passou com sucesso os testes

O Sea Hunter, novo caçador marítimo não tripulado dos EUA, desenvolvido para detectar e vigiar submarinos inimigos, passou com sucesso os testes, provando suas capacidades inéditas.

O vídeo dos testes do novo robô antissubmarino estadunidense Sea Hunter (Caçador Marítimo) foi publicado no YouTube pela Agência de Projetos de Investigação Avançados de Defesa (DARPA, na sigla em inglês).
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O novo sistema robótico tem por objetivo detectar e vigiar pequenos submarinos diesel-elétricos equipados com tecnologia de camuflagem ‘stealth’. Os trabalhos de construção começaram em 2010 no âmbito da cooperação conjunta entre a DARPA e o US Office of Naval Research (Escritório de Investigação Naval).
Os testes do sistema foram iniciados em abril de 2016. Até o momento, poucos detalhes sobre o Sea Hunter foram divulgados. Em particular, sabe-se que o novo submarino autônomo tem 40 metros de comprimento e é capaz de alcançar a velocidade de 50 km/hora. O Sea Hunter está equipado com vários sonares e sistemas de navegação.
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Ao mesmo tempo, os engenheiros militares do Instituto de Problemas de Tecnologias Marítimas da Academia de Ciências da Rússia estão trabalhando para criar um sistema robótico submarino capaz detectar e destruir alvos analisando a estrutura espaciotemporal dos campos sonoros e energéticos.

Fonte: Sputnik

Edição: Plano brasil