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Boeing conversou com Embraer sobre possível aquisição, diz Wall Street Journal…

SÃO PAULO (Reuters) – A norte-americana Boeing Co conversou com a Embraer sobre uma possível aquisição da fabricante de aeronaves brasileira, informou o Wall  Street Journal na quinta-feira, citando pessoas familiarizadas com o assunto.

A Boeing e a Embraer estão discutindo um acordo que envolveria um prêmio relativamente grande para a Embraer, informou o WSJ.
As ações da Embraer negociadas na bolsa paulista entraram em leilão, após subirem 2,55 por cento, a 16,91 reais, na máxima do dia. A bolsa de Nova York suspendeu temporariamente os negócios com os papéis da Embraer após a divulgação da notícia. Às 15:03, os ADRs da companhia subiam 27,9 por cento, a 25,57 dólares.

(Por Arunima Banerjee em Bengaluru)

Fonte: UOL Notícias

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Vídeo: Linha de produção do novo fuzil Polonês MSBS-5.56 GROT

https://youtu.be/LxlnWhlunes

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Defesa Destaques Meios Navais Rússia Sistemas de Armas Sistemas Navais Tecnologia Vídeo

Cruzador nuclear classe Kirov: Pyotr Velikiy / Pedro o Grande – Marinha russa

https://www.facebook.com/GazetaRussa/videos/1493177460751031/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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América do Sul Destaques Negócios e serviços

Presidente do Peru à beira do impeachment

Oposição garante ter votos suficientes para destituir Pedro Pablo Kuczyinski da presidência do país. Ele é acusado de esconder laços com a construtora Odebrecht, imersa em vários escândalos de corrupção.

Kuczynksi admite ter sido consultor da Odebrecht num projeto de irrigação de uma vasta área agrícola no Peru

O futuro do presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, será definido nesta quinta-feira (21/12), quando o Congresso – dominado pela oposição – vota um pedido de impeachment contra ele por supostamente esconder laços com a construtora brasileira Odebrecht, imersa em vários casos de corrupção no Brasil e mundo afora.

Para analistas, o destino de Kuczynski, um economista liberal de 79 anos, já está selado – devido à correlação de forças no Congresso peruano, tudo aponta para a estimativa de que os partidos empenhados em destituí-lo da presidência devem obter os 87 votos necessários. O Congresso do Peru tem 130 assentos – somente a legenda oposicionista Força Popular, fundada por Keiko Fujimori em 2009, detém 72 cadeiras.

Antes da votação que determinará se Kuczynski deverá deixar o cargo para o vice-presidente, Martín Vizcarra, o líder peruano terá pelo menos 60 minutos para falar perante o plenário. Kuczynksi será acompanhado de seu advogado, Alberto Borea, ex-cogressista, ex-candidato presidencial e um dos mais destacados constitucionalistas do Peru.

“Vou demonstrar que não cometi nenhum crime, não cometi corrupção”, disse Kuczynksi, que reconhece que sua consultoria Westfield Capital executou trabalhos para a Odebrecht, mas numa época em que ele deixou a empresa para se dedicar exclusivamente ao cargo de primeiro-ministro durante a presidência de Alejandro Toledo (2001-2006).

Milhares de pessoas participaram de uma manifestação, na quarta-feira, contra a classe política do país, os escândalos de corrupção e a crise política. A mobilização foi realizada na capital, Lima, e em outras cidades do país.

Os participantes exigiram a dissolução do Congresso, com novas eleições gerais e até mesmo uma nova Constituição, se os parlamentares decidirem pela destituição do presidente, argumentando que a maioria de formações políticas e os principais líderes políticos estão envolvidos no caso Odebrecht.

Oposição tem votos suficientes

Desde que chegou à presidência, há 15 meses, Kuczynski teve que lidar com um Congresso dominado pelo partido conservador de direita Força Popular. A situação do político piorou na semana passada, quando a Odebrecht divulgou ter pagado quase oito milhões de dólares à Westfield Capital e a outras duas consultorias com as quais Kuczynksi possui vínculos.

Segundo Kuczynski, quando ainda era primeiro-ministro, ele deixou a empresa nas mãos de seu amigo chileno Gerardo Sepúlveda, que nesse período selou contratos com a Odebrecht de quase 800 mil dólares sem qualquer ajuda vinda do governo peruano. Com relação às outras duas empresas, o presidente nega vínculos – ele apenas admite ter sido consultor da Odebrecht num projeto de irrigação de uma vasta área agrícola.

Tais explicações não surtiram efeito no Congresso. A Força Popular, os esquerdistas da Frente Ampla e os socialistas da Aliança Popular Revolucionária Americana (Apra) anteciparam que votarão pela destituição de Kuczynski, independentemente dos argumentos emitidos perante o plenário nesta quinta-feira. Os parlamentares destes três partidos somam 97 assentos.

Se a presidência ficar vaga, Vizcarra terá de assumi-la imediatamente até 2021, quando os cinco anos de mandato se encerram. Atualmente, Vizcarra ocupa também o cargo de embaixador peruano no Canadá.

A Odebrecht, a maior construtora da América Latina, admitiu em 2016 ter pagado subornos de mais de 785 milhões de dólares em 12 países desde 2001 – dez deles latino-americanos – para assegurar contratos de obras públicas.

Em conexão aos casos de corrupção da Odebrecht, há um mandado de prisão contra o ex-presidente peruano Alejandro Toledo. O também ex-presidente peruano Ollanta Humala foi detido por autoridades em julho e aguarda julgamento por corrupção. Além disso, outros líderes políticos, como o ex-presidente Alan García e Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori, são investigados pelo Ministério Público do Peru.

Fonte: DW

 

 

 

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Defesa Destaques Estados Unidos Geopolítica

EUA ampliarão bases aéreas na Europa para conter ‘agressão russa’

O Pentágono planeja gastar mais de 200 milhões de dólares (cerca de 657 milhões de reais) para ampliar bases aéreas dos EUA em países europeus, escreve o jornal The Times.

© AFP 2017/ CHRISTOPHE ARCHAMBAULT

Conforme a edição, a decisão de Washington é uma resposta à preocupação dos comandantes norte-americanos na região que começaram recentemente a avisar sobre a necessidade de “conter” a agressão da Rússia.

Estados Unidos visam aumentar a presença militar na Europa para “conter a Rússia”. No novo orçamento do Pentágono, mais de 200 milhões de dólares serão destinados para ampliar as bases aéreas na Estônia, Letônia, Hungria, Noruega, Romênia e na Eslováquia. Como resultado, norte-americanos planejam posicionar na região caças furtivos F-22 e F-35, escreve o jornal.

Segundo o The Times, os planos de Washington em caso de conflito europeu foram revisados por causa da “anexação russa” da Crimeia, “agressão apoiada por Moscou” na Ucrânia e receios quanto à segurança dos países bálticos.

O presidente norte-americano, Donald Trump, várias vezes deu a entender que quer melhorar as relações com o seu homólogo russo, Vladimir Putin. Contudo, em sua nova Estratégia de Segurança Nacional, a Rússia está na lista dos países que representam “maior ameaça” aos EUA.

O dinheiro complementar do Pentágono será alocado para a Iniciativa de Contenção Europeia. Em particular, 14 milhões de dólares (46 milhões de reais) vão ser usados na construção de instalação para o avião antissubmarino da Marinha dos EUA, o Poseidon, na base islandesa Keflavík.

De acordo com The Times, o novo programa de Washington parcialmente corresponde à preocupação dos comandantes norte-americanos na Europa, que começaram recentemente a avisar sobre a necessidade de “conter agressão russa”.

“Temos que lidar com a volta da Rússia, mas 26 anos de operações incessantes de combate são sentidos”, declarou o porta-voz da Força Aérea dos EUA, general-major James Martin. Segundo ele, desde o “sucesso incrível” na guerra no Iraque em 1991, a aviação norte-americana mudou imensamente: na época o Pentágono contava com 134 esquadrilhas, hoje são 55.

Para reforçar a contenção, o comando norte-americano pede ao governo 4,8 bilhões de dólares (15,8 bilhões de reais) para o ano seguinte. Os primeiros F-35 já chegaram à base britânica em Suffolk, de onde ataques aéreos serão efetuados em caso de crise, diz-se no The Times.

No entanto, o crescimento dos investimentos na defesa sem precedentes desde os tempos da Guerra Fria se tornou tendência mundial. Especialistas preveem que investimento global no exército vá corresponder a 1,67 trilhão de dólares em 2018 (5,5 trilhões de reais).

Fonte: Sputnik

 

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China Defesa Destaques Geopolítica

As impressionantes ilhas militares construídas pela China em tempo recorde

O governo chinês terminará 2017 com mais 29 hectares de instalações militares construídas na área do Mar do Sul da China, uma região em disputa internacional.

O recife de Fiery Cross foi o que mais recebeu instalações militares chinesas em 2017. Destacados em vermelho, armazéns de munição, instalações de radares e refúgios antimísseis | Foto: Iniciativa de Transparência Marítima da Ásia – CSIS

De acordo com um novo informe do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais dos EUA (CSIS, na sigla em inglês), Pequim continuou ampliando suas instalações esse ano. Os novos equipamentos estão em ilhas artificiais nos arquipélagos de Paracel e Spratly.

As imagens de satélite do CSIS mostram depósitos de munição, hangares, sistemas de radar de alta frequência e refúgios anti-mísseis, entre outros.

Os incrementos transformam estas ilhas em algumas das mais avançadas bases aéreas e navais da China. Mostram também a velocidade com a qual o país asiático equipou militarmente o local.

Segundo o CSIS, as imagens confirmam a existência de uma “crise lenta” em um dos pontos de maior tensão geopolítica do mundo, provocada pela disputa entre os seis países do sul asiático. O relatório original do CSIS pode ser lido aqui (em inglês).

Para o governo chinês, entretanto, as novas instalações na região tem caráter civil e defensivo. Pequim acusa seus críticos de “exagerar” a importância da questão.

As construções militares avançaram em ritmo acelerado em 2017. Na imagem, túneis usados para guardar munições ficaram prontos em meses | Foto: Iniciativa de Transparência Marítima da Ásia – CSIS

“Além de todos os novos edifícios construídos, o que mais chama a atenção é a aposta em radares e unidades de inteligência. Isto indica que a China quer aumentar sua capacidade para vigiar tudo o que acontece na região”, diz Gregory Poling, diretor do CSIS, que acompanha o assunto.

Para o especialista, o estágio avançado do projeto indica o início iminente das operações militares nestas ilhas.

“Não sei se amanhã, em um mês ou em um ano, mas estamos relativamente próximos de assistir à chegada massiva de forças de combate chinesas. Pequim não construiu todos estes hectares de instalações para deixá-las vazias, e já estão com quase tudo pronto.

Para o diretor CSIS, a chegada das tropas e a “definição de um perímetro em torno das ilhas”, por parte da China, permitiria ao governo de Pequim avançar em seu objetivo de impedir operações dos países vizinhos nestas águas.

No recife de Suby, as novas instalações ocupam 95 mil metros quadrados | Foto: Iniciativa de Transparência Marítima da Ásia – CSIS

Poling se mostrou preocupado com o fato do conflito no Mar do Sul da China não ter despertado tanta atenção internacional este ano quanto outros confllitos na região, especialmente aquele envolvendo a Coreia do Norte.

“O fato de ser uma crise lenta, na qual a China segue fazendo pressão de forma contínua há cerca de uma década, faz com que não haja mudanças drásticas de um dia para o outro. Isto faz com que a comunidade internacional não se sinta motivada para fazer algo a respeito”, disse Poling à BBC Mundo, o serviço em língua espanhola da BBC.

Na opinião do diretor do CSIS, há motivos para preocupação.

“Infelizmente, poderemos constatar daqui a dez anos que vários países perderam o acesso a seu próprio espaço marítimo porque não fizemos nada para enfrentar Pequim e dizer-lhes que este não é um comportamento aceitável no século 21”, diz Poling.

“Um domínio absoluto deste mar por parte da China é um problema. Um problema para a região, para o direito internacional e para os compromissos firmados depois da Segunda Guerra Mundial”, conclui ele.

Aviões militares de carga chineses na Ilha Woody, no arquipélago Paracelso | Foto: Iniciativa de Transparência Marítima da Ásia – CSIS

“Exagero”

Questionado na sexta-feira a respeito das imagens publicadas pelo CSIS, o governo chinês defendeu suas operações nas ilhas, por considerar que estão dentro do seu território.

“Se a China leva a cabo construções ou atividades pacíficas, ou amplia estruturas de defesa (nas ilhas), isto é normal, pois elas estão dentro do território soberano”, disse o porta-voz do ministério de Relações Exteriores da China, Lu Kang.

O funcionário criticou aqueles que “tentam exagerar” a situação em uma zona que, na sua opinião, “está se estabilizando”, graças ao esforço da China e dos demais países envolvidos.

REUTERS – Nos últimos anos, a China construiu ilhas artificiais a partir de recifes no Mar do Sul da China.

“Esperamos que os países de fora da região possam respeitar os esforços que fazem as nações locais e parem de exagerar a importância do assunto”, pediu Lu Kang.

Além disso, o governo central chinês anunciou que em 2019 colocará em órbita três satélites que vão monitorar a região 24 horas por dia.

Uma disputa entre seis países

O controle do Mar do Sul da China é um dos conflitos geopolíticos mais importantes e antigos do leste asiático.

China, Filipinas, Vietnã, Brunei, Malásia e Taiwan disputam há séculos a soberania sobre diferentes partes de um território que é chave para o tráfego marítimo mundial, especialmente de navios petroleiros.

Trata-se também de um local rico em recursos pesqueiros. Acredita-se também que abrigue importantes reservas de petróleo e gás.

A China alega precedentes históricos para reclamar poder sobre as águas desta zona situada a mais de 2 mil quilômetros de sua costa.

No ano passado, porém, a Corte Internacional de Justiça em Haia deu razão às Filipinas na disputa com a China pelo controle de ilhas próximas à costa filipina. Para a Corte, os precedentes citados pela China “não têm base legal”.

Apesar disso, a corte não concedeu soberania sobre os territórios para nenhum país, e nem estabeleceu fronteiras marítimas.

A decisão judicial nunca foi reconhecida por Pequim.

Nos últimos anos, a China se dedicou a construir ilhas artificiais em recifes naquela área, para serem utilizadas como bases militares.

AFP – As Filipinas são um dos cinco países que disputam com Pequim o controle da região

Estados Unidos, Reino Unidos e seus aliados criticam as construções nas águas sob disputa, ao que a China responde dizendo que o objetivo é somente proteger barcos de pesca que atuam na área.

Em julho, um navio de guerra dos Estados Unidos entrou na área em conflito, para “demonstrar a vigência da liberdade de navegação” no local.

A China acusou os EUA de fazer uma provocação “militar e política” e enviou suas próprias embarcações de combate e aviões ao local.

Fonte: BBC Brasil.com