Categories
Uncategorized

SEGURANÇA PÚBLICA: Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) da Polícia Civil do Paraná sedia simpósio nacional entre gestores de operações especiais

Cerca de 20 estados participam do 2º Simpósio Nacional dos Gestores de Unidades de Operações Especiais com o objetivo de padronizar cursos de operações policiais em todo o país. A solenidade de abertura aconteceu na manhã desta quarta-feira (29/11), no Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) e contou com a participação do delegado-geral, Júlio Cezar dos Reis e do secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária, Wagner Mesquita.

Com duração de 16 horas, aproximadamente 30 gestores de operações especiais estão presentes no encontro onde serão discutidos procedimentos de elaboração de projetos de investimentos para os grupos, troca de informações técnicas, bem como auxiliar os estados que estão em fase de criação de grupos táticos.

Para o secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária, Wagner Mesquita é muito importantes que a administração pública promova esses encontros. “A necessidade dessa troca de informações, experiências, modernização das técnicas praticadas nas operações especiais em todo o país é de grande valia, como uma grande equipe de operações especiais”, falou Mesquita finalizando que “nossas operações não têm fronteira, se precisar estaremos em todo os estados brasileiros para dar apoio aos colegas”.

“É uma honra receber policiais de todo o Brasil na capital do Paraná onde será discutidos assuntos importantes a fim de combater o crime organizado em todo o país, além do intercâmbio de informações entre fronteiras”, disse o delegado-geral, Júlio Cezar dos Reis, durante a solenidade de abertura do Cope.

O delegado-titular do Cope, Rodrigo Brown falou sobre a importância da troca de informações entre as polícias. “O simpósio é para que possamos padronizar esses cursos nas unidades do Brasil a fora”, falou Brown completando que “o policial que fizer o curso de operações aqui no Paraná, vai ter praticamente a mesma carga horário, mesmas disciplinas do policial que fizer o curso de operações policiais em Tocantins, por exemplo”.

Além do Paraná, participam também os Estados do Rio Grande do Sul (RS), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Tocantins (TO), Alagoas (AL), Paraíba (PB) e Piauí (PI), Goiás (GO), Acre (AC), Ceará (CE), Minas Gerais (MG), Mato Grosso (MT), Espírito Santos (ES), Bahia (BA), Mato Grosso do Sul (MS), Distrito Federal (DF), entre outros.

Também participaram do evento policiais civis do Cope, o delegado-geral adjunto, Naylor Robert de Lima, o delegado-adjunto do Cope, Fernando Zanoni, e o delegado-operacional do Cope, Marcelo Magalhães.

Fonte: Polícia Civil do Paraná

Categories
Uncategorized

SEGURANÇA PÚBLICA: Operação tenta prender 16 PMs acusados de receber propina e vender armas a traficantes no Rio de Janeiro

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Rio (MPRJ), a Corregedoria e a Coordenadoria de Inteligência da Polícia Militar fazem uma ação, na manhã desta quinta-feira. O objetivo da operação, batizada como Dark of the city, é prender 39 pessoas, incluindo 16 policiais militares, que recebiam propina para não reprimir o tráfico de drogas em favelas de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, na Região Metropolitana.

Além disso, eles são acusados de vender armas apreendidas em incursões policiais aos próprios bandidos. Até 9h, 16 pessoas foram presas. Apenas um era alvo de um mandado de prisão, e outra pessoa foi presa em flagrante por mandado de prisão em aberto. Nove presos são policiais militares.

A maioria dos PMs é do 7º BPM (São Gonçalo), do 12º BPM (Niterói) e do 35º BPM (Itaboraí), unidades responsáveis pelo policiamento nas áreas onde o grupo criminoso atuava. No bando, há sete sargentos, cinco cabos e quatro soldados da PM. Dos 16 militares, quatro já estavam presos. Dois deles foram detidos na operação Calabar, em junho deste ano, contra 96 policiais militares e 70 criminosos denunciados por integrarem um esquema semelhante de corrupção em São Gonçalo.

Dos policiais procurados na ação desta quinta-feira, 12 PMs são lotados no Batalhão de Niterói, dois no de São Gonçalo, além de um PM do Batalhão de Choque e outro de Itaboraí.

Também estão com mandado de prisão 20 suspeitos de envolvimento com o tráfico e três pessoas apontadas como informantes da polícia. Estes últimos tinham como tarefa dar informações aos PMs sobre as atividades ilícitas praticadas pelos traficantes, a fim de que os policiais acusados praticassem a extorsão. Desses civis, quatro também já estão presos pela prática de outros crimes.

Os traficantes atuam nas comunidades de Niterói: Sapê, Badu, Largo da Batalha, Morro da Cocada, Bromélia, Morro do Céu, Barraca Azul, Caju, Ponte Amarela, Mirante, Lajão e Complexo do Caramujo; além de favelas de São Gonçalo e de Itaboraí.

As investigações partiram de um inquérito da Corregedoria da Polícia Militar e de um procedimento de investigação criminal próprio do MPRJ.

ARMAS E DROGAS APREENDIDAS

Na operação desta quinta, nove armas foram apreendidas: uma pistola .380, uma 9 mm, uma .765, uma espingarda, um revólver calibre 38, uma arma ainda não identificada e três facas. Também foram apreendidos oito peças de munições de calibre38; seis celulares sem bateria; cinco baterias de rádio; sete radiotransmissores; um lança-rojão artesanal; e três toucas ninjas.

Foram recolhidos 18 sacolés de de maconha de R$15, sete sacolés de maconha de R$ 5; três pinos de cocaína de R$10; 12 pinos de cocaína de R$15; nove pinos de cocaína de R$20; nove sacolés de R$ 5; 54 pinos de R$ 5; e dois sacos de pasta base de cocaína, além de uma embalagem de skank de R$20. O grupo operacional também recolheu R$ 4.900 em espécie.

ENTRE OS CRIMINOSOS, UM AGE DE DENTRO DE BANGU 3

As equipes da operação deixaram o Quartel General da Polícia Militar, no Centro do Rio, na manhã desta quinta-feira. De lá, se dirigiram aos vários endereços para encontrar os procurados. Um dos alvos da ação foi procurado no bairro Maria Paula, em Niterói. Pouco depois das 6h, os policiais entraram numa residência localizada na Rua Grécia. As equipes também estiveram em um endereço na Rua Olegário Alves, em Pendotiba, à procura de outro envolvido no esquema. No entanto, ninguém foi encontrado nos dois locais.

Um dos alvos do núcleo do tráfico é apontado na denúncia como um dos chefes da organização criminosa e que dava ordens para efetuar o pagamento aos policiais, o chamado “arrego”.

Entre os acusados há até um traficante preso em Bangu 3, Pedro Paulo Matheus Gremion, o Sagaz. Mesmo detido, ele continuava a dar ordens em favelas de Niterói.

Os PMs foram acusados pelos crimes de organização criminosa para a prática de tráfico de armas, corrupção passiva, prevaricação, receptação e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Os outros 23 acusados também foram denunciados pelo primeiro crime, além dos delitos de roubo, receptação e corrupção ativa.

Fonte: EXTRA

Categories
Uncategorized

França perto de fechar acordo com o Qatar para a venda de Veículos de Combate de Infantaria Nexter VBCI 8X8

De acordo com informações divulgadas pela agência de noticias Reuters a França estaria perto de fechar um grande acordo para a venda de veículos blindados de combate de Infantaria Nexter VBCI (Véhicule Blindé de Combat d’Infanterie  ).

A proposta francesa inclui 300 veículos  equipados com uma torreta CTA40 de 40mm, peças de reposição e treinamento de pessoal. Uma comitiva do presidente Emmanuel Macron  visitará Doha capital do Qatar em dezembro para acertar os últimos detalhes do acordo que esta avaliado em cerca de  dois bilhões de dólares. Esta seria uma das últimas etapas para que o acordo se concretize.

https://youtu.be/QMFApeGMhxo

Categories
América do Sul Destaques História Uncategorized

Tribunal argentino condena 29 pessoas à prisão perpétua por crimes da ditadura

A Argentina condenou na quarta-feira 29 pessoas à prisão perpétua em um julgamento envolvendo cerca de 800 casos de sequestro, tortura e assassinato cometidos durante a ditadura que dominou o país entre 1976 e 1983.

Os ex-oficiais da marinha argentina e outros membros da Escola Naval da Mecânica Naval, conhecida como ESMA, onde o regime militar realizou e torturou milhares de esquerdistas de 1976 a 1983, acompanharam a sentença de julgamento de cinco anos por seu papel durante o período de 1976- Ditadura de 1983 junto com seus advogados em Buenos Aires, 29 de novembro de 2017. REUTERS / Marcos Brindicci

Muitos dos réus, incluindo os ex-capitães da Marinha Alfredo Astiz e Jorge “Tigre” Acosta, já cumprem penas de prisão perpétua por crimes cometidos na Escola de Mecânica da Armada (Esma) que foi convertida em uma prisão clandestina e centro de tortura durante a ditadura.

Entretanto, pela primeira vez no chamado mega caso da Esma, as penas incluíram condenações por “voos da morte”, quando pessoas eram drogadas e seus corpos jogados no Rio da Prata.

REUTERS – Astiz – o chamado “anjo da morte” – disse que agiu para salvar a Argentina do terrorismo de esquerda

“Dar sedativos a nossos entes queridos antes ou depois do voo antes de jogá-los no rio ou no mar é inacreditável; é deplorável”, disse Lita Boitano, presidente da organização Familiares de Desaparecidos e Detidos por Razões Políticas.

Lita, que perdeu dois filhos durante a ditadura, estava entre as centenas de pessoas reunidas do lado de fora do tribunal em Buenos Aires ouvindo as condenações. A leitura das sentenças demorou mais de três horas.

AFP – Jorge Eduardo Acosta foi apelidado de “tigre” durante o regime militar

Além das penas de prisão perpétua, 19 pessoas foram condenadas a entre 8 e 25 anos de prisão. Seis foram inocentadas, incluindo Juan Alemann, que foi ministro de Finanças durante a ditadura e um dos poucos civis que haviam sido acusados de planejar abusos de direitos.

Grupos de direitos humanos estimam que o governo militar argentino matou até 30 mil pessoas durante a ditadura. A maior parte desses corpos nunca foi encontrada.

Reportagem de Maximiliano Rizzi e Miguel Lobianco

Fonte: Reuters

Edição: Plano Brasil

Categories
ADSUMUS

ADSUMUS: 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas (2ºBtlOpRib) realiza formatura do Curso Expedito de Operações Ribeirinhas 2017

Comandante do 4ºDN, Comandante do 2ºBtlOpRib e formandos
No dia 17 de novembro, foi realizada a cerimônia de formatura da 30ª turma do Curso Expedito de Operações Ribeirinhas (C-Exp-OpRib/2017), no pátio central do 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas (2ºBtlOpRib). A cerimônia foi presidida pelo Vice-Almirante Edervaldo Teixeira de Abreu Filho e contou a com presença dos titulares e imediatos de organizações militares da área de Belém (PA) e de familiares dos formandos.
O C-Exp-OpRib tem o objetivo de complementar a habilitação técnico-profissional de oficiais e praças, visando ao planejamento, à coordenação e à execução de operações ribeirinhas na Amazônia Oriental. O curso abordou as seguintes instruções: navegação terrestre, operações com aeronaves, sobrevivência na selva, manobras com embarcações, comunicações navais, combate em localidade, técnicas individuais de combate, planejamento de patrulha e operações ribeirinhas.
Em 2017, 156 militares das Forças Armadas e de Segurança Pública do Pará se inscreveram no curso. Foram aprovados 46 candidatos no teste de suficiência física e, após a tradicional “marcação de gorro”, rito de passagem que marca oficialmente o início do curso, foram matriculados na condição de alunos.
Ao todo, 28 alunos, sendo um militar da Força Aérea Brasileira, concluíram todas as fases do C-Exp-OpRib/2017. Eles superaram as adversidades específicas da região, além das pessoais que compõem a singular formação dos combatentes ribeirinhos da Amazônia Oriental e, dessa forma, se tornaram os novos guardiões do “Portal da Amazônia”.
Fonte: MB