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Vídeo: Caminhão Tatra 4×4 mostra toda sua monstruosidade

Tatra é uma fabricante da República Tcheca que produz caminhões legendários para o off-road extremo.

Mas agora a Tatra foi ainda mais além em busca de um novo recorde mundial. Para tanto, foi criado um obstáculo especial e extremamente desafiador, chamado de Brut Monster, consistente numa rampa com subida e descida com elevadas inclinações (superiores a 55 graus).

Para encarar essa dificílima prova, foi escalado o Tatra 810, numa versão protótipo 4×4. Vale lembrar que esse caminhão substituiu o famoso modelo Praga V3S. Além disso, chama atenção que esse Tatra 810 tem uma estrutura de chassi e eixos convencionais, diferentemente dos demais produzidos pela companhia tcheca, contando ainda com motor da Renault.

Veja agora as imagens desse recorde impressionante, mostrando como o caminhão sobre e desce nesse obstáculo realmente monstruoso. Se deixar, esse daí sobe mesmo até em paredes, você não acha?

 

Fonte: autovideos

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“Super Tucano” a EVOLUÇÃO / Calidus B-250 no Dubai Airshow 2017

Idealizado para guerra anti-guerrilha, inteligência, reconhecimento e vigilância, apoio aéreo aproximado e treinamento avançado,  o caça de ataque leve B-250 é um projeto da Novaer.

Foi desenvolvido pela empresa brasileira Novaer com sua célula toda em materiais compostos e tem na norte-americana Rockwell Collins, a fornecedora da aviônica.

  • Será fabricado pela empresa dos Emirados Árabes Unidos (UAE) – ‘Calidus’.

 

 

 

 

 

 

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América do Sul Economia Geopolítica Negócios e serviços Rússia

Rússia dá respiro à Venezuela, estrangulada pela dívida

Maduro assinou acordo para reestruturar dívida com Moscou, um alívio que não tirará o país do atoleiro

Foto: HispanTV – (Arquivo)

PILAR BONET

A Rússia ofereceu nesta quarta-feira um respiro financeiro à Venezuela ao assinar um acordo intergovernamental de reestruturação de uma dívida de 3,15 bilhões de dólares (10,4 bilhões de reais) da nação caribenha. Caracas ganha assim 10 anos para acabar de pagar o crédito estatal concedido pela Rússia em dezembro de 2011, num valor total de quatro bilhões de dólares.

O acordo estabelece um novo cronograma de pagamentos, de modo que as parcelas sejam mínimas durante os primeiros seis anos do novo prazo de uma década, segundo a agência de notícias russa Tass. A Rússia é um dos principais credores da Venezuela, e o seu orçamento estatal foi privado de 54 bilhões de rublos (três bilhões de reais) neste ano devido ao calote do Governo chavista, acrescentou a agência. O chanceler russo, Serguei Lavrov, disse na quarta-feira que o “desenvolvimento das relações entre a Rússia e a Venezuela depende do grau de benefício mútuo para os dois países”. “Desenvolvemos relações mutuamente benéficas com a Venezuela, como com outros países, incluídos os europeus”, acrescentou o ministro, de acordo com a Tass. Exceto pela reestruturação da dívida, a Venezuela não se dirigiu ao Governo russo para obter ajuda adicional, segundo o porta-voz presidencial Dimitri Peskov.

Além do endividamento público, a estatal petroleira venezuelana PDVSA tem uma dívida de quase seis bilhões de dólares com a sua homóloga russa Rosneft, como pagamento adiantado pelo fornecimento de petróleo e derivados.

O alívio da carga financeira a Caracas graças a essa reestruturação “permite destinar os meios liberados para o desenvolvimento da economia nacional, melhora a capacidade de pagamento do devedor e aumenta as possibilidades de que todos os credores consigam reaver os créditos concedidos anteriormente à Venezuela”, segundo nota do ministério russo das Finanças.

Segundo a agência AFP, o acordo assinado em Moscou só permite ganhar tempo, porque de todo modo “a questão da dívida venezuelana não pode se resolver de maneira nenhuma”, disse Anton Tabakh, economista da agência de qualificação RAEX. O endividamento global da Venezuela alcança os 150 bilhões de dólares. Seu principal credor é a China, com dezenas de milhões de dólares a receber, segundo estimativas dos especialistas.

No passado, em várias ocasiões a Venezuela descumpriu suas obrigações financeiras com Moscou. Em 2016, a Rússia aceitou reestruturar um total de 2,84 bilhões de dólares da dívida, e Caracas se comprometeu a devolver o empréstimo num prazo de cinco anos, entre março de 2017 e o final de 2021. Entretanto, em junho deste ano se soube, segundo a Tass, que a Venezuela não havia cumprido esse compromisso, e depois disso as partes iniciaram negociações para uma nova reestruturação. Em setembro, o ministro russo de Finanças, Anton Siluanov, confirmou que as autoridades de Caracas haviam solicitado uma reestruturação da dívida e que no começo de outubro o presidente Nicolás Maduro, acompanhado de seu ministro das Finanças, Ramón Lobo, viajou à capital russa para discutir novamente o assunto.

Numa entrevista coletiva na quarta-feira em Moscou, o vice-presidente da Venezuela responsável por Economia e Finanças, William Alfredo Castro Coteldo, disse que a reestruturação permite incrementar o nível de intercâmbio comercial com a Federação Russa, garantindo à Venezuela “certa agilidade no pagamento da dívida do Governo venezuelano à Federação Russa”, e que assim o Governo de Caracas dá um passo para “satisfazer as necessidades do povo venezuelano”. A dívida da PDVSA com a Rosneft não está incluída no refinanciamento, segundo o ministro de Economia e Finanças da Venezuela, Simón Serpa.

Fonte: El País

Edição: Plano Brasil

 

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América Latina Destaques Estados Unidos Opinião

“Os EUA são a origem do problema do tráfico de drogas” – Noam Chomsky

O intelectual ataca a incapacidade da classe política liberal de seu país em se conectar com a classe trabalhadora

Noam Chomsky (c), durante uma entrevista na Cidade do México. BARRY DOMÍNGUEZ.

DAVID MARCIAL PÉREZ

Um governante habilidoso e demagógico, que soube se conectar com os “medos legítimos” de parte da sociedade, “como Hitler e Mussolini fizeram antes”. Assim Noam Chomsky, o intelectual vivo da esquerda clássica mais importante de seu país, desenhou Donald Trump na quarta-feira, em uma breve entrevista coletiva na Cidade do México.

“Trump é um fenômeno que reflete o momento em que o país se encontra depois de décadas de políticas que concentraram o poder político e econômico em alguns poucos, e que deformaram a capacidade das instituições para servir seus cidadãos”, acrescentou o professor emérito do Massachusetts Institute of Technology (MIT), convidado pela universidade mais emblemática do México, a UNAM, para o ciclo de conferências Los Acosos a la Civilización. De Muro a Muro, organizado em parceria com a Universidade do Estado do Arizona.

A ascensão do magnata republicano é – para o linguista de 88 anos, que começou seu ativismo político contra a Guerra do Vietnã – resultado do vazio, do desamparo e até da humilhação sentida pela classe trabalhadora branca diante do establishment político norte-americano. “Especialmente o Partido Democrata, que se esqueceu de abordar as questões materiais e às vezes tratou essas camadas da sociedade como estúpidas”.

“Trump conseguiu fazê-los sentir que ele é o único político que lhes dá voz, que defende suas tradições e sua cultura, que sentem ameaçadas. Além disso, construiu um inimigo externo: os mexicanos, os asiáticos, os migrantes. É a mesma lógica que Hitler usou com os judeus, embora, obviamente, nem os judeus iriam destruir a Alemanha nem os migrantes farão isso com os EUA”.

Sobre a renegociação do Tratado de Livre Comércio da América do Norte (TLC), o filósofo interpretou a posição intransigente dos EUA como uma oportunidade para os outros dois parceiros: “México e Canadá deveriam aproveitar para introduzir elementos que favoreçam seus cidadãos, como direitos sindicais”, além de enfatizar que “a origem do problema da droga no México é os Estados Unidos”, lembrando que do vizinho do Norte vem a maior demanda de drogas e a maior oferta de armas.

“O Partido Democrata tratou a classe trabalhadora branca como uma estúpida”

O surgimento dos novos movimentos sociais contra as políticas neoliberais do fim dos anos noventa, conhecidos como antiglobalização, recuperaram a figura do veterano filósofo com títulos como El Miedo a la Democracia ou Como nos Venden la Moto (com Ignacio Ramonet), em que explica, com linguagem simples e vontade pedagógica, os perigos da desregulamentação dos mercados, da entronização das finanças e do enfraquecimento dos sindicatos.

Aplicadas, por exemplo, ao fenômeno do aquecimento global, suas teses ecoaram assim nesta quarta-feira na Cidade do México: “Se você é uma empresa de petróleo, seu único interesse e objetivo é o lucro imediato. Em seus planos operacionais você não concebe que o que está fazendo pode acabar com a vida dos seus filhos. Tudo o que não é benefício é considerado uma externalidade, algo acessório. Esse é o coração da economia capitalista, um sistema destinado à autodestruição”.

Fonte: El País

 

 

 

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Conflitos Defesa Equipamentos Infantry Fighting Vehicles Rússia Síria Sistemas de Armas Vídeo

Blindado soviético ZSU-23-4 Shilka na guerra Síria

O exército sírio e os seus tanques estão protegidos por uma “antiga glória” soviética: o sistema ZSU-23-4, também conhecido como Shilka.

 

https://www.youtube.com/watch?v=cxInsLk4URk

O Shilka é um sistema antiaéreo instalado em uma base móvel. Apesar de o sistema ter entrado em serviço ainda em 1965, ele foi visto recentemente na Síria apoiando os blindados russos Tu-72M1 e protegendo as forças governamentais sírias.

O Shilka é destinado a eliminar lança-granadas, pessoal inimigo e pequenos veículos blindados. Esta arma também se tornou uma boa solução para neutralizar os carros-bomba de terroristas.

 

https://www.youtube.com/watch?v=6GlJC-5BZKU

É dotado de 4 canhões de 23 mm com cadência de tiro de até 1 mil projéteis por minuto. O seu alcance é de 2 km.

O Shilka foi modificado especialmente para operar no terreno sírio: foi retirado o sistema de radar e liberado espaço para mais munições. Se antes o blindado podia transportar 2 mil projéteis, agora a capacidade se tornou ainda maior.

​Este blindado soviético com mais de 50 anos de idade está desempenhando o mesmo papel na Síria que o dos modernos blindados russos Terminator: apoiar os tanques em combate.

Fonte: Sputnik

Edição: Plano Brasil

 

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Conflitos Geopolítica

Presidente francês Macron convida premiê libanês Hariri e família à França

Emmanuel Macron durante a COP23, Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Bona, Alemanha, 15 de novembro de 2017. REUTERS / Wolfgang Rattay

O primeiro-ministro do Líbano, Saad al-Hariri, e sua família irão viajar à França nos próximos dias, disse uma fonte presidencial francesa nesta quarta-feira, após o presidente Emmanuel Macron convidá-lo como parte de esforços para diminuir tensões no Oriente Médio.

Falando na cidade alemã de Bonn após uma conferência sobre o clima, Macron disse que seu convite não é uma oferta de exílio para Hariri, que anunciou sua abrupta renúncia como premiê há 11 dias da capital saudita, Riad.

   O presidente do Líbano, Michel Aoun, que se recusou a aceitar a renúncia do primeiro-ministro, acusou mais cedo nesta quarta-feira os sauditas de tornarem Hariri refém – e chamou isto de um ato de agressão.

    Perguntado se estava oferecendo exílio a Hariri, Macron disse: “Não, de maneira alguma. Eu espero que o Líbano seja estável e que escolhas políticas estejam de acordo com normas institucionais”.

    “Nós precisamos de um Líbano forte com sua integridade territorial respeitada. Nós precisamos de líderes que sejam livres para fazer suas próprias escolhas e falar livremente”.

    A França possui relações próximas com o Líbano, que esteve sob controle francês entre as guerras mundiais, e com Hariri, que possui uma casa na França e passou diversos anos no país. Seu pai, Rafik, era amigo próximo do ex-presidente Jacques Chirac.

O convite de Macron aconteceu após conversar tanto com o príncipe saudita Mohammed bin Salman quanto com Hariri por telefone, informou o Eliseu em comunicado.

A Arábia Saudita negou ter detido Hariri ou coagido ele a renunciar.

Uma fonte no Palácio do Eliseu disse que Hariri deve desembarcar na França “nos próximos dias”.

“REPENTINO”

A oferta da França aparentou ter sido de último minuto, sem indícios de autoridades francesas nesta manhã de que isto era programado. Um porta-voz do governo francês em entrevista coletiva semanal até mesmo pediu para Hariri voltar a Beirute para entregar sua renúncia.

    Diplomatas franceses em Paris aparentavam ter sido pegos de surpresa. Eles disseram que Macron havia encontrado uma maneira de tirar Hariri da Arábia Saudita sem perdas para nenhum lado, mas questionaram como isto irá funcionar a longo prazo.

    “Isto foi repentino”, disse um diplomata.

    “O presidente quer diminuir tensões… mas nós também estamos em círculos. Estamos somente herdando os problemas?”.

Fonte: Reuters