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FORÇAS IRAQUIANAS DECLARAM QUE O AUTOPROCLAMADO CALIFADO "CAIU" APÓS VITÓRIA SIMBÓLICA EM MOSUL DEPOIS DE UMA ÉPICA BATALHA.

Tradução e adaptação: E.M.Pinto

Segundo nota do Independent, as tropas iraquianas recapturaram as ruínas da grande mesquita de Mosul expulsando os terroristas do ISIS, foi o que informaram militares iraquianos em um anúncio, declarando que o reinado dos extremistas no país acabou.

“Seu estado fictíciocaiu”,

 Disse o porta-voz militar, Brigadeiro-geral Yahya Rasool, à TV estatal na quinta-feira – no mesmo local onde três anos antes, o seu então líder, Abu Bakr Al-Baghdadi autoproclamou a criação do califado.

O Isis explodiu na semana passada a mesquita Al-Nuri, uma construção do século 12. O ato de desespero ocorreu depois de se tornar evidente  que as forças iraquianas forçaram as defesas conquistando passo a passo o caminho até a as ruínas da Mesquita. A bandeira negra desfraldada no minarete deAl-Hadba desde junho de 2014.

O general Gen Abdul Wahab Al-Saadi informou à Associated Press, que às forças especiais Iraquianas entraram no complexo e assumiram o controle das ruas circundantes na tarde de quinta-feira após uma ofensiva ao longo da madrugada.

A região precisará ser limpa por especialistas em explosivos, já que por prática o ISIS dissemina nos locais armadilhas.

Embora existam aproximadamente 300 militantes que ainda lutam até a morte no distrito da Cidade Velha, as autoridades iraquianas esperam que a batalha de oito meses de duração acabe nos próximos dias. O ISIS que havia tomado três anos antes cerca de um terço do território iraquiano após romper pela fronteira Síria, detém agora em solo Iraquiano uma pequena área do lado oeste do rio Tigre com menos de 1 km de quadrado.

A vitória chegou após um elevado custo: A luta feroz e a campanha de bombardeio liderada pelos EUA mataram milhares de civis, especialmente nos últimos três fins de semana e, deslocaram cerca de 850 mil refugiados. Uma vasta região da cidade foi reduzida à escombros, e no calor do verão, o fedor dos cadáveres é irresistível, dizem os soldados na linha de frente.

A operação de retomada da cidade começou em outubro de 2016. Mosul uma cidade cosmopolita de 1,5 milhão de habitantes foi a jóia da coroa do ISIS a batalha está próxima do fim, os militantes concentram-se em pequenos bolsões de resistência ao norte do Iraque e perto a fronteira com a Síria.

A complexa operação da coalizão composta pelo exército iraquiano, unidades de combate de elite, milícias financiadas pelo Irã e os Peshmerga curdos acompanharam os esforços das forças curdas apoiadas pelos EUA na fronteira para expulsar o ISIS da capital síria de Raqqa.

A destruição da mesquita de Mosul é outro exemplo de “culturalidade”

O ISIS lançou uma onda de atentados suicidas como última tentativa desesperada para resistir em Mosul.

A queda de ambas as cidades marcará o fim de ISIS como uma força de dominação de território, embora os analistas esperem que o grupo se transforme em uma força insurgência terrorista nos dois países e que inevitavelmente intensificará os ataques terroristas em todo o mundo no futuro.

 

“É importante diferenciar o ISIS como uma ideologia global e seu projeto de quase-estadofísico”,

 disse Dr. Andreas Krieg, do Departamento de Estudos de Defesa do King’s College em Londres, à The Independent.

“O ISIS não é a principal causa dos problemas do Iraque, e sim um sintoma dele. E todas as queixas locais que permitiram que ISIS florescesse em primeiro lugar pode se deizer, foram e insegurança física, privação de direitos, estes problemas não vão desaparecer. Há muitos no norte do Iraque que não irão encorajar e apoiar o governo de Bagdá, agora eles foram liberados de uma forma de opressão. Eles já se preparam para a próxima luta.”

Fonte: Independent

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27º Batalhão de Infantaria Pára-quedista (27º BI Pqdt) realiza adestramento em ambiente de selva durante a Operação Bumerangue II

Manaus (AM) – No período de 18 a 26 de junho, a Brigada de Infantaria Pára-quedista (Bda Inf Pqdt) deu início à Operação Bumerangue II, um exercício de adestramento em ambiente operacional de selva.

O exercício teve como objetivo principal manter a capacidade da Bda Inf Pqdt de atuar em todas as regiões do País. Buscando capacitar os integrantes da Brigada para atuar no cenário amazônico, 150 militares constituíram a Força-Tarefa (FT) Velame, que foi formada com base no 27º Batalhão de Infantaria Pára-quedista (27º BI Pqdt) e contou com a participação de representantes das demais organizações militares da Bda Inf Pqdt.

Estágio de Adaptação à Vida na Selva

Na fase de aclimatação e adaptação, os integrantes da FT Velame realizaram o Estágio de Adaptação à Vida na Selva, que foi ministrado por militares do 1º Batalhão de Infantaria de Selva (Aeromóvel). Dentre as instruções, enfatiza-se as de orientação diurna e noturna, obtenção de água e de fogo, armadilhas, tiro de caça e alimentos de origem animal e vegetal. Também houve instruções de natação utilitária e de técnicas fluviais e aeromóveis.

Na fase de operações, foram realizadas patrulhas de reconhecimento e de combate que impuseram a execução de grandes deslocamentos através da selva.

Travessia do “Quadrado Maldito”

O ponto alto do treinamento foi a travessia da área de instrução conhecida como “Quadrado Maldito”, do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), num percurso de aproximadamente 33 km de deslocamento a pé através da selva amazônica.

Ao longo dos dias 22, 23 e 24 de junho, dentro de um contexto de combate a forças irregulares, os integrantes da FT Velame testaram e fortaleceram atributos como rusticidade, resistência e perseverança. A operação impôs o exercício da ação de comando e da liderança em todos os níveis e permitiu constatar o valor moral e o espírito de corpo da tropa paraquedista.

Após o intenso esforço físico e psicológico a que foram submetidos, os paraquedistas sentiram-se recompensados por terem alcançado um objetivo de elevado grau de dificuldade, num ambiente extremamente hostil.

O exercício foi coroado com a prática das técnicas de rapel, fast rope e helocasting com a aeronave HM-2 Black Hawk do 4º Batalhão de Aviação do Exército, na Base de Instrução Pedro Teixeira, do CIGS, às margens do Lago Puraquequara.

Fonte: EB

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Humor: "Smoke on the water" ... e é o HMS Queen Elizabeth

Não… Não é o Kuznetsov, porta aviões russo cuja construção foi encerrada em meados de 1985…

… aquele que despertou comentários sobre  “a facilidade de detectá-lo bastando seguir a coluna de fumaça deixada pelas suas caldeiras”.

  • Problemas nas caldeiras?
  • Queima incompleta do combustível?
  • Combustível adulterado?
  • colou o Giclê?
  • De baixa qualidade?
  • Todas estas hipóteses?

Bem, o que vemos pela imagem é que até o novíssimo HMS Queen Elizabeth não está imune as piadas de internet. Com a palavra os especialistas…

 

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Rússia diz que novo porta-aviões britânico é um “alvo conveniente”

Os militares da Rússia debocharam do novo porta-aviões do Reino Unido nesta quinta-feira, dizendo que o HMS Queen Elizabeth representa “um alvo grande e conveniente” e que seria prudente manter distância dos navios de guerra de Moscou.

A embarcação gigantesca, o maior e mais avançado navio de guerra britânico, iniciou sua viagem inaugural na segunda-feira, levando o secretário da Defesa britânico, Michael Fallon, a dizer que acredita que os russos irão encará-lo “com um pouquinho de inveja”.

Incomodado com o comentário e irritado por Fallon ter descrito o único porta-aviões russo como “dilapidado”, o Ministério da Defesa da Rússia emitiu um comunicado de linguagem contundente nesta quinta-feira, criticando Fallon e zombando do HMS Queen Elizabeth.

“Estas declarações extasiadas… sobre a supremacia do lindo exterior do novo porta-aviões ante o cruzador e porta-aviões russo Almirante Kuznetsov expõem a absoluta ignorância de Fallon sobre a ciência naval militar”, disse o ministério.

“Como uma abelha, o porta-aviões britânico só é capaz de liberar aviões independentemente a partir de sua barriga flanqueado de perto por um enxame de navios de guerra, navios de apoio e submarinos para protegê-lo. É por isso que… o porta-aviões britânico é meramente um alvo naval grande e conveniente”.

Em contraste, o envelhecido Almirante Kuznetsov, criticado por Fallon em mais de uma ocasião, é armado com uma variedade de mísseis defensivos, disse o governo, alertando para que o HMS Queen Elizabeth mantenha distância da Marinha da Rússia.

“É do interesse da Marinha Real Britânica não exibir a ‘beleza’ de seu porta-aviões em alto mar a mais do que algumas centenas de milhas de seu parente distante russo”, disse o ministério.

Andrew Osborn / Dmitry Solovyov

Edição: Plano Brasil

Fonte: Reuters

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Brasil: Onde presidente Temer se escora para não cair

Apesar de denúncia criminal ser baseada em aspectos técnicos, rito na Câmara dos Deputados segue lógica política, e presidente usa as armas que tem para cortejar aliados e manter base. Arsenal, porém, tem avarias.

Em meio à crise política, Temer decidiu não participar de reunião do G20

Vai começar tudo de novo. Alvo de uma denúncia criminal, o presidente Michel Temer vai enfrentar uma votação crucial na Câmara sobre o futuro de seu governo. Tal como ocorreu no processo de impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, ele precisa reunir pelo menos 172 votos (ou ausências) para impedir que os deputados autorizem o avanço da ação.

Para isso, o presidente espera contar com sua base aliada, cuja lealdade deve ser reforçada ainda mais com a distribuição de cargos e verbas. Apesar de a denúncia criminal ser baseada em aspectos técnicos, o trâmite inicial na Câmara segue uma lógica política e não é dependente dos argumentos jurídicos apresentados pela defesa.

Para evitar mais desgaste e tentar assegurar a vitória na Câmara, Temer decidiu não participar da reunião do G20 a ser realizada nos dias 7 e 8 de julho em Hamburgo, na Alemanha, onde deveria almoçar com a chanceler federal alemã, Angela Merkel.

O presidente também deve tentar explorar a revolta da classe política com o Ministério Público. No entanto, o arsenal para garantir sua sobrevivência já apresenta algumas avarias. Veja quais são:

A força da base aliada

Quando assumiu, Temer alardeou possuir uma base aliada com mais de 400 deputados, uma maioria notável desde a redemocratização. No momento, interlocutores do governo garantem que o Planalto conta facilmente com pelo menos 250 votos a seu favor, dezenas a mais do que o necessário para barrar o trâmite da denúncia.

Só que desde o início da crise política e da Operação Lava Jato, Brasília se acostumou aos “fatos novos” que embaralham para o governo uma situação que parece definida. Foi o que aconteceu com a ex-presidente Dilma Rousseff no início de 2016. À época, a votação do impeachment pela Câmara parecia estar caminhando a seu favor, mas dois fatos negativos na mesma semana acabaram corroendo o que restava da base de apoio: a divulgação da delação de ex-senador Delcídio do Amaral e o imbróglio da nomeação do ex-presidente Lula como ministro.

No caso de Temer, não faltam potenciais fatos novos para desestabilizar ainda mais o seu governo. Um deles pode ser uma eventual delação do “homem da mala” Rodrigo Rocha Loures, o ex-assessor da Presidência que foi gravado recebendo 500 mil reais. Além de Loures, há outros potenciais candidatos, como o ex-deputado Eduardo Cunha.

Durante o pronunciamento de Temer sobre a denúncia nesta terça-feira, cerca de 80 deputados compareceram. Eram em sua maioria integrantes do “baixo clero” da Câmara. Quase nenhum político de destaque apareceu para emprestar sua imagem ao presidente.

Antes disso, a base já vinha dando sinais de desgaste. Na semana passada, o governo foi derrotado em votação em uma comissão do Senado que discutiu a reforma trabalhista. Há ainda o fator PSDB. Apesar da Executiva do partido ainda apoiar Temer, deputados tucanos não escondem sua insatisfação de ver a sigla ainda atrelada ao governo.

A “generosidade”

Mesmo fragilizado, Temer continua a controlar a caneta do governo, e tudo que o Planalto pode oferecer para obter apoio, como cargos e liberação de verbas. Logo após a delação da JBS, Temer liberou 1 bilhão de reais para emendas de deputados. O deputado que recebeu o maior valor foi Marco Rogério (DEM-RO), cotado para o cargo de relator da denúncia contra o presidente. Com uma eventual saída do PSDB, o Planalto articula distribuir os cargos de tucanos entre siglas médias com o objetivo de formar um núcleo de apoio mais enxuto, mas 100% leal.

No ano passado, a ex-presidente Dilma Rousseff usou do mesmo artifício para tentar barrar o impeachment. Somente nos primeiros dias de maio de 2016, ela empenhou 1,4 bilhão de reais em emendas para deputados e senadores, quase a totalidade do que havia liberado no acumulado nos primeiros meses do ano. A presidente também distribuiu os cargos e ministérios que estavam em poder do PMDB para membros do “centrão”. Isso não impediu seu afastamento de Dilma, aprovado pelos senadores em 12 de maio.

Os ataques

Em um pronunciamento na segunda-feira, Temer atacou o procurador-geral Rodrigo Janot. O presidente chegou ao ponto de insinuar que ele recebeu dinheiro para persegui-lo. Foi um discurso feito diretamente para parlamentares que estão fartos das investigações que sacodem o mundo político desde 2014. Temer afirmou que a PGR abriu um “precedente perigosíssimo” ao fazer acusações que, segundo ele, têm como base, “ilações”. O recado foi claro: Temer sugeriu que todos podem se tornar alvos e a resposta é a união em torno da sua figura.

A estratégia não é diferente da adotada pelo ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) entre 2015 e 2016. Um dos primeiros alvos parlamentares da Lava Jato, Cunha repetidamente lançou ataques contra Janot.  “Hoje, sou eu. Vocês, amanhã”, chegou a afirmar. No final, mesmo os deputados que criticavam a Lava Jato acabaram por abandoná-lo.

O efeito de atrair deputados para o enfrentamento com a PGR também pode ser limitado, dada a aprovação que a Lava Jato goza entre os brasileiros. Segundo o cientista político Gaspard Estrada, da Sciences Po de Paris, muitos políticos já começam a se preocupar com a aproximação das eleições e já estão calculando o custo de se verem atrelados a um presidente extremamente impopular. “Ninguém vai querer estar associado ao Temer quando as eleições de 2018 se aproximarem”, diz.

Um aliado na Presidência da Câmara

Não há mais um Eduardo Cunha na Presidência da Câmara. Articulador do impeachment de Dilma, o ex-deputado teve papel central em convencer a Câmara a abandonar a ex-presidente. Hoje, a chefia da Casa é ocupada por Rodrigo Maia (DEM-RJ), um aliado de Temer. Ele já engavetou vários pedidos de impeachment contra Temer e chegou a criticar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso após este pedir a renúncia do peemedebista. Porém, Maia não parece estar disposto a defender Temer abertamente. Ele evitou comentar a denúncia e não compareceu ao pronunciamento do presidente na última terça-feira.

A falta de alternativa

Não há nenhum nome de consenso entre a classe política sobre quem poderia substituir Temer na Presidência. Antes do julgamento da chapa Dilma-Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), vários nomes foram especulados pela imprensa. No entanto, nenhum deles parecia ter força suficiente para ser aceito em peso pela classe política e pela elite. Segundo o cientista político suíço Rolf Rauschenbach, do Centro Latino-Americano da Universidade de St. Gallen, as chances de Temer são fortalecidas por esse vazio. “Não se sabe quem poderá ser colocado no lugar e o que vai acontecer depois”, afirma.

A boa vontade do mercado

Nenhuma grande entidade empresarial manifestou até agora que deseja a saída de Michel Temer. Em 2016, diversas entidades apoiaram abertamente o impeachment, na esperança de que um novo governo seria capaz de entregar reformas econômicas. Nesta semana, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) disse ao jornal Folha de S.Paulo que “todo o empresariado prefere continuar com o presidente Michel Temer. Hoje a posição é essa: é melhor seguir e fazer a transição no país.”

Mas as reformas estão sob risco. A estratégia da PGR de fatiar as denúncias arrisca monopolizar as atenções do Congresso até possivelmente o fim do ano, se Temer permanecer. Alguns economistas avaliam que seria melhor que Temer deixasse o cargo. “Uma saída rápida de Temer seria substancialmente melhor do que uma luta política prolongada para permanecer no poder”, disse Alex Wolf, economista da Standard Life Investments, ao Financial Times.

Já a consultoria Eurasia Group concluiu que Temer “perdeu as condições de continuar a negociação pela reforma da Previdência” e que “qualquer presidente eleito pelo Congresso terá fortes incentivos para colocar a reforma da Previdência de volta aos trilhos”.

Fonte: DW

 

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Israel projeta construir uma ilha artificial em frente a Faixa de Gaza

A estrutura seria utilizada como porto e teria também um terminal de cargas, plantas para a produção de energia elétrica e para a dessalinização e até um aeroporto.

O Ministério da Inteligência e dos Transportes de Israel publicou nesta quarta-feira (28) um vídeo que mostra um projeto israelense para a construção de uma ilha artificial em frente a Faixa de Gaza.

Segundo a narração do vídeo [Veja aqui], a ilha teria um porto, um terminal de carga e até mesmo um aeroporto para impulsionar a economia do território palestino e conectá-lo ao mundo.

O projeto de uma ilha artificial é um plano antigo do governo israelense, mas somente agora parece tomar forma de verdade. O vídeo mostra detalhes da realização da ilha, que teria 525 hectares de extenção e seria localizada a cerca de três milhas do litoral de Gaza, a qual seria conectada graças a uma ponte suspensa no mar. Além disso, poderia ser instalado um aeroporto que substituiria aquele destruído pelos israelenses em Gaza em 2001.

A faixa de controle marítimo que Israel projeta manter em volta da ilha artificial (Foto: Reuters)

“A iniciativa da ilha artificial é destinada a fornecer uma resposta a uma realidade que é ruim para os palestinos e não é boa para Israel”, diz o narrador, reconhecendo que o objetivo é, em parte, mudar a visão internacional de que Israel é culpado pela deterioração das condições de vida dos dois milhões de habitantes de Gaza.

Ponte ligando a ilha artificial com a Faixa de Gaza (Foto: Reuters)

Para mudar essa percepção e tentar resolver os graves problemas humanitários e econômicos que afligem a Gaza – onde os habitantes têm menos três horas de eletricidade por dia e enfrentam um desemprego superior a 40% – o plano de Katz prevê um investimento de US$ 5 bilhões (cerca de R$ 16,4 bilhões) em cinco anos.

Israel e o Egito mantém um bloqueio sobre Gaza há mais de uma década, desde que o grupo islâmico radical Hamas tomou o controle do território, restringindo o fluxo de produtos e pessoas para dentro e fora da Faixa como forma de pressionar a organização palestina. Hamas já travou três guerras contra Israel e é um movimento rival do partido Al Fatah, que controla a Cisjordânia.

Mesmo após a retirada dos colonos judeus de Gaza, realizada em 2005 pelo governo israelense, o território ainda tem um controle limitado de seu espaço aéreo e do acesso ao mar.

Fonte: G1

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ADSUMUS : Grupamento de Fuzileiros Navais de Natal (GptFNNa) realiza adestramento no Campo de Instrução de Muriú

Instrução de escola de embarcação

No período de 8 a 26 de maio, o Grupamento de Fuzileiros Navais de Natal (GptFNNa) promoveu um adestramento de pequenas frações, denominado ADEST-EQ 2017, no Campo de Instrução de Muriú, área do Exército Brasileiro, distante 34 km de Natal (RN).

O ADEST-EQ 2017 teve o propósito de estabelecer e ampliar os laços táticos nas pequenas frações até o nível pelotão, bem como consolidar habilidades e competências.

Divididos em três turmas, toda a tripulação do GptFNNa participou dos exercícios. Durante o período, foram abordadas instruções de primeiros socorros, comunicações, pista de acuidade visual e auditiva, navegação terrestre, orientação, escola de embarcação, tiro instintivo, explosivos, tiro de familiarização de pistola e fuzil, pista de tiro de combate de pistola e fuzil, óculos de visão noturna e uso gradual da força.

Ao final de cada turma, foi realizada uma pista de aplicação, na qual os militares colocaram em prática todos os procedimentos de cada instrução ministrada.

Anualmente, o GptFNNa realiza a atividade, permitindo que a organização militar esteja constantemente preparada para as atividades cotidianas e para operações de rápido emprego da Força.

Instrução de nós e voltas

 

Fonte: MB