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MERCADO DE BLINDADOS: Finlandesa Patria apresentará na IDEX 2017 seu novo blindado 8×8 AMV-28A

Ghost Especial para o Plano Brasil

Na próxima edição da Feira Internacional de defesa IDEX 2017 que será realizada em Abu Dhabi de 19 a 23 de fevereiro de 2017 o grupo Finlandês PATRIA apresentará a nova versão do seu veículo Blindado 8×8  Patria AMV (Armored Modular Vehicle) no qual foi denominado como “AMV-28A”.

A nova viatura e uma versão aperfeiçoada do já consagrado  Patria AMV 8X8 que atualmente e operado por Croácia, Finlândia, Polônia, Eslovênia, África do Sul, Suécia e Emirados Árabes e que atualmente esta concorrendo na Austrália no programa  Land 400 e nos EUA onde esta participando de uma concorrência dos Marines com o Nome de HAVOC em parceria com a Lockheed Martin.

O novo veiculo surgiu em 2013 como Patria AMV- XP (carga,desempenho e proteção extra) onde o mesmo testou uma serie de conceitos. O novo Patria AMV-28A possui um chassi alongado (conceito extraído das exigências dos Emirados Árabes unidos que previa o uso da torre Bakhcha [a mesma do IFV BMP-3]) , maior proteção blindada com a adição de  blindagem adicional externa.

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A  vantagem desse sistema é a sua fácil e rápida integração, remoção e manutenção pois se trata de um sistema modular. A parte mecânica também passou por modificações assim como a suspensão.

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O veículo e equipado com uma torre remotamente controlada Kongsberg MCT30  “ ’PROTECTOR’ armada com um canhão Bushmaster Mk44 e uma metralhadora 7.62mm  em cima dessa torre existe outra estação de armas remotamente controlada KONGSBERG Protector M153 OWS equipada com míssil FGM-148 Javelin e uma metralhadora Browning M2HB 12.7 × 99 mm.

Alem do veiculo a fabricante finlandesa vai apresentar durante a IDEX 2017 uma nova versão do morteiro NEMO 120 MM. A nova variante possui características mais leves podendo ser transportado dentro de um contêiner civil.

Com Informações de defence blog

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Apenas 4% das fronteiras do Brasil são monitoradas

Membros do 3º Pelotão Especial de Fronteira, em Vila Bittencourt, no Amazonas, participam de demonstração de combate ao tráfico de armas, durante visita realizada pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann – Jorge William / Jorge William

POR RENATA MARIZ

Sistema que deveria bloquear armas e drogas já custou R$ 1 bilhão

BRASÍLIA — A extensão continental das fronteiras brasileiras coloca a tecnologia como elemento fundamental para aumentar o controle do fluxo de drogas e armas. São 16.866 quilômetros no total de fronteira terrestre, cinco vezes e meia a linha que divide Estados Unidos e México, de pouco mais de três mil quilômetros. No entanto, o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), projeto iniciado ainda em 2012 como grande aposta para enfrentar o desafio, só cobre 660 quilômetros — cerca de 4% das fronteiras nacionais.

A cobertura pífia se dá na forma de projeto piloto, que vem sendo implantado a partir de Dourados, no Mato Grosso do Sul. Projetado pelo Exército para integrar radares, sensores, satélites e outros instrumentos de monitoramento e transmissão de dados, o Sisfron consumiu R$ 1 bilhão desde o início do projeto. Em 2014, o investimento chegou no auge de R$ 256 milhões anuais, caindo desde então. Ano passado, foi de R$ 182 milhões.

O governo atual responsabiliza o contingenciamento de recursos nos últimos anos e a crise financeira pelo atraso, e promete aplicar R$ 470 milhões no projeto este ano. Enquanto a expansão do sistema anda a passos lentos, cresce o clamor por mais homens nas fronteiras, sobretudo após a crise no sistema penitenciário com massacres recentes promovidos por facções ligadas ao tráfico de drogas.

Para o general Fernando Azevedo e Silva, chefe do Estado-maior do Exército, as condições das fronteiras brasileiras implicam necessariamente em ampliação da tecnologia:

— Não adianta botar homem na faixa de fronteira inteira. A tecnologia avança a cada dia. Tem que ter sensores, analisar o que os satélites pegam e selecionar isso para definir uma ação. Isso está sendo feito, mas depende um pouco do esforço do país na parte orçamentária.

A faixa de 150 quilômetros para dentro, a partir da linha divisória terrestre do território nacional, é considerada área de fronteira. Nesse espaço, militares têm poder de polícia, podendo revistar pessoas e veículos, fazer prisões em flagrante e patrulhar. Por esse conceito, toda a faixa de fronteira do Comando Militar Amazônico soma 800 mil quilômetros quadrados.

Uma das dificuldades para a expansão do Sisfron é a natureza diversa da geografia brasileira. Para levar o projeto para os quase nove mil quilômetros de fronteiras amazônicas, por exemplo, equipamentos terão de sofrer adaptações. Determinados instrumentos e a forma como são empregados hoje no Mato Grosso do Sul terão que ser modificados para uso no ambiente de selva.

Há peculiaridades na região amazônica, hoje foco de uma intensa preocupação após massacres em presídios da região Norte relacionados a uma disputa de grupos pela rota local das drogas, segundo autoridades. O comandante militar da Amazônia, general Geraldo Antonio Miotto, ressalta que, apesar dos nove mil homens do Exército na faixa de fronteira sob sua supervisão, os rios da região que separam o Brasil e países vizinhos são extensos e vascularizados.

— Muitos rios entram nas nossas cidades. Vão até Manaus. Isso dificulta muito a fiscalização. Mas estamos fazendo a nossa parte — pontua o coronel Miotto.

O Ministério da Defesa diz que não é possível estimar a conclusão da implantação do Sisfron “em decorrência da incerteza orçamentária”. A pasta explicou que após a implementação completa do projeto piloto, o programa será reavaliado para que possa ser traçado um cronograma.

Pressionado pela crise no sistema penitenciário e com o Sisfron de alcance ainda limitado, o governo federal discute formar uma espécie de polícia especial para a área — própria ou com agentes destacados de órgãos existentes. Mas a proposta enfrenta sérias resistências na cúpula federal ligada à área da Segurança. Não só pela falta de efetivo disponível ou de dinheiro para a empreitada. Do ponto de vista técnico, a estratégia é apontada como uma mera resposta à opinião pública.

Na Polícia Federal, o entendimento é que o quadro de pessoal é pequeno para destacar mais homens para a fronteira além do efetivo atual. E que a estratégia mais acertada, nas atuais condições, seria investir na área de inteligência para sufocar financeiramente as organizações ligadas ao tráfico de drogas e de armas, sem descartar a repressão ostensiva e a vigilância das fronteiras.

Até mesmo nas Forças Armadas, que desempenham um papel importante de vigilância física dos limites do território brasileiro e atendimento social de populações isoladas, há reticências quanto à ideia de reforço do efetivo. O ministro Raul Jungmann não descarta a possibilidade, mas é cuidadoso ao lembrar que uma empreitada nesse sentido depende prioritariamente de viabilidade financeira.

— Quando recebermos essa determinação do presidente Michel Temer e, obviamente, os recursos necessários, as Forças Armadas estão prontas para aumentar o seu efetivo na Amazônia — afirmou Jungmann.

A ideia de mais homens na fronteira vem sendo defendida principalmente pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes. Para driblar a falta de efetivo e recursos, devido à crise econômica, a pasta começou a recrutar policiais e militares aposentados há menos de cinco anos para integrar a Força Nacional, que é formada por servidores estaduais da ativa. A permissão para selecionar inativos foi garantida por meio de medida provisória.

Fonte: O Globo

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Trump assinará nova ordem para o uso de helicópteros de ataque e artilharia contra ISIS na Síria

Tradução e adaptação E.M.Pinto

 

De acordo com o site Dailymail, o novo presidente dos EUA, Donal Trump, poderia assinará novas ordens para o uso de helicópteros e artilharia no solo contra o grupo terrorista ISIS na Síria. Durante sua campanha, Donald Trump prometeu expandir o poder militar do Exército dos EUA, da Marinha, da Força Aérea e do Corpo de Fuzileiros Navais.
Os militares do Exército dos Estados Unidos da 2ª Brigada Combat Team, 82ª Divisão Aerotransportada evacuaram uma vítima simulada durante uma operação de força no Camp Swift, Makhmour, no Iraque, em 22 de janeiro de 2017. Os Estados Unidos atualmente tem 5.000 soldados no Iraque e 500 na Síria  que atuam como assessores.

Durante uma visita ao Pentágono, em 27 de janeiro de 2017, o presidente dos EUA, Trump, assinou uma nova ordem para aumentar e iniciar uma grande reconstrução das forças armadas dos Estados Unidos desenvolvendo um plano para novos aviões, novos navios, novos recursos e novas ferramentas para os soldados dos EUA.
Segundo a ordem, o secretário de Defesa, James Mattis, deverá preparar uma “avaliação de prontidão” de 30 dias que avalie o treinamento, manutenção de equipamentos, munições, modernização e infra-estrutura e identifica ações a serem tomadas este ano.
A segunda ação estabelece novas medidas

para manter os terroristas islâmicos radicais fora dos Estados Unidos da América – nós não os queremos aqui… Queremos garantir que não estamos admitindo em nosso país as mesmas ameaças que nossos soldados estão lutando no exterior. Só queremos admitir no nosso país aqueles que apoiarão os Estados Unidos e amarão, profundamente, o nosso povo “. disse o presidente.

Donlad Trump e seu homólogo russo Vladimir Putin concordaram em um telefonema para estabelecer uma “verdadeira coordenação” contra o grupo do Estado Islâmico na Síria, de acordo com o Kremlin.

 

Fonte: Army Reccognition

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Trump dá 30 dias para Pentágono criar plano para derrotar Estado Islâmico

Presidente dos EUA conversou com Putin sobre estratégia conjunta para derrotar a facção terrorista.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou neste sábado (28) uma ordem executiva com instruções para que o Pentágono apresente em 30 dias uma estratégia para derrotar o grupo terrorista Estado Islâmico (EI).

Neste sábado, Trump telefonou ao presidente russo, Vladimir Putin, com quem conversou sobre ações para combater o grupo terrorista.

Ao final do telefonema entre os dois, a presidência russa informou que os dois chefes de Estado querem “uma real coordenação contra o EI na Síria”, uma opção que os militares americanos observam com desconfiança, considerando que os russos estão na Síria para apoiar o regime de Bashar al Assad.

Na sexta-feira, Trump reuniu-se com os comandos militares no Pentágono para tratar a forma de acelerar o combate ao EI, segundo uma autoridade militar que não deu maiores detalhes.

O presidente americano pode decidir modificar a estratégia de seu antecessor, Barack Obama, que queria evitar a todo custo a implicação de tropas americanas nos combates no terreno e havia assumido essencialmente um papel de assessoramento.

No momento, o governo norte-americano mobiliza pouco mais de 5 mil militares no Iraque e 500 soldados de suas forças especiais na Síria, apoiando as forças democráticas sírias.

Aviões americanos e de uma coalizão internacional comandada por Washington bombardeiam diariamente os extremistas desde o verão de 2014 no hemisfério norte.

Fonte: G1