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Rapidinhas da Rússia: Novidades em 2017 para a Marinha Russa

E.M.Pinto Tradução e adaptação

Informações TASS

FRAGATA PROJECT 22350 ENCERRA SEUS TESTES DE ARMAS

Após o estabelecimento de novo cronograma, a Marinha Russa já considera a conclusão dos testes dos sistemas de armamento da fragata Project 22350, para o  final de fevereiro, em breve, os códigos de letras relevantes devem ser atribuídos para a sua incorporação à Marinha Russa.

A fragata Project 22350, Almirante Gorshkov, foi lançada em 2006 e flutuou no outono de 2010. O navio  foi submetido aos testes em novembro de 2014. A segunda fragata a Almirante Kasatonov foi lançada em 2014 e o terceiro Navio da classse a Almirante Golovko é esperada para realizar este feito em 2017.

As fragatas do 22350 deslocam 4.500 toneladas e podem desenvolver uma velocidade de 29 nós. Estão armadas com mísseis Oniks (SS-N-26) e Kalibr (SS-N-27 Sizzler), o sistema de mísseis de defesa aérea Poliment-Redut e outras armas.

IVAN GREN  também…

O cabeça de série dos navios de assalto anfíbio Project 11711, Ivan Gren será entregue à Marinha russa o mais cedo possível em novembro, disse na quarta-feira o presidente da Federação Russa de Construção de Navios, Alexei Rakhmanov.

“Talvez isso aconteça antes de novembro, porque um problema bastante complexo surgiu com o sistema de desmagnetização, no qual o trabalho está atualmente em andamento, e seremos capazes de terminar este trabalho…
A coisa mais importante agora é que os cientistas devem confirmar a exatidão dos cálculos de modo que nós não tenhamos que cortá-lo outra vez…
Infelizmente, o Ivan Gren teve um destino tão duro: o navio está em construção há quase 14 anos pela United Ship-Building Corporation  que começou a construí-lo, mas durante este tempo os requisitos técnicos para a Navio mudaram três vezes “,
disse Rakhmanov.

O cabeça de série Project 11711 foi construído no Estaleiro Yantar em Kaliningrado em dezembro de 2004 e foi lançado ao mar em maio de 2012. O navio começou a ser submetido a testes de mar em junho de 2016. Por ordem do Ministério da Defesa da Rússia, o Estaleiro Yantar construirá outro navio desta classe, denominado de Pyotr Morgunov, que deverá ser entregue à Marinha em 2018.
Os Project 11711 são navios de guerra projetados para desembarcar fuzileiros em uma área costeira apreendida pelo inimigo. Também destinam-se ao transporte de equipamentos militares e tropas. O navio de guerra pode transportar 13 carros de combate ou 36 veículos blindados de transporte de pessoal, como também até 300 fuzileiros navais. O navio de assalto anfíbio Ivan Gren está armado com três sistemas de artilharia de 30 mm os e dois helicópteros Kamov Ka-29 de transporte e e combate.O navio desloca 5.000 toneladas, e tem um comprimento de 120 m, boca de 16,5 m, e velocidade de 18 nós, com uma resistência de 30 dias.

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Conflitos Estados Unidos Geopolítica Rússia

Contrariando a onda “Mi mi mi” dos derrotados na eleição dos EUA Henry Kissinger diz que Donald Trump tem razão sobre a Rússia

Tradução: E.M.Pinto

Stephen Gandel -Fortune.

20 de janeiro de 2017

Henry Kissinger*  afirmou estar de acordo com “romance” entre Donald Trump e Valdmir Putin. Na verdade, ele disse que espera que os dois líderes se aproximem ainda mais.

Em discurso ao vivo no Forum econômico Mundial de Davos, Suíça, na sexta-feira, pouco antes do discurso inaugural de Trump, Kissinger disse que concorda com a “atitude geral” de Trump em relação à Rússia.

O ex-secretário de Estado disse que a América precisava ser menos conflituosa com a Rússia, e que isso deveria ser uma prioridade para Trump.

“Espero que seja feito um esforço para um diálogo sério que tente evitar a deriva para o confronto e no qual a Europa, a América e a Rússia cheguem a algum acordo sobre os limites dentro dos quais a pressão militar é levada a cabo”, sublinhou Kissinger.

Kissinger também criticou o presidente Obama, dizendo que ele se retirou de áreas do mundo das quais não deveria. Em um ponto, Kissinger disse

“O líder russo Putin garantiu o equilíbrio ao mundo”.

No início deste mês, o governo divulgou um relatório que dizia que Putin havia tentado diretamente influenciar a eleição. A campanha russa envolveu hackers, vazamentos estratégicos de informações confidenciais, divulgação de notícias falsas e o uso de trolls da Internet, afirma o relatório. Os esforços pareciam ter como objetivo ajudar Trump, concluiu o relatório.

* Henry Alfred Kissinger é um diplomata que desempehou um papel importante na política externa dos Estados Unidos da América, entre 1968 e 1976. Kissinger foi conselheiro de relações exteriores de todos os presidentes dos EUA, de Eisenhower a Gerald Ford, sendo Secretário de Estado dos Estados Unidos (cargo equivalente ao de Ministro das Relações Exteriores, no Brasil), conselheiro político e confidente de Richard Nixon. Em 1973, ganhou, com Le Duc Tho, o Prêmio Nobel da Paz, pelo seu papel na obtenção do acordo de cessar-fogo na Guerra do Vietnam. Le Duc Tho recusou o prêmio. Alem disso Kissinger esteve envolvido em uma intensa atividade diplomática com a República Popular da China, o Vietnã, a União Soviética e a África.

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Os “quatro Ds” de Jungmann e a exportação de armamentos no Brasil

Jonathan de Araujo de Assis*

Em outubro de 2016, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, anunciou que sua pasta estava  articulando uma coordenação mais sistemática com o Ministério das Relações Exteriores (MRE) para, dentre outros objetivos, defender os interesses da Base Industrial de Defesa (BID) brasileira. Em clara alusão ao histórico “Discurso dos Três Ds” – Desarmamento, Desenvolvimento e Descolonização – de Araújo Castro, por ocasião da abertura da 18ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, em 1963, Jungmann definiu quatro grandes “Ds” enquanto princípios norteadores de sua agenda como ministro, a saber: Diplomacia, Defesa, Desenvolvimento e Democracia. Faz-se necessário notar, em primeiro lugar, a curiosa inserção da “democracia” como fundamento norteador da agenda de um ministro que assumiu o cargo após um controverso, para dizer o mínimo, processo de impeachment.

 

Entendidos como vetores fundamentais da agenda dos “quatro Ds” estão os esforços direcionados à revitalização da BID, particularmente pelos assumidos benefícios para o desenvolvimento e para a autonomia estratégica do país. Em sintonia com a agenda de fortalecimento da BID, o novo secretário de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa (MD), Flavio Basílio, defendeu o estabelecimento de estratégias e instrumentos normativos que favoreçam o desenvolvimento deste setor industrial por meio da previsibilidade de compras governamentais e inserção das empresas produtoras de armamentos no mercado internacional.

 

Nesse sentido, cabe discutir as questões relacionadas às exportações de produtos de defesa, sobretudo a coordenação entre as pastas da Defesa e das Relações Exteriores, bem como suas implicações políticas. Devido à virtual exclusividade do Estado enquanto comprador do mercado de armamentos, as empresas produtoras dependem substantivamente das exportações para manter economicamente sustentáveis suas atividades produtivas, uma vez que as demandas das Forças Armadas nacionais seriam insuficientes para atender às necessidades de escala do setor.

 

No entanto, tendo em vista que os armamentos são instrumentos para o potencial emprego da violência organizada, as exportações do setor industrial de defesa apresentam motivações e consequências muitas vezes distintas das trocas comerciais realizadas, por exemplo, no setor das commodities. A coordenação no âmbito governamental para a promoção das exportações de armamentos mostra-se importante não apenas para cumprir objetivos de natureza econômica e comercial, mas também para alinhá-las aos fins políticos e objetivos estratégicos estabelecidos pelo poder público.

 

Atualmente, o controle de exportação de armas no país baseia-se em duas etapas distintas que dependem de aquiescência interministerial, particularmente da Defesa e das Relações Exteriores. Contudo, ao mesmo tempo em que esses instrumentos regulatórios visam disciplinar as exportações de armamentos das empresas brasileiras, estabelecem diretrizes que as fomentam. Nesse sentido, frente às necessidades econômicas das empresas produtoras de armamentos e às implicações políticas da exportação desses produtos, o estabelecimento de mecanismos de controle dessa natureza mostra-se necessário para que os fundamentos econômicos dessas exportações não estejam desajustados com os interesses expressos pela política externa do país.

 

Dessa forma, cabe ao atual governo promover esforços para manter os níveis de coordenação existentes entre o Itamaraty e a Defesa em relação a temas associados ao controle das exportações de armamentos. Entretanto, o exame da última mudança da Estrutura Regimental do MRE sugere perspectivas menos otimistas a esse respeito: aprovada em julho deste ano, extinguiu a Coordenação-Geral dos Assuntos de Defesa (CG-DEF), atribuindo as questões de defesa ao recém-criado Departamento de Assuntos de Defesa e Segurança, que deixa de se vincular diretamente ao Gabinete do Secretário-Geral, indicando perda de prioridade política. Criada em 2010, a CG-DEF formalizou um canal de interlocução entre a Defesa e o Itamaraty, o que, dentre outras implicações, favoreceu o diálogo sobre o controle das transferências de armamentos.

 

Em mesma medida, faz-se necessário aprofundar os debates acerca do tema, bem como fortalecer os mecanismos de controle disponíveis, para que seja evitada a reincidência de casos como o dos ex-executivos da Taurus, recentemente denunciados pelo Ministério Público por fechar acordos de vendas de armas com um traficante iemenita – Fares Mana’a –, listado pela ONU como um dos maiores traficantes internacionais de armas do mundo. A denúncia investiga o envio das armas para o governo do Djibuti, que supostamente foram redirecionadas para o Iêmen por Mana’a, contrariando o Certificado de Usuário Final e os embargos internacionais.

 

Outro desafio que está no horizonte do atual governo diz respeito aos debates acerca da “modernização” da Política Nacional de Exportação de Material de Emprego Militar (PNEMEM). Indicada no Livro Branco de Defesa Nacional, de 2012, e apresentada à Casa Civil em 2013, a Política Nacional de Exportações de Produtos de Defesa (PNEPRODE) é compreendida como marco regulatório previsto para o fortalecimento da indústria de defesa. Notadamente, a PNEPRODE tem em vista “modernizar” o processo de controle das exportações de armas, tornando-o mais ágil e mais afinado com os interesses do empresariado brasileiro. Em grande medida, a proposta reflete as demandas de um grupo de atores que defende a elaboração e execução de políticas que favoreçam a revitalização da BID brasileira.

 

Essa proposta representa, igualmente, um importante esforço de atualização de um aparato normativo que – apesar de suas reformas – foi conformado há 40 anos, sob o contexto político de uma ditadura militar, período no qual questões como transparência não conformavam a prioridade de pautas da agenda governamental. Dessa forma, a despeito da apontada incompatibilidade entre o discurso do ministro e seu histórico político recente, espera-se que o assumido compromisso com a democracia e a transparência possa, de alguma maneira, refletir uma política de exportações de produtos de defesa menos abstrusa em termos das informações relacionadas a essas práticas comerciais. Em mesma medida, o recente caso envolvendo ex-executivos da Taurus cabe de alerta para que o pretendido “afrouxamento” burocrático não se traduza em práticas comerciais desalinhadas com os interesses defendidos pela política externa brasileira.

 

*Jonathan de Araujo de Assis é mestrando em Relações Internacionais pelo Programa de Pós-Graduação San Tiago Dantas (UNESP, UNICAMP, PUC-SP) e pesquisador do GEDES.

Edição Plano Brasil

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Marinha Indiana lança RFI para 57 caças

E.M.Pinto

 

Com informações South Asian defence

Pouco mais de um mês após anunciar a renúncia à aquisição da Aeronave de Combate Leve (LCA), o Chefe do Estado-Maior Naval, o Almirante Sunil Lanba, notificou que a Marinha Indiana busca novos caças, lançando então um RFI (Request For Informations) para a aquisição de 57 caças multipropósito embarcados Multi Role Carrier Borne Fighters (MRCBF).

De acordo com a RFI, a Aeronave embarcada MRCBF deve:

Ser multipropósito;

  • Possuir capacidades operacionais a qualquer tempo;
  • Ser embarcado em navio;
  • Possuir capacidade de Defesa Aérea (AD);
  • Possuir capacidade de ataque à superfície;
  • Possuir capacidade de Reabastecimento;
  • Possuir capacidade Reconhecimento e
  • Possuir avança suíte EW.

A RFI não estipula o número necessário de motores ou se a aeronave deve ser STOBAR ou CATOBAR, ao contrário, solicita informações de ambos modelos.

Porém a aeronave deve ser capaz de ser lançado por catapultas a vapor e mesmo de sistema eletromagnéticos. A aeronave deve ser capaz também de operar a partir de rampa tipo Sky Jump  de 13 ° e 14 ° com perfil parabólico.

A Configuração Limpa Operacional (OCC) implica o transporte de quatro mísseis Beyond Visual Range (BVR) e dois All Aspect Air-to-Air Missiles (A4M) com 75% de combustível interno e 100% de carga bélica.

A RFI também acrescenta que informações adicionais sobre os navios que o MRCBF deverá operar, podem ser solicitadas e assim que se possa estabelecer viabilidade de operação da aeronave a partir do mesmo. Além disso, a RFI questiona sobre o Radar AESA e sistemas  IRST, Laser Range Finder, e Helmet Mounted Display ou o Direct Retinal Display (HMD / DRD) e a capacidade de equipar equipamentos indianos.

A marinha estipula que o eventual processo de aquisição será adjudicado nos termos do Procedimento de Aquisições de Defesa de 2016-2017 e exigirá que as entregas da aeronave comecem dentro de três anos após a conclusão do contrato e sejam concluídas dentro de um período adicional de três anos.

As respostas à RFI devem ser apresentadas dentro de quatro meses a partir da data de emissão e os fornecedores qualificados serão selecionados para a emissão da Solicitação de Propostas (RFP Request For Proposal).

A eventual RFP será de acordo com Etapa Única – Dois Lances. A validade das ofertas comerciais seria de pelo menos 18 meses a contar da data de apresentação das ofertas. A RFI também deixa claro que a transferência de tecnologia e a produção sob licenças serão exigidas como parte da aquisição dos caças.

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MERCADO DE BLINDADOS: Eslováquia recebe licença de produção e exportação do veiculo russo Gaz Tigr.

Ghost Especial para o Plano Brasil

Segundo informações divulgadas pela agencia de noticias TASS a Rússia concedeu licença de produção e comercialização (exportação) do veiculo blindado 4×4 Gaz Tigr VPK-233136 para a Eslováquia. Os veiculos serão fabricados na Eslováquia pela empresa Corvus que no qual ira fabricar os veiculos adquiridos pelas Forças Armadas Eslovacas e tambem para clientes de exportação. O acordo final foi assinado entre representantes da empresa Corvus e da GAZ durante a feira de defesa ShieldAfrica.

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=zB3CdbB_OdQ[/embedyt]

Tigr, embora apresentado ao público pela primeira vez em 2001, só entrou em produção seriada em 2007. Na verdade o veículo foi inicialmente pensado como um utilitário de duplo emprego com versões civis e militarizar. O Tigr entrou em produção já na versão militar/policial, no qual gerou uma enorme variedades de versões sendo extremamente útil em patrulhamento de áreas de risco, escolta a comboios, ações antiterror (como a condução segura de grupos de operações especiais), etc.

com informações de armyrecognition

 

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Alemanha deverá anunciar em breve a decisão de substituir seus antigos sistemas de defesa antiaérea de curto alcance

E.M.Pinto

Com informações – Reuters.

Segundo a Reuters, a Alemanha deverá anunciar em breve a decisão de substituir seus antigos sistemas de defesa antiaérea de curto alcance assim preencher uma lacuna que causou preocupação entre os membros da Otan após a anexação da Criméia pela Rússia.

Autoridades militares dos EUA e da Alemanha identificaram no ano passado uma crescente lacuna nas armas de defesa aérea de curto alcance, ou SHORAD, na Europa, incluindo a capacidade de se defender contra um enxame de aviões não tripulados (drones).

“É uma ótima notícia para a Alemanha e para a OTAN que a Alemanha está avançando para aumentar suas defesas aéreas de curto alcance”, disse um oficial militar familiarizado com as necessidades da OTAN.

“A Bélgica e a Eslováquia também estavam procurando aumentar suas capacidades de defesa aérea de curto alcance. A decisão também foi fundamental para melhor integrar as defesas antimísseis em toda a aliança.” disse uma das fontes.

Thomas Karako, colegiado sênior do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, com sede em Washington, disse que há uma crescente demanda por capacidades de defesa aérea e de mísseis para proteger as ameaças aéreas da OTAN e que elas incluem obviamente a Rússia.

“Os países da OTAN estão cientes do desafio integrado da defesa aérea e de mísseis há algum tempo… Nós temos que começar por elee, mas nós não estamos lá ainda.”, disse ele.

A decisão do Ministério da Defesa Alemão é avançar para o programa do sistema de defesa que é avaliado em  € 460 milhões até   com € 2,0 bilhões em novas despesas até 2025. O programa prevê em uma fase posterior o uso de novos lasers e radares que podem ser incorporados a um custo adicional.

Em resposta à Reuters uma fonte do Ministério da Defesa afirmou não oficialmente que há uma condição favorável ao sistema desenvolvido pela Suécia para a Diehl Defense, um fabricante de armas alemão de propriedade privada, que inclui uma variante de seu míssil IRIS-T e um veículo de dupla cabine montado pela Hagglunds Vehicle AB, uma unidade da BAE Systems.

O míssil IRIS-T da Diehl, usado pela Alemanha para seus aviões de combate Eurofighter Typhoon, poderia ser adaptado para lançamento a partir de veículos terrestres com uma mudança de software. A empresa também constrói uma variante do  IRS-T SLS de longo alcance para o programa da Suécia projetado para funções  superfície para ar.

O porta-voz de Diehl não quis comentar sobre a decisão esperada. A Diehl apresentou uma proposta separada para construir um míssil para um sistema de médio alcance de defesa aérea e de mísseis que o governo alemão está avaliando.

Uma vez que a decisão seja finalizada, o Ministério da Defesa mapeará suas necessidades funcionais e concluirá decidindo em maio deste ano, disse a fonte. Isso seria seguido pelo desenvolvimento de uma estratégia de aquisição formal.

As decisões de aquisição do novo equipamento de defesa aérea de curto alcance não são esperadas para antes de 2018 podem ocorrer ainda mais tarde, mas o ministério poderia acrescentar cerca de € 20 milhões ao orçamento da defesa ainda este ano para financiar o trabalho inicial do programa, disseram as fontes.

Os planos atuais exigem que a Alemanha compre novos equipamentos para defesa aérea de curto e curto alcance para todas as 16 unidades existentes, de acordo com uma das fontes.

O fabricante de armas Raytheon Co desenvolve uma alternativa ao sistema Diehl, chamado Network Centric Air Defence System, juntamente com o norueguês Kongsberg Gruppen, que foi vendido para a Noruega, Espanha, Holanda, Estados Unidos, Finlândia, Omã e um país não revelado.

Ambas as fontes afirmaram que as autoridades alemãs apresentaram seus planos para os funcionários da OTAN que aprovaram as movimentações.

A Alemanha está sob pressão do presidente dos EUA, Donald Trump, para aumentar os seus gastos militares e também identificou a defesa antimíssil como uma prioridade no seu livro branco de 2016, atualmente, está trabalhando com os Países Baixos para coordenar melhor as defesas aéreas necessárias à OTAN.

 

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Made in Brazil : Mercedes-Benz LG-1819 6X6

Pouco conhecido pelo público civil,o Mercedes LG-1819 era popular nas fileiras das Forças Armadas brasileiras a partir dos anos setenta. Ao lado de seu irmão mais leve,o LG-1213, o “Dezoito-dezenove” era o 6X6 mais pesado oferecido pela Estrela de Três Pontas no país.

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Combinava o trem de força conhecido do L-2219, com motor OM-355/5 de cinco cilindros de 192 cavalos e torque de 67 mkgf a 1400 rpm o que deixava o seu ronco inconfundível, a caixa ZF de seis marchas, caixa de transferência de duas velocidades e os eixos traseiros em tandem, com o eixo dianteiro motriz MB possui Bloqueios de diferencial nos 3 eixos com comandos eletropneumáticos, para resultar num veículo de tração total nas seis rodas.

Aparentemente, havia várias configurações de rodas e pneus disponíveis, inclusive raiadas, de rodado simples na traseira, bem como suspensão tipo “boomerang”, também na traseira nas versões usadas pelo Exército.

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GALERIA

Imagens e videos :Cotrams

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MERCADO DE BLINDADOS: Etiópia inicia a produção sob licença de veículos blindados 4×4 Thunder de Israel

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A Etiópia iniciou a produção licenciada do veiculo blindado 4×4 Thunder. A produção local do veiculo faz parte do contrato assinado com a empresa Gaia Automotive Industries de Israel no qual o governo da Etiópia encomendou 75 unidades do Thunder onde os cinco primeiros veiculos foram fabricados em israel e os 70 restantes estão sendo fabricados em solo etíope. A linha de produção foi montada pela com a empresa Gaia Automotive assim como a capacitação de mão de obra local.

O Thunder 4×4 foi apresentado recentemente no mercado colombiano na sua versão APC-MRAP, sendo capaz, segundo o fabricante, de oferecer proteção balística nível três com resistência contra minas e dispositivos explosivos improvisados.

O Thunder/Trueno pode ser armado com estação remota de armamento RWS com suportes de mísseis, metralhadoras de 12,7 mm ou 7,62 mm e lança-granadas 40 mm. Seu peso total é de 8,7 toneladas e pode transportar uma carga útil de até duas toneladas

O veículo pode ser configurado nas versões APC, MRAP ou para uso policial ou em Missões de Paz.

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MINUSTAH : O emprego de Drones pelo Exército Brasileiro nas operações no Haiti

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O Exército Brasileiro vem ao longo dos anos utilizando drone (veículo aéreo não tripulado) em operações em áreas de conflito na missão de paz da ONU no Haiti (Minustah).

Duas aeronaves de pequeno porte do modelo Phantom, fabricado pela chinesa DJI, foram adquiridas pelo Exército, em Miami, nos Estados Unidos, a um custo de US$ 3 mil.

Outro sistema usado é o  Sistema de Aeronaves Remotamente Pilotadas Categoria 0 Experimental (SARP Cat 0 Exp) consiste num sistema portátil, transportável em mochilas, baseado em duas aeronaves com propulsão elétrica do tipo octorrotores e numa estação de controle portátil baseada em um tablet e mochilas de transporte.

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=rfvRTzYseAU[/embedyt]

Desde então, essas tecnologias vem sendo testadas pelo contingente na capital, Porto Príncipe.

Deslocamento dde militares e acompanhado por Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP), a fim de contribuir com a proteção da tropa durante a operação.

Os drones contam com  câmeras de alta resolução que captura imagens do terreno, que são visualizadas e controladas em um tablet ou celular. Seu uso e útil em resgates, operações de imposição da ordem , busca e apreensão e rebeliões. Manobrado por controle remoto, o equipamento sobrevoa os locais escolhidos para investigações.

Os drones auxiliam na observação de campo no momento em que a tropa está se deslocando para a área de operação, além de acompanhar a evolução da patrulha. Isso ajuda a evitar possíveis confrontos. E monitoramento de regiões realizando o levantamento de informações de áreas sob investigação e também em perícias no local de crime. O uso do Drone facilita as operações de  reconhecimento, que apoiam as tropas nos deslocamentos a pé, propiciando maior segurança e mobilidade.

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=KFxElc7O0pw[/embedyt]

Por meio das imagens, o operador pode identificar objetos ou pessoas suspeitas em um raio de até 1 km. O equipamento permite ao militar ter uma boa visão da área a até 60 metros de altura e oferece uma autonomia de até 30 minutos de bateria.

As imagens capturadas pelos Drones são transmitidas para um centro de comando
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MERCADO DE BLINDADOS: NIMR Automotive anuncia Parceria com a VOP CZ da Republica Checa.

NIMR AJBAN 4×4

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A Fabricante de veículos Militares NIMR Automotive dos Emirados Árabes Unidos em breve ira assinar um acordo para cooperação com a empresa VOP-CZ da República Checa visando sua entrada no mercado europeu de viaturas blindadas leves.

Em um comunicado Oficial a NIMR Automotive afirmou que a parceria com a VOP-CZ vai abrir as portas do mercado europeu de viaturas blindadas leves o que aumentará o crescimento da empresa nesse continente. Nos próximos meses um acordo de parceria sera assinado entre ambas as partes.

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A parceria entre a VOP-CZ e a NIMR Automotive dará a esta ultima um acesso direto para o mercado europeu e possíveis exportações para países com influencia europeia. Um mercado rentável e emergente ão só na Europa mais em grande parte do mundo . A NIMR esta oferecendo inicialmente dois modelos o Veículos blindado Resistente a minas e Explosivos improvisados (Mine-Resistant Ambush Protected ) N-35 nas configurações 4×4 ou 6×6 e o veiculo leve 4×4 AJBAN.

NIMR N35

A serie N-35 esta disponíveis nas configurações 4×4 e 6×6 possuindo elevada capacidade de proteção blindada contra calibre 4.5×114mm AP ou explosão de 10kg de tnt em qualquer parte do veiculo STANAG 4569 Nível 4 . Inicialmente N35 era fabricado na Africa do Sul pela o Denel Vehicle Systems com o nome de RG-35. Em 2015 a NIMR assinou um contrato com a Denel no valor de 63 milhões de dólares para transferir o direito de fabricação do RG 35 DA Africa do Sul para o Emirados Árabes Unidos com o nome de MINR N35.

O Nimr Ajban 4×4 e uma viatura conta com elevada capacidade de carga, extrema mobilidade e capacidade de transpor obstáculos no campo em função de seu motor de grande potência e elevado torque, da eficiente transmissão e da robusta suspensão. A viatura também se destaca pela comprovada proteção balística, antiminas e contra IED’s (Dispositivos Explosivos Improvisados)  STANAG 4569 Nível 3 capacidade para os cinco tripulantes, além do amplo espaço interno para a tripulação e de seu grande compartimento de carga.

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