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Cerca de 1.800 militares atuam na Garantia da Lei e da Ordem na Região Metropolitana de Natal

Natal (RN) – No dia 20 de janeiro, durante entrevista coletiva realizada na 7ª Brigada de Infantaria Motorizada (7ª Bda Inf Mtz), o Ministro da Defesa, Raul Jungmann, anunciou o emprego de cerca de 1.800 militares das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO), na Região Metropolitana de Natal.

A Operação Potiguar II foi autorizada pelo Presidente da República, Michel Temer, no dia 19 de janeiro, que decretou ações de GLO entre os dias 20 e 30 de janeiro, visando à preservação da ordem pública e à incolumidade das pessoas e do patrimônio, em razão da deflagração de atos de vandalismo, como incêndios criminosos dos meios de transporte coletivo, danos às instalações públicas e ameaças contra a segurança e o bem-estar dos cidadãos, praticados por agentes perturbadores da ordem pública.

 Durante a entrevista, o Ministro ressaltou que a Força-Tarefa Guararapes, composta por integrantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, e mobilizada para atuar na Operação Potiguar II, estará, junto aos órgãos de segurança pública, sob o controle operacional do Exército Brasileiro, durante os 10 dias de atuação.
 
Também estiveram presentes na coletiva o Chefe do Estado-Maior do Exército, General de Exército Fernando Azevedo e Silva; o Comandante Militar do Nordeste, General de Exército Artur Costa Moura; o Comandante do 3º Distrito Naval, Vice-Almirante Renato Rodrigues de Aguiar Freire; o Comandante da 7ª Bda Inf Mtz e Comandante da Força-Tarefa Guararapes, General de Brigada Jayme Octávio de Alexandre Queiroz; e o representante do Comandante da ALA 10, Coronel Aviador Cesar Faria Guimarães.
Dentre as principais ações das Forças Armadas durante a Operação Potiguar II, destacam-se: patrulhamento ostensivo, revista de pessoal e veículos e prisões em flagrante delito.
Fonte:CMNE

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Trump assina ordem executiva formalizando retirada dos EUA do TPP

O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira (23) uma ordem executiva formalizando a retirada dos EUA do Acordo de Parceria Transpacífico (TPP).

Na última sexta-feira (23), após a cerimônia de posse de Trump, a Casa Branca divulgou o programa da nova administração norte-americana, indicando que os EUA se retirariam do TPP e que iriam renegociar o acordo do Nafta.

“Esta estratégia começa por se retirar do Acordo de Parceria Transpacífico e certificando-se de que quaisquer novos acordos comerciais serão para o interesse dos trabalhadores americanos”, informou a Casa Branca na última sexta-feira (20).

Além disso, a administração Trump prometeu utilizar “todos os instrumentos contra os países que considerar violadores de acordos comerciais”.

O acordo foi assinado por 12 países do Pacífico, mas permaneceu não ratificado pelos Estados Unidos e pela maioria dos outros signatários. O futuro do acordo agora é considerado incerto, uma vez que foi impulsionado em grande parte pelos esforços norte-americanos. O objetivo do TPP consistia em criar a maior zona de livre comércio do mundo.

Fonte: Sputinik

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Pavilhão brasileiro da IDEX 2017 contará com a presença de 18 empresas

Coordenado pela ABIMDE, com apoio da Apex Brasil e do Ministério da Defesa, setor nacional de defesa busca expandir presença no mercado do Oriente Médio

A ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança) levará 18 empresas associadas para participar da IDEX 2017 (International Defense Exhibition and Conference), uma das mais importantes feiras de defesa do Oriente Médio. Realizada entre os dias 19 e 23 de fevereiro, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, a participação brasileira contará com o apoio da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), por meio do escritório de Dubai, do Ministério da Defesa e da Embaixada do Brasil em Abu Dhabi.

Realizada a cada dois anos, a IDEX 2017 é uma grande oportunidade para as empresas nacionais apresentarem produtos e serviços de defesa em um mercado marcado por grande número de conflitos civis e militares, como é o caso do Oriente Médio. As empresas nacionais buscam expandir a presença nessa região, valendo-se da neutralidade brasileira nos conflitos e da conhecida reputação de fornecedoras qualificadas.

Somente na edição de 2015, a IDEX reuniu mais de 1.200 expositores, recebeu mais de 100 mil visitantes e gerou negócios da ordem de US$ 5 bilhões.

Conheça alguns dos principais produtos e serviços que as associadas ABIMDE vão apresentar no Pavilhão brasileiro durante a IDEX 2017:

A.S. Avionics Service: modernização aviônica, simuladores, VANTs, serviços de engenharia e desenvolvimento de produtos;

Akaer Engenharia: optrônicos;

Altave: balão de monitoramento;

Atech: sistemas de comando e controle; sistemas de combate; simuladores;

BCA: proteção balística pessoal; blindagem de automóveis, veículos militares, embarcações e aeronaves;

CBC: amostras de munições militares (armas curtas, rifles e médio calibre);

Cecil: matéria-prima e componentes para indústria de munições;

Condor: munições e granadas não-letais; sprays de pimenta; lançadores e dispositivo elétrico incapacitante (SPARK) e pirotécnicos de sinalização e salvatagem;

Domus: abrigos sustentáveis;

Emgepron: Munições de grande calibre e embarcações militares;

Fly Sistemas: Equipamentos óticos;

Forjas Taurus: armamentos diversos;

Gespi: Arma Leve Anti-Carro (ALAC); foguete de treinamento;

IACIT: bloqueador de drones e celulares;

Índios Pirotecnia: armamento não-letal e sinalizadores náuticos;

M&K: logística para produtos militares;

Safety Wall: soluções em blindagem;

Smart Power: soluções para o mercado de defesa.

Serviço:

IDEX 2017

Data: 19 a 23 de fevereiro

Local: Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos

http://www.idexuae.ae/

 Fonte:  Rossi Comunicação

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ESPAÇO: Brasil assume de vez negociação espacial com americanos

Três décadas de atraso VLS-1, no Centro de Lançamento de Alcântara. Missão começou em 1979, porém ainda não houve lançamento bem sucedido Divulgação Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE)/DCTA – Divulgação/IAE/DCTA

Por Gabriela Valente, Eliane Oliveira e Roberto Maltchik

Planalto já prepara minuta de proposta para que EUA usem Centro de Lançamento de Alcântara

BRASÍLIA – Após o fracasso na parceria com os ucranianos para o uso comercial do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, que causou prejuízo de pelo menos meio bilhão de reais ao Brasil, o Palácio do Planalto está pronto para negociar o uso da base com os Estados Unidos. A ideia é oferecer aos americanos acesso ao centro de lançamento, cobiçado por sua localização rente à Linha do Equador, que diminui o gasto de propelente em cada empreitada especial, para, em troca, utilizar equipamentos fabricados pelos potenciais parceiros.

O uso dos modernos sistemas espaciais dos Estados Unidos, jamais obtidos pela indústria nacional, porém, não significará transferência tecnológica ao setor privado brasileiro. Pelo contrário: para que a negociação avance, o Brasil terá que aprovar uma lei que indique de forma técnica e pormenorizada a proteção que será dada a todo componente tecnológico manipulado em solo brasileiro. O mesmo texto precisa ser avalizado pelo Congresso americano. Se parte das exigências dos EUA forem alteradas pelos parlamentares do Brasil, e as mesmas forem consideradas insatisfatórias pelos congressistas americanos, não tem negócio.

O tema sempre esbarra na proteção à soberania nacional, uma vez que setores do Centro de Lançamento de Alcântara poderiam ficar inacessíveis aos técnicos brasileiros justamente pela proteção à propriedade intelectual do país parceiro. Foi esta a argumentação, que provoca polêmica entre diferentes setores dentro e fora do governo, que impediu o avanço da primeira tentativa de acordo, costurada ainda no segundo mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

PROPOSTA ANTERIOR EMPERROU

À época, a proposta não avançou no Congresso Nacional. Os parlamentares consideravam o acordo desequilibrado e conflitante com as leis brasileiras. A maior crítica é que o governo dos EUA manteria controle sobre áreas segregadas em território brasileiro.

Agora, o país deve apresentar uma nova versão de Acordo de Salvaguardas Tecnológica ao Parlamento. O Ministério das Relações Exteriores avalia junto aos ministérios da Defesa. Ciência e Tecnologia e Agência Espacial Brasileira os termos que podem ser oferecidos aos americanos. A ideia é ser pragmático e propor um acordo que permita acelerar um acordo definitivo.

Donald Trump durante coletiva na CIA – MANDEL NGAN / AFP

José Serra, ministro das Relações Exteriores, confirmou que oferecerá aos americanos um acordo. Segundo ele, esta é uma das primeiras providências nas relações com o novo presidente americano, Donald Trump.

— Vamos tomar a iniciativa de propor a reabertura de negociação em torno de vários acordos e tratados que não se concretizaram. Um deles se refere à base de Alcântara. O assunto foi muito debatido no passado e, agora, vamos tentar uma parceria — revelou José Serra.

O primeiro passo para que o diálogo avance foi dado com uma medida prática: o Planalto obteve vitória no Congresso para retirar da Casa o texto rejeitado há quase 15 anos. Como os Estados Unidos sempre foram resistentes à ideia de uma negociação que flexibilize o acesso de brasileiros aos locais sensíveis à proteção tecnológica, os diplomatas daqui devem entregar uma proposta sem tantas exigências. Assim, acreditam, o dispositivo de segurança nacional tem maior chance de não ser derrubado pelos parlamentares americanos.

Em dezembro, o plenário da Câmara de Deputados aprovou o fim da tramitação do texto antigo. Já neste mês, os ministério das Relações Exteriores e da Defesa começaram a elaboração de um novo acordo.

Em 2004, logo depois do incêndio nunca totalmente esclarecido que matou 21 técnicos e engenheiros que trabalhavam no lançamento do Veículo Lançador de Satélites (VLS) brasileiro, e, em 2012, quando o acordo com os ucranianos já dava os primeiros sinais de fracasso, o Brasil tentou retomar o acordo com os americanos. O Itamaraty fez as tratativas em absoluto sigilo, mas, em julho de 2013, entretanto, esse início de negociação foi suspenso.

As conversas estariam estavam avançadas, mas naufragaram por causa da redução no ritmo do diálogo bilateral entre o governo Dilma Rousseff e os americanos, depois da revelação que o serviço de inteligência dos Estados Unidos espionou o governo brasileiro.

— Há disposição para buscar soluções alternativas. A assunção de novo governo nos EUA poderia representar oportunidade para uma reavaliação do cenário, buscando-se ambiente de flexibilidade de lado a lado, em que novos entendimentos possam prosperar — contou um técnico do governo a par do assunto.

Sem citar nomes, José Serra criticou o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que optou por um acordo com a Ucrânia, para o lançamento de satélites da base de Alcântara, que ainda enfrenta obstáculos domésticos. O principal deles é a resistência das comunidades locais à expansão do centro de lançamento, hoje dentro do perímetro da base militar. O acordo com a Ucrânia foi rompido e ainda deixou um problema para o Brasil: como houve denúncia unilateral do tratado, ou seja, o Brasil optou sozinho por não prosseguir na empreitada com o país europeu, a Ucrânia pode — e já ameaçou fazer — exigir ressarcimento pelos prejuízos causados pela parceria mal sucedida.

Fonte: O Globo

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Lobby impede abertura de CPI da Taurus na Câmara dos Deputados

 

Armas da Taurus apresentam problemas que podem levar à morte; monopólio impede a importação

Legislação garante monopólio da empresa em compras feitas por forças de segurança pública; armas apresentam problemas que já causaram mortes

Conforme a legislação vigente, as polícias e as Forças Armadas brasileiras devem utilizar somente armamentos fabricados no Brasil. Ou seja, a única empresa privada que pode fornecer armas em território nacional é a Taurus, cujos equipamentos produzidos são conhecidos por falhas que já causaram a morte acidental de diversas pessoas. A situação é grave e requer medidas extremas, mas um poderoso lobby em Brasília faz a omissão falar mais alto.

Em setembro do ano passado, o deputado Major Olímpio (SD-SP) apresentou à Mesa Diretora da Câmara um pedido para que fosse aberta uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) com objetivo de “investigar denúncias de irregularidades na fabricação e no comércio de armas de fogo destinadas aos profissionais de segurança pública no Brasil, que foram vitimados ou causaram lesões em terceiros devido a falhas graves nesses armamentos” fabricados pela Taurus.

O pedido pela abertura da CPI contou com 202 assinaturas válidas, o suficiente para que a comissão fosse instaurada. Deputados de ideologias divergentes assinaram o documento. São parlamentares de partidos diametralmente opostos no campo político, como PSOL, PSC, PCdoB, PRB, PT, PMDB, PSDB, Rede, entre outros, o que prova que a causa em questão é muito mais importante do que uma discussão ideológica.

Entretanto, apesar das assinaturas de quase 40% dos deputados e da união entre políticos divergentes, a abertura da CPI foi rejeitada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A justificativa pelo arquivamento seria hilária, se não fosse sobre um assunto tão trágico. “A descrição do fato não pode ser genérica e deve conter abrangência nacional e a indicação de acontecimentos objetivos situados no tempo e no espaço, ou a individuação de condutas ilícitas passíveis de apuração.”

Rodrigo Maia reconheceu que, no pedido de instauração apresentado por Major Olímpio, há diversas citações sobre problemas envolvendo os disparos acidentais feitos a partir das pistolas Taurus. Mesmo assim, o presidente da Câmara preferiu ignorar as lesões – algumas delas fatais – geradas a partir da negligência de uma empresa que nem de longe têm a tecnologia e a eficácia de suas concorrentes internacionais, principalmente a Glock.

Casos

Na sua argumentação pela abertura da CPI, Major Olímpio citou uma reportagem na qual policiais de diversos estados brasileiros denunciam falhas nas pistolas que recebem para trabalhar – todas da marca Taurus. Entre os defeitos citados, a maioria diz respeito aos disparos acidentais, seja quando a arma cai no chão ou mesmo quando está guardada no coldre.

Em outros casos, a pistola trava durante tiroteios com bandidos, o que coloca em risco a integridade dos policiais e facilita a ação criminosa. Outra situação relatada diz respeito a um policial morto no Rio de Janeiro em 2015 em uma tentativa de assalto. O Ministério Público investiga se a arma que ele utilizava travou, o que impediu que o agente reagisse e se defendesse nos termos da lei.

“Um dos fatores que motiva tais acontecimentos reside no fato de no Brasil vigorar um monopólio, no que cerne à venda de armas, e sem concorrência esta empresa tem fabricado armas com baixa qualidade e com apresentação de diversos defeitos, que têm provocados inúmeros acidentes”, argumentou Major Olímpio em seu recurso contra o arquivamento da CPI.

Em sua contra-argumentação, Olímpio afirmou que “justamente pelo fato desta empresa [Taurus] ser a única fornecedora de armamentos para os órgãos de Segurança Pública do Brasil, e estes armamentos estarem apresentando diversos defeitos, não há que se falar de ausência de abrangência nacional para este fato determinado, tendo em vista que o fato destes profissionais estarem portando em todo o Brasil, armamento que tem a possibilidade de disparar sozinho, bem como, não disparar mediante um confronto, é sim de interesse nacional, e abrange todo território, sendo também de relevante interesse para a vida pública e a ordem constitucional, legal, econômica e social do País”.

O deputado paulista citou ainda que o Exército Brasileiro já chegou a abrir um Processo Administrativo Sancionador “para apurar mais informações sobre possível desconformidade do produto fabricado pela empresa Forjas Taurus S.A., com o protótipo aprovado pelo órgão responsável do Exército Brasileiro, bem como a possível existência de irregularidades no trato com produtos controlados conforme preceitua o Regulamento para a Fiscalização de Produtos Controlados, relativas a modificações desautorizadas de Pistolas Taurus Modelo 24/7 e Modelo PT 840, ambas calibre .40, com o intuito de fazer uma apuração conclusiva do assunto”.

Ainda na tentativa de enfrentar o lobby em favor da empresa, Olímpio citou que as falhas nos armamentos da Taurus são alvo de investigação do Ministério Público do Distrito Federal, Mato Grosso e Ceará. O deputado relatou ainda que, em São Paulo, a Polícia Militar suspendeu a Taurus de participar de licitações da corporação por dois anos depois de a empresa ter fornecido 5.931 armas de fogo, tipo submetralhadora, modelo SMT-45, com defeito.

Resposta da Empresa

A companhia é a principal interessada em esclarecer, com base em fatos concretos e independentes, todas as dúvidas envolvendo as armas que fabrica. 

Em linha com essa política, a companhia busca prestar informações à sociedade sempre que demandada, de forma transparente, clara, objetiva e com base em documentos oficiais.

1.    São incorretas as afirmações que “armas apresentam problemas que já causaram mortes” e “são conhecidas por falhas que já causaram a morte acidental de diversas pessoas”. Todas as perícias realizadas em acordo com as normas vigentes comprovam não haver falha ou defeito nos mecanismos de funcionamento e segurança das armas Taurus. Em especial, não há nenhum caso de morte em que a perícia tenha indicado que a causa foi um defeito da arma. Testes realizados fora dos padrões nacionais e internacionais não são considerados válidos pelas autoridades para avaliação de qualidade de produto e, portanto, não devem ser usados como parâmetro para levantar suspeitas sobre produtos que atendem a legislação. Não cabe à Taurus definir quais são os padrões para fabricação e testes, e sim atendê-los. Mais do que isso, as armas Taurus são produzidas não apenas para atender, mas para superar os limites mínimos definidos pela norma. 

2.    Não é possível inferir qual o real conhecimento do autor ou autores do texto sobre a Taurus, seus processos de produção e mesmo sobre a indústria de defesa. Trechos como “obsoleta indústria armamentista no Brasil” e “geradas a partir da negligência de uma empresa que nem de longe tem a tecnologia e a eficácia de suas concorrentes internacionais, principalmente a Glock”, porém, demonstram desconhecimento sobre a Taurus. A companhia é, atualmente, dona e operadora da mais moderna planta de Metal Injection Molding (MIM) do Hemisfério Sul, o que a permite produzir peças metálicas complexas de tamanho reduzido – sistema que é o estado da arte em todo o mundo para esse tipo de atividade. A companhia foi reconhecida internacionalmente com vários prêmios pela qualidade de seus produtos e é detentora de mais de 45 patentes. É, também, a quinta maior produtora de pistolas e a maior fabricante de revólveres do mundo, além de ser a 4ª marca mais vendida nos Estados Unidos. Esses exemplos demonstram estarem incorretas as afirmações do autor ou autores a respeito da companhia, sua competência, nível tecnológico e reconhecimento. 

A Taurus é uma empresa com 77 anos de história, integrante da Base Industrial de Defesa brasileira, que emprega 2.900 pessoas no País. Sua atuação contribui para o desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul e do país, além de produzir equipamentos essenciais para a garantia proteção e da soberania nacional. 

A companhia aproveita para convidar a equipe do IG a conhecer sua fábrica em São Leopoldo, Rio Grande do Sul, uma das mais avançadas do mundo. A visita servirá para que conheçam pessoalmente processos e instalações e possam formar uma opinião mais fiel, imparcial e correta a respeito da Taurus. 

A Taurus, por fim, se mantém à inteira disposição para quaisquer outros esclarecimentos e informações que se façam necessários. 

Atenciosamente, 

Taurus SA

Fonte: Último Segundo – iG 

Colaborou Carlos Augusto

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A atualização do sistema de armas do helicóptero de ataque Mi-28NM Night Hunter superará todos os seus concorrentes militares no mundo

Dmitry Serebryakov / TASS

Tradução e adaptação: E.M.Pinto

MOSCOW, 19 de janeiro / TASS /.

“A atualização do sistema de armas do helicóptero de ataque Mi-28NM Night Hunter superará todos os seus concorrentes militares no mundo. Todo um programa de modernização do sistema de mísseis do helicópteros já foi elaborado e não se trata apenas do míssil Ataka, os trabalhos estão em pleno andamento e os testes já produziram bons resultados. Os sistemas dos helicópteros Mi-28NM superarão os armamentos de todas as contrapartes estrangeiras “,disse o designer geral do Escritório de Projetos de Construção de Máquinas, Valery Kashin, à TASS.

Mais cedo, ele informou à TASS de que a versão atualizada do helicóptero Mi-28N Night Hunter estaria armado com mísseis anti-tanque guiados de alcance muito superiores.

No momento, o Escritório de Projetos de Construção de Máquinas está atualizando os mísseis Ataka e Khrizantema para aumentar seu alcance de detecção e eliminação, especialmente para o helicóptero Mi-2828NM.

Fonte: TASS