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Made In Brazil: Taurus lança novas linhas de pistolas e fuzis

Modelos foram desenvolvidos para renovar e completar ainda mais o portfólio da companhia para os mercados nacional e internacional

São Leopoldo, 19 de janeiro de 2017 – A Taurus anuncia suas novas linhas de armamentos para o mercado nacional e internacional. Ao longo de 2017 a companhia apresentará sua nova plataforma de pistolas para o mercado brasileiro, a T Series, com 12 modelos nas versões TS e TH, além da linha de fuzis T4, modelos A1 e A2.

 Os novos armamentos tornarão o portfólio da Taurus ainda mais completo e preparado para atender as mais diferentes necessidades de clientes e usuários.

O anúncio foi feito durante o SHOT Show 2017, em Las Vegas (EUA), maior feira de armas do mundo.

Veja abaixo as principais características das novas armas:

Fuzil Taurus T4

A Taurus apresenta em 2017 a sua linha de fuzis táticos, que reforça e torna ainda mais completo o portfólio de armas longas da companhia.

O lançamento oficial ocorreu durante o SHOT Show 2017, em Las Vegas (EUA), maior feira de armas do mundo.

O fuzil T4 Series da Taurus tem calibre 5,56 NATO e capacidade para 30 cartuchos e vem em duas versões. O modelo A1 vem com guardamão em polímero enquanto o A2 tem a proteção fabricada em alumínio. Ambos serão disponibilizados com canos em duas configurações, 11,5’ e 14,5’.

Desenvolvido para alto desempenho em missões militares e policiais o T4 é baseado na consagrada plataforma M4. O armamento alia precisão, confiabilidade e poder de fogo que o tornam ideal para uso em diferentes tipos de missão.

Arma leve, o fuzil T4 possui quebra chamas Stanag, coronha telescópica e empunhadura ergonômica. O armamento é fabricado com materiais de última geração e tem desenho específico que permite o acoplamento de diversos acessórios.

Pistola TS Series

A pistola TS Series é a nova arma de pronto emprego da Taurus. A linha será oferecida nos calibres 9mm, .40 S&W e .380 ACP, nas versões Full Size e Compacta.

Equipadas com o inovador sistema de segurança de Dupla Trava de Gatilho (DTS – Dual Trigger Safety), trava de percussor com bloqueio físico e trava de queda, as novas pistolas superaram os mais rígidos protocolos de teste de resistência e segurança.

A linha TS possui peças intercambiáveis e será produzida na nova fábrica da Taurus em São Leopoldo (RS). A unidade concentra, desde 2016, toda a produção da companhia e é uma das mais avançadas do mundo, empregando processos inovadores na indústria de armamentos, que proporcionam maior eficiência na operação e garantem a qualidade superior das armas Taurus.

A pistola TS Series é fruto de um projeto arrojado que a torna mais robusta, rápida e facilita sua manutenção. O design inovador, sem cantos vivos ou teclas externas, evita que o equipamento trave e facilita o pronto emprego. O retém do carregador é ambidestro e a arma oferece indicador de munição na câmara. O novo sistema de desmontagem do conjunto do ferrolho e a culatra removível demonstram o nível de inovação incorporado pela TS. Já o perfil baixo do ferrolho oferece uma rápida recuperação de visada devido ao recuo reduzido.

Antes do lançamento, as pistolas passaram pelo novo e mais rigoroso protocolo de homologação da Taurus, que contempla 10 mil tiros com munição CBC Gold e prova de queda a dois metros de altura contra piso metálico. As armas possuem também um eficiente sistema de estancamento contra pó, areia e lodo/lama, atendendo normas internacionais de resistência ao ambiente (MIL-STD-810 G).

Pistola TH Series

As pistolas TH Series são oferecidas nos calibres 9mm, .40 S&W e .380 ACP, com versões Full Size e Compacta. As armas foram desenvolvidas especialmente para o mercado policial e militar, seguindo os mais rígidos protocolos de teste de resistência e segurança.

Robustas e precisas, elas são equipadas com mecanismo de disparo em ação simples e dupla e cão externo, garantindo a segurança ao usuário. O design do punho antiderrapante e do gatilho oferecem melhor ergonomia para a empunhadura. O indicador de munição na câmara e a teclas ambidestras facilitam o manuseio desse armamento. A TH Series também oferece trilho para acessórios.

A nova linha mescla tecnologia de ponta brasileira e internacional e possui alto poder de fogo e facilidade de manutenção.

A pistola TH é um salto à frente em termos estruturais. O Batente do cão e o ferrolho são produzidos em aço liga com acabamento superficial teneferizado, o que proporciona maior proteção contra oxidação e maior dureza superficial. O novo suporte central, o retém do ferrolho ambidestro com novo sistema de fixação e o tirante do gatilho mais reforçado oferecem mais robustez ao sistema. O conjunto do suporte do cão e o perfil do gatilho foram projetados para oferecer um disparo suave e preciso.

Antes do lançamento, as pistolas passaram pelo novo e mais rigoroso protocolo de homologação da Taurus, que contempla 10 mil tiros com munição CBC Gold e prova de queda a dois metros de altura contra piso metálico. As armas possuem também um eficiente sistema de estancamento contra pó, areia e lodo/lama, atendendo normas internacionais de resistência ao ambiente (MIL-STD-810 G).

Sobre a Taurus

A Taurus é uma empresa Estratégica de Defesa e integrante da Base Industrial de Defesa (BID) com 77 anos de história e reputação sólida, baseada na excelência de seus produtos. A companhia é dona de mais de 45 patentes nacionais e internacionais e recebeu diversos prêmios internacionais e nacionais por sua atuação e pela qualidade de seus produtos. Sediada em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, a companhia emprega mais de 2.900 pessoas no país, exporta para mais de 85 países. A companhia é a maior fabricante de revólveres e a quinta maior produtora de pistolas do mundo, além de ser a quarta marca mais vendida no exigente mercado dos Estados Unidos.

DIVULGAÇÃO: FSB Comunicação

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Rio De Janeiro: Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) 39 Anos fazendo Historia

Hoje o BOPE completa 39 anos. Nada mais justo do que dividir esse momento com você que  apoia o Trabalho desses policiais. Agradecemos a todos que fizeram e que ainda fazem parte dessa história de muita luta e superação.

O Plano Brasil separou alguns documentários que falam sobre essa Tropa da Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=f8s4vlEL5kE[/embedyt]

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=9DsPg3AuIoE[/embedyt]

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=QWZCjE4JLtI[/embedyt]

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=eFkAmLBKD9M[/embedyt]

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=hQQ53_RZIhQ[/embedyt]

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=YMJZweA_820[/embedyt]

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=M0DqByjrjI0[/embedyt]

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=z5ghvOtC5Nw[/embedyt]

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Documentário: Contingente checheno operando em Aleppo na Síria.

O documentário mostra o trabalho realizado pelo Contingente checheno da Polícia das Forças Armadas da Federação Russa (Voennaya politsiya- VP) em Aleppo, na Síria. O Batalhão é predominantemente checheno (mas conta com outras três etnias) Comandante: muçulmano sunita, vice-comandantes: muçulmanos xiitas, budistas e cristãos ortodoxos. Eles tem a atribuição de proteger a equipe médica russa que presta auxílio aos residentes de Aleppo, além dos sapadores russos (que estão realizando trabalhos de desminagem) e aos trabalhos de ajuda humanitária, como a distribuição de alimentos. A Voennaya Politsiya é a equivalente Russa ao que aqui no Brasil denominamos PE para Policia do Exército, PA para Policia da Aeronáutica e SP Serviço de Policia na Marinha.

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=0vxmYR6QQkI[/embedyt]

Colaborou Tito Livio Barcellos

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Para CIA, Nordeste era crucial para defender EUA de ataque soviético

Soldados americanos se divertem em praia em Natal durante a Segunda Guerra Mundial

Após ocupar o Leste Europeu, os soviéticos agora avançam pelo Hemisfério Sul. As tropas comunistas invadem a Austrália, ocupam a África e de lá partem para a conquista do território de onde lançarão a ofensiva final contra os Estados Unidos: o Nordeste do Brasil.

O cenário hipotético é narrado em um relatório da CIA (agência de inteligência dos EUA) divulgado nesta semana, entre cerca de 800 mil documentos que vieram à tona após uma longo processo movido por defensores do livre acesso à informação.

Intitulado “O fortalecimento econômico-militar do Brasil: fator de importância central para a segurança dos EUA e do mundo democrático”, o documento de 33 páginas destaca o papel que o Nordeste poderia ter em um eventual confronto entre os Estados Unidos e a União Soviética na Guerra Fria.

Separada da costa africana por apenas 3 mil quilômetros, a região é descrita no relatório como sujeita a conflitos sociais e um “potencial centro de agitação e disseminação de ideais comunistas”, mas considerada crucial para a defesa do Atlântico-Sul e dos Estados Unidos em caso de um ataque russo a partir da África.

Para CIA, Nordeste brasileiro era crucial para defender EUA de ataque soviético durante Segunda Guerra

Segundo a CIA, o Nordeste era tão importante para a segurança dos EUA quanto o Canadá e o Canal do Panamá, a conexão marítima entre o Atlântico e o Pacífico. A agência cita o general francês Lionel Max-Chassin, para quem uma hipotética ofensiva soviética contra os EUA incluiria ataques a partir do Ártico e da “faixa costeira entre Natal e a Bahia”.

“Um segundo movimento, precedendo a invasão final, pode se voltar à conquista da zona de Cuba e do México, no sul, e da Terra Nova e Labrador, no norte. Só na última etapa uma ofensiva generalizada seria lançada contra o coração da força naval”, diz o general.

Não é possível identificar a data do relatório, divulgado apenas parcialmente. Porém, eventos citados no texto indicam que ele foi elaborado na década de 1950, quando as duas potências se armavam para um possível conflito.

A Guerra Fria, como o período ficou conhecido, só se encerrou com o colapso da União Soviética, nos anos 1990.

Contrapropaganda e modernização

O documento defendia duas linhas de ação para aproximar Brasil e Estados Unidos e impedir a infiltração comunista em terras brasileiras.

No campo ideológico, a CIA sugeria a criação de um órgão de contrapropaganda para combater a influência soviética e a “eliminação ou neutralização” de grupos comunistas presentes em “todo o país e em diferentes esferas do governo”.

Na economia, defendia sanar os problemas que impediam o desenvolvimento do Brasil e que poderiam facilitar a disseminação do comunismo no país, como o “atraso cultural”, a pobreza e a “politização das massas por agentes comunistas”.

CIA considerava essencial modernizar a agricultura brasileira, difundir a energia hidrelétrica e ampliar a produção de combustíveis fósseis

Entre as ações que a agência considerava essenciais estavam modernizar a agricultura brasileira, difundir a energia hidrelétrica e ampliar a produção de combustíveis fósseis.

Se recebesse o apoio militar devido, diz a CIA, o Brasil poderia assumir integralmente a defesa do Nordeste, do Atlântico-Sul e até participar de batalhas contra os soviéticos na Europa.

“Com uma população de cerca de 53 milhões de habitantes, o Brasil está em posição de mobilizar, num tempo razoável, entre 20 e 25 divisões de infantaria (de 400 e 500 mil homens), sem afetar muito sua economia interna”, calculava o órgão.

Se, porém, os dois países não se aproximassem voluntariamente, o relatório diz que “isso obviamente levaria a uma intervenção dos EUA no território brasileiro em caso de um conflito com a Rússia”.

Intervenções e Segunda Guerra

Os Estados Unidos passam a considerar o Brasil e a América Latina como parte de sua zona de segurança com a Doutrina Monroe, de 1823, que buscava restringir a ação de potências europeias nas Américas.

Outro passo foi dado em 1904 com o Corolário Roosevelt e a política do “Big Stick” (grande porrete, em português), com os quais os EUA passaram a justificar intervenções militares para preservar seus interesses na região.

Poupado de interferências mais agudas como as experimentadas por alguns vizinhos, o Brasil estreitou os laços com os Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial (1939-1945) ao se unir aos Aliados contra Alemanha, Itália e Japão.

Em relatório, CIA diz que Brasil e EUA “devem representar os últimos bastiões da liberdade, reafirmando a tradição histórica de aliados leais e sinceros”

Soldados brasileiros são enviados à Itália, e o Brasil passa a abastecer a indústria bélica dos EUA com borracha e outras matérias-primas. No início dos anos 1940, Natal se torna a mais movimentada base aérea dos EUA no exterior, ponto de apoio para operações na Ásia, África e Europa.

A parceria deixou uma impressão tão boa nos EUA que, anos após o fim da guerra, a CIA defendeu repeti-la diante da ameaça soviética.

No fim do relatório, a agência afirma que Brasil e EUA “devem representar os últimos bastiões da liberdade, reafirmando a tradição histórica de aliados leais e sinceros”.

“Acreditamos na sobrevivência das forças espirituais, do poder da fé e da doutrina cristã, e é por essa razão que nos devotamos a esta nova cruzada, que irá, certamente, confirmar uma vez mais o triunfo das forças da cultura e da civilização sobre as forças materialistas [soviéticas]”, conclui o documento.

Fonte: BBC Brasil

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Artigos Exclusivos do Plano Brasil Defesa Negócios e serviços Rússia Sistemas de Armas

Confirmada a opção russa pelo Il96-400TZ como reabastecedor da VKS

E.M.Pinto

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RÚSSIA: assinado o contrato para a fabricação de nova aeronave reabastecedora, baseada do Ilyushin IL-96-400T

REVO UMA DOR DE CABEÇA PARA A FORÇA AÉREA RUSSA

Rússia e China desenvolverão aeronave baseada na plataforma Il-96 400T

Em 04 de maio de 2014 publiquei a matéria  REVO UMA DOR DE CABEÇA PARA A FORÇA AÉREA RUSSA a qual abordava os problemas a serem enfrentados pela Força aérea Russa no tocante as suas capacidades de reabastecimento aéreo, problema este que se agravaria frente a atualização da força combativa de caças e especialmente dos bombardeiros estratégicos. O artigo levantou as vantagens e riscos do desenvolvimento desta aeronave para tal função devido inclusive a adoção da VKS de novas células do Il 78 Midas, o reabastecedor daquela força aérea que adicionalmente possui capacidades de operações em locais despreparados e climatologicamente adversos.

Posteriormente em uma outra matéria (RÚSSIA: assinado o contrato para a fabricação de nova aeronave reabastecedora, baseada do Ilyushin IL-96-400T) confirmava o contrato de inicio de trabalhos neste programa que desde então carecia de mais informações. Entretanto, conforme divulgado por muitas mídias internacionais, o fato veio a se concretizar e a aeronave base da força de reabastecedores russas pode vir a ser pautada a célula da aeronave Il-96-400TZ cuja capacidade será acrescida de  transportar cargas e passageiros. A declaração feita ao jornal Horizon por Olga Kruglyakova diretora adjunta da Ilyushin afirma que foi dado o sinal verde por Vladimir Putin para a continuidade dos trabalhos.

Olga destacou que há o desejo dos militares que esta aeronave possua capacidade COMBI de transporte de tropas para deslocamentos a longo raio.

 Em 2015, o fabricante de aviões de Voronezh foi encarregado de construir dois desses reabastecedores  para as forças aeroespaciais russas e que o primeiro destas aeronaves já se encontra em fase avançada de ensaios preliminares.

Olga destacou em sua entrevista que os teste iniciais demonstraram que o Il-96-400TZ é totalmente compatível com as funções que lhe querem atribui, inclusive a de reabastecer aeronaves menores que segundo setores da mídia, seria uma deficiência frente à turbulência promovida por ela.

Olga destacou ainda que não é possível mensurar, mas ao fim dos testes, saberemos o quão compatível às aeronaves maiores como por exemplo, cargueiros e bombardeiros estratégicos.

O segundo protótipo será construído em 2018. Ambos os aviões serão capazes de transportar até 65 toneladas de combustível a uma faixa de 3.500 km. O Il-96-400TZ será equipado com o sistema Zvezda UPAZ-1 sistema de reabastecimento aéreo, o qual é utilizado atualemente nos Il-78, Midas das Forças Aeroespaciais Russas. Porém esta aeronave supera o perfil operacional do Il 78 Midas que pode operar a uma distância de 2500km com a carga de 40 toneladas de combustível.

O acréscimo de capacidade é incontestável e trará a VKS um significativo incremento operacional especialmente no apoio aso bombardeiros estratégicos e cargueiros em operações além das fronteiras.

Segundo a nota, assim que as aeronaves passarem nos testes de avaliação, a planta de Voronezh poderá receber a encomenda de 30 desses aviões. Atualmente o Il-96 também é usado como uma plataforma para centros de comando aéreos pelo Serviço de Segurança Federal e o Ministério da Defesa.

Ficha Técnica da Família Ilyushing 96

Dimensões Il 96-300 Il-96M IL-96T Il 96-400
Comprimento /m 55.3 64.7 63,939
Largura /m 60.11
Superfície alar/ m² 350
Inclinação Alar/ º 30
Largura da cabine / m 5,70
Diâmetro da fuzelagem / m 6,08
Altura 15,7
Poeso operacional / kg 120.400 132.400 116.400) 122.300
Peso máximo sem combustível / kg 180.000 208.400
Peso máximo de decolagem / kg 183.000 220.000 220.000 220.000
Peso máximo de decolagem / kg 250.000 270.000 270.000 265.000
Carga paga máxima / kg 40.000 58.000 92.000 58.000
Pista de decolagem MTOW / m 2.340 3.000 2.700 2.700
Corrida para decolagem / m 860 1.800 1.650 1.650
Velocidade de cruzeiro / Mach 0.78 -0.84  ou 850-870 km / h
Máxima velocidade / Mach 0.84 ou 900 km / h
Teto de serviço / m 13.100
Altitude de cruzeiro /m 9.000 – 12.000
Alcance com maxima carga / km 11.500 12.800 5.000 10.000
Alcance com máximo combustível / km 13.500 15.000 12.000 12.000
Máxima capacidade de combustível / l 152.620
Turbinas x 04 Aviadvigatel PS-90 Pratt & Whitney PW2000 Pratt & Whitney PW2337
ou
Aviadvigatel PS-90A1
PS-90A1 Aviadvigatel
Propulsão x 04 16.000 kg
(35.242 lb)
N2: 10,425 RPM
17.030 kg
(37.511 lb)
N2: 12,360 RPM
PW2337: 17.030 kg
(37.511 lb)
N2: 12,360 RPM
PS-90A1: 17.400 kg
(38.326 lb)
Empuxo seco x 04 2.950 kg
(6,497 lb)
3.314 kg
(7,300 lb)
PW2337: 3.314 kg
(7,300 lb)
2.950 kg
(6,497 lb)
Tripulação 03 02 02
Capacidade em 3 classe 237 307 315
Capacidade em 2 classe 263 340 386
Capacidade em classe única 300 420 436
Capacidade de carga FH1: 9,000 kg (frontal)
FH2: 15,000 kg (traseiro)
FH3: 1,000 kg (traseiro)
6 LD3 (frontal)
10 LD3 (traseiro)
580m ³ deck principal
114m ³ deck  frontal
82m ³ deck traseiro
18 LD3 (Frontal)
14 LD3 (traseiro)