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MINUSTAH: Homenagem aos militares falecidos no terremoto do Haiti, em 2010

Porto Príncipe (Haiti) – Os militares da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH), na presença de todos os comandantes e dos Estados-Maiores dos contingentes que compõem a missão, homenagearam os militares mortos no terremoto em 2010, no Haiti.

Force Commander da missão, General de Divisão Ajax Porto Pinheiro, fez uso da palavra, além dos comandantes das tropas que tiveram militares vitimados no furacão. Foi realizado um minuto de silêncio em homenagem às vítimas do terremoto ocorrido em 12 de janeiro de 2010, no Haiti, no qual faleceram 18 militares brasileiros, além de três filipinos, três jordanianos e um uruguaio.

O terremoto de 2010

Ocorrido em 12 de janeiro de 2010, as 16h53 do horário local (19h53 do horário de Brasília), o terremoto destruiu a Capital do Haiti, Porto Príncipe. Com magnitude 7,0 na escala Richter, seguido por 33 réplicas sismológicas, a catástrofe vitimou cerca de três milhões de pessoas, segundo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha. O Governo estipulou mais de 200 mil mortos.

O tremor causou grandes danos à cidade e a outras localidades do país, com milhares de edifícios destruídos, incluindo o Palácio Presidencial, o edifício do Parlamento e a sede da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH), que desabou com muitos funcionários dentro, tanto civis quanto militares.

Sete anos do terremoto no Haiti

Nossos heróis lá estiveram; lá deixaram suas vidas e lá vivem seus ideais. O ímpeto dos capacetes azuis brasileiros não se abala. A missão será cumprida! O ambiente permanecerá seguro e estável enquanto houver um Capacete Azul disposto a mantê-lo assim!

Em 12 de janeiro de 2010, 18 Heróis do Exército Brasileiro faleceram durante o terremoto no Haiti, no cumprimento da missão de projetar o Brasil no concerto das Nações, produzindo a manutenção da paz e a estabilização no país amigo. Foram eles:

– General de Brigada Emilio Carlos Torres dos Santos;

– General de Brigada João Eliseu Souza Zanin;

– Coronel Marcus Vinícius Macedo Cysneiros;

– Tenente-Coronel Francisco Adolfo Vianna Martins Filho;

– Tenente-Coronel Marcio Guimarães Martins;

– Capitão Bruno Ribeiro Mário;

– Segundo-Tenente Raniel Batista de Carmagos;

– Primeiro-Sargento Davi Ramos de Lima;

– Primeiro-Sargento Leonardo de Castro Carvalho;

– Segundo-Sargento Rodrigo de Souza Lima;

– Terceiro-Sargento Antonio José Anacleto;

– Terceiro-Sargento Ari Dirceu Fernandes Júnior;

– Terceiro-Sargento Douglas Pedrotti Neckel;

– Terceiro-Sargento Felipe Gonçalves Júlio;

– Terceiro-Sargento Kleber da Silva Santos;

– Terceiro-Sargento Washington Luiz de Souza Seraphim;

– Terceiro-Sargento Tiago Anaya Detimermani;

– Terceiro-Sargento Rodrigo Augusto da Silva;

Fonte:BRABAT

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Forças russas e a desminagem em Aleppo / Síria

Operações incluem entrega de ajuda humanitária à população de cidade síria, libertada de rebeldes em dezembro passado.

Após a libertação da cidade síria de Aleppo, no final de 2016, os sapadores russos continuam removendo armas, armadilhas e minas implantadas na região.

Mais de 1.000 hectares e 2.100 prédios locais já foram vasculhados.

Entre os edifícios que já passaram pelo processo de retirada de minas estão escolas, mesquitas, hospitais e outras estruturas civis.

Cerca de 14.700 dispositivos explosivos foram desativados, incluindo mais de 6.700 dispositivos explosivos improvisados.

O armamento descoberto em armazéns variava de granadas de mão a mísseis para lançamentos múltiplos.

Os explosivos recuperados provêm de várias partes do mundo, incluindo EUA e Alemanha.

As forças armadas russas também ajudam com entregas de ajuda humanitária e retomada de serviços públicos.

Rebeldes sírios capturaram o leste de Aleppo em 2012.

Militantes que se opõem ao governo sírio foram forçados a deixar a região após o exército de Damasco e seus aliados (incluindo a Rússia) conduzirem uma ofensiva bem-sucedida na cidade no segundo semestre de 2016.

Os combates se arrastaram até dezembro passado. Antes, Aleppo estava dividida em partes mantidas tanto pelo governo como rebeldes.

Boris Egorov

Fotos: MIL.RU

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: Gazeta Russa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Helibras busca exportação para manter operação no Brasil

Empresa é responsável pelo programa HX-BR, de desenvolvimento de 50 helicópteros para as Forças Armadas. (Foto: Divulgação)

A Helibras, fabricante de helicópteros controlada pela francesa Airbus, entregou no fim do ano passado à Gendarmeria Nacional Argentina um helicóptero Esquilo AS350 B da corporação, após processo de modernização. O vice-presidente de Negócios e Serviços da empresa, Dominique Andreani, disse ao Valor que essa entrega representa um exemplo da estratégia da companhia para 2017, de buscar novos mercados diante da crise econômica no Brasil. “Já temos pronto o fornecimento de mais duas aeronaves Esquilo para o mercado internacional”, disse.

O primeiro desses helicópteros é um novo H125 fabricado em Itajubá (MG) para um cliente do Equador, que sai da linha de montagem da empresa neste mês. O outro aparelho é do mesmo modelo, pertencente a um cliente na China, também em fase final de produção que deverá ser entregue ainda em janeiro. O vice-presidente da Helibras diz que a empresa precisa buscar alternativas para manter o nível de atividade, fortemente impactado pela recessão. A empresa detém 50% da frota brasileira de helicópteros a turbina. Desde que começou a fabricar unidades no fim dos anos 1970, a companhia soma 750 unidades vendidas no mercado nacional. Mas a média de entregas por ano, que chegou a 36 até 2014, caiu cerca de 20% em 2015 e 2016.

A recessão econômica atingiu a Helibras no meio de um ciclo de expansão, em que o grupo Airbus vinha ampliando a capacidade instalada no Brasil. No fim de 2014, a empresa decidiu investir R$ 420 milhões na linha de produção de Itajubá e elevar de 800 para mil empregados a força de trabalho no país para atender o programa HX-BR, de desenvolvimento de 50 helicópteros para as Forças Armadas do país, em um acordo estimado na época em € 1,9 bilhão.

O programa foi mantido, mas com extensão do prazo, de 2020 para 2022. E o ajuste por parte da demanda governamental também ocorreu no setor privado, com menor procura por novas aeronaves. Segundo Andreani, a frota em serviço no Brasil baixou a quantidade de horas de voo em cerca de 10% ao longo de 2016 ante 2015 – de 95 mil horas para 86 mil horas de voo. Com menos aeronaves no ar, a Helibras contabiliza menos vendas de manutenção e de serviços, portanto.

O vice presidente da empresa pondera que há sinais de que o pior momento passou. “Temos percebido maior atividade, com clientes cotando e negociando contratos, diferentemente de meses atrás, quando sequer negociação ou cotação de preços”, disse Andreani. “Na América Latina, vemos retomada mais forte em alguns mercados, como Chile, Colômbia e México“, disse.

O executivo da Helibras afirma a operação brasileira ganhou espaço no grupo. “Nossa unidade no Brasil é estratégia porque é uma das poucas do grupo Airbus com capacidade de produção e de engenharia, para desenvolver, qualificar e certificar com autoridades sistemas de aeronaves”, disse Andreani, citando que das 30 filiais do grupo fora da França no mundo, apenas Estados Unidos, Cingapura, Austrália e Brasil têm essa capacidade de desenvolvimento.

O executivo disse que a empresa também está trabalhando para ampliar a rede de parceiros no Brasil para reforçar a capacidade de oferecer serviços em mais regiões. “Queremos ter parceiros que possam trabalhar com padrões da Helibras para atuar em outros mercados, como Nordeste, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, por exemplo”, disse Andreani. “Temos capacidade ociosa e temos versatilidade na produção para atender a retomada da demanda quando ela ocorrer”, disse o executivo da Helibras, que conta com 620 funcionários distribuídos entre as instalações no Campo de Marte, São Paulo, Itajubá e as unidades de Atibaia, Rio de Janeiro e Brasília.

Fonte: Valor via FAB

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Stridsvagn 103, o único Main Battle Tank sem torre do mundo

Fonte: Hoje no Mundo Militar – O Mundo Militar é um canal (You Tube) exclusivamente voltado para temas atuais do mundo militar.

Edição: konner@planobrazil.com