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Submetralhadora Uzi, um ícone da indústria bélica israelense

Fonte: Hoje no Mundo Militar – O Mundo Militar é um canal (You Tube) exclusivamente voltado para temas atuais do mundo militar.

Edição: konner@planobrazil.com

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Vídeo – Robô russo FEDOR

O robô é conhecido como FEDOR (sigla do seu nome em inglês — Final Experimental Demonstration Object Research), similar ao nome masculino russo Fyodor.

Até 2021, esta máquina inovadora passará por testes e adaptação a uma nova nave espacial, onde prestará assistência aos astronautas na realização de diferentes tarefas.

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: Sputnik News

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Rússia cria centros de manutenção de helicópteros na América Latina

A Rússia está cumprindo contratos para a criação de uma rede de centros de manutenção de helicópteros Mi na América Latina, informou a Agência Federal para a Cooperação Técnica Militar da Rússia (FSVTS).

Para 2016 e 2017 há planos de lançar tais centros no Brasil, Peru e Cuba.

Segundo o comunicado da entidade, “neste momento, de acordo com os documentos contratuais, a parte russa, junto com os parceiros latino-americanos, está trabalhando na criação de centros de manutenção técnica de helicópteros Mi”.

A FSVTS acrescenta que as obras de construção estão sendo realizadas pelos próprios clientes conforme o calendário previsto.

Em Agosto deste ano, a Corporação unida de construção de motores (ODK) russa informou que pretende realizar manutenção de motores VK-2500 instalados nos helicópteros Mi-35M usados pelo Exército Brasileiro.

Os helicópteros Mi-35M são produzidos na Rússia desde 2005. O modelo é destinado à destruição de equipamento inimigo, desembarque de pessoal, apoio de tropas terrestres, evacuação de pessoal e transporte de cargas. No Brasil, operam 12 Mi-35M, fornecidos pela Rússia entre 2010 e 2014.

Foto: Wikipedia/Vitaly V. Kuzmin

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: Sputnik News

 

 

 

 

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Conflitos Geopolítica Rússia Síria

Rússia diz que maior parte de suprimentos da ONU na Síria vai para áreas rebeldes

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia se queixou nesta quarta-feira que a ajuda humanitária na Síria tem se tornado cada vez mais politizada, e disse que a ajuda da Organização das Nações Unidas (ONU) vai principalmente para áreas controladas por rebeldes antigoverno.

Maria Zakharova, porta-voz do ministério, disse que somente um por cento da ajuda humanitária da ONU estava sendo direcionada para Deir Al-Zor, onde ela disse que ao menos 200 mil pessoas estavam isoladas por militantes do Estado Islâmico e precisavam de suprimentos.

Por outro lado, ela disse que a maior parte dos suprimentos da ONU estão sendo entregues em áreas rebeldes, incluindo áreas controladas pelo grupo previamente conhecido como Frente Nusra.

Maria Kiselyova

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: Reuters

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América do Sul Conflitos Destaques

Senado da Colômbia ratifica acordo de Paz com as FARC

Senadores aprovam por unanimidade a segunda versão do tratado, com 50 alterações. Câmara dos Deputados ainda deve votar o texto para que as novas medidas possam entrar em vigor.

O Senado da Colômbia aprovou na madrugada desta quarta-feira (30/01) o acordo de paz assinado no dia 24 entre o governo e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

O ministro colombiano do Interior, Juan Fernando Cristo, afirmou em comunicado que a aprovação se deu “com a participação de vítimas, representantes de igrejas cristãs, afro-descendentes e indígenas”.

“Com 75 votos a favor e nenhum contra, o plenário do Senado aprovou o novo acordo de paz. Fica pendente sua aprovação na Câmara dos Deputados”, dizia a nota. Segundo o ministro, a aprovação pelos deputados deverá ocorrer nesta quarta-feira, eliminando as últimas barreiras para a implementação do tratado.

O tratado almeja pôr fim a mais de 50 anos de conflitos armados entre o governo e as FARC. Em Setembro, as duas partes assinaram a primeira versão do acordo de paz, que acabou sendo rejeitada pela população em plebiscito.

O novo acordo inclui 50 alterações que visam aplacar as críticas da oposição, liderada pelo ex-presidente Álvaro Uribe. As novas medidas incluem a proibição a juízes estrangeiros de julgar os crimes atribuídos às FARC ou ao governo, além de estabelecer indenizações para as vítimas por parte da guerrilha.

Por sua vez, as FARC rejeitaram a principal exigência da oposição, que pedia penas de prisão para os líderes guerrilheiros acusados de crimes, além de restrições à futura participação dos mesmos na vida política do país.

RC/lusa/efe

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: DW

 

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Aviação naval russa recebe mais um lote de Su-30SM

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A Fábrica de Aviação de Irkutsk entregou à Aviação Naval da Marinha mais um lote de caças multifuncionais Su-30SM, disse na segunda-feira o porta-voz da Marinha russa, capitão de mar e guerra Igor Dygalo.

A Fábrica de Aviação de Irkutsk entregou à Aviação Naval da Marinha mais um lote de caças multifuncionais Su-30SM, disse na segunda-feira o porta-voz da Marinha russa, capitão de mar e guerra Igor Dygalo. Antigamente, o comandante da Marinha, almirante Vladimir Korolev, disse que a aviação Naval da Marinha receberá seis caças de Su-30SM até o final de 2016.

“No aeródromo da Fábrica de Aviação de Irkutsk se realizou uma cerimônia solene da entrega de mais um lote de aviões Su-30SM aos pilotos de um regimento de aviação de assalto naval independente da Marinha russa. De acordo com a decisão do comando da Aviação Naval da Marinha da Rússia, um dos novos caças recebeu o nome de Irkutsk”, disse Dygalo.

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A produção do Su-30SM é realizada na fábrica de aviões de Irkutsk. De acordo com o contrato assinado com o Ministério da Defesa, até 2018 a Força Aeroespacial da Rússia deverá receber 88 caças e a Aviação Naval da Marinha — 28.

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O Su-30SM é um caça multifuncional supermanobrável da geração 4++ para obtenção de superioridade aérea. Ele combina em si mesmo as funções de caça, avião de assalto e bombardeiro, equipado com radar de antena de matriz faseada, motores com controlo do vector de potência e empenagem dianteira horizontal.

Fonte: sputniknews

Edição Plano Brasil

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O perigo do “Drone Swarms” – Empresa russa anuncia nova arma para combater veículos aéreos não tripulados

No final de Outubro, o porta-voz da empresa russa United Instrument Manufacturing Corporation (UIMC) anunciou que uma arma nova está pronta para combater veículos aéreos não tripulados de pequeno porte (VANTs).

Os drones passaram a ser usados como armas de combate no início dos anos 2000. Agora, reconhecimento e ataque, tarefas que antes eram executadas exclusivamente pelo homem, são realizadas por robôs.

O exterior de um drone se parece com um avião em miniatura. Mas o veículo pode ser equipado com diferentes tipos de armamentos, e é a plataforma ideal para carregar dispositivos de guerra eletrônica.

O perigo do Swarm

O Swarm é o sistema mais atual desenvolvido pela indústria de defesa norte-americana. Seu objetivo é simples: confundir os sistemas de defesa antiaérea inimigos ao criar uma grande quantidade de interferências.

Uma particularidade desse sistema é o uso que ele faz de drones para desativar radares. Assim, um portador lança dezenas de drones, que atuam em conjunto, à semelhança de um enxame de abelhas.

Cada um desses drones, porém, é uma unidade de combate autônoma, podendo estar equipado com qualquer tipo de armamento, inclusive mísseis e dispositivos de combate eletrônico.

O Swarm, ao mesmo tempo, opera como uma entidade única. Cada um dos drones é encarregado de uma determinada tarefa: reconhecimento, interferências eletrônicas ou lançamento de mísseis, entre outras. E, assim, os drones transferem informações simultaneamente para um único ponto de controle.

A tecnologia norte-americana é um novo tipo de sistema de combate que pode não apenas cobrir uma invasão aérea desativando os radares do inimigo, mas mas também atacar alvos.

E os sistemas de defesa antiaérea tradicionais não podem agir contra o Swarm, já que é praticamente impossível destruir drones portadores de mísseis.

Contrapartida

Ao contrário dos sistemas da geração anterior, a nova arma russa contra drones funciona de modo ativo. Em vez de criar interferências de rádio, a nova arma incapacita todos os componentes eletrônicos dos drones oponentes.

Assim, os drones não são destruídos fisicamente, mas perdem toda sua utilidade, com a comunicação entre eles totalmente interrompida.

Os detalhes técnicos da nova arma não foram divulgados e os princípios de seu funcionamento são confidenciais, mas especialistas acreditam que o sistema consista de armas eletromagnéticas direcionais.

Dessa maneira, os drones inimigos são, provavelmente, atingidos por uma corrente de alta tensão que literalmente queima o interior dos VANTs. A bomba eletromagnética também é eficaz contra os drones.

ALEKSANDR VERCHÍNIN

Imagem: Lockheed Martin concept

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: Gazeta Russa

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Conflitos Destaques Geopolítica

Erdogan diz que Turquia não descartou filiação à UE, mas tem alternativas

A Turquia ainda não “encerrou o assunto” com a União Europeia apesar de o Parlamento Europeu ter recomendado a interrupção das conversas sobre sua filiação na semana passada, disse o presidente turco, Tayyip Erdogan, nesta terça-feira, mas acrescentou que Ancara sempre tem outras opções.

Na semana passada, Erdogan disse que a Turquia não precisa se unir à UE “a qualquer custo” e ventilou a ideia de torná-la parte da Organização de Cooperação de Xangai (SCO), um bloco de segurança dominado por China, Rússia e nações do centro da Ásia.

Sem detalhar as alternativas, Erdogan disse nesta terça-feira que as conversas com parceiros em potencial estão em andamento, dizendo em uma conferência em Istambul: “Podemos continuar no nosso caminho com um deles”.

Em Berlim, o vice-presidente do Bundestag, a câmara baixa do parlamento alemão, descartou uma filiação plena à UE para a Turquia devido à repressão pós-golpe de Erdogan a jornalistas e dissidentes, mas disse que se pode conceder uma “parceria privilegiada” com o bloco para os turcos.

Também na semana passada, o Parlamento Europeu aprovou por 479 votos a 37 uma moção não-vinculante para deter temporariamente as tratativas sobre a adesão da Turquia por causa de sua reação “desproporcional” ao golpe de Estado fracassado de 15 de julho.

“Temos que ser honestos com a Turquia: ela não pode ser um membro pleno da UE. Temos que dizê-lo abertamente”, disse Johannes Singhammer, membro do CSU, partido bávaro que integra uma coalizão com a União Democrata-Cristã (CDU) da chanceler da Alemanha, Angela Merkel, ao grupo de mídia Straubinger Tagblatt/Landshuter Zeitung.

“Aí podemos começar negociações com a Turquia sobre uma parceria privilegiada, ou cooperação estreita, na qual Ancara não teria direito de voto no Parlamento Europeu ou o direito de participar da Comissão (Europeia)”.

“Tal abordagem abriria novas perspectivas”, afirmou.

Humeyra Pamuk / Ece Toksabay

Foto: Francois Lenoir / Reuters / Arquivo – Presidente Tayyip Erdogan da Turquia Bruxelas, Bélgica, 5 de Outubro de 2015.

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: Reuters

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UE – Planos para a criação de um fundo de Defesa multibilionário

A Comissão Europeia vai propor na quarta-feira (30) o projeto para um fundo de defesa multibilionário (Fundo Europeu de Defesa), escreve o jornal Financial Times.

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De acordo com os dados do Financial Times, o plano prevê um aumento acentuado dos gastos com a segurança cibernética, investimentos na construção naval militar e pesquisas na área de aeronaves não tripuladas.

O projeto, que será apresentado pelo vice-presidente da CE Jyrki Katainen, também fala da continuação da estandardização do equipamento militar e da utilização dos programas espaciais da UE para segurança e fins de defesa.

A publicação associa o reforço do orçamento militar da UE com as declarações do presidente eleito dos EUA Donald Trump, que exigiu aos aliados europeus o aumento dos gastos correspondentes. No entanto, o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, prometeu apresentar um plano para criação de um fundo de defesa europeu ainda no final de setembro — antes das eleições presidenciais nos Estados Unidos.

Anteriormente, Juncker disse que a criação de um exército europeu é inevitável, porque no futuro é pouco provável que os EUA se preocupem com a segurança da Europa.

Segundo ele, “é necessário dar um novo andamento à questão de uma defesa comum europeia até… à criação de um exército europeu”.

Antes disso, o chefe da Comissão Europeia propôs colocar em Bruxelas estados-maiores do comando das operações civis e militares da União Europeia. A questão da instalação dos estados-maiores está sendo discutida no Parlamento Europeu.

Foto:© AFP 2016/ PATRICK HERTZOG

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: Sputnik News

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Japão pretende comprar mísseis Patriot aos EUA

O governo japonês tem planos de alocar 1,7 bilhões de dólares para comprar um novo sistema de defesa antimíssil.

Segundo a mídia local informou no domingo (27), a decisão foi tomada em resposta aos lançamentos de mísseis por parte da Coreia do Norte.

O portal de notícias Japan News divulgou que Tóquio pretende instalar o sistema de mísseis terra-ar aperfeiçoado Patriot Advanced Capability-3 (PAC-3) da empresa Lockheed Martin. O PAC-3 cobrirá um território em um raio entre 30 e 40 quilômetros, o dobro do alcance dos mísseis que estão em serviço atualmente.

As autoridades do Japão, de acordo com os dados da mídia local, também começaram as negociações sobre a possível instalação do THAAD, o sistema antimíssil Defesa Terminal de Área de Alta Altitude.

Em Setembro, a Coreia do Norte lançou três mísseis balísticos Rodong-1 no mar do Japão, à distância de 1.000 quilômetros, no âmbito da recente série de testes nucleares e de mísseis.

Foto: Raytheon

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: Sputnik News

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Destaques Geopolítica

Park Guen-hye Presidente da Coreia do Sul diz estar pronta para abandonar o cargo

A presidente da Coreia do Sul cede à revolta popular e afirma que está pronta a abandonar o cargo antes do fim do seu mandato.

Park Guen-hye pediu ao parlamento que decida sobre as modalidades da transição, quando os deputados tinham convocado um voto à destituição da presidente para esta sexta-feira.

“Estou pronta a abandonar o cargo, segundo a lei, assim que seja proposta uma alternativa de sucessão estável que possa minimizar a instabilidade política e um vazio de poder, após a discussão no parlamento entre o partido do governo e a oposição”.

O anúncio ocorre depois de cinco semanas consecutivas de protestos para exigir a demissão da presidente, manchada por um escândalo de corrupção.

Um amigo e assessor de Park, Choi Soon-sil é acusado de ter extorquido dezenas de milhões de dólares a vários empresários do país.

A presidente é suspeita de ter permitido que Choi utilizasse documentos confidenciais do governo.

A oferta de Park de reduzir o mandato, que expira em Fevereiro de 2018, poderia evitar o processo de destituição, que levaria ao poder, como presidente interino durante seis meses, o atual chefe de governo, o impopular Hwang Kyo-ahn.

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: euronews

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“O ambiente está contaminado por notícias falsas”

Terminada a contagem das cédulas eleitorais da eleição de 8 de Novembro nos Estados Unidos, uma incômoda pergunta surgiu: qual foi o papel dos meios de comunicação na ascensão e vitória de Donald Trump?

Desde o anúncio de sua candidatura em 2015 ficou claro que as manchetes com as frases acima do tom do milionário aumentavam os cliques na Internet, e que seus comícios aumentavam a audiências nas emissoras de televisão. Não por acaso Trump era uma estrela de reality show.

Mas a tensa e ambivalente relação que a mídia manteve com ele durante a campanha não esteve isenta de acidez: alguns jornalistas foram vetados e humilhados, outros que cobriam os comícios eram apontados para receber o escárnio da multidão.

Agora a avaliação de consciência levou muitos, retrospectivamente, a destacarem a prevalência de notícias falsas fabricadas pelos veículos da chamada alt-right (direita alternativa), que têm se difundido sem freio nas redes sociais.

Nos últimos três meses da campanha, as notícias falsas que tiveram maior eco nas redes superaram em muito as informações dos meios de comunicação tradicionais.

Jornalista da revista The New Yorker, ganhador de dois prêmios Pulitzer e autor de Os Bin Laden, uma Família Arabe em um Mundo sem Fronteiras, Steve Coll (Washington, 1958) é diretor da Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia.

Na semana passada refletia em seu escritório no sétimo andar sobre o passado recente e o futuro premente que aguarda a imprensa.