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Vídeo: H225M Naval armado

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A Helibras apresentou o H225M operacional da Marinha do Brasil com a integração dos sistemas de radar, defesa e dos mísseis Exocet. A aeronave conta com o exclusivo Sistema Tático de Missão Naval, desenvolvido no Brasil para as atividades da Força.

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Made in Brazil : Mercedes-Benz LG-1213 6X6 – 1971

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Desenvolvido  pela Mercedes Benz do Brasil em 1971, o LG-1213 militar 6×6 com tração total, nas “seis rodas”, é sobre tudo um veículo cuidadosamente projetado e executado para trabalhos em qualquer terreno.

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O Mercedes Benz LG-1213 6×6 militar era destinado a substituir viaturas oriundas  da Segunda Guerra Mundial,  em especial os lendários y de 2 1/2 toneladas, que estavam totalmente obsoletos no começo dos anos setenta.

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Em suma, o LG-1213 era uma mistura de LA-1113, do qual emprestava o trem dianteiro motriz, com L-2213, que cedia o “bogie”. A caixa de transferência com saídas para 3 cardans era um misto das caixas dos citados “doadores”. O conjunto motriz trazia novidade sequer, com o bom e velho  motor OM-352 aspirado com 130 Cv e a transmissão MB G-32 (depois G-36) de 5 velocidades sincronizadas.

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Trump ou Hillary: O que o Brasil deve esperar?

Forma como candidatos republicano e democrata encaram questões como economia, relações comerciais e diplomáticas com o resto do mundo dão pistas do que o país pode aguardar do próximo presidente americano.

Com exceção das inflamadas promessas de Donald Trump para imigração, a América Latina é tema periférico na atual corrida à Casa Branca. Até aqui, pouco se falou de concreto sobre a região – e o Brasil sequer foi mencionado tanto pelo republicano quanto pela democrata Hillary Clinton.

Mas a forma como os candidatos e seus partidos tratam questões como economia, relações comerciais e diplomáticas com o resto do mundo, podem dar pistas sobre o que o Brasil pode esperar de quem chegar à Casa Branca.

No caso de Trump, por exemplo, além da questão migratória, as fortes críticas à China e a política protecionista apregoada por ele são vistas como um sinal, segundo analistas, de que o Brasil pode ter muito a perder caso ele se torne o próximo presidente.

Já as chances cada vez mais reais de vitória de Hillary são observadas com certa cautela. Isso porque, apesar de apresentar um discurso mais favorável às ambições comerciais brasileiras, ela ainda não deu claras indicações sobre que lugar a América Latina ocupará em sua agenda.

“Em termos relativos, seria um grande alívio para o Brasil se Hillary ganhar. Mas em termos absolutos, não seria tão diferente do governo de Barack Obama, que vem mostrando interesse médio ou baixo no Brasil”, aponta Timothy Power, diretor do programa de estudos brasileiros da Universidade de Oxford.

Segundo ele, em contrapartida, um governo Trump – que em 2014 sequer sabia quem era Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista à revista Veja – seria um “desastre não apenas para os EUA e o Brasil, mas para a ordem internacional”.

Uma vitória de Donald Trump também é vista com preocupação pelo cientista político David Fleischer, da Universidade de Brasília. Ele acredita que a política externa restritiva e conservadora do candidato republicano poderá ser bastante prejudicial ao Brasil.

Além de limitar o comércio exterior para obter saldo positivo na balança comercial – o que afetaria as exportações brasileiras para os EUA, segundo maior parceiro do Brasil –, na Casa Branca o magnata poderá ainda atrapalhar o plano do governo Michel Temer de atrair investidores estrangeiros, entre eles americanos.

Fleischer ainda destaca a questão da imigração. “Está cheio de brasileiro sem documentação nos EUA. Se Trump decidir expulsar todos os estrangeiros em situação irregular, muito brasileiro vai ser deportado também.”

Chance à reaproximação

Considerando um cenário com Hillary na Casa Branca, Timothy Power avalia que a maior mudança nas relações bilaterais virá, na verdade, do Brasil: com José Serra à frente do Itamaraty, o governo Temer vem se posicionando de maneira mais alinhada com os Estados Unidos e Europa do que sua antecessora Dilma Rousseff, abrindo mais o país a investimentos externos e com uma postura menos amigável a países vizinhos de orientação de esquerda.

Durante os dois mandatos de Lula e os cinco anos de Dilma na presidência da República, o Brasil manteve os olhos voltados para América do Sul e alguns países africanos e asiáticos. Em 2013, as relações da petista com Washington ficaram abaladas após a divulgação de que a Agência de Segurança Nacional (NSA) espionava as comunicações de Dilma, além de outros líderes latino-americanos.

Na época, a então presidente cancelou uma viagem que faria aos EUA e fez duras críticas ao governo americano. “O resto do governo Dilma ficou mais antiamericano do que o que já era antes”, lembra Fleischer.

Em março deste ano, em meio ao processo de impeachment que culminou com a queda da petista, Obama foi vago ao comentar o assunto durante visita à Argentina, limitando-se a dizer que Brasil possuía “uma democracia suficientemente madura, além de leis e instituições fortes o suficiente” para resolver a questão.

Otimista, Fleisher acredita as relações entre Brasil-EUA têm boas chances de ganhar impulso em uma eventual gestão Hillary: “Temos que nos guiar um pouco pela atuação dela como secretária de Estado, em que ela deu mais atenção para a América Latina do que seus antecessores.”

Zeina Latif, economista-chefe da XP Investimento, concorda com Fleischer, mas ela acredita que, inicialmente, a democrata deverá se voltar às questões internas. Zeina ressalta o alto índice de rejeição de Hillary e o desafio de pacificar a sociedade americana pós-eleições e conquistar apoio do Congresso. “O país terá que dar uma sacudida em sua agenda.”

Economia e relações comerciais

A postura menos liberal do que Obama apresentada por Hillary durante a campanha vem sendo acompanhada de perto por analistas econômicos no Brasil.

Cláudio Frischtak, presidente da Inter.B Consultoria Internacional de Negócios, lembra que a ex-primeira-dama afirmou que não assinará a Parceria Transpacífico de livre-comércio entre 12 países, a chamada TTP, e acredita que ela poderá acionar com mais frequência mecanismos antidumping da Organização Mundial de Comércio (OMC).

Frishtak prevê ainda que a democrata deverá ser mais firme que seu antecessor com relação à imigração, tema de acalorados debates nos EUA. No entanto, ele opina, “Hillary não deve mudar a política econômica do país porque, em grande medida, está dando certo”.

Já a política econômica defendida por Trump traz ingredientes que podem levar a uma recessão global ou até a um “colapso do comércio mundial” pois, na prática, opina Frischtak, ele dá sinais de que não seguirá as regras da OMC. “Não há um único economista de peso que o apoie.”

Outra preocupação apontada por Zeina Latif é com um eventual retrocesso no diálogo com a China, o que, ela acredita, afetaria negativamente todo o mundo emergente indiretamente, incluindo o Brasil. A economista, no entanto, tenta enxergar os discursos protecionistas de Trump de maneira  cética.

“Apesar de ele ter um discurso que beira a irresponsabilidade, não acredito que isso se traduziria de forma concreta numa agenda econômica. A tendência é ele descer do palanque e ter uma gestão mais responsável”, aposta.

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: DW

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Grumman F-14 Tomcat

O Grumman F-14 Tomcat foi um caça supersônico, impulsionado por dois motores, provido de asas de geometria variável e tripulado por dois elementos.

Projetado e produzido pela Grumman Aerospace Corporation para a Marinha dos Estados Unidos.

Edição: konner@planobrazil.com

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Conflitos Opinião

Mais uma faísca no Oriente Médio: Líbano terá presidente pró-iraniano

Passados dois anos de vácuo presidencial e de uma crise política que tem paralisado o Líbano, o país finalmente tem um candidato para o cargo de chefe de Estado, cujo destino vai ser decidido nas eleições na segunda-feira (31).

Se trata de  Michel Aoun, cristão de 81 anos. O político é conhecido por seu alinhamento com o movimento xiita Hezbollah, apoiado pelo Irã, que fornece apoio militar ao presidente sírio, Bashar Assad.

Mais de dois anos sem presidente

O Líbano vive sem chefe de Estado desde que o presidente Michel Suleiman se aposentou no final do seu mandato em maio 2014, sem ter sido atingido acordo sobre um substituto. Segundo a Constituição, neste caso, o chefe de Estado deve ser eleito pelo Parlamento. É de assinalar que o sistema político libanês diz que o presidente deve ser um cristão maronita, o primeiro-ministro sunita e presidente do parlamento xiita.

Desde então, o parlamento reuniu-se mais de 40 vezes mas foi incapaz de eleger um presidente devido à falta de quórum de dois terços.

No entanto, a virada final foi tomada pelo ex-primeiro-ministro Saad Hariri, principal líder sunita apoiado pela Arábia Saudita, que aprovou formalmente a candidatura de Aoun à presidência na semana passada. Em troca disso, Aoun lhe prometeu o cargo de primeiro ministro, informa a Reuters.

Sair da crise

O próprio Hariri, por sua vez, descreveu sua decisão, que vai contra suas convicções políticas, como necessária para “proteger o Líbano, proteger o sistema [político], proteger o Estado e proteger o povo libanês”.

Hariri explicou que a aprovação veio depois de todas as outras opções terem esgotado. Uma vez que o Líbano tiver um presidente, espera-se que as instituições políticas do país paralisadas pela crise sejam reativadas.

Linha regional e internacional

Ao mesmo tempo, analistas acreditam que a eleição de Aoun também afetará a política regional para além do Líbano e da Síria, e terá implicações para a rivalidade entre a Arábia Saudita sunita e o Irã da maioria xiita.

“A escolha de Aoun é uma clara vitória para o eixo pró-iraniana e outra derrota para a Arábia Saudita”, citou a agência Associated Press Paul Salem, vice-presidente de política e pesquisa do Instituto do Oriente Médio em Washington. Além disso, especialistas opinam que o novo presidente também pode se tornar uma dor de cabeça para os EUA.

Foto: © AFP 2016/ JOSEPH EID

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: Sputnik News

 

 

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Brasil Destaques Estados Unidos

Brasileiros vão às ruas em São Paulo para apoiar Donald Trump

Um grupo de brasileiros foi às ruas de São Paulo, neste sábado (29/10), em um ato a favor de Donald Trump, candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, confrontado com a reação de ativistas que se identificaram como “antifascistas”.

A marcha chegou a interromper brevemente o trânsito na Avenida Paulista, aos gritos de “abaixo o comunismo”, ou “a direita no poder”, e com slogans contra a candidata democrata à Casa Branca, Hillary Clinton, e a ex-presidente Dilma Rousseff.

“Apoio Trump, porque Hillary é a Dilma americana e não desejamos o mesmo para os Estados Unidos. É uma mulher corrupta e mentirosa, embora saiba falar melhor do que a Dilma”, disse à AFP a agente de viagens Regina Monte, de 54 anos

Alguns aproveitaram para mostrar seu apoio ao deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), admirador confesso de integrantes do regime militar (1964-1985).

Acompanhadas por dezenas de policiais do Batalhão de Choque, cerca de 25 pessoas se aproximaram dos fãs de Trump e trocaram gritos, palavras de ordem e provocações. Alguns manifestantes foram detidos.

Um ativista usava a máscara do magnata nova-iorquino, enquanto outro, vestido de Michael Jackson, cantava e dançava o sucesso “They Don’t Really Care About Us” (“Eles realmente não ligam para nós”), cujo clipe foi gravado no Morro Dona Marta, no Rio de Janeiro, em 1996.

France Presse

 Edição: konner@planobrazil.com
Fonte: Correio Braziliense